História Enfim.. - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Iris, Lysandre, Personagens Originais, Priya
Tags Amor Doce
Visualizações 27
Palavras 1.524
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Arou!
Quase q não sai capítulo hoje hsuahsuahs Enfim.. tá quase acabando a estória... q peninha ;-;
Ah, agradecendo as ~keberta e ~Keisrinna pelo favoritos S2
Bem, boa leitura, né?!

Capítulo 35 - A tensão continua..


Fanfic / Fanfiction Enfim.. - Capítulo 35 - A tensão continua..


Alexy
 


O tempo foi bastante massacrante. Esperei que a noite passasse voando e logo que amanheceu, todos estavam de pé. A polícia resolveu que iriamos mais cedo e ficar de guarda, esperando a hora combinada no local. Eles chegaram pela manhã, com um grande número de homens. O delegado Armin gritava as regras. 
- Atenção, quero que o grupo A feche todas as estradas de ligações com o nosso alvo. O grupo B fará um círculo em volta do local. Qualquer barulho de tiro, invadam a residência. Grupo C, posicionem comigo. Tem permissão pra atirar a qualquer ameaça eminente. Dispensados. 
Todos foram saindo, correndo para os carros e nós nos preparamos para entrar no carro. Ang foi conosco e as outras garotas resolveram ir depois. Fiquei bastante tenso durante o caminho, até que Ang toca em meu braço. 
- Não se preocupe, ela está bem. 
Olho pra estrada e murmuro: 
- Tomara que sim. 
 


 Adhara 


 
Não consegui dormir direito, fiquei olhando pra hora a cada momento. Lysandre descansava ao meu lado. Quando amanheceu, perto das oito horas, Ambre desceu com uma bandeja com café e pães. 
- Não dormiu? 
- Não. Estou preocupada demais. 
- Vai dar tudo certo. Levarei Charlotte pra cima, provavelmente Nathaniel fique sozinho na sala. Quando eles chegarem, o resto é conosco. 
- Esta bem. E você, muito obrigada por ter me ajudado. 
Ela me abraça.  
- Eu que agradeço. Depois que eu sair daqui e cumprir minha sentença, serei uma pessoa melhor. 
Ela sobe as escadas e tranca. Acordo Lysandre e tomamos o nosso café. Ficamos deitados lado a lado, esperando a hora chegar. Mas algo dá errado. Trinta minutos depois, Nathaniel desce as escadas com a arma na mão. 
- Sua vadia, como? 
Ele me puxa pelo braço e aponta a arma pra Lys, gritando: 
- Como? Me diz! 
- O que? 
- Eu vi. Lá fora, entre os matos, tem alguns homens, e um carro estacionado lá fora. Quem são? 
- Sua sentença!  
Com o deslize dele, Lys consegue bater em seu braço, e a arma voa, mas Nathaniel esmurra seu rosto ferido. Lysandre cai e ele me solta para ver se ele continua acordado, então subo correndo as escadas. Esuqeço de pegar a arma, mas posso correr e gritar por alguém.
Ele pega a arma caída perto da cama e vem atrás de mim e me agarra pelo braço, bate com a arma em meu rosto, fazendo-me ir pro chão, parando no meio da sala e apontando o revólver pra mim. Meu coração descompassa. Mas Lysandre aparece, com um pedaço de madeira que estava jogado no canto, atacando ele pelas costas. A madeira tinha um parafuso na ponta, que fica pendurado em seu braço. Nathaniel grita de dor e seu braço sangra sem parar. As meninas aparecem na escada. Quando Charlotte resolve ir ajudar Nathaniel, Ambre a empurra, fazendo-a rolar até o chão, batendo a cabeça no armário. Depois a mesma some. 
Nathaniel tinha conseguido tirar a madeira e com ela, estava tentando bater em Lys, mas ele consegue tirar a madeira de sua mão, recebendo outro soco e cai. Quando Nathaniel se vira, estou com o revólver apontado pra ele. Estamos ofegantes. No fundo, vejo Lysandre se mexer, mas não desvio o olhar de Nathaniel. 
- Então, atira. 
Faço mira para seu coração.  
- Atira. 
Aperto um pouco o gatilho. 
- Isso só nos fará iguaizinhos.  
Olho para ele. Consigo ver seu instinto assassino nos olhos. 
- A diferença é que sinto compaixão pelos meus inimigos. Sendo assim, posso te perdoar. 
Dois disparos. 
 


