História Encontros - Capítulo 6


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Chichi, Goku, Goten, Lunch, Marron, Personagens Originais, Raditz, Trunks, Vegeta, Videl, Yamcha
Tags Dragon Ball, Hentai, Luta, Novela, Romance
Visualizações 106
Palavras 961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, quero conversar com vocês.
Eu sei que a história está muito lenta, mas eu precisava dos primeiros capítulos pra construir os personagens e o clima da história.
Agora eu vou dar uma acelerada na história pra poder chegar logo ao ponto da história que eu quero, depois eu vou desenvolver de novo.
Espero que tenham mais um pouquinho de paciência. Boa leitura.
Beijos.

Capítulo 6 - Noivado


Não sei quanto tempo fiquei ali refletindo sobre mim, sobre tudo... Quando voltei dessa viagem mental Mestre Kame estava me olhando um pouco triste. Meu irmão já tinha chegado e tinha começado seu treino... eu nem havia percebido!

- Ellie... enquanto não fizer as pazes consigo mesma seu potencial vai ser bloqueado. – ele me falou.

- Eu sei – murmurei. Suspirei e fiquei pensativa... Precisava processar tudo o que eu senti... que eu sentia naquele momento...

Mestre Kame me observava de perto, mas me deixou a vontade. Parecia que ele sabia perfeitamente o que se passava em mim.

Esperei até o meu irmão terminar seu treino e fomos dispensados pelo Mestre. Eu não estava pra conversa e fiquei silenciosa o tempo todo que estava com Lars. Ele me olhava como se quisesse me perguntar alguma coisa, mas não encontrava brechas no muro de silêncio que ergui à minha volta.

Me despedi dele no estacionamento e dirigi pra casa.

Semanas se passaram... Entrei num círculo: ia ao trabalho, falava e saía com Yamcha, e treinava... Treinava como se vivesse somente pra isso.

Não conseguia anular meu ki, mas Mestre Kame me orientou para sentir o ki de outros seres e detectar seu estado de espírito e emocional através do ki e nisso me revelei muito boa... a seguir aprendi a sentir a força do meu adversário através de seu ki, depois aprendi a voar. Foi emocionante! Quando flutuei e depois consegui voar de verdade... foi tão bom... me senti tão livre...

Não deixava de pensar “nela”... naquela parte do meu eu que estava ferida por mim mesma...

Tentava pensar e agir para mostrar que estava pronta a aceita-la, mas não conseguia entrar em contato com ela... era frustrante...

Nesse meio tempo tive que ir ao Império Sayajin resolver algumas questões pessoalmente, lá me encantei com as paisagens da região. Não cheguei a conhecer a família real e nem esperava isso, pois eu não era tão importante assim, mas tratei com o famoso Bardock e gostei muito dele.

Fisicamente era o típico sayajin com cabelos e olhos escuros, forte, moreno, com a cauda em volta da cintura e roupas de batalha. Emocionalmente era outra história... ele foi incrivelmente gentil e atencioso – coisa que não esperava, pois todos sabem o quanto os sayajins são orgulhosos e pensam nos fracos como inferiores, e eu era, sem sombra de dúvida, fraca – tivemos uma boa conversa sobre as necessidades do Império e o que se esperava da nossa empresa. Foi realmente uma viagem proveitosa e fiquei com vontade de voltar.

Quando retornei pra casa, atualizei meu irmão de meus progressos e fui relaxar. Estava precisando, pois não havia deixado de treinar nem durante a viagem.

Recebi um recado assim que cheguei em casa: Yamcha queria falar comigo. Pensava sobre isso enquanto me dirigia ao quarto... ainda não havíamos tido relações e nosso relacionamento parecia parado no mesmo lugar. Naquele momento pensei realmente que ele ia terminar comigo.

Depois do banho liguei pra ele.

- Alô Yamcha?

- Ellie! Que bom que ligou! – ele parecia animado e feliz por ouvir minha voz, me senti reconfortada naquele momento – escute... precisamos conversar e eu não gostaria de demorar muito pra te rever, então vamos sair?

Fiquie surpresa e feliz com toda aquela pressa em me ver, pois Yamcha não era assim.

- Claro, podemos sair na sexta... – estava falando quando ele me interrompeu.

- Não. Quero te encontrar hoje, daqui a pouco. Já fiz reservas num restaurante novo. Se arrume que eu passo aí pra te pegar. – ele falou impetuosamente.

Surpresa com aquela mudança de atitude apenas concordei e mesmo exausta fui me arrumar pra espera-lo.

Yamcha foi encantador durante o jantar e quando chegou a sobremesa ele tirou uma caixinha do bolso. Sorrindo pra mim ele a abriu e havia um lindo anel com um solitário. Eu estava emocionada...

- Ellie Lanza... quer se casar comigo?

- Sim! Sim! Sim! – respondi de pronto, sem pensar ou questionar aquelas ações. Era um sonho e sonhos não se questionam.

Fui tola... Tudo me alertava que algo estava estranho, errado e ainda assim persistia cega.

Comunicamos minha família e o esperado aconteceu: meus pais orgulhosos e convencidos e meu irmão inconformado com o rumo que as coisas estavam tomando, mas ele não falou mais nada desde o dia que conversamos... meses atrás.

Depois disso tudo passou como um borrão: comunicados, telefonemas, trabalho, provas, bufê, vestido, lista de convidados, lugar da cerimônia... tudo foi feito com a minha liderança e com as minhas escolhas. Yamcha dizia que tudo estava bem, que era o MEU dia, o que eu decidisse estava ótimo, então tomei as rédeas daquele planejamento.

Eu estava planejando o meu casamento.

Mas ainda não tinha tido relações com meu noivo. Ele disse que queria esperar nossa noite de núpcias, pois queria a noite mais especial de todas para me ter, para me fazer dele...

IDIOTAAA! Como fui idiota!!! Mas acreditei.

Estranhamente, aos olhos de outros pelo menos, não deixei de treinar. Na verdade comecei a treinar até com mais afinco, pois era somente nesses momentos que meu irmão me via. Ele se afastou de mim e eu sabia o motivo: não concordava com meu casamento, mas não queria estragar minha felicidade. Isso me entristecia, mas não sabia como me aproximar, Lars tinha colocado um oceano de distância entre nós.

Eu estava evoluindo... tinha começado a materializar o meu ki e aprendi a díspará-lo. O Mestre Kame estava satisfeito com minha evolução – feita aos poucos e a duras penas – mas eu ainda não conseguia anular o meu ki, pois ainda não havia feito as pazes com minha outra eu; eu sabia que só conseguiria isso quando fizesse as pazes com ela...

E assim, quando dei por mim, chegou o dia do meu casamento.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo. Dei uma acelerada na história como falei...
Estamos chegando no ápice da primeira parte da história.
Continuem lendo. Beijos.


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