História Empty Space with Jikook. - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Monsta X, Seventeen
Personagens Hansol "Vernon" Chwe, Jeon Wonwoo, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V, Won Ho, Xiumin
Tags Bangtan Boys, Bts, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kookie, Namjoon, Rap Monster, Suga, Tae, Taehyung
Exibições 14
Palavras 2.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Harem, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Antes de qualquer coisa, me desculpem pela demora, eu estou atolada de coisas pra fazer, curso, escola, vestibular ALGUÉM ME SALVA.
Não vou me aprofundar muito nas minhas nojeiras, espero que vocês gostem do capitulo, eu dei um pouquinho sobre a personalidade do Xiumin para vocês <3
Beijos no kokoro de vocês!
Bye!

Capítulo 3 - Capítulo Três - É uma longa história.


Fanfic / Fanfiction Empty Space with Jikook. - Capítulo 3 - Capítulo Três - É uma longa história.

Minha cabeça doi. Doi tanto que se não fosse impossível, diria que meu cérebro esta partido ao meio. Abro os olhos sentindo a imensa dor no centro de minha cabeça e sinto lágrimas caírem sem eu nem perceber.

Minha face direita dói como se tivessem o socado até explodir e minha mandíbula estrala com o simples mexer da mesma.

O que deu naquele homem?

Me levanto, me lembrando do momento de fúria do homem e suspiro, me desabando no chão.

“Você! Ela me deixou por sua causa!” Ele gritava enquanto socava energicamente meu rosto.

“Seu idiota, porque diabos eu te criei?” Continuou, dessa vez me dando chutes que era certeza que ficaria roxo em minha barriga.

 Mas o pior foi ele não parar. Ele não parou nem mesmo quando eu desmaiei.

Espera. Eu desmaiei. Como fui parar em minha cama?

Em pé, percebo que tudo está limpo e arrumado. Limpo e arrumado demais.

Ela esteve aqui.

Vou até o corredor e encontro meu celular jogado perto da escada, olho as horas e vejo que é cedo, e que ainda é domingo.

Desço as escadas e ouço uma voz feminina cantarolar.

Miga?

Vou até a cozinha e arregalo meus olhos — me arrependendo amargamente pois doeu — quando vejo meu pai e Miga fazendo café da manha.

— Bom dia meu bem. — Miga me cumprimenta logo depois de colocar bolinhos de arroz em um recipiente.

—Miga? — Pergunto. — O que você está fazendo aqui?

— Isso lá é modos de se falar com a sua madrasta seu insolente retardado? — Meu pai pergunta perto o suficiente para me fazer sentir dor em onde ele havia me batido na noite anterior.

— Jung, não faz isso. — Miga diz séria e vejo meu pai abaixar a mão e a cabeça, soltando um baixo “Me desculpe”. — Ele pode me chamar de você. Sou nova demais pra ser chamada de senhora. — Ela continua. — Vim fazer o café da manha de vocês querido. — Ela diz vindo até mim e passando a mão de leve em meu olho roxo.

Mesmo me sentindo um pouco entorto em fazer, sorrio e vejo ela me abraçar.

— Obrigada Miga. — Murmuro a abraçando.

O fato é que Miga nunca amou meu pai. Ela tem 25 anos, é bonita, formada em Enfermagem, o que diabos ela está fazendo com meu pai?

Isso mesmo. Ela é como um anjo as vezes. Mas a verdade é que isso tudo não passa de encenação. A verdade já foi dita em frente ao meu pai.

Ela é completamente apaixonada por Jeon Jungkook. — Desculpem-me pela fala em terceira pessoa, ficava melhor—.

— Ah, Kookie. —Ela diz rápida quando me solta, indo até a geladeira e tirando de lá uma pomada. — Passe-a em todos os roxos, vai ajudar.

Confirmo, pegando a pomada e começo meu caminho de volta para o quarto, quando a campainha toca.

Que diabos uma pessoa quer em plena manhã de domingo?

Dou de ombros e vou até a porta, me sentindo um pouco retardado por causa das dores. Abro a porta e sou surpreendido com abraço que me faz gritar de dor.

— Minhas costelaswnn — Choramingo, e sei que meu pai e Miga se encontravam na sala agora.

— Kookie? — A voz pergunta me soltando e vendo meu rosto cheio de lágrimas. — Puta que o pariu, Jeon Jungkook!

Xiumin?

