História Encontre-se - Capítulo 21


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Palavras 3.080
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, eu não tive e nem vou ter tempo de corrigir, por isso eu peço desculpas por cada errinho. Bem, eu espero que vocês gostem.

Capítulo 21 - Depois de 7 anos parte 2


Helena narrando

Eu entrei na empresa igual a um furacão,pedi relatórios e documentos para a minha secretária, o tic tac do relógio era mais do que irritante, o som dos carros na rua era uma esperança, eu só queria que ele entrasse pela porta e me dissesse o que fazer, eu estava desesperada. Eu resolvi me sentar e pensar olhando para o céu de Seul, tinha alguma coisa diferente aqui mas eu não sabia o que era, só sabia que me fazia mais feliz. Eu sei que um prédio de 35 andares era muito alto e que eu não era fã de altura mas me acostumei com isso, eu gostava da vista. Eu pensava em mil maneiras de contornar a situação mas nenhuma delas me agradava.

-O que aconteceu?-Eu me assustei mas ver Jeonghan foi um alivio, então joguei toda a verdade pra ele.

-Ela é uma farsante! Cade os documentos que eu pedi?!- Gritei para a secretária.

-Helena, se acalma!

-Aquela mulher que vai casar com Seungcheol é uma farsa.- Só de lembrar o ódio aumentava.

-Helena, do que você esta falando? Ela é dona de uma fábrica ou algo do tipo.

-QUE EU COMPREI!-Gritei.- Eu comprei e é onde estamos nesse momento, ela quer esse lugar de volta pra poder voltar a ativa com os negócios, tudo sem Seungcheol descobrir.

-Helena, como você descobriu isso?- Eu estava andando de um lado para o outro.

-Ela foi jantar comigo hoje, o telefone tocou e era ele, eu sai correndo dali.

-Como você sabe que ele não sabe?

-Ela sussurrou algo sobre isso. Eu preciso agir.- Eu estava desesperada.

-Então vá, Helena. Faça alguma coisa!

-Jeonghan, as opções são: Eu contar a verdade e ele ficar infeliz, não contar, ele casar e descobrir que ela é uma mentira!

-O que você prefere?

-Que ele desista de tudo pra ficar comigo, sem saber de nada, mas isso não vai acontecer.- Eu me se sentei na grande poltrona e liguei para secretária.- Ligue para Alemanha e mande o contador da Thawdorff me ligar, ligue para a HyeSung e marque um café da manhã em uma cafeteria que seja longe daqui, e por ultimo peça algo para eu e Jeonghan comermos. Ravióli ao molho branco.

-Seus hábitos não mudam...Por que ligar pro contador?

-Quero saber o prejuízo que vamos ter se eu vender pra ela de novo.Eu devia ter vindo mais cedo.

-Você não iria vir se eu não tivesse ido atrás de você há uma semana.

-Não jogue na minha cara.

-Seja cuidadosa, querida. Você precisa pensar de cabeça fria, mas o que você vai fazer?

-O que eu estou acostumada a fazer, armadilhas em contratos. Eu vou por uma clausula se em até dois dias antes do casamento ela não contar a Seungcheol, a empresa vai voltar pra mim.

-Ela...- A ficha caiu.- Helena, que maldade.

-Eu não tenho escolha Jeonghan.- Ele se levantou e parou atrás de mim e olhou as minhas fotos com Seungcheol.

-Depois desse tempo todo, você não apagou?

-Do que adianta se quando eu durmo eu sonho com esses momentos? Eu ainda não parei de tomar os remédios pra dormir.

-Eu sei que sua vida foi difícil até aqui e que você não quer complicar as coisas... Mesmo com esse contrato você não vai fugir disso.

-Eu deveria ter transformado isso em mais uma fabrica.

-Para de tentar se esquivar e encare o problema.

