História End Star (Long Imagine Jungkook - BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bangtan Boys, Bts, Hiyori, Jimin, Jungkook, Yoonhi
Exibições 35
Palavras 1.722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie, Oie gente ♡ Tudo bem com você?!
Trouxe mais uma fanfic, não tenho freio com isso haha espero que gostem da história ♡ Beijos e boa leitura ♡

Capítulo 1 - Prólogo


 

“Era véspera de inverno, todos já estavam se preparando para o longo e duro frio que estava por vir. Alimentos em suas casas estavam bem guardadas e eram o suficiente para não passarem fome durante este período. Todos aguardavam o pior e mais rigoroso inverno desde oitenta anos atrás. E o pior aconteceu. 

Durante a madrugada de inverno, a família Jeon, cuja linhagem era apenas o pai, o irmão e seu pequeno filho, usurparam o trono, assassinando brutalmente o rei e a rainha Kim, deixando apenas a sua pequena primogênita viva. 

Vendo que tudo ocorreu como planejado, o novo rei Jeon ordenou que todos da cidade fossem avisados, incluindo também os outros seis reinos vizinhos. E assim foi feito. Dias ruins surgiram, dias que se tornaram semanas, meses e até mesmo anos. O reino de Kim havia acabado e agora uma nova linhagem estava no poder. Uma que trouxe riqueza para o reino, mas que também trouxe discórdia para o mesmo. Através de seus grandes navios, ele tomou o mar para si. E conforme o tempo foi passando, os Jeon se tornaram a família mais poderosa e a mais temida de todas, amedrontando qualquer um que ouvisse sobre eles e suas atrocidades.

Mas dias bons iriam surgir. Era isso que todos desejavam, desde que os Jeon assumiram o poder.”

 

-

 

Andava de um lado para o outro, não acreditando no que havia acabado de ouvir.

 

— Como ela conseguiu sair do castelo?! — Seus olhos queimavam a alma do soldado que havia lhe entregado a mensagem

— Meu rei, nós vasculhamos a masmorra e não há nenhum sinal de fuga ou de arrombamento em sua porta. — Disse o soldado que ainda permanecia ajoelhado perante seu superior. 

— Traga ela aqui, imediatamente! — Urrou para o soldado, indo imediatamente buscar a jovem.

 

Presa ainda naquela masmorra fria e sem graça, Hiyori olhava pela janela o imenso mar, ela sentia saudade da água salgada tocando seu corpo, das vezes que brincava com sua mãe, ela sentia saudades e era triste sentir saudade daquilo que nunca mais iria retornar. 

Seu choro que somente fora ouvido pelas paredes de pedra, agora se tornaram mínimos. Ela já sabia que sempre viveria trancada neste castelo, e infelizmente estava aceitando esse destino que jamais pensou que pertenceria a ela. 

A tranca da porta fez barulho e imediatamente os olhos de Hiyori se direcionaram para a porta, onde o soldado, a mando do rei, havia vindo busca-la e leva-la até ele. 

 

— És louca?! — Fechou a porta atrás de si e se aproximou da menina — Não percebes que o rei tirará sua vida se continuar a fugir deste castelo?!

— Eu não me importo com isto. Minha vida pereceu quando fui jogada nesta masmorra e meus pais foram mortos diante de meus olhos. — O soldado segurou em seu braço e a fez olhar em seus olhos.

— Não diga isso, sabes que ainda pode escapar deste lugar.

— Palavras generosas a sua Jimin, mas a realidade já me atingiu a muito tempo atrás. Agora, leve-me até o seu rei. — Assentiu mas a obedeceu. 

 

Enquanto era levada, muitas orações passavam pela sua cabeça, todas pedindo a mesma coisa. 

 

“Que eu não sinta dor desta vez”

 

Conforme se aproximava da sala em que o rei a esperava, sua mente implorava para fugir dali com a ajuda de Jimin. Era o único que conseguiria ajuda-la, mas ela não podia. Sabia que quando colocasse os pés para fora daquele castelo, o rei iria busca-la e daria um fim definitivo em sua vida miserável.

Três batidas foram dadas na porta. Assim que ouviram a ordem para que pudessem adentrar aquele cômodo, Jimin abriu a porta e passou por ela primeiro, Hiyori o seguiu entrando após ele. 

 

— Saia. — Ordenou o rei a Jimin, que havia acabado de se curvar.

 

Olhou para a garota pelo canto do olho e saiu do cômodo. 

 

— Como consegues ser tão tola garota? — Lançou a pergunta para a menina, mas ela nada respondeu — Até mesmo seu silêncio tem um preço. Mas isso, de agora em diante, não será mais minha decisão. 

— O que queres dizer com isso? 

— Conheces meu filho? — Estalou os dedos e se sentou em uma poltrona grande que ficava perto da janela — Claro que conheces. 

— Nunca o vi ou ouvi sobre seu bastardo. — Os olhos do rei a fulminaram.

— Tomes cuidado com o que falas. Meu filho não perdoa este tipo de comportamento.

— Por que seu filho está sendo mencionado aqui? 

— Você é um fardo muito grande e como rei estou cheio de afazeres. Darei você ao meu filho. 

— Dar? Achas que eu sou um objeto que podes passar de mãos quando bem entender? — O rei se levantou da poltrona e se aproximou da garota, tocando-lhe o rosto e acertando um forte tapa em sua face.

— Achas que é quem para questionar o que eu decido?! — Sua voz aumentava a cada palavra dita — Eu sou o rei deste castelo! Eu governo todos e perante a mim, todos se curvam. Ninguém questiona meus atos e decisões, nem mesmo você, que é apenas um alguém deplorável e sem vida alguma! — Se virou e aproximou-se da janela — Saia desta sala imediatamente e volte para seu buraco! — Se recompôs e saiu daquele lugar que emanava podridão.

