História Encruzilhada - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Casamento, Guerra, Naruto, Reis, Sasusaku
Visualizações 230
Palavras 1.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


olha eu aqui haha...boa leitura gente !!!!

Capítulo 2 - Capitulo I


Encruzilhada

Capitulo I

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Por – Boaa Hancock ~~

 

Ano 400 a.c.

Egas, capital da Macedônia.

O povo estava em festa, afinal havia chegado o dia tão ovacionado, depois de meses de espera finalmente acorreria o casamento real.

Diferente da tradição, o casamento ocorreria, na capital e cidade natal da noiva. Não houve muitas discórdias referentes a isso, no final das contas, aquilo era só um tratado de paz. Não era amor que os ligaria, dali em diante, e sim a eminencia de uma guerra.

A cidade gritava e cantava, em uma união entre aqueles dois povos, que chegava a ser bonita aos olhos daqueles que realmente desejavam a paz, entretanto esse não era um futuro desejado por todos.  

Entre bárbaros e persas, ou entre qualquer um dos povos que habitavam o mundo antigo, haviam aqueles que nasceram para serem banhados em sangue; esse e o mundo e ele jamais mudaria.

O atual rei persa, não fez questão de estar presente naquele momento, comparecendo somente o primeiro príncipe Itachi, e sua esposa Alexia.

A guarda pessoa dos príncipes também se fazia presente, e esses estavam todos a festejar, como prova de que não viam mais ameaça vindo dos homens ali presente.

Os dias haviam se passado lentamente para Sasuke, que mesmo sem querer admitir, estava receoso com o casamento. Ele não queria ter herdeiros de sangue imundo, e muito menos tocar a mulher-demônio, que seria sua metade a partir do momento que fossem unidos pelos deuses.

Mas não havia recusa para aquele tratado, se não a guerra, a qual, mesmo ganha, renderia tantas mortes, que eles não estavam dispostos a carregar. Ele se casaria com a mulher que lhe foi dada, mais a faria sofre tanto, que ela iria preferir mil vezes a morte, a ser a tão aclamada princesa persa.

Nos meses que se passaram ele não teve a oportunidade de conhecer a noiva, e a mesma também não fez questão de um encontro, e seu melhor amigo, alfinetava, sempre que podia, lembrando-lhe do monstro que estaria a aguarda-lo nas terras vermelhas de seu rival.

Enquanto ele se encaminha ao local onde ocorreria a cerimonia, ele pensava, se aquilo era mesmo o certo a se fazer, pois confiar na palavra daqueles, que sempre buscavam o sangue de todos, não lhe parecia totalmente confiável, nada lhe parecia confiável se ele fosse pautar.

Roubado de seus pensamentos, ele pode observar melhor o caminho pelo qual percorria, não havia arvores, ou flores, não havia pequenas casas ou grandes construções, somente o descampado, açoitado pelo vento e com cheiro de mar.

A noiva, havia escolhido a alto de um penhasco para o casamento, onde estariam presentes somente os maiores entre as duas nações. Ele estava relativamente adiantado, não que estivesse com pressa de contrai matrimonio, mas quanto mais rápido tudo terminasse, melhor seria.

Ao chegar no local, viu tudo preparado, e alguns mulheres acertando os últimos detalhes. Um arco tinha sido posto propositalmente de frente para o penhasco, de vista e perigo nababesca. Ao se aproximar do mesmo, pode ver as ondas em choques com a parede de pedras que se erguia imponente, criando uma espume que se esvaia e surgia novamente a cada onda levantada pelo gigante azul.

Voltando seus olhos a parca organização, viu uma mesa embaixo do arco, contendo em cima uma caixa tão negra quanto seus olhos, pelo menos algo ali lhe pareceu familiar naquele momento; a escuridão sempre lhe foi aconchegante.

O sol já fraco desapareceu de vez, no horizonte, deixando um tom diferente e belo não só no céu, como aquele lugar; talvez ela soubesse daquela beleza, e talvez quisesse vela uma última vez, por isso o casamento seria ali, naquele alto, belo e solitário penhasco.

Àquela altura todos os que deveriam comparecer já estavam ali presentes, todos em pé, de forma que deixassem um pequeno caminho por entre eles, o qual lhe pareceu estreito demais para que sua noiva passasse.

Taros e seus dois filhos chegaram, e ele ficou bem surpreso em saber que o próprio rei e quem realizaria aquela união. Seu irmão também se fez presente se posicionando um pouco a sua esquerda, e a mulher do mesmo, o surpreendeu ao começar a tocar uma arpa, que ele nem mesmo tinha visto ali. Ao indagar para o irmão o motivo daquilo, o mesmo disse ser mais um pedido da noiva — ela já estava fazendo pedido demais. A música era triste, e combinava mais para um funeral, porem com toda a certeza aquele era mais um pedido da noiva.

Observou a esposa do irmão, por um tempo longo e calmo, a mesma era muito bonita a vista e tinha também um bom coração. Ela foi agraciada coma uma das mais belas mulheres que já vira, tinha uma pele branca, e longos cabelos castanhos, que desciam como cascatas por seu corpo, além de ter uma aparência angelical, que lhe dava a mesma paz que só seu irmão lhe transmitia; realmente eles formavam um belo casal.

Ao ouvir Taros limpar a garganta, quebrou o contato visual com a cunhada, e olhou para frente, vendo algo que com certeza, não estava a esperar. Em passos lentos e medidos, uma figura minúscula, adentrava pela estreita passarela. Usava um vestido esvoaçante, tipos de sua cunhada, e que deixava muito do seu corpo a mostra — não que ele se importasse — tinha cabelos quase tão curtos quanto os seus, e de um tom de vermelho, que mais parecia rosa. A pequena criatura que caminhava de cabeça baixa, era tão magra e frágil a seus olhos, que lhe dava a impressão de que ela quebraria no próximo passo. Olhou para o rei, como se perguntasse quem era aquela coisinha que estava ali, mas não obteve resposta, além claro dos olhos brilhantes, do senhor do caos para aquele ser — aquela era sua noiva.

Ela com certeza não conseguiria arrancar sua cabeça.

Ao chegar ao seu lado, ele continuou de cabeça baixa, e assim foi por toda cerimonia. Os bárbaros tinham seus próprios deuses e costumes, os quais eram bem extravagantes aos olhos do general. Ao final de tudo a caixa negra foi aberta, e um colar resplandeceu em seu centro, tinha uma grossa corrente prata, onde um solitário ônix, se fazia presente.

A pequena a seu lado, pegou a peça com seus magros dedos, virando-se para ele, olhando-o nos olhos, pela primeira vez, ali. Ela tinha a pele branca e leitosa, com pequenos pontos adornando abaixo dos olhos e sobre o nariz, dando destaque aos grandes olhos verdes, tristonhos e sem brilho;

— Para que eu sempre esteja com você, mesmo não estando ao seu lado — a voz dela rompeu o silencio que habitava sua mente, uma voz calma e frágil, como aquela garota — para que todos saibam que você possui uma senhora, mesmo que não a vejam — ela continuava a falar, algo que devia ser costume em suas tradições — para que seus deuses nos abençoem, mesmo eu não sendo uma filha do seu povo.

Ao terminar de falar, ela se aproximou dele, erguendo seus braços magros, e ficando na ponta dos pés, para poder passar o cordão por sua cabeça, deixando-o descansar sobre o colo e pescoço, do agora, seu senhor.

Ele não havia trazido um presente para ela, tão pouco se importou.

  continua...


Notas Finais


comentem ta lindus da tia, pra eu ficar feliz e voltar logo .... bjokassssss no coração de vcs....


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