Eu odiava quando Jeonghan tinha razão, o que acontecia sempre. Eu chorei porque trabalhei durante 7 anos pra chegar onde eu cheguei, e jogar tudo pro alto parecia ser minha única opção. Eu sabia que tinha outras opções, mas eu não conseguia considerar as opções onde Seungcheol saia prejudicado, eu não conseguia priorizar o meu trabalho. Eu sai da empresa me forçando a manter o olhar forte, o andar intimidador mas uma vez que eu estava dentro do carro eu me permiti deixar aquela situação me dominar.

Mal dormi de noite, acordei no quarto luxuoso do hotel, nos últimos 7 anos eu  fiz de tudo para seguir com a minha vida, eu tinha conforto, fama, dinheiro mas não tinha o amor. Eu fiz de tudo para esquecer Seungcheol, eu bebi, eu viajei, conheci novas pessoas mas a cada contrato eu só pensava em uma coisa: Estar perto de Seungcheol.

Eu me arrumei e coloquei mais um dos meus infinitos vestidos pretos, ao longo do tempo a coleção de sobretudo e salto alto perderam lugar para a coleção de ternos e vestidos pretos, o longo cabelo cacheado agora estava preto e liso. Eu mudei por fora com esperança de mudar por dentro. Eu sai do quarto de hotel e alguns me olhavam com medo, outros tinham calafrios, eu coloquei os óculos escuros e entrei no carro.

Eu não sabia qual seria o café e realmente não estava me importando com isso, eu escolhi uma mesa para dois no andar de cima da simpática cafeteria. Pedi uma xícara de café e um pedaço de bolo, eu estava inquieta, quando ela chegou com aquela cara de indiferença eu soltei uma leve risada, era quase um hábito isso acontecer, eu era fria quando se tratava de negócios, mas logo um semblante sério tomou conta de mim, eu precisava tomar conta de Seungcheol.

-O que você quer comigo? – Então ela sabia quem eu era.-Não basta você ir embora e magoar o Cheollie? O que você faz aqui?- Eu mostrei o  convite de casamento.

-Sou convidada do noivo.- Ela estava explodindo em fúria.- Antes que você dê um ataque, lembre-se: Estamos em público e que eu tenho os melhores advogados que o dinheiro pode pagar.

-O que você quer?

-Te ajudar.- Eu sorri de canto.- Seungcheol não sabe que você perdeu a fábrica,desde que eu tomei posse da mesma você sai todos os dias atrás de trabalho...Eu vou vender a empresa para você.

-Por que?

-Porque ele merece ser feliz, e eu não vou deixar você magoa-lo apesar disso tudo ser desnecessário. Seungcheol não liga pra dinheiro. De qualquer forma, está aqui o contrato.- Eu entreguei a pequena pasta preta a ela, que leu com cuidado enquanto eu tomava  com cuidado o meu café.

-Isso é muito dinheiro.

-Não é nem um terço do que eu paguei ao seu pai. Se não quiser é só não assinar.- Eu sabia que ela queria, que iria assinar.

-Eu assino, mas prometa que vá embora.

-Só depois da cerimônia. E mais uma coisa: Se você não contar a ele e me pagar em até dois dias antes, a empresa volta pra mim.

Ela não quis discutir comigo, ela assinou os papéis e saiu dali dizendo que ia fazer a metade do depósito. Eu coloquei a Thawdorff em risco mas eu queria mesmo que tudo se explodisse, desde que Seungcheol estivesse seguro e feliz eu daria um jeito no resto, eu pedi mais uma xícara de café e depois de tomar eu fui embora, carregando aqueles papéis como se minha vida dependesse disso. Eles tinham um peso que eu não queria carregar mas tinha a obrigação de carregar, meu telefone tocou e eu sabia que provavelmente seria um Heitor revoltado querendo saber quando eu ia voltar ou um dos meninos, eu apenas ignorei, eu não estava bem para lidar com quem quer que fosse. Eu entrei no carro e fui para a Pledis.