— Xiumin? — Pergunto abrindo os olhos que continuavam embaçados por causa do choro.

— Que diabos aconteceu com você seu moleque?  — Ele pergunta já entrando na casa, e quando olha pros lados e vê meu pai, já liga as peças e baixa o santo. — Foi você não foi? Seu retardado filho de uma puta!

Viro assustado e só vejo meu pai atacar Xiumin, sem saber da boa e querida faixa preta em jiu jitsu do mais novo.

Com o soco que seria certeiro se o outro fosse eu, meu pai perde a luta, pois Xiumin o puxa pelo braço, o jogando no chão.

— Seu velho imundo. — Xiumin grita subindo em cima do mesmo. — Como ousa encostar suas mãos nojentas no meu maknae? — Ele continua gritando.

— Xiu...min... — Sussurro um tanto envergonhado. Mas o mais velho continua a gritar.

— Seu filho de uma puta, ele é só um garoto de dezesseis anos, não quis o deixar ficar comigo para que ele ficasse aqui apanhando de você? — Ele grita dando um ultimo soco em meu pai e quando olha pra mim vê que eu estou chorando. — Ah Jeonguddi. — Ele murmura usando o apelido que só ele consegue deixar carinhoso, se levantando e vindo até mim. Meu coração está apertado e eu estou tremendo. — Vamos lá pra cima maninho?

—Você não vai pra lugar nenhum, seu moleque imprestável. — Meu pai grita agora em pé. Miga está olhando hora para Xiumin, hora para meu pai. — Saia da minha casa!

— Sua casa? — Xiumin pergunta levantando a sobrancelha. Não Xiumin... — Engraçado, que eu saiba a casa ta no nome do Jungkook... — ele diz voltando a andar pela sala, me deixando encostado na porta. — Que eu saiba, ela foi um presente da nossa mãe, já que ele não aceita morar com ela. — Ele continua. — Que EU saiba, ele só precisava ficar aqui até os dezesseis anos. — Ele para perto da escada. — Que tal calar a boca e agradecer a Deus por ter um filho de bom coração que nunca te denunciou por violência, agradeça a Deus, por ele achar que seria bom deixar você morando aqui, enquanto ele poderia ter te expulsado, vendido a casa, e voltado para Seul.

Prendo a respiração.

— E agradeça a ele por ter me mandado mensagens sobre você estar estranho, você não parece o homem que eu amo. — Miga diz em negação enquanto vai para a cozinha, me deixando um pouco torto ao fato dela ter falado que o ama.

O velho parece tão atordoado, que ao olhar para mim, não vejo o típico “ quando ele for embora a gente acerta” mas sim um tipo de medo. Talvez de ficar sem moradia? Não sei, só sei que eu não sou tão mal a ponto de deixa-lo sozinho aqui.

Na verdade. Eu não consigo ser mal.

*

Depois dos minutos de silencio na sala, consegui me recompor e puxei Xiumin para o andar de cima, onde aproveitei e peguei meu celular perto das escadas.

—O que diabos você ta fazendo aqui Xiumin? — Pergunto.

— Ah, vim te visitar... — Ele diz se jogando em minha cama.

— Minseok... — Falo sério e vejo o mesmo se sentar como um indiozinho em minha cama, com os sapatos sujos. — Tira esses sapatos sujos da minha cama! — Dou um gritinho e vejo ele cair na gargalhada.

— Pensei que você diria algo sério seu cabeçudo. —Ele diz encostando a cabeça na parede.

— Mas eu vou. — Digo. — Só que esses seus tênis estão me matando. — Continuo, tirando eu mesmo os tênis.

— Você as vezes me da medo — Xiumin diz tirando as meias.

— Minseok... — Volto a chama-lo pelo nome real.

— Não me chame assim, não é o meu nome, meu nome é Kim Xiumin. — Ele me corta um pouco ríspido, com o olhar instantaneamente gélido.

— Desculpe... — murmuro me sentando no chão, na mesma pose que ele, deixando a cabeça baixa.

— Ah, nem vem. — Ele diz se levantando e se sentando em minha frente. — Nada de tristeza, eu hein. Eu vim te visitar, peguei um avião e vim te visitar caralho. — Ele da um gritinho como se tentasse explicar algo.

— Desculpe. — Repito, dessa vez ele pega meu rosto e levanta me fazendo o olhar, seus olhos agora

— Para de se desculpar caralho! — Ele grita. — Porra!