 

Seu rosto estava marcado pela mão do rei, mas andava de cabeça erguida. Esse fora o último castigo que estava recebendo daquela besta disfarçada de humano. Agora, rezava para que seu filho fosse diferente, tivesse compaixão e amor pelo próximo, pois ela não aguentaria saber que o herdeiro continuaria a desgraça que seu pai começou.

O que a garota não sabia é que a algumas léguas dali, seu dono estava vindo. Montado em um cavalo branco, em alta velocidade retornava para casa. Acompanhado com mais alguns soldados, Jungkook retornava de uma negociação de fronteiras com sucesso. Mal sabia ele o que lhe aguardava em casa, mais precisamente em uma das masmorras. 

Após horas de cavalgadas, seu retorno foi anunciado pela cidade e pelo castelo. Cavalgando mais devagar, desmontou de seu cavalo assim que adentrou os portões do castelo. Estava indo se encontrar com o rei, ou melhor dizendo, seu querido pai. Atravessou algumas portas e teve acesso aos aposentos de quem queria.

 

— Vejo que já retornou. — O rei se encontrava deitado na cama, não se preocupando em levantar e abraçar seu filho por estar bem — Como foram as negociações? 

— Foram bem sucedidas. No começo eles questionaram bastante e até mesmo quiseram nos confrontar. — O rei deu uma gargalhada.

— Tolos, como se pudessem nos enfrentar.

— Mas então... — Estava empolgado para contar sobre a viagem e o restante da negociação.

— Poupe-me dos detalhes Jungkook. Basta saber que consegui o que queria. 

— Sim, meu pai. 

— Antes de ir para seus aposentos, quero lhe informar que vou passar um de meus afazeres para você. — Os olhos do garoto brilharam. O rei nunca havia dado para Jungkook algo deste porte — Não se anime garoto, mal sabes sobre o assunto e coloca um sorriso no rosto. — Foi o suficiente para Jungkook acalmar sua ansiedade — Se lembras daquela garota, a filha dos Kim, não é? 

— Não me recordo de sua aparência. — Disse tentando se lembrar de algo, mas foi em vão.

— Pois bem, terás tempo de sobra para guardar bem sua aparência e desaforos. 

— O que quer dizer, meu pai? 

— Lhe disse para não colocar um sorriso no rosto. — As sobrancelhas do menino arquearam pedindo por respostas — Sabes que eu não a matei e que também não ligo para ela. No entanto, ela está me dando muita dor de cabeça. Eu estava cuidando dessa garota, mas tenho afazeres mais importantes e por isso estou dando ela a você. 

— Dar ela para mim?! Estás delirando, meu pai?! O que irei fazer com aquela garota?! 

— O que iras fazer com ela não é mais da minha conta. Sabes onde a garota está, procure ela e veja o que é melhor. Mas quero que tomes cuidado, a língua daquela garota é afiada, não obedece a ninguém, talvez devesse ensinar seu lugar de uma vez por todas. — Jungkook entendeu o sentido que seu pai quis dizer quando falou sobre ensinar o lugar daquela garota. Ele sabia que o rei tem um rancor profundo pelos Kim, mas não entendia o que levara ele a deixar a garota viva — Agora deixe-me descansar. 

— Tenha uma boa noite, meu pai. — Fez uma breve reverência e saiu do quarto, indo direto para as masmorras. 

 

Ele sentia uma certa raiva disso. Achou que agora seria reconhecido pelo pai e este lhe daria uma boa tarefa para cumprir, mas o que lhe fora dado era apenas um fardo que seu pai não aguentava mais segurar e passou para a mão de qualquer um. Sim, ele sabia que Jungkook estava voltando, por isso a jogou em suas costas e isso o deixava enraivecido.

Nas masmorras, Hiyori dormia profundamente perto da janela. A marca do tapa já havia sumido de seu rosto, voltando a ficar com a mais bela aparência herdada de sua mãe. Os raios da Lua entravam nas masmorras, iluminando o local onde ficava. Seu cabelo castanho estava espalhado, poucas mechas estavam sobre seu rosto. Dormia se abraçando, pois não havia cobertas ou travesseiro que pudessem lhe trazer algum conforto. Sua roupa era apenas um vestido velho que cobria-lhe pouca parte de sua pele. Pelo menos ela conseguia tomar um banho, mesmo que não fosse algo decente, seu corpo se mantinha limpo. 

Já na porta da onde a garota ficava, Jungkook imaginava como ela era, já que havia se passado muito tempo desde que a viu pela primeira e última vez. Seu eu dizia para não entrar naquele lugar, mas ele não se escutava em momentos assim. Após pegar a chave com um dos soldados no caminho, Jungkook a inseriu na tranca e a girou, fazendo um pequeno barulho. Segurou na maçaneta e abriu a porta bem devagar, se deparando com algo que não imaginava que encontraria. 

Uma mulher, com traços perfeitos, cabelo comprido e castanho, estava abraçando seu próprio corpo deitada no chão frio de pedra. Notou que o vestido que aquela mulher usava mal cabia em seu corpo, deixando a mostra lugares que a deixariam constrangida se estivesse acordada. Talvez fosse melhor deixa-la ali, não, era isso o que ele iria fazer. Estava cansado da viagem, amanhã faria questão de acorda-la e ver do que a única sobrevivente dos Kim era capaz.


Notas Finais


Espero que o prólogo não tenha desapontado vocês... Deem muito amor para essa nova história e não deixem de conferir as minhas outras 2 fanfics que estão em andamento e as finalizadas ♡
Beijos de açúcar e até o próximo capítulo ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...