História Encolhido -JongUp - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias B.A.P, Big Bang
Tags JongUp JungMin Encolhidos
Visualizações 5
Palavras 2.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - O estranho da capa?


Fanfic / Fanfiction Encolhido -JongUp - Capítulo 4 - O estranho da capa?

Depois que cheguei na faculdade foi pra minha sala, me sentei no ultimo lugar afastada de todos, mas minha mente estava em outro lugar pensando no pequeno boneco ou melhor na miniatura de Moon JongUp que estava em minha casa.

-Eu não acredito – disse uma garota na minha frente

-O que aconteceu? – perguntou outra garota

-O show do B.A.P foi cancelado – disse ela – Era o show de abertura da turnê – disse ela

-Não se preocupe eles vão reagendar – disse a garota tentando conforta –la

-Mais esta cancelado por tempo indeterminado – disse ela – Se algo aconteceu ao JongUp – oppa ou ao Zelo – oppa – disse ela com uma voz chorosa

Aquilo fez com que eu sentisse vontade de vomitar, tudo bem que eles eram incríveis cantam bem e são lindos, mas precisava disso tudo por causa de um show? Eu não sou uma super fã uma BABY, mas eles tem umas músicas incríveis como Ribborn In The Sky ou os vocais de YongJae ele tem uma voz magnífica, mais eu sinceramente gostava mais de Big Bang e Shinee mas eu não podia dizer isso não agora não com ele la, ainda mais depois que prometi ajudar a trazer ele de volta a seu tamanho normal.

-Classe vamos todos em seus lugares –disse a professora entrando

Todos se acomodaram em seus lugares esperando a professora começar.

-Antes de começarmos – disse ela – Temos um aluno transferido do Japão para ca...Vocês  devem conhecer ele – disse ela

Foi então que ele entrou um garoto trajado de preto, seus cabelos eram negros e seu rosto lindo e angelical até seu olhar dizia outra coisa ele dizia “Cuidado sou um perigo” ou “Fiquem longe”, seu rosto mostrava puro tédio.

Todas as meninas começaram a gritar me causando um susto e tampar os ouvidos, quem era ele?

-Gente silencio – a professora praticamente gritou

Depois de alguns minutos a sala toda ficou em silencio agradeci a Deus por aquilo, o povo doido que fica gritando só por que um cara bonito entra na sala.

-Classe esse é Jung Min e ele ficara com nós alguns meses – disse a professora

-Prazer – disse ele, ele tinha uma voz baixa mais grave ao mesmo tempo.

-Onde você pode se sentar – disse a professora procurando um lugar na sala.

-Aqui professora – disse uma das garotas

-Não aqui – disse outra

-Que tal ali – disse ele apontando pra carteira a minha frente

-Pode ser – disse a professora

 Vi alguns olhares decepcionados, eu simplesmente levantei livro não queria manter contato visual com ele ou que pensasse que queria sua amizade

Pude ouvir a carteira a minha frente ser movida, eu sabia que estava me comportando como uma garota de colegial agindo assim, mais eu queria ficar sozinha com a minhas dores.

-Oi – disse ele baixando meu livro

Apenas mandei a ele meu olhar mais assustador e não respondi voltando meu olhar ao livro.

-Me chamo Jung...

-Eu escutei – respondi secamente

-Qual é...

-Não é da sua conta – o interrompi novamente

-E a senhorita bom humor esta agindo novamente – disse alguém na sala

-Classe vamos continuar a aula – disse a professora – Nossa aula de hoje falara de como trabalhar dança com crianças – disse a professora

Eu prestava atenção na aula até um papel ser colocado na minha mesa pelo senhor popular, abri aquele papel e li.

 

“Oi, queria saber seu nome quero fazer bons amigos enquanto estiver aqui”

 

Eu respondi

 

Procure uma de suas fãs não sei quem você é e nem me importo, mas parece que

Tem gente que sabe quem você é

Vá fazer amizade com elas”

 

Devolvi o papel para ele com um sorriso imaginando sua reação, ele suspirou assim que terminou de ler, escreveu algo e colocou o papel novamente sobre a minha mesa.

 

“Não deve ser rude com quem acaba de conhecer,

sou um cantor no Japão...E quero

fazer amizades com pessoas que não se interessam por mim, apenas

pela minha fama ^_^”

 

Terminei de ler e suspirei e respondi.