Mais uma vez seria a minha salvação, estavam passando por um momento difícil e eu compraria metade das ações e logo metade dos lucros seriam meus. Eu entrei no grande prédio e mais uma vez eu senti os olhares em minha direção. Meu rosto estava em revistas como a golden touch, era o que eu fazia: Pegava coisas falidas e dava um sentido, um rumo. Eu transformava em dinheiro, em emprego. Eu entrei no elevador e andei até a sala de reuniões, eu vi  os meninos na sala de treino, eles me olharam mas eu não podia parar para falar com eles, eu tinha que terminar o que comecei.

Entrei na sala e me sentei na mesa com muitos outros possíveis compradores. Houve um tempo em que o  presidente da pledis, que eu considerava como um tio, gostava de mim, um tempo onde eu não era a presidente da Thawdorff e que eu não fazia a empresa crescer mas eu sabia que ele era eternamente grato por eu ter ajudado os meninos a se encontrarem na música. Aquela reunião durou horas explicando tudo sobre a pledis e etc, eu odiava aquilo, como alguém comprava uma coisa sem saber tudo sobre ela? Eu passei semanas estudando tudo sobre a empresa para perder tanto tempo agora. Finalmente, eu vi os empresários saírem da sala, e só sobrarem eu e mais 2, 25% da empresa não me interessava, eu queria os 75% da empresa que estavam sendo vendidos. Eu precisava daquilo. Depois de darem os seus lances, eu me pronunciei.

-2 bilhões de won pelos 75%, agora. É só ligar pro banco.- Eu nunca brincava com negócios, e todos ficaram boquiabertos.- A decisão é sua.- Como os outros não falaram nada o presidente se pronunciou.

-Feito, eu vou mandar providenciar o nosso contrato, senhorita Thawdorff.

Os empresários me parabenizaram e saíram da sala, eu fiquei ali sentada olhando o presidente. Ele estava com um olhar perdido, triste.

-Nunca pensei que eu teria que fazer isso... Você poderia não mudar muito o prédio? Eu gosto dele assim.

-Eu fico com 50%...Tio.

-Helena, você  não deve ser assim, não quando se trata de negócios. Eu já estou envelhecendo, fique com os 75%.

-Tio...Divida a empresa comigo, se um dia você não aguentar mais, me avise, que eu compro o resto.

-Como você sabe que vai poder, Helena? Eu na sua idade cometi tantos erros.

-Eu sei porque eu já cometi todos os erros possíveis.- Ele ficou em silêncio.-Posso ir vê-los?

-Você já deveria ter feito isso, sabe disso. E eu aceito seu acordo, Helena. Mas me pague apenas a metade.

Eu sabia, eu sorri para ele e concordei, eu sai da sala e andei devagar até a sala de treino, eu abri a porta e logo os meninos correram na minha direção. Era como estar em casa. Eu abracei cada um deles, conversei com eles e eles dançaram para mim, estavam mais do que perfeitos. Um por um eles foram embora, foram tomar café, ir pra casa ou fazer seja la o que fosse. Quando eu me levantei, Seungcheol chegou até mim, seu olhar nunca perdeu a intensidade.

-Helena, vamos conversar, por favor. Sem brigas, sem cobranças. Eu só preciso saber.

-Cheollie.- Minha voz era fraca.- Você vai casar. Conversar agora não vai adiantar em nada.

-Por favor, eu só quero saber o que aconteceu, como você tá. Como amigos.

-Tudo bem.

-Vamos pra casa.

-Eu vou no meu carro, você casa em alguns dias. Não queremos um escândalo.

Ele concordou comigo, 15 minutos depois dele sair e ir pra casa, eu entrei no carro e pedi para o motorista fazer um caminho longo até lá. Ainda era a mesma casa, com os mesmo cheiro e móveis de 7 anos atrás. Vernon me mandou ir para o meu antigo quarto e eu fui. Ele estava sentada no banco da varanda e eu me ao lado dele e ficamos em silêncio por um tempo, tínhamos medo de começar o assunto de forma errada.