Rio, Xiumin xinga demais. Isso é feio.

— Pare de xingar caralho. — Mando, e vejo ele arregalar os olhos. — Des... —ele me fuzila. — Parei.

— É isso ai. — Ele diz deixando a cabeça cair na cama  as suas costas, olhando pro teto. — Ei Jeonguddi. — Ele me chama.

Esgueiro-me até o seu lado, deixando a cabeça no colchão.

— Hm? — Respondo.

— Por que você ainda está aqui? — Ele pergunta, e sei que ele não me olha.

— Ah... — fecho os olhos. A verdade é que nem eu sei. — Não sei, só...fico.

— Você é um idiota sabia? — Ele responde, me fazendo soltar um riso fraco e dolorido.

*

Já são duas da tarde, Xiumin e eu estamos jogados no sofá da sala, sem almoçar nem nada, quando meu estomago da sinal de vida.

— Tava demorando. — Xiumin pula do sofá, logo me levantando. — Vamos ao supermercado? —Ele pergunta sorridente, me fazendo sorrir também.

—Vamos,vou lá em cima e já volto. —Respondo já nas escadas.

Entro no meu quarto, e quando estou pronto para sair, me lembro do celular, agora jogado no chão.

O pego, vendo que sua tela está quebrada.

Droga!

Enquanto desço as escadas, o ligo.

 — Ei Jeonguddi. — Xiumin me chama, perto da porta. — Qual o carro do seu pai mesmo?

—Um GC2... porque? — Pergunto ainda olhando o celular.

— Vai ele mesmo. — Ele diz pegando as chaves do carro e indo até a porta. —O gordo nojento, estamos saindo com seu carro! — Ele grita.

— Xiumin! — Dou-lhe um beliscão no braço, o fuzilando.

— Que foi?!? — Ele me olha como se não estivesse entendendo nada.

— Só cala a boca e dirige. — Reviro os olhos, saindo da casa.

Enquanto Xiumin tira o carro da garagem, meu celular vibra.

3423 mensagens não lidas.  Advinha da onde? Isso mesmo, do grupo dos desocupados dos meus amigos.

Há também mensagens por Chip.

23 mensagens do Jimin.

Que diabos está acontecendo??

Há  várias mensagens repetidas com a frase “ Desconhecido, você está ai?”, há também algumas onde ele me xinga pra caralho.

Esse menino é louco?

É ai que  eu subo as mensagens, logo entendendo o porque disso tudo.

Ei Jimin...japjfuhsgjsdfhck”

A mensagem deve ter sido enviada quando o celular caiu das minhas mãos.

Suspiro e quando vou começar a digitar, sou interrompido por Xiumin, que buzinava em minha frente.

— Eu não tenho o dia inteiro sabia madame? — Ele diz com o braço pendurado na janela do carro. — Entra logo nessa caralha.

Reviro os olhos, indo até a porta e entrando.

— Você deveria xingar menos sabia? — Pergunto com o celular em mãos, passando o cinto de segurança. Até porque, com Xiumin, toda a segurança nunca é demais.

— E você deveria estar em Seul, mas nem tudo é como deve ser. — Ele responde, dando uma piscadela.

— Pumf... — Reviro os olhos, finalmente mandando uma mensagem para o Park Preocupado Jimin.

Jungkook: Desculpe Jimin... não era pra ter mandando a mensagem.

            Desligo o telefone e olho para meu irmão que agora cantarolava mudo uma musica qualquer.

*

— Vai ter chedder sim porra. — Ele fala pegando um monte de coisa na ala dos frios e congelados, enquanto eu dirijo o carrinho do supermercado, o mesmo se encontrando cheio, onde todos olhavam para nós. — Eu que to pagando, se eu quiser levar suco de abobora eu levo. — Ele me olha embirrado.

— Mas você nem gosta de suco de abobora. — Olho para ele com um olhar torto.

— Por isso mesmo! — Ele diz batendo as palmas quando joga umas garrafas de soju no carrinho. — O dinheiro é meu e eu faço a porra que eu quiser!

 — Para de xingar capeta! — Dou-lhe um safanão, e fico vermelho quando um grupo de garotas passa, parando perto de nós.

São três no total, e só então percebo que é Misoo e suas amigas.

— Olá Jeon. — Ela me cumprimenta, mas olha para o Xiumin que agora olha para mim com uma interrogação no rosto.

— Olá Misoo. — Sussurro ficando vermelho.