 

“Então esta se saindo bem, não me interesso por você,

E nem quero ser sua amiga, você é mais um

Que vive da fama, e se me mandar esse papel novamente

Te faço engoli –lo. U_U”

 

Devolvi o papel, ele leu e escreveu algo e o colocou novamente sobre minha mesa.

 

“Não precisa ser tão agressiva n_n

Apenas queria ser gentil, você me pareceu triste,

Não gosto de ver as pessoas assim, principalmente

Se tratando de uma moça tão bonita ;) ”

 

Corei com aquilo mais não respondi apenas amassei o papel.

As duas primeiras aulas seguiram tranquilamente, assim que o sinal tocou as meninas voaram pra cima dele, peguei minha bolsa e sai pra fora, joguei aquele papel na primeira lixeira que encontrei, segui pra lanchonete comprei meu almoço e me sentei na mesa mais afastada do refeitório e comecei a comer.

Logo ele entrou seguido de um punhado de garotas, ou melhor imprensado pelas garotas. Me concentrei apenas em meu almoço, ele estava sendo calmo e tranquilo, depois que terminei, segui pro estúdio de dança.

Não havia ninguém, então eu poderia praticar até a próxima aula começar a praticar liguei meu MP4 no som da sala e selecionei minha musica favorita “give me your”. Assim que a musica começou meu corpo seguiu o ritmo.

 

O batimento cardíaco da terra, que

Revela suas presas

Quanto tempo essa tragédia se

Repetira?

Eu já tive o suficiente.

A lua e deserto, uma memória

Fugaz

Sou atacado pelo passado distante

É o meu castigo por aquele dia?

Alguém me diga.

 

Foi então que percebi que estava chorando, aquela música fez com que as lembranças da noite do acidente voltassem a minha mente como um soco no estomago, me sentei no chão e me permiti chorar, minha mente era invadida pelas lembranças, a chuva o caminhão a morte, de repente a música parou, olhei em volta e percebi que Jung Min havia desligado a música.

-Por que esta chorando? – perguntou ele se aproximando

Joguei-me nos braços dele e continuei chorando, ele me abraçou e começou a afagar meus cabelos dizendo que tudo iria ficar bem, eu não me importava se ele era um estranho ou não, eu apenas precisava daquele abraço.

Depois de alguns minutos finalmente me acalmei.

Afastei-me dele limpando as últimas lagrimas peguei minha mochila e meu MP4 e me direcionei a porta.

-Por que estava chorando – disse ele segurando meu pulso

-Não é da sua conta – respondi com a voz ainda rouca

-Por que estava chorando? – perguntou ele ainda segurando meu pulso – Não gosto de ver as pessoas tristes – disse ele

-Tenho meus próprios problemas – falei me soltando dele e saindo do estúdio

-Espera – disse ele me seguindo

-Vê se me erra garoto – falei girando nos calcanhares e parando bruscamente.

-Senhorita Yeon – disse uma professora se aproximando

-Yeon – repetiu Jung

-Sim – respondi para ambos

-Seu pai veio busca –la – disse a professora

-Meu pai? – perguntei confusa

-Parece que sua mãe sofreu um acidente e esta no hospital – disse ela

-O que – falei incrédula – Onde meu appa esta? – perguntei

-Te esperando na entrada escola – respondeu ela

Sai correndo em direção a entrada da escola, quando cheguei la o carro do meu appa estava estacionado na frente da entrada.

Corri até o carro adentrando o mesmo e encontrando meu appa.

-Appa...a...omma – falei sem ar

-Ela estava saindo do escritório quando um carro desgovernado a pegou na calçada – disse ele dando partida no carro

-E como ela esta? – perguntei

-Fraturou algumas costelas e quebrou uma perna, ela precisou ser operada – disse ele rumando ao hospital

-Ela vai ficar bem? – perguntei sentindo o pânico

-Vai sim – disse ele

-Ainda bem appa – falei respirando aliviada

Seguimos pro hospital.

Quando chegamos la os médicos disseram que teríamos que esperar que minha omma estava em cirurgia, e que o quadro dela era instável mais grave.

-Eu vou comprar um café quer algo? – perguntou meu appa

-Não obrigada appa – falei me escorando na poltrona

Meu appa saiu me deixando sozinha naquela sala eu odiava hospitais depois de tantas tentativas de suicídios e depois do acidente.

 -Senhorita – disse uma enfermeira aparecendo e me tirando de meus devaneios.

