História Encontros - Capítulo 41


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Chichi, Goku, Goten, Lunch, Marron, Personagens Originais, Raditz, Trunks, Vegeta, Videl, Yamcha
Tags Dragon Ball, Hentai, Luta, Novela, Romance
Exibições 17
Palavras 2.898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Vou conseguir postar esse capítulo hoje e espero que gostem dele...
Me deu um trabalhão pra escrevê-lo e torço pra ter me saído bem.
Boa leitura.
Beijos.

Capítulo 41 - O que mais desejo (parte 1)


 

ELLIE

Depois do jantar todos foram embora. Ficamos apenas nós cinco: Bardock, Gine, Raddie, Karl e eu.

Apesar do clima de descontração não tirei Raddie do castigo. Ele ainda ia dormir na sala.

Eu precisava de um tempo pra pensar, então coloquei uma camisa de Raddie e fui pro meu antigo quarto. A janela já havia sido consertada e a lua crescente iluminava levemente o quarto escuro.

Sentei na cama e comecei a meditar.

- Criança, o que aconteceu com você? Percebi sua agitação através das águas do lago, de um momento para outro elas se agitaram e ondas se levantaram. – ela perguntou preocupada.

- Descobri muitas coisas sobre minhas origens e, que, talvez, modifiquem algo de como eu vou agir daqui pra frente. – conto a ela tudo o que conversamos e como me senti com todas as revelações que me foram feitas. Ela escutou tudo, como sempre, antes de me dar sua opinião.

- Percebe que o que Vegeta te contou explica, ao menos em parte, as rápidas modificações físicas que sofreste após a fusão assim como o fato de teres marcado teu sayajin com uma mordida? – ela apontou algo que me ocorreu rapidamente, mas cuja lógica não posso contestar.

- Sim, tem razão. Faz muito sentido, assim como essa necessidade absurda que ando sentindo de impor minha vontade, de dominar o clã Lanza... – comento pensativa. – Sinto como se a luta contra Seripa e Sari, além de nossa fusão tenham disparado algo dentro de mim...

- Deves ter muito cuidado quanto a isso! Sei que posso te parecer selvagem e incontrolável às vezes, porém tu também deves ter cuidado com a selvageria que te habita. Te disse que não era tua ancestral, mas se não te concentrares em sua essência, no que realmente desejas, e, em vez disso, te entregares à vingança e ao ódio trilharás um caminho de sangue que te apartarás daqueles que ama. – ela me alertava. Estava claramente alarmada com o que eu planejava.

- Sei muito bem que corro esse risco, não sou uma tola. Entretanto na luta que travarei com Angus não faremos a fusão...

- Como assim?! Acaso não me disseste que além de forte e sádico ele tinha um prazer macabro de te perseguir e torturar? Como não queres usar minha força? – ela falava incrédula comigo.

- Porque teu poder me deixa mais selvagem, mais sanguinária. Se eu já estiver predisposta a esse estado emocional tenho medo de que nada possa me trazer de volta; e eu sinto que nessa luta com Angus meu pior lado vai aparecer pra dizer um olá... – tento fazer uma graça, mas ela não está no clima.

- Não sejas tola! Usarás meu poder e tentarei te ajudar a que não caias na loucura! – ela insistia, mas eu já estava decidida.

- Não! Vencerei aquele maldito com minhas forças e somente com elas, caso contrário não sou digna nem de ser companheira de Raddie e nem líder do clã. Treinarei muito. Vou falar com Kakaroto. Quando se trata de uma boa luta ele é um excelente parceiro. Vou me concentrar nisso e vou provar que aquele maldito estava errado... Que todos estavam errados... Depois que passar esse momento de crise vejo como posso me livrar da liderança... Karl está comigo e ele não vai me abandonar. – eu falo a ela.

- Já conversaste com teu macho sobre a relação de vocês? – ela me pergunta preocupada.

- Não. Estou evitando os dois. Mas acho que logo vou falar com eles, não posso me dar o luxo de perder nenhum dos dois agora... E, pra ser sincera comigo mesma, nem quero abrir mão deles! De certa forma – e, embora não seja justo com ele – vejo Karl como uma continuação de Lars; com ele ao meu lado é quase como se meu irmão tivesse voltado pra mim – falo de uma vez o que sinto.

- Ah, ao menos admites para ti... Menos mal, espero que possas encontrar as palavras para conversar com os dois, mas se precisares enfiar algum juízo à força neles podes contar comigo. – ela fala brincalhona.

- Hahaha. Talvez eu precise mesmo... – concordo com ela.

