História Energy - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Tom Holland
Personagens Anthony "Tony" Stark, Personagens Originais, Peter Parker
Tags Dove Cameron, Energy, Homem Aranha, Peter Parker, Tom Holland
Visualizações 144
Palavras 959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Antes de irem direto para a história eu só queria agradecer muito a todos vocês que estão acompanhando Energy!
Obrigada mesmo a todos os favoritos e aos comentários, que realmente me incentivam a continuar ♥
Era só isso mesmo, agora sem mais delongas, segue-se a história...

Capítulo 7 - Shocker


Fanfic / Fanfiction Energy - Capítulo 7 - Shocker

Katherine

Saí do apartamento de Peter e andei pelas ruas sentindo o ar gelado contra o meu rosto. Porque eu tinha agido daquela forma? Justo com o garoto mais legal que eu já conheci. Eu me sentia estúpida e precisava bater em alguém, ou fazer alguma coisa para me livrar desse sentimento.

Coloquei a máscara e a jaqueta escura com capuz. Eu também precisava de uma roupa melhor. Vi uma agitação estranha num banco a uma quadra e caminhei apressadamente para ver o que estava acontecendo.

Havia quatro homens em frente aos caixas eletrônicos, três deles usavam máscaras com desenhos e uma eu pude reconhecer, graças a Ned, era o Darth Vader. O outro tinha um aparelho que eu nunca havia visto nada igual antes e que envolvia parte de seu braço, ele caminhava de um lado para o outro enquanto os três mascarados utilizavam um outro aparelho nos caixas.

Caminhei até próximo a porta em silêncio e entrei. Eu poderia fazer um bem e ainda descontar tudo o que estava sentindo. O homem com a jaqueta de manga verde e o aparelho que cobria metade do braço me notou e caminhou em minha direção com um sorriso no rosto.

—Você não deveria ter entrado aqui – ele falou negando com a cabeça.

—Eu digo o mesmo – respondi caminhando contra ele e o socando no rosto.

O homem deu alguns passos para trás e os mascarados pararam alertas.

—Continuem o que estão fazendo – ele ordenou fazendo com que o aparelho em sua mão brilhasse num tom azulado – O Shocker cuida disso.

—O Shocker é você? – perguntei e ri abafado o fazendo me encarar com raiva – Desculpa, sempre fico confusa quando as pessoas começam a falar em terceira pessoa.

Então antes que eu pudesse processar o homem me deu um soco no estômago usando a máquina que brilhava em seu braço, fazendo com que eu atravessasse o vidro do banco e caísse de costas na calçada.

Isso deixaria uma marca.

Observei uma figura vermelha passar rapidamente por cima de mim. Me apoiei sobre meus braços enquanto olhava para o Aranha na parede me encarando.

—Precisando de ajuda? – ele perguntou pulando para o chão e estendendo a mão em minha direção.

Me levantei sem sua ajuda sentindo minhas costas doerem. Encarei o tal Shocker e voltei meu olhar para o Homem-Aranha.

—O de jaqueta verde é meu.

Entramos no banco e ele caminhou em direção aos três homens.

—Cara, vocês nunca cansam?

Encarei Shocker, que ativava sua arma mais uma vez.

—Você vai se arrepender disso – falei fazendo a energia fluir em minha mão.

Caminhei em sua direção e o derrubei com um soco. Subi em cima dele o impedindo de sair, seus olhos encaravam minha mão direita com pavor enquanto ele se remexia e eu o segurava com meu joelho em seu peito.

Podia escutar o Aranha falando algo enquanto saltava de um lado para o outro atingindo os três assaltantes. Coloquei minha mão sobre o aparelho que cobria seu braço dando altas cargas.

Quando minha energia chegasse a sua pele primeiro ele sentiria a formigação, depois vinham as dores. Ele começou a tentar se livrar de meu toque enquanto eu o segurava firme, eram os espasmos e as contrações musculares. Quando seus olhos se abriram ainda mais eu soube que estava tendo alterações nos batimentos cardíacos.

O soltei e levantei antes que ele tivesse uma parada respiratória ou cardíaca e o encarei se remexer com dor no chão antes de desmaiar. Me virei e vi o Homem-Aranha me encarando com aqueles olhos estranhos.

—Ele não está morto, está? – ele perguntou virando seu rosto para o homem no chão.

—Não, ele vai ficar bem – respondi caminhando para fora.

—Não é bem meu estilo, mas funciona – ele falou caminhando atrás de mim. Havia alguma coisa familiar em sua voz – Foi bom trabalhar com você.... -  disse gesticulando com a mão em minha direção – Esse é o momento que você diz o seu nome.

—Eu não sou ninguém – falei e apontei para trás em direção ao banco – E isso nunca mais vai acontecer.

—Tudo bem – ele falou enquanto olhava para o carro de polícia que virava a esquina – É incrível como estão sempre atrasados.... Foi um prazer trabalhar com você, Ninguém.

E então ele saiu, balançando em suas teias enquanto eu corria pela rua em direção a casa em que eu morava. Algumas ruas depois tirei a máscara e depois de algumas quadras cheguei em casa, entrei e antes que alcançasse as escadas Agnes apareceu saindo da cozinha.

—E então, como foi? Se divertiu com seus novos amigos? – ela perguntou com os pequenos olhos brilhando.

Era o sonho de Agnes que eu saísse com pessoas da minha idade, então eu podia dizer que ela estava mais feliz do que o comum.

—Foi legal – respondi e ela me abraçou de repente.

Eu não era muito fã de abraços, ainda mais com as dores que estava sentindo nas costas.

—Que bom. Fico feliz que esteja fazendo amizades – ela falou e me soltou – Tem torta na geladeira, se quiser.

—Não estou com fome – falei e ela assentiu – Eu estou cansada, vou para o quarto. Boa noite.

—Só não faça muito barulho. Garfield acabou de deitar e você sabe como ele é... – Agnes falou e eu fiz um ok com a mão enquanto subia as escadas.

Abri a porta do quarto e caminhei para o banheiro. Tirei minha roupa e me virei de lado encarando o espelho, havia alguns hematomas e cortes em minhas costas e braços. Não estava tão ruim quanto eu pensava, mas eu me sentiria quebrada pela manhã.

—Ótima ideia. Dar uma de louca e tentar combater assaltantes – ri sarcástica de mim mesma enquanto entrava embaixo do chuveiro – Isso definitivamente nunca mais vai acontecer.


Notas Finais


O que acharam desse novo encontro entre Spider e Katy, e da pequena atitude heroica da garota?


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