— Poderia me dizer onde é que fica os produtos de higiene? Esse supermercado depois da reforma ficou uma bagunça. — Ela diz finalmente me olhando. Como eu odeio essa garota.

— Ah, claro. — Digo e vejo Xiumin arquear a sobrancelha. —  Venham, eu posso mostrar. Até porque precisamos ir até lá.

—  Tudo bem. —  Ela diz puxando as amigas para andar atrás de nós.

—  Quem são? —  Xiumin pergunta ao meu lado, enquanto coloca um pacote de bolachas no carrinho.

—  Misoo, Jiun e Junghii. —  Respondo indiferentes. —  Meninas do colégio.

—  Bonitas... —  Ele sussurra me olhando, enquanto me abraça pelo ombro.

— Vai te ferrar! —  O empurro e vejo elas olharem atentamente para nós.

—  Vamos juntos seu gostoso. — Ele me abraça novamente, me passando vergonha.

— Minseok! — O fuzilo e vejo ele ficar carrancudo. — Aqui meninas. — Aponto para a ala e vejo-as sorrirem.

— Obrigada Jeon... — Uma delas fala.

— Ei Jeon... — Misoo chama. — Não vai nos apresentar não? — Ela pergunta e eu arregalo os olhos, que diabos ela ta querendo com meu irmão caralho?

— Eu não osh. — Respondo. — Vamos embora. — Puxo meu irmão fazendo a garota me olhar de cara feia. Faço questão de quando passamos por elas, sorrir e mostrar o dedo do meio. — Nesse aqui, sua desnecessária, você só encosta se passar pelo meu cadáver. Minha família não é comida pra cobra não viu.

Vejo-a vibrar de raiva e sorrio. Não dessa vez, não mesmo.

*

— Por que diabos você fez isso? — Xiumin pergunta me abraçando. —Ciumes é?

— Ciumes o caralho Xiumin. — Bufo. — É uma longa história.

— Que tal você começar a me contar então? — Ele pergunta, pegando o celular enquanto estamos na fila. — Ei Kookie, olha a foto.

Ele diz e quando olho, vejo o mesmo passar os braços no meu ombro e tirar uma foto em que, por sorte, saio sorrindo.

— Pra onde é essa foto? — Pergunto passando as compras pelo caixa.

— Pro nosso grupo. — Ele responde, pegando o seu cartão. — Aqui moça.

*

Estamos cheios, cheirosos e cansados, o que fazer? Isso mesmo. Se jogar na cama.

Estou jogado de cabeça pendurada para o chão quando pego meu celular, enquanto assisto Xiumin jogar em meu Xbox.

— Você deveria estar jogando comigo seu desnecessário. — Xiumin diz jogado as pernas em cima de minha barriga.

— Não to afim não. — Digo jogando a perna dele longe. — Minha cabeça não anda muito boa pra jogos de ação.

— Molenga. — Xiumin diz jogando a perna em mim novamente, me fazendo grunhir de dor. — Desculpa. Tinha esquecido. — Ele pausa o jogo, se sentando. — O olho ta melhor? — Pergunta vindo até mim e passando a mão em meu rosto.

— Sim senhor. — Digo ligando o celular.

— ótimo.

Ele volta a jogar e eu vou até o celular, vendo mensagens de todos os locais, porém vou até as e Jimin.

Jimin: Que “não era pra ir” o que seu idiota, o que foi que aconteceu?

Bufo.

Jungkook: Quem diabos você acha que é? Eu to falando que não aconteceu nada!

Jimin: Sou Park Jimin, te conheço à alguns dias e sei que ACONTECEU ALGO SIM.

Droga.

Jungkook: Olha Jimin, é uma longa e difícil história, posso mesmo confiar em você?

Estou vendo que não seremos apenas “o garoto que errou o número” e “o respondão sem nome”. É certo continuar a conversar com ele?

Meu cérebro diz não. Mas meu instinto e coração dizem sim.

 


Notas Finais


Bom, é isso, EU TENHO UM PEQUENO TALVEZ GRANDE ÓDIO DO PAI DO JUNGKOOK, E DEIXAREI BEM EXPLICITO PRA VOCÊS.
Xiumin é o irmão amorzão que eu queria pra mim (não precisava ser irmão sabe...)
Ai gente, to falando nada com nada mais, me segurem!
Espero que vocês tenham gostado, beijon no kokoro de vocês!


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