Ainda preciso conversar e desabafar, então permaneço mais algum tempo com ela.

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RADITZ

Encontramos Ellie no seu antigo quarto. Ela está meditando, acho que se retirou até o lago pra conversar com aquela fera branca.

Karl está comigo. Ele observa Ellie atentamente e eu fico vendo suas reações...

Ele suspira sem perceber e se senta em uma poltrona de frente para Ellie, ele está em uma forma bem relaxada, aguardando, assim como eu que me escorei em uma parede e também espero Ellie sair da meditação.

- Ela faz isso sempre? – ele pergunta baixo.

- Já tem um tempo que não, mas quando ela medita perde totalmente o contato com a realidade. Ela pode demorar ou não, depende muito. Temos que esperar e protege-la enquanto isso. – respondo pra ele.

- Sei... Como acha que ela vai reagir? – ele está preocupado, mas mantém a pose relaxada. Eu também estou preocupado e não tento demonstrar.

- Não sei. Ela talvez grite com a gente, então seria bom você fazer aquele truque da redoma. Não queremos ninguém atrapalhando nossa conversa. – digo pra ele que apenas acena e começa a fazer aquele truque. A redoma que ele fez tem o tamanho do quarto.

- Esse é um bom truque. O que mais sabe fazer? – pergunto curioso pra passar o tempo.

- Se te contasse teria que te matar depois e não posso perder um aliado forte como você. – ele ri irônico.

- Ora pra me matar teria que me vencer e ainda não está com força pra isso, então deixe de se achar. – rebato a afirmação dele com um sorriso mais irônico. Ele apenas me olha e responde:

- Acho que vamos ter que treinar mais algumas vezes, assim aciono logo esses tais marcadores sayajins, e depois que eu limpar o chão com a tua cara vou poder tirar esse sorriso de deboche.

Gosto do jeito de Karl. Hahaha, ele não baixa a crista e, nunca vou dizer a ele, mas acho que estamos evoluindo juntos e nos tornando mais fortes com esses treinos constantes e nossa rivalidade. Acho que é isso que Kakaroto e Vegeta tem que os torna tão fortes e agora parece que tenho isso com Karl.

Ele é um bom aliado e vai acobertar o que vou ter que fazer daqui a pouco. Isso se Ellie não surtar e nos matar...

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KARL

Tenho que me acalmar. Olho pra Ellie sentada naquela cama enorme meditando, a luz da lua a está iluminando vagamente e lhe dando uma aura misteriosa... Suspiro...

Estou trocando farpas com Raditz pra passar o tempo. Gosto do cara, além de durão e bom lutador, tem um senso de humor sarcástico que me agrada muito. Ainda estou meio que surpreso pela atitude dele, mas se o que ele me contou sobre a desconfiança dele sobre o “lado negro” de Ellie for verdade... Então ele está muito certo em me deixar ajudar.

Fico lembrando algumas histórias que meu pai me contava sobre nossos antepassados. Sobre a ferocidade que determinadas fêmeas pareciam exibir em alguns momentos e começo a me recordar de uma das lendas mais antigas: uma mulher da nossa família que enlouqueceu e que era tão poderosa que provocou um massacre de proporções gigantescas antes de ser morta por um exército.

Eu deveria ser aquele que o substituiria como o guardião da tradição, mas é muito sem graça! Prefiro a vida que levo, embora reconheça a importância dessas informações, afinal, meu trabalho se resume exatamente a coletar informações.

Agora estou aqui observando Ellie, temendo por ela. Torço para que Raditz consiga fazer o que Bulma faz com Vegeta, mas pra isso ele vai ter que enfrentar uma senhora batalha daqui a pouco. E, em parte, vou ter que iniciar a batalha dele com Ellie.

Caralho! Espero que ela não me mate!

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ELLIE

Não sei quanto tempo passei em meu lago, mas quando retornei, dou de cara com Karl me olhando. Ele está sentado em uma poltrona bem na minha frente, o cotovelo apoiado no braço da poltrona e segurando o rosto com a mão; os olhos fixos em mim.

- Karl! O que quer aqui? – pergunto um pouco nervosa com toda a atenção que ele está tendo em mim.

- Precisamos conversar baby. – me assusto com a voz de Raddie. Ele estava na penumbra um pouco mais afastado e eu não percebi sua presença de tão concentrada que estava em Karl.

- Sobre o que Raddie? Ainda é a história do corredor? Foi um erro que cometi e que não vai se repetir. – começo a falar. Karl se inclinou pra frente apoiando os cotovelos nos joelhos, ainda calado e totalmente centrado em mim.

