História Encruzilhada - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Casamento, Guerra, Naruto, Reis, Sasusaku
Exibições 69
Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu voltei ... gente se eu contar vcs não acreditam, mas eu passei ontem o dia inteiro sem net e sem sinal de celular, e cara era a cidade inteira assim,,,, foi horrível...

Mas de volta a civilização, aqui estou eu com mais um capitulo...

Capítulo 3 - Capitulo III


Encruzilhada

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Por – Boaa Hancook ~~

 

Ano 400 a.c.

Egas – Capital da Macedônia

 

A celebração percorreu toda a noite e o dia seguinte. Se o rei estava feliz, ele distribuía comida e bebida de graça para seus súditos. Sua filha havia se casado, com um grande general, esse era um bom motivo para felicidade? O povo cria que sim.

Sasuke não via motivo para tudo aquilo, mas se pagava incontáveis vezes observando a pequena, que agora era sua mulher. Ela era diferente do que ele esperava, por isso observava-a tanto; era isso que ele se dizia a cada troca de olhar.

Ela também lhe olhava a cada novo segundo.

 — Ela não é pequena demais? — o comandante já bêbado, divagava junto ao amigo. Todos pensavam o mesmo que ele, porem nenhum tinha coragem para verbalizar tal pensamento — não tem como aquela coisinha arrancar a cabeça de um homem — ele bufou, bebendo mais de sua bebida espumosa — ela também e bonita demais...você e um maldito sortudo.

Sua lamuria, chamou a atenção do general, que lhe olhou feio. Era desrespeitoso tecer elogios a mulher dos outros, mesmo que Sasuke não amasse Sakura, agora ela era sua, então ninguém precisava ficar contando sua beleza aos quatros ventos.

— Ela pode não ser capaz de arrancar a cabeça de alguém, entretanto, eu sou seu idiota — ele disse sério, como só ele mesmo conseguia ser, mas Naruto também do seu jeito único, rasgou em gargalhadas.

— Maldito, você já está de quatro pela feiticeira — os homens, haviam criado inúmeras teorias para explicar a beleza da jovem princesa, arrancadora de cabeças. Uma delas, era que a moça não passava de uma filha das trevas, que entregando seu coração a Ahriman, havia ganhado a força dos monstros e a beleza das deusas, para poder seduzir os homens e os levarem a perdição.

O Uchiha jamais admitiria, talvez por isso tivesse se levantado da mesa onde estava com seus homens, porem ele também estava a achar a esposa, bonita demais.

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A ida para casa, levaria alguns, dias, os quais passariam sobre o lombo de um cavalo. Itachi e a esposa, viam de carruagem, um pouco mais atrás, porém a jovem Sakura, recusara a mesma, montando em seu albino cavalo, onde segundo ela, permaneceria, até estarem em seu novo lar.

Não fazia muita diferença, no final das contas.

O caminho estava silencioso, e mesmo cavalgando lado a lado, ambos se mantinham quietos e inexpressivos. Eles descobriam com o tempo, que combinavam em muitas coisas.

Olhando a frente, Sasuke pode ver, um cavalo se aproximar a galopes, e logo pode reconhecer a face do batedor da pequena comitiva.

— Senhor, a muitos selvagens a frente — o homem falava ofegante, e podia-se ver, sangue por vários pontos de seu corpo, e algo dizia a Sakura, que aquele não era o sangue do inimigo.

— Ainda estamos na terra do seu pai — Sasuke disse acusador para Sakura, como se a mesma fosse a responsável, pelo ataque que se seguiria — seus animais deviam estar amarrados não? — Sua fúria era infundada, pelo menos aos olhos da jovem princesa.

— Os nossos estão, o problema e que sua prole, teimam em invadir minha casa — dizendo isso ela arrancou esporando o cavalo, seguindo pelo mesmo lugar, por onde o homem veio. No fundo talvez, ela houvesse corrido, para que aqueles homens não vissem as agua que vertia de seus olhos.

Ao ouvir Sasuke praguejar, e se preparar para seguir a mulher que não dava ouvido as suas ordens de retorno o pobre batedor, viu-se desesperado.

— Senhor, e perigoso seguir assim, estamos com poucos homens e eles são quase cem — o pobre homem, estava tentando ajudar, entretanto um olhar raivo do moreno a sua frente, foi o suficiente para lhe calar, e ter a certeza; ele preferia entra os cem homens a frente, do que o seu general.

Ele era o diabo encarnado.

Deixando o homem para trás, ele seguiu o mesmo caminho que a esposa, a qual já havia perdido de vista. Ela era uma mulher irritante.

Ela o havia respondido, na frente de um soldado, e além disse o deixado com um, trouxa, correndo para o perigo. Ela a amarraria e lhe daria uma surra, se pudesse. Malditos bárbaros, e maldito casamento.

O que antes era uma trilha por uma rala floresta, agora se tornava um descampado, onde ele podia ver ao longe um amontoado de pessoas, com certeza a irritante estaria lá.

Seria impossível para ele não ver os poucos corpos que adornavam o caminho, onde ele achava que agora ele se encontrava, assim como seria impossível, aos seus olhos, a ratinha de cabelo ruivo, ter matado todos aqueles homens; todos tinham suas cabeças separada dos corpos.

Coincidência, era o que sua mente gritava.

Mas não se pode mentir, mesmo que para si mesmo, por mais tempo do que o permitido pelos deuses, e por Verethraghna*, não havia possibilidade de enganar os próprios olhos, ao ver Sakura, banhada de sangue, enquanto que com um machado — que ele não sabia de onde havia surgido — ela cortava os vários homens que já a olhavam com horror; ela parecia um dos sete demônios de Ahriman.*

Ele ficou bestificado por um tempo, enquanto olhava-a, até que decidiu ajuda-la. Arrancando da espada, ele começou a cortar o inimigo, que parecia atordoado demais, pela pequena, coberta de sangue e restos, dos que ela fatiava como manteiga.

Poucos minutos passados, parte de sua guarda pessoal o alcançou, junto de seu irmão, e assim logo venceram os poucos inimigos restante — ela havia matado a maioria.

Assim como o general, os outros que chegaram olhavam abismados para a princesa dos bárbaros. Ela era pequena, mas faz jus à fama.

Ela ainda cortava um homem, já morto, porem ela não parecia se ater a isso.

— Nós viemos lhes fazer um favor persas — um dos selvagens, quase morto no chão, cuspia sangue enquanto falava — esse demônio destruiu nosso lar, e vai destruir o de vocês. Taros, e um rei maldito, e sua cria e só mais uma prova disso... ela matou a mãe, matou meus filhos, e vai continuar matando, pois esse e seu pacto, e isso que ela tem que fazer para...

Antes que ele pudesse terminar, seu preludio, o som surdo do baque de sua cabeça, batendo no chão, fizeram os homens que estavam a sua frente despertarem de seu transe, olhando enfim a mulher que mantinha, uma face sem expressão e olhos mais triste do que nunca.

Talvez as histórias sobre aquela mulher, tivessem, sim, algum fundamento.  

Ele deveria se cuidar, pois ela era capaz de arrancar sua cabeça.

 


Notas Finais


Ahriman - Deus maléfico dos persas,

Verethraghna - deus da vitoria.

na mitologia persa existe um deus da luz, e um das trevas. O da luz, possui sete deuses em seus dominios, e o das traves sete demônios....e basicamente isso ....

qualquer coisa e só perguntar.


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