-Como você está?- Ele me perguntou quando eu dei a ele o outro copo de café que eu tinha comprado.- Obrigado.

-Estou bem e você?

-Bem. Sinto muito pela sua vó.

-Ela lutou muito, foi uma grande guerreira.

-E seu fiel companheiro morreu no ano seguinte, deve ter sido difícil.

-A vida de é difícil, Cheollie. O que não te mata te fortalece.

-Está namorando?

-Não. Conheci uns dois homens muito bons mas a esperança acaba quando eles falam da Thawdorff- Eu ri em descrença.- Eu fiquei noiva ano passado.

-Por que acabou?

-Porque eu queria casar com separação total de bens.

-Você não confiava nele?

-Foi um teste, e ele me provou que não era a pessoa certa.

-Eu entendo. Depois uns anos você se separavam e ele pegaria metade dos seus bens. Que babaca.

-Por isso prefiro estar sozinha.

-Não sente saudade?

-Cheollie, eu sinto saudades mas eu não vou viver apenas para me saciar. Eu quero viver isso plenamente.

-E sua família?

-Depois que a vovó morreu, o Heitor e o papai brigaram, e papai contou que Heitor era filho dele.- Eu suspirei, lembrar disso era difícil.- Heitor estava chateado e tudo o que fez foi pegar a Alexia e ir embora, papai saiu de viagem e não voltou até hoje, só liga todos os dias pra dizer que esta bem e que sente nossa falta. Alexia esta indo pro ginásio e aprendeu a tocar bateria.

-Ela deve fazer muito barulho.- Ele disse rindo.

-Heitor fez as paredes do quarto dela serem a prova de som. Eu vivo sozinha na casa e vou visita-los nos fins de semana.

Mais uma vez o silêncio se instalou entre nós, há 7 anos atrás o assunto entre nós dois era uma coisa que não nos faltava. EU sabia que ele queria me dizer alguma coisa, ele ficava calado quando isso acontecia, lidar com Seungcheol era como lidar comigo mesma. Eu suspirei e deixei ele com os pensamentos dele, eu fiquei quieta ao seu lado. Não sei por quanto tempo ficamos daquele jeito, até que ele apoiou os antebraços nas pernas e deixou a cabeça tombar.

-Me desculpe, Lena.

-Se alguém tem que pedir desculpas, esse alguém sou eu.

-Eu não deveria ter pedido ela em casamento lá, é seu restaurante favorito, foi falta de respeito.

-Coups, você fez o que eu te pedi. Podemos não estar vivendo a vida que sonhamos um dia, mas sonhos mudam, faça dela seu sonho já que ela é sua realidade.- Eu beijei a bochecha dele e sai mas antes de sair do quarto ele me chamou.

-Você promete, pelos menos tentar, ser feliz?

-Eu prometo,Coups.- Eu abri a porta, mas antes de sair eu me virei mas eu desisti, eu apenas desci as escadas e passei correndo pelos meninos.

Eu entrei no carro e fui levada para o hotel, eu entrei no quarto e tranquei a porta. Eu tirei os sapatos e sentei encostada na porta e eu chorei. Chorei por estar frustrada, por sentir meu coração doer, por ver Seungcheol embora e não ser egoísta pra fazer ele ficar. Eu andei até o pequeno barzinho que tinha no meu quarto e conferi se tinha o Whisky que eu havia pedido. Eu tomei meu banho, tirei a minha maquiagem e coloquei o pijama. Eu me sentei na cama e liguei a televisão e comecei a beber, já fazia isso como um hábito. O telefone tocou e eu torci para minha voz não estar diferente.

Ligação on.

“-Helena?

-Olá, Heitor.

-Como você esta?

-Bêbada.- Com meu irmão eu podia falar a verdade.

-Helena, como eu vou mandar Alexia prai quando você fica enchendo a cara.