- Não exatamente. Conversei muito com Karl nesse tempo que você nos ignorou, trocamos impressões e chegamos a algumas conclusões. – ele se aproxima da cama e sobe nela engatinhando em minha direção. Parece um predador. Meu corpo reage a ele imediatamente.

- Hmm. E o que vocês concluíram? – eu observo ele se aproximando de mim, hipnotizada por seus olhos. Ele sentou atrás de mim e cheirou meu pescoço, foi quando senti ele agarrando meus braços e me imobilizando.

- O que?! Raddie o que está fazendo? – pergunto surpresa.

- Te segurando. Assim você não foge da conversa. – murmura em meu ouvido enquanto roça o nariz atrás da minha orelha.

- Conversa? Que conversa? – é quando me lembro de Karl ainda sentado na poltrona, nos observando.

- Uma conversa sincera sobre aquela noite Ellie. Quando bebemos demais...

Eu ofego e arregalo os olhos.

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KARL

Ellie está surpresa com a minha presença, provavelmente ia me enxotar daqui antes de ouvir qualquer coisa que eu diria. Por sorte Raditz a enganou e a imobilizou.

Pensei muito em como começar tudo isso, mas resolvo que não vou fazer nada com sutileza.

- Ellie, Ellie. Nós dois chegamos à conclusão que devemos resolver aquele assunto que está pendente entre nós há anos. – digo pra ela arrastando a poltrona e me aproximando.

- Mas... O que vocês estão falando? Não temos nenhuma pendência pra resolver. – ela está assustada. Tsc. Não quer que Raditz escute ou saiba de nada.

- Você se lembra daquela noite? – estou bem na sua frente. Raditz continua segurando-a firme e sua respiração está acelerando.

- Eu preferia não ter lembranças... Mas sim, me lembro... – ela está ficando agitada.

- Eu estava bem bêbado... Não sei porque bebi tanto já que tinha ficado tomando conta de você pro Lars... Naquela noite chovia muito, lembra? – continuo falando e ela está fugindo com o olhar.

- Olhe pra mim. – ordeno e ela me obedece imediatamente – E responda.

- Si...Sim... Chovia muito. – ela confirma.

- Você estava perto de mim como sempre acontecia quando Lars não estava por perto e me olhava faminta de algo que nem você sabia bem o que era. Foi quando te ofereci o vinho. – me aproximo mais, apoiando minhas mãos no colchão, fico na altura de seu rosto. Ela arregala os olhos com a proximidade e se agita; Raditz a segura.

- O que vocês acham que estão fazendo? – ela estava confusa. Mas ignoro sua pergunta e continuo a falar como se não houvesse escutado.

- Você bebeu junto comigo e o vinho fez com que se soltasse... Foi quando pediu que te beijasse. Primeiro eu ri, achando graça do seu pedido, mas você ficou irritada. Até aquele dia nunca tinha te visto irritada, foi uma surpresa. – aproximei meu rosto do dela – Aí você tomou a iniciativa e sentou no meu colo, me puxando pra um beijo desajeitado; eu fiquei surpreso com o seu atrevimento, mas o vinho não me deixou pensar muito sobre isso. Afinal eu tinha uma mulher no colo me beijando como se sua vida dependesse disso... É um excelente afrodisíaco sabe? – vejo Raditz lambendo sua orelha e mordiscando seu lóbulo.

- N...Nã... Não sei... de... hmm... nada... – está difícil pra ela falar. Raditz a está enlouquecendo com esses pequenos toques.

- Pois é. Mas não paramos somente no beijo lembra? Você começou a gemer e aquilo me excitou. Comecei a acariciar sua perna e daí em diante as coisas esquentaram entre nós. Foi quando aconteceu. – olho para ela observando suas emoções. Raditz a deixou vulnerável com seus toques e ela não consegue escondê-las; ela está com medo.

- Pare... Karl... Não fale mais nada. – ela pediu e eu olhei direto em seus olhos.

- Te falei que se ele – disse apontando pra Raditz – soubesse disso por outra pessoa ele surtaria. Agora é você quem decide: vai contar ou conto eu?

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RADITZ

Caralho! Isso está excitante!

É impressionante como me sinto bem dominando Ellie e a provocando enquanto Karl fala com ela.

Ela está agitada e de vez em quando se contorce tentando se soltar. Ela está muito excitada... E não fizemos muito além de pequenos toques...

Quando ela pediu pra Karl parar vi que tinha chegado o momento da verdade: ou ela admitia ou se escondia. Minha Ellie não era covarde, mas eu realmente não sabia o que esperar dela naquele momento...

