História Encurralados - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Drama, Jimin, Romance
Visualizações 53
Palavras 2.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoal..
Como estão?? Espero que bem.. 😀
Mais um capítulo para vocês..
Espero seus comentários.. 😉
Desculpem qualquer erro..
Boa leitura!!

Capítulo 35 - Your soul is mine


Fanfic / Fanfiction Encurralados - Capítulo 35 - Your soul is mine

_______'s pov

Seis meses depois...

Os tempos ainda são penosos, temos força para viver mas não a habilidade. Ainda estamos em guerras, mas a cada dia os rebeldes vão diminuindo e em breve alcançaremos a paz outra vez.. alguém ainda está atiçando eles.. e tenho que descobrir quem é.

Claro que tenho as minhas suspeitas, mas preciso de provas.

Olhei para a porta da biblioteca e avistei Renata. A mãe dela e de Ji Woon não conseguiu os levar de volta para o distrito de Seul. Ji Woon até foi acompanhando a mãe, mas logo retornou para Busan.

- Queria falar comigo?

Ela afirmou com a cabeça e entrou na biblioteca fechando a porta em seguida atrás de si.

- Eu queria te perguntar uma coisa. - disse ela puxando o ar para seus pulmões. Renata se aproximou e segurou suas mãos na frente de seu tronco. Nada disse, esperei a pergunta dela. - O que sentiu quando soube que estava grávida?

Virei a cabeça um pouco para o lado e me aproximei dela..

- Apesar de tudo o que aconteceu.. eu senti.. - suspirei. - .. algo inexplicável. Pensei.. como eu podia amar alguém que ainda nem conhecia. - sorri brevemente. - Mas.. - passei a minha língua pelos meus lábios. - O que quer me dizer realmente? - nossos olhares se encontraram e então eu soube o que estava acontecendo. Ela está grávida. - Bom.. - suspirei. - é claro que é diferente.. - elevei os ombros. - Eu já estava casada. - peguei nas mãos dela. - Não se preocupe.. - sorri simples. - Vamos dar um jeito. - ela balançou a cabeça e sorriu.

(...)

Fui até a sala de treino e Hoseok estava arrumando as espadas. Encostei-me no batente da porta e cruzei os braços.

- Não achei que ia me levar a sério.

Ele se virou assustando comigo.

- Eu nem te vi ai.. - ele sorriu brevemente. - A que se refere?

- Quando eu disse para você desrespeitá-la. - elevei os ombros. - Não achei que seguiria o meu conselho.

- Ah.. - ele levou uma de suas mãos a nuca de modo desconfortável. - Ela te contou?

Balancei a cabeça positivamente.

- Mas não posso deixar as coisas assim.

Hoseok estreitou os olhos, confuso.

- Eu não entendi.

Sorri soprado e me desencostei do batente da porta e me aproximei dele.

- Como não.. - disse confusa e me aproximei dele. - Ela deve se casar com você antes que a barriga dela apareça.. já imaginou o que todos vão falar.

Hoseok arregalou os olhos.

- Ela está.. - a voz dele sumiu..

Abri a minha boca e fechei em seguida.. mantive a minha boca em uma linha fina.

- Você não sabia.. - suspirei pesadamente e olhei em volta.. - Olha.. - disse voltando a encará-lo.. levei as minhas mãos nos ombros dele, uma de cada lado. - Desculpe. Faz cara de surpresa quando ela te contar, por favor.

- Eu achei.. - ele balançou a cabeça negativamente. - Que ela tinha te contado que nós.. já algum tempo..

Sorri do modo desconfortável dele.

- Está tudo bem? - recolhi as minhas mãos. - Você parece meio pálido. - balancei a cabeça positivamente.

- Eu vou ser pai. - ele sussurrou e eu sorri.

- Vai sim. - sorri sincera.

E a felicidade para algumas pessoas começa a retornar.

(...)

- Majestade. - disse Yoongi se aproximando de mim..

Yoongi acabou entrando para o exército também. Acho que é só uma desculpa para ficar de olho em mim.

- É bom revê-lo. - disse com um sorriso simples.

- Acabei de voltar do distrito de Seul. - disse ele sério. - Tenho um recado do general Pan Han Ja.

- Vamos até a biblioteca. - disse e Yoongi me seguiu até a biblioteca.. lá ele me entregou a carta do general. - Obrigada.. eu vou lê-la agora mesmo.. - fui até a mesa e peguei um abridor de cartas..

- ______? - olhei para Yoongi de soslaio e o vi se aproximar de mim. - Quanto tempo mais vai continuar olhando para um homem morto?

Suspirei e deixei a carta e o abridor sobre a mesa e me virei para encará-lo.

- Eu não estou entendendo o que você quer?

Não sinto que Jimin está morto e se eu acreditar nisso, então.. tudo está perdido e ele terá morrido de verdade.

- Eu ainda estou aqui. - ele esticou a mão e passou pela lateral de meu rosto. - Eu nunca deixei de te amar.