-Eu? – perguntei sem entender

-Sua perna – disse ela

Olhei para baixo e vi que minha calça estava manchada de sangue, droga meu ferimento recente, como eu não havia sentido.

-Venha vamos fazer um curativo – disse ela pegando meu braço

-Eu estou bem – falei sentindo minha perna

-Precisa limpar esse sangue – disse ela

-Minnie – disse meu pai aparecendo

Droga era tudo que eu precisava agora.

-Voce é o appa dessa senhorita? – perguntou a enfermeira

-Sou sim algum problema? – perguntou ele

-Ela esta machucada – disse ela apontando pra minha perna

-Minnie por que não me disse? – perguntou ele – Quando foi que você se machucou? – perguntou ele

-No meu quarto hoje de manha naquela ponta de metal perto da minha cama escorreguei e me cortei – menti

Fui levada até a emergência onde uma enfermeira usou uma tesoura para cortar minha calça deixando meu ferimento exposto.

Um medico fez uns 4 pontos na minha perna, mesmo eu xingando ele e a enfermeira e meu pai se desculpando por minhas atitudes infantis.

Fiquei ali uma meia hora até me liberarem, meu pai e eu voltamos pra sala de visitas e depois de alguns minutos o doutor apareceu

-Vocês são os familiares da senhora Yeon? – perguntou o medico

-Sim – respondeu meu pai – Como minha esposa esta? – perguntou ele preocupado

-Esta bem, como lhe informamos antes seu quadro é instável, mas ela ficara alguns dias aqui em observação – disse o medico – Nossa preocupação são as costelas fraturadas, temo que elas posam ter perfurado o pulmão mesmo que durante a cirurgia não possamos ter vistos queremos acompanhar o quadro evolutivo dela – disse ele

-Sim eu entendo doutor – disse meu appa – E tem algo que eu possa fazer? – perguntou ele

-Acho que ficar com ela já bastara – respondeu o medico – Pedirei a uma enfermeira que acompanhem o senhor e sua filha ao quarto da sua esposa – disse ele

-Obrigado doutor – agradeceu meu pai

O medico assentiu e se afastou.

-Senhorita Yeon – escutei uma voz familiar me chamar, me virei para ver que era o ser que me chamava e percebi que era Jung Min

-O que faz aqui? – perguntei cruzando os braços

-Vim ver como sua omma estava – disse ele

-E você quem é? – perguntou meu appa

-Sou Jung Min, trabalho como cantor no Japão patrocinado pela sua companhia – disse ele

-Sim claro – disse meu appa – Você acabou de lançar seu cd solo – disse ele

-Isso mesmo senhor Yeon – disse Jung Min com um sorriso

-E da onde você conhece minha filha? – perguntou meu appa cruzando os braços

-Acabei de vir do Japão pra terminar alguns curso e por coincidência acabei na mesma turma da sua filha senhor – disse ele

-Parece que finalmente você terá um amigo Minnie – disse meu appa

-E quem disse que quero ser amiga dele – falei cruzando os braços.

-Desculpe o comportamento dela mas Minnie é rude as vezes – disse meu appa

-Percebi isso – disse ele

-Senhor Yeon – disse uma enfermeira aparecendo

-Sim – respondeu meu appa

-Mostrarei ao senhor e seus filhos em que quarto esta sua esposa – disse ela

-Filha – corrigi a enfermeira – Não sou irmã dessa criatura – falei apontando para Jung

-Minnie – repreendeu meu appa

-A appa fala serio – falei – Pode dizer qual é o numero do quarto da minha omma? – perguntei

-501 – disse ela

-Obrigada – falei me afastando

Segui pelos corredores até encontrar o numero do quarto, e quando o alcancei a porta parei, eu não conseguia entrar no quarto meu corpo havia paralisado.

-Minnie – disse meu appa

-Eu não consigo entrar appa – falei deixando as lagrimas escorrerem

-Ow minha princesa – disse ele me abraçando – Eu sei que é difícil, se quiser pode esperar aqui – disse ele se afastando

Eu assenti e sequei as lagrimas meu appa se afastou e adentrou o quarto, eu consegui ouvir o barulho das maquinas mais não ousei nem olhar pra dentro do quarto, me escorrei na parede do corredor e abaixei a cabeça.

-Não gosta de hospitais? – perguntou Jung Min se escorando na parede do meu lado

-Passei bastante tempo aqui depois do acidente – respondi automaticamente, só então percebendo o que havia dito

-Acidente? – perguntou ele

 



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