Alexy
 


Quando chegamos, alguns minutos passam, até que escutamos dois disparos. Saímos correndo para a casa e arrombamos a porta. Olho pro cenário. Lysandre recostado na parede, Ambre ao pé da escada apontando uma arma, Nathaniel no chão com o pé e o peito sangrando e Adhara com um revólver na mão. O próprio que está baleado geme de dor e desmaia. Ambre desce e vai ajudar Lysandre no canto. Os policiais sabem que ela é do bem, mas será presa também. Os policias algemam Charlotte enquanto outros checam o corpo de Nathaniel. 
- Ele só esta desacordado. Chamem a ambulância e deixem-no como está. 
Alguns policiais saem. Vou abraçando Adhara com toda a força que me resta. Meus olhos se enchem de lágrimas.  
- Temi que não te visse nunca mais - ela diz. 
- Mas estou aqui. Não vou te deixar. 
Armin vem em nossa direção. 
- Deixe essa arma aí - ele tira a arma da mão dela, e verifica as cápsulas. Todas cheias. - Não foi você quem atirou?
- Ela não teria coragem disso - disse Ambre, sentada ao lado de Lysandre. - Já tinha manuseado uma arma, achei que fosse melhor eu atirar.
- Bem.. fez um bom trabalho - ele coloca a arma no sofá. - Você está livre agora. Homens, retirem-se. 
Os policiais saem. Lysandre é levado por um deles pro lado de fora. Armin me chama pro lado de fora. Deixo Adhara conversando com Ambre. 
- Como devo deixar a situação da outra moça? - ele pergunta.
- Ambre ajudou Adhara a escapar. E ela foi influenciada por Nathaniel. No meu ponto se vista, ela é inocente. 
- Por um lado sim. Mas ela fica no papel de cúmplice. Deve pegar seis á oito anos. 
- Bem, pelo menos o pesadelo acabou. 
Mas disse isso precipitadamente. Escuto uma palavra e barulho de dois tiros, seguido de mais um. Quando olho para dentro da casa, vejo um corpo caindo. 
 


Adhara 
 


Alexy me deixou a sós com Ambre. Olho pro corpo de Nathaniel e sinto vontade de terminar tudo de uma vez.  
- Conseguiu. Mas agora, mesmo depois de ter te ajudado, ainda vou pra cadeia. 
- Vou testemunhar a seu favor, mas não garanto que vai limpar sua barra. 
- Tudo bem. Fez o bastante por mim. Espero que sua vida melhore daqui pra frente. 
- Te desejo o mesmo, Ambre. 
A abraço com força. Depois que a solto, olho pra frente, vejo Nathaniel com a arma em punho. 
- Cuidado! 
Ambre se vira e empunha a arma, com um bom reflexo. Mas recebe dois tiros no peito. Abraço suas costas e coloco meu dedo em cima do dela no gatilho, atirando no ombro dele. Ele cai novamente. E Ambre também. 
Olho para ela, ainda com vida. Alexy aparece do meu lado e Armin também.  
- A-Adhara. Eu.. estou morrendo. 
- Não, você vai ficar bem. 
- Não chore por mim. Apenas diga, diga que.. me per-doa. 
- Eu te perdoo.  
Ela respira. Armin coloca as algemas em Nathaniel, deixando-o ali no chão. 
- Que bom. E- espero que seja feliz. Ia odiar saber q-que, de certa for-forma arruinei sua vida - ela diz, as palavras saindo cada vez mais fraca. - Obrigada pelo perdão..
Ela sorri pra mim. Então fecha os olhos. Ela morre em meus braços. É uma vida, e mesmo fazendo todo mal que me fizera, ainda assim não merecia morrer, então choro sobre seu peito. Infelizmente, ela se foi. Terá a sua sentença lá no céu. Mas vamos fazer justiça aqui na terra. 
- Prometo a você: a justiça será feita. 
 
 


A ambulância chegou. Colocaram o corpo de Ambre na caixa e cobriram com o lençol branco. Ang veio ao meu encontro e nos abraçamos. Ela chorava bastante. 
- Quero pedir desculpas por ter bri- 
- Não quero desculpas - a interrompo. - Apenas me abrace e estará tudo bem. 
Ela me abraça forte. Logo depois, Priya, Delanay e Violette aparecem no táxi. Priya soube a noticia da irmã, e chorou desconsolada. Ang a amparou, mas ela decidiu ir na casa da mãe com Delanay e sua irmã. Nathaniel foi colocado na maca e ficou dentro da ambulância. Os paramédicos conversaram com Armin por algum tempo, enquanto alguns me atendiam na varanda do casarão. Alexy estava o meu lado. 
- Levaram Lysandre pro hospital na outra ambulância. Ele está bem, saíra de lá a noite. 
- Esta bem - digo. 
- Você teve pouca esfoliações. Precisa apenas de um bom descanso - diz o paramédico e se retira. 
O delegado Armin vem pro nosso lado enquanto os médicos se preparam pra entrar na ambulância. 
- Nathaniel será levado pro hospital para retirarem a bala de seu corpo. Se sobreviver a operação, deve pegar quinze a vinte anos de prisão, sem direito a regime semi-aberto. A bala está alojada num local perto do rim e parece que não corre risco de vida. 
- É uma pena - diz Alexy. 
Mas não presto muita atenção no que dizem. Meu foco está numa cena que vejo. Os paramédicos entram na ambulância onde Nathaniel esta, mas o carro não sai do lugar. Logo eles saem novamente e abrem a porta dos fundos. 
- Armin, posso te pedir pra ficar com uma de suas armas? - digo. 
- Ora, por que? 
- Tenho a impressão de que vou precisar. 
Um paramédico corre pra nossa direção, mas já sei o que dirá. A mancha de sangue na maca e a paramédica desacordada no fundo da ambulância diz tudo. 
- Nathaniel fugiu - diz o policial, ofegante. 
 


Notas Finais


Gostaram?
Então até amanhã ^^'


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