Olhei para baixo e a mão dele deixou o meu rosto, suspirei e voltei a encará-lo. Embora já tenha o amado algum dia, hoje, não sinto nada ao seu simples toque.

- Eu amei você. - disse de forma tranquila. - Mas o meu verdadeiro amor.. foi o Jimin.. e só ele estará comigo.

- Ele morreu! - disse ele rude. - Vai desperdiçar a sua vida? Você não pensa no seu reino.

Engoli em seco.

- Onde quer chegar com isso..? - disse tentando ser firme, mas isso é um assunto delicado para mim. - Se eu acreditar nessa besteira, é melhor morrer.

- Besteira? - disse ele incrédulo. Yoongi segurou em meus braços e me chacoalhou de leve. - Eu sou de verdade.. ______. - me desvencilhei dele e me afastei um passo para trás. - Eu te amo. Dê-me uma chance.

- Receio que o seu tempo chegou e passou a muito tempo, Yoongi. - disse de forma amarga.

- Se não tiver descendentes.. o que vai acontecer quando você morrer?? - ele fez uma breve pausa, tão pequena que não tive a chance de dizer nada. - Vai ficar a mercê de Ji Woon.. ele vai destruir tudo o que sua família construiu.. - completou convicto do que dizia.

- Você me vendeu, Yoongi. - disse entre dentes.

- Quantas vezes tenho que dizer que não era eu naquele momento. - disse ele soltando os meus braços. - Disse o oposto do que eu queria dizer..

- Isso não importa. - disse firme o interrompendo. - E eu não sabia que se preocupava tanto com o meu reino. - estreitei os olhos. - Mas não poderia esperar menos de você.. mesmo que alguém falara por você naquele momento.. você ainda disse.. e quanto a Ji Woon.. se minhas suspeitas se confirmarem com está carta do general Pan Han Ja, ele terá o que realmente merece.

Yoongi suspirou e olhou em volta brevemente.

- Você ainda pode ser feliz. - ele disse de forma tranquila. - Dê uma chance para você.. para mim.. para gente. - completou triste. - Se não comigo.. com alguém que goste.

- Eu não sou mais aquela que cresceu com você. Aquela por quem você se apaixonou como diz.. por que eu tenho as minhas dúvidas. E eu.. - olhei em volta brevemente. - .. vou ser fiel ao meu marido. Prometi isso a ele. E.. - respirei fundo me afastando dele. - .. quanto ao meu reino.. - fiquei de costas para ele. - .. não se preocupe.. - fechei os meus olhos brevemente. - Isso não lhe diz respeito, você é um simples soldado. Agora saia.. quero ler a carta em paz. - ouvi a porta bater e olhei para trás, ele já tinha ido embora.. peguei a carta sobre a mesa e a abri.. ao ler o conteúdo tudo se revelou para mim. - Eu te avisei seu imbecil!

(...)

Estava sentada em meu trono e batia meus dedos da mão direita no braço do grande trono.. a grande porta se abriu e alguns soldados traziam o traidor.. Ji Woon..

Eles o soltaram diante de mim.. permaneci sentada e o encarava atentamente.

- Poucas pessoas se atreveram a entrar na floresta negra. - disse de forma tranquila. Ji Woon me encarava curioso. - Eu entrei. Jimin entrou.. - suspirei. - .. não teve tanta sorte, mas saiu de lá comigo.

- Por que voltamos a um assunto tão antigo. - disse ele com os olhos atentos a mim. - Fui trazido como um prisioneiro e isso eu não admito! - vociferou ele.

Olhei para Dimitri, meu irmão, que estava ao lado de alguns guardas, todos tinham a atenção voltada para mim e voltei a encarar Ji Woon, nada disse para aquela atitude dele.

- Não admite? - franzi o cenho. - Mas é o que você é. - sorri cínica para ele. - Um prisioneiro. - Ji Woon engoliu em seco. - Vou dar uma chance a você. E acredite será a última.. e será muito bem recompensado. - Ji Woon esboço um leve sorriso, um sorriso vitorioso. - Você deve entrar na floresta negra.. - o sorriso dele se desfez. - Três dias deve ficar lá.. e se conseguir sair.. - fiz um gesto com a mão. - Estará livre para ir embora.. sem ressentimentos. - dei de ombros.

- O que eu vou fazer com a recompensa se eu estiver morto sendo devorado pelos corvos? - disse Ji Woon.

- Ora.. - disse cínica. - Achei que você tivesse entendido. - mantive o meu sorriso sem mostrar os dentes. - A recompensa é a sua liberdade no final, não ouro.

- De maneira nenhuma eu vou entrar lá!

- VOCÊ VAI FAZER ISSO! - vociferei.

Ji Woon estremeceu e todos ali olharam de maneira apreensiva para mim.

- E se eu me recusar..? - disse ele de maneira convencida..

Movimentei a minha mão e três de meus soldados os espetaram com lanças.

- Tenho meios de obrigá-lo.