-Pode mandar o meu neném, eu cuido muito bem dela e você sabe.

-Helena, se ela se machucar...

-Se você falar assim de novo comigo quem vai se machucar é você.- Eu e Heitor éramos assim, vivíamos entre tapas e beijos.- Agora é sério, Heitor. Se ela quer vir, mande. Coloque ela no jato e me avise, eu mesma irei buscar, te mando as fotos que tirarmos.

-Eu sei que ela vai estar segura com você. Eu me preocupo é com você.

-Eu já tenho 24 anos, Heitor. Eu aprendi a me virar.

-Eu sei, sou seu irmão mais velho, sempre vou me preocupar.-Eu tinha que quebrar o clima ruim.

-Se preocupe em arranjar um mulher e vê se sai do seu pé, dois Thawdorff encalhados não vai dar certo.- Ele riu, eu amava a risada do meu irmão.

-Vá dormir, eu te ligo quando faltar duas horas para ela chegar ai.

-Tudo bem, boa noite, fique com Deus.

-Você também.

-Heitor.- Eu chamei.- Ich liebe dich.- Nós nunca falávamos que nos amávamos em português, era sempre em alemão.

-Ich liebe dich.”

Ligação off

Alexia iria querer ver Seungcheol, eu mandei uma mensagem perguntando se tinha problema de levar Alexia para o casamento, ele me respondeu dizendo que não e perguntou se ela poderia jogar as pétalas de rosas no chão na hora de HyeSung entrasse, eu disse que sim. Ótimo, eu teria que ir amanhã levar Alexia para provar vestidos. Eu bebi mais um pouco e fui dormir.

Como prometido meu irmão me acordou, me dando mil instruções de como cuidar de Alexia, reforçando que eu deveria falar com ela em português, já que ele achava que ela estava esquecendo. Eu me arrumei e fui busca-la no aeroporto, dessa vez não pedi motorista, eu fui com um carro alugado mesmo. Eu esperei uns 5 minutos no portão até ver minha mini me.

-Tia! Que saudade.

-Alexia, só está uns 3 dias sem me ver.

-Não, já faz mais de uma semana.- Eu esqueci que não tinha ido visita-la na ultima semana.

-Desculpe, a empresa sugou tudo de mim.

-Tudo bem, vamos arrasar na Coréia!-Eu apenas ri, quando entramos no carro eu fiquei nervosa e ela percebeu.- O que houve tia?

-Seungcheol vai se casar.

-Eu sei que Tio Seungcheol vai se casar, tia.

-Alexia, querida. Ele não é seu tio. Alexia, ele quer que você seja a dama de honra dele. Okay?

-Okay, o que isso significa?

-Que estamos a caminho de conhecer a noiva dele.

-Tia! Não!

-Alexia Thadorff! Comporte-se, sorria e prove quantos vestidos ela disser para experimentar. Faça isso por Seungcheol.

Ela não rebateu, não jogou na minha cara que eu podia ter voltado antes ou que eu podia tentar impedir isso, ela apenas suspirou e se afundou no banco. Não tentei conversar ou fazê-la sorrir, ela tinha o direito de estar chateada. Eu sabia que ela mantinha contato com os meninos através de Vernon e Joshua desde que tinha começado a aprender ingles, ela já aprendia 3 linguas ao mesmo tempo, Heitor não quis coloca-la no curso de coreano. Era duro para mim vê-la sentada no sofá rindo e dizendo “Tio Coups!” e sorrir brilhantemente para ele enquanto ela usava meu tablet pra falar com eles. Eu apenas dirigi em silêncio, quando chegamos eu estacionei e saímos do carro. Entramos na loja e apresentei Alexia, que sorriu brilhante, eu me sentei e esperei. Primeiro veio HyeSung vestida de noiva e aquilo acabou comigo, ela estava muito linda.


Notas Finais


Bem, gente, foi isso, espero que tenham gostado, um beijo, fiquem com Deus e até a próxima.


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