História Encontros e despedidas - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella
Tags Farosella
Visualizações 103
Palavras 1.756
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Nota da autora 1: geeeeeeeeeeente, adorei a reação de vcs, os comentários <3 fico feliz de ter agradado!

Nota da autora 2: tô sem meu pc, usando o da minha mãe quando ela não tá, então se eu demorar pra atualizar é isso, sorry =/

Nota da autora 3: tô revendo o MchefBrasil por causa dessa fic e manoloooo, 1a temporada tinha altos olhares, nera? Enfim, as ideias tão vindo disso e esse é outro motivo pelo qual eu posso atrasar, especialmente quando meu pc voltar, já q eu vejo trocentas séries e tals =/

Nota da autora 4: smut smut smut

Nota da autora 5: adooooooooooro uma nota, sorry kkkkkkkkkkkk

Capítulo 2 - Amizade


POV Paola


Primeiro dia de gravação do programa na cozinha Masterchef e eu estava muito nervosa, mais do que nas outras fases do programa até agora. Mesmo com as câmeras sempre ao redor antes não parecia oficial, não sei, mas parecia preparação ainda para o programa na minha cabeça. Ou eu estava muito ocupada comendo coisa ruim para pensar.


As audições foram extremamente cansativas e eu ainda tinha meus restaurantes para supervisionar, afinal mesmo deixando tudo preparado para a minha ausência por alguns dias. O olho do dono que engorda o gado, já diz um ditado brasileiro que me ensinaram logo que vim para cá, tantos anos atrás. Além do trabalho eu tinha Fran e meu tempo com ela foi algo que faço questão de não diminuir, a educação dela é minha prioridade sempre, o que significa que meu tempo para descansar e para mim mesma foi o que sofreu.


Agora, no entanto, as coisas iriam entrar em uma rotina. O programa seria gravado pela manhã e depois disso nós estávamos dispensados, salvo por alguma reunião ou outra. Quem ficava a tarde eram os competidores gravando os depoimentos e coisas assim. Dessa forma eu teria o restante do dia para cuidar das minhas coisas.


Começamos a gravação do programa com uma caixa misteriosa e depois o desafio da comida de boteco. Fogaça e eu trocamos olhares desde que chegamos e não resisti em provocá-lo quando me perguntou o que eu faria. "Pediria para você cozinhar para mim." Sabia que isso o remeteria à noite passada, que era a minha intenção.

 

Noite anterior


Depois de deixar Fran na casa do pai para a noite fui dar uma última passada no Arturito para me certificar de que estava tudo certo e o plano era ir para casa, porém ao postar uma foto do restaurante no Instagram vi que Fogaça estava trabalhando também, dessa vez no Cão Veio, seu bar. Sem me dar tempo de mudar de ideia ou do sorriso sair do meu rosto mandei-lhe uma mensagem.


"Muito trabalho, tatuado?"
'Bastante, argentina, e você?'
"Terminei o meu, agora tudo o que eu quero é relaxar."
'Relaxar ou cuidar da sua pestinha?'
"Minha pestinha, como você insiste em chamar, está com o pai. Hoje serei só eu e meus pensamentos."
'Não quer trazer seus pensamentos para cá? Estou sozinho com os meus também...'
"Você sozinho? Só acredito vendo."
'Então vem ver.'


Pensei por alguns segundos, mas dei de ombros, porque não? Não tinha ninguém dependendo de mim hoje, Jason estava longe e até onde eu sabia Henrique estava na fase separado do relacionamento iôiô dele com a esposa. Literalmente nada me impedia de pegar o carro e ir até ele, exatamente o que eu fiz.


Cheguei ao bar e procurei com os olhos o dono, mas logo de cara não o achei ou tãopouco uma mesa livre para mim, o que me fez mandar outra mensagem para ele dizendo que tinha chegado. Foi assim que me vi cara a cara com Henrique segundos depois, um sorriso no rosto e dois copos a mão.


- Vem, você vai adorar essa cerveja e um petisco novo que estou testando.


Ao invés de me levar para uma mesa fomos para o escritório no andar de cima. Um local bem mais quieto e reservado. Ele pegou os petiscos, me entregou a cerveja e nos sentamos lado a lado no sofá, nossos ombros encostando um no outro. Não demorou e seu braço passou pelos meus ombros e apoiei minha cabeça no dele, totalmente a vontade um com o outro. Mesmo na época do Julia, antes dessa amizade colorida começar, havia esse clima de confiança em camaradagem entre nós apesar de sermos patroa e empregado e eu fazer questão da hierarquia ser respeitada.


- O petisco está ótimo, combinou muito bem com essa cerveja, Henrique.


- Ah, fico mais tranquilo que a chef gostou, mantenho meu avental?


- Claro, mas tem que continuar me surpreendendo para não perdê-lo - brinco de volta com ele rindo, tomo um gole da cerveja e olho para cima, encarando seus olhos. Havia uma vulnerabilidade pouco comum nos meus e no fundo ela era o motivo de eu estar aqui. - Estou tão nervosa para amanhã, cariño. Até agora não parecia real, mas amanhã vai ser no estúdio mesmo e eu me sinto apavorada com isso. Onde eu estava com a cabeça quando concordei em fazer essa coisa toda? Quer dizer, eu nem TV tenho ainda em casa!


- Bom, acho que primeiro você tem que lembrar que de comida entende e de cozinha também. Isso é um concurso de culinária, não uma novela, tenho certeza de que vai se sair muito bem. - ele não desviava o olhar e senti a mão sobre meu ombro fazendo carinho ali, o que me reconfortou de fato - Depois lembrar que estamos todos nervosos, é o primeiro reality do gênero feito no Brasil, algo muito novo para todos. Claro que vai ter os trancos e barrancos, né? Mas eu realmente acho que vamos pegar o jeito e parecer menos travados. Dali acho que o único a vontade mesmo é o Jacquin. E a Ana Paula, pra ela com certeza aquilo é fichinha. E tem que comprar uma televisão, por favor.