- Você se esconde atrás de seu título.. - começou ele. - .. título de rainha.. - ele riu sem humor. - Eu só queria mostrar a você.. que ninguém está acima da lei.

- Eu sou a lei. - fechei os meus olhos brevemente. - E você está atiçando os grupos rebeldes contra.. mim. - minha língua se desdobrou suavemente na última parte.

- É uma qualquer que não deveria estar com essa coroa! - disse ele com raiva em seu olhar e em suas palavras. - Essa coroa era para ser minha!

- Quero ele de joelhos. - disse amarga e os soldados deram um chute nele, na parte de trás de suas pernas e ele ficou de joelhos. Bati os meus dedos no trono novamente.. e estalei a língua.. me levantei o olhando atentamente e me aproximei dele que estava de joelhos. - Ji Woon.. você é.. muito bonito.. admito.. - segurei em seu queixo o fazendo me encarar. - Puxou a sua mãe, obviamente. Não conheço seu pai. - dei de ombros para o meu próprio comentário. - Odiaria desperdiçar essa beleza.. - soltei o seu queixo.. - Mas no final.. eu estaria fazendo um favor a todas as moças do reino. Não ia despedaçar mais os corações por ai.. - Ji Woon me encarava com ódio e em um movimento rápido ele pegou o meu punhal, que estava preso em minha cintura e enfiou na minha barriga do lado esquerdo, próximo ao quadril. - Ah! - me inclinei para frente e estiquei a mão para meu irmão, que fez menção de vir me ajudar, para que ficasse onde estivesse. Dois de meus soldados seguraram Ji Woon, ainda de joelhos no chão. - Ah.. - gemi ao levar a minha mão ao punhal.. e o puxei de meu corpo me pondo de forma ereta em seguida. - Ah.. - soltei o ar pela boca e olhei para o punhal.. que não tinha sangue.. Hoseok estava certo.. o Styletto não deixa sangrar. Ji Woon arregalou os olhos para mim e eu voltei a encará-lo. - Você mataria a sua rainha? - disse com desdém. Ainda com o punhal em minha mão direita, segurei nas vestes de Ji Woon e o levantei. - Quanta coragem. - disse cara a cara com ele arqueando uma sobrancelha. - Quanta beleza há na sua causa. Mas o quão forte é o seu coração? - enfiei o punhal no peito dele e nossos olhares estavam conectados. - Eu avisei a você. - puxei o punhal e Ji Woon caiu morto no chão.

- NÃÃÃÃOOOO! - gritou Renata que estava entrando no grande salão. Ela correu e se juntou ao seu irmão no chão.. me afastei dois passos para trás.. - Você o matou.. - ela me olhou com seus olhos cheios d'água.

- Se o coração dele fica em algum lugar que não do lado esquerdo do peito, então é.. eu o matei.

- Não!! Meu irmão.. - ela chorava sobre o corpo dele. - O que está fazendo?? - ela voltou a me encarar.. - Vai continuar arruinando a minha vida.

- O que mais quer de mim. - disse a encarando no chão abraçada a seu irmão. - Está chorando por ele, quando sabe que ele não merecia as suas lágrimas. Fiz um favor a você. - fiz uma breve pausa. - Sua vida não está arruinada, mas a minha está.. então não espere nada de mim.. se não puder viver com isso.. vá embora.. mas se ficar.. será do meu jeito. - encarei Dimitri e estendi o punhal para ele. - Limpe isto.. com cuidado.. - ele pegou o punhal de minhas mãos e eu segui trôpega deixando o salão.. levei a minha mão no meu ferimento.. e respirei fundo.

(...)

- ______? _______? - ouvi uma voz feminina me rondando como moscas rondam manga podre.. olhei em volta e não vi ninguém.. acho que estou alucinado.

Fechei a porta do quarto.. e tirei o meu espartilho.. cheguei até o espelho e vi o corte em minha barriga.. gotículas de suor deixavam o meu corpo.. o meu peito subia e descia pela respiração pesada.. fui atingida por um golpe que não esperava.. um corte profundo..

- Ah.. - soltei o ar pela boca..

- _______? - vi um vulto, atrás de mim, pelo espelho. Me virei abruptamente. - ______? 

- O que quer de mim?! - disse entre dentes olhando para todos os lados.. levei ambas as mãos a cabeça pela dor que senti.. agachei-me e logo estava no chão.. - AAAAAA!! - uma dor horrível me consumia por dentro. - Sai da minha cabeça!! - disse entre dentes. Arrastei-me pelo chão e me encostei no espelho.. puxei o ar e ele ficava cada vez mais difícil.. então eu a vi uma imagem se formar a minha frente, Irina.. ela sorria de maneira vitoriosa.  


Notas Finais


https://spiritfanfics.com/historia/truth-or-lie-10336533

Então??
O que acharam deste capítulo??
Deixem comentários.. sua opinião é muito importante para mim.. 😊😊
Vejo vocês em breve..
XX #Kathy


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