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ELLIE

Oh! Kami-sama!

O que Karl quer que eu conte? Minha humilhação e vergonha pra Raddie? Nunca! Ele não vai saber por mim... Mas se não contar ele pode se voltar contra mim.

O que Karl já contou? O que Raddie sabe? Ele quer ouvir minha versão?

Eu posso perdê-lo se contar – isso é tabu para os sayajins. Mas VOU perdê-lo se continuar a me esconder.

- Saia Karl. Vou conversar com meu companheiro, mas não quero você em nosso quarto. – olho para o meu primo idiota, mas que – apesar de toda dor que já me fez passar por causa de uma noite – ainda foi o mais próximo de um aliado e amigo que já tive naquela família disfuncional.

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KARL

Sorrio aliviado.

Sim, por um momento pensei que ela fosse se negar a admitir. Temi isso percebo agora.

- Vou deixa-los agora. Mas eu coloquei ki suficiente para que a redoma permaneça até amanhã. Podem conversar o que quiserem e ninguém ouvirá. Não esqueça Ellie: sem sombras do passado.

Eu os deixo sozinhos. Raditz ainda ia ter muito trabalho com aquela teimosa, mas, pelo menos ela topou conversar. Agora só dependia dele.

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RADITZ

Ainda a prendo pelos braços, mas agora ataco com mais vontade o pescoço de Ellie. Ela vai ficar marcada... Ótimo!

Minha cauda invade a calcinha dela, enquanto a deito devagar na cama, segurando suas mãos para cima, ela se mexe, mas não a solto do meu agarre. Levanto sua blusa e abocanho seu seio direito, beijando, sugando e mordendo.

Eu mudo de seio deixando uma trilha de beijos e lambidas no caminho. Escuto Ellie gemer e a beijo, engolindo cada um desses pequenos gemidos como se fossem ambrosia.

- Não tem nada para me contar? – ela me olha sem entender, enquanto massageio seu seio direito.

A posiciono mais acima da cama. Eu havia deixado um pequeno acessório naquela cabeceira enquanto ela meditava e agora era a hora certa para usá-lo. Ainda a estou masturbando com minha cauda e ela está perdida em sensações; é quando prendo suas mãos nas algemas que havia colocado ali.

Ela me olha assustada. Nunca tinha usado nada daquilo com ela.

- Repetindo Ellie: Não tem nada a me contar? – ela está agitada. Seus olhos estão disparando faíscas; ela não quer ceder. Uma maluca por controle até agora...

- Se não responder e contar direitinho vou te torturar. – ela arregala os olhos surpresa com o meu tom de voz. – Vou te provocar e não te deixar gozar... Quanto tempo for necessário.

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ELLIE

COMO É??? Eu estava disposta a conversar civilizadamente – contar alguma coisa pra ele e depois ter meu prazer com Raddie. Está certo que não pretendia contar tudo, mas agora ele me ameaçou!

Ele NÃO vai me ouvir falar o quer que seja. Eu falo furiosa: - Faça então!  Não vou ceder... – eu o desafio.

Ele me olha por um momento e depois me beija no pescoço, sinto seu sorriso contra minha pele.

- Você sabe baby, acho que te deixei muito mimada porque é fisicamente mais frágil que uma fêmea sayajin e eu tinha medo de te machucar porque sou muito mais forte. Agora vejo meu erro. Mas ainda dá tempo de consertar, vou te dobrar... E você vai gostar. – escuto ele falando.

Ouço o barulho de tecido rasgando. É Raddie que está rasgando o lençol da cama em tiras. Me debato e ele me segura com mais força.

- Pare de se debater. Não vou te soltar e sabe disso, mas quem sabe posso te distrair. – ele começa a me beijar, devagar, lentamente como se estivesse me saboreando. Por um momento me entrego aquele beijo maravilhoso e então lembro das minhas mãos sobre minha cabeça. Estou algemada à minha própria cama!

- Ellie... Nesse jogo você ainda é uma amadora. – Raddie fala baixinho enquanto corre os dedos no meu rosto. Eu estou vermelha por ter me distraído com o beijo dele – Agora... Vou ter que te mostrar como deve me tratar dentro do quarto. Sim, isso mesmo, vejo nos seus olhos Ellie. Você sabe o que quero ouvir... Mas não vai falar não é mulher cabeça dura? Não tem problema, vai ser divertido te dobrar... Tanto pra mim quanto pra você...

 


Notas Finais


Gostaram?
kkkk
Aguardem o próximo capítulo.
Beijos.


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