Suspiro com suas palavras, tinha vindo na pessoa certa. Eu geralmente era uma pessoa muito firme e decidida, sempre soube o que quis mesmo quando não tinha certeza de como conseguir. Porém tudo era novo e diferente e com certeza me tirou do eixo.


- É, a televisão é fácil, difícil é o resto, né? - perguntei me aconchegando mais contra o corpo de Henrique.


- Ao menos temos um ao outro, fiquei bem aliviado de ao menos conhecer alguém nisso tudo.


- Sim, o Erick eu conhecia mais de vista, pelo menos tenho você para conversar e saber que vai entender e não achar que é tudo drama desnecessário.


- Você com drama desnecessário? Só quando o inferno congelar!


Acabo rindo da brincadeira, ele ri também e quanto vejo o estava beijando. Não foi um beijo daqueles de cinema nem nada, mais como de duas pessoas que faziam isso as vezes e estavam muito confortáveis repetindo. Logo um beijo foi pra dois, três e quando vi parecíamos dois adolescentes se pegando na sala de casa.


- A porta está trancada, cariño? - perguntei, as segundas intenções claras a voz, o sotaque acentuado.


- Sim, sou um homem prevenido. - o sorriso dele era safado e se referia não somente a porta, mas a camisinha que tirou da carteira e colocou na mesinha ao lado do sofá.


Depois dessa nem respondi, apenas o puxei para cima de mim. A mão dele veio por baixo da minha camiseta, subindo até apertar meu seio direito. As minhas corriam as unhas por suas costas, logo tirando a camiseta que vestia e a jogando em qualquer lugar. Sua boca descia beijos pelo meu pescoço até onde a roupa permitia para logo subir novamente, tomando a minha boca com vontade e muito tesão.


Não demorou e estávamos deitados no sofá, ele por cima de mim dessa vez, seu corpo entre minhas pernas ainda vestidas. Desci minhas mãos e desfiz seu cinto, no fundo nós dois sabíamos que aquilo não iria durar muito dessa vez. Coloquei minha mão por dentro da roupa e não segurei um gemido ao perceber como ele estava excitado.


- Argentina, se não parar com isso eu não vou aguentar não.


- Então por que a minha calça ainda está fechada, tatuado?


Não precisei dizer mais nada, ele se apressou em abrir e tirar a arte debaixo da minha roupa e eu peguei a camisinha, abri o pacote e estava colocando-a nele quando senti sua mão em meu sexo e foi minha vez de gemer e parar o que estava fazendo, momentaneamente desatordoada com o que fazia.


- Vamos, cariño, sabe o que nós dois queremos.


Consegui enfim vestir a camisinha nele e direcioná-lo para onde eu o queria mais. Palavras não foram ditas, com exceção dos nossos gemidos um do nome do outro. Nossos movimentos se intensificaram e a vontade era tanta que cheguei ao orgasmo em poucos minutos. Henrique, porém, parecia longe de satisfeito e deu um jeito de tirar minha camiseta e afastar o sutiã o suficiente para sugar meus seios, enquanto sua boca estava em um a mão acariciava o outro. Seu quadril se movia incansavelmente contra o meu, as estocadas fortes e ritmadas me levando a loucura por uma segunda vez.


- Vamos, argentina, só mais um. Quero que você se lembre de mim amanhã, lembre como foi gozar duas vezes seguidas comigo!


- Cariño, mais forte!


Ele não negou e estava se movendo mais forte ainda, voltando a sugar meu pescoço, dessa vez em um ponto atrás da orelha que ele sabia me deixar maluca. Henrique sempre conseguia o que queria e dessa vez não foi diferente, cheguei ao orgasmo novamente e dessa vez o trouxe comigo, seus grunhidos trazendo um sorriso aos meus lábios por ter causado nele tanto prazer quanto ele em mim. O abracei quando desabou sobre mim, um abraço frouxo de quem não tinha forças para mais e queria demonstrar carinho. Ele respondeu enterrando o rosto em meu pescoço e nós apenas ficamos ali nos recuperando nos braços um do outro, as respirações ofegantes aos poucos voltando ao normal.


- Adoro quando me chama de cariño, sabia?


- Não, mas agora que sei vou chamar mais vezes. Eu adoro ouvir você me chamar de argentina, sei que no começo era provocação, mas mais ninguém faz isso.


- Por isso que eu chamo, não posso ser possessivo quanto a você, mas pelo menos sei que temos algo um com o outro que não temos com mais ninguém.


Sorri e ele me deu um selinho demorado antes de sair de cima de mim e para o banheiro adjacente ao escritório. Enquanto ele se livrava da prova do que fizemos eu arrumei o sutiã e vesti a blusa, esperando que voltasse para eu ir ao pequeno cômodo com a calça e a calcinha me limpar da melhor maneira possível e arrumar o cabelo, que tinha virando uma bagunça sem eu ao menos perceber. Quando retornei ao escritório ele também estava vestido e tomando cerveja. Voltei a me sentar ao seu lado e ficamos mais umas duas horas comendo, bebendo e apenas conversando. Essencialmente éramos amigos e mesmo que tivéssemos esses momentos com algo a mais sempre voltávamos a isso, fosse por algumas horas, meses ou até anos.
 


Notas Finais


E tá aí mais um, do jeito q a coisa tá indo capaz de ter um pra cada epi, mas depende mais deles do q de mim... espero q tenham gostado e mais uma vez muito obrigada pelos coments no cap anterior, mamãe ama vcs <3


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