História Enfim.. - Capítulo 36


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Iris, Lysandre, Personagens Originais, Priya
Tags Amor Doce
Visualizações 28
Palavras 1.371
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CHEGANDO AO FIM GALERAAAAAAAA
Agradecendo a ~MoonlightAri pelo favoritos S2
Boa leitura!!

Capítulo 36 - A vida continua...


Fanfic / Fanfiction Enfim.. - Capítulo 36 - A vida continua...


Nathaniel


 
Com toda a algazarra que estava do lado de fora, sabia que daria pra fugir. A enfermeira tinha um conteúdo na seringa que me deixaria desacordado por algumas horas. Na maca, consegui tirar a seringa da mesa e injetar em sua perna, sem que percebesse. Logo ela cai, desacordada. Tinha uma maleta de primeiro socorros e um jaleco. Peguei a maleta e vesti o jaleco, saindo em seguida, pela porta da frente.  
Corri em direção a mata, seguindo o caminho até chegar perto de uma estrada. Estava sangrando um pouco, então pus uma atadura no local. Passou um carro e então fiz sinal. O carro parou para mim. Inventei uma desculpa de que morava naquela região e precisava chegar no trabalho, já que não passava ônibus e meu carro quebrou. Eles me levaram até o hospital que ficava próximo ao bairro onde Adhara morava. Minha mãe, depois de morta, tinha me deixado uma casa em meu nome, então fui para lá. 
Foi um trabalho grande tirar a bala de meu ombro. Nem sei como corri esse tempo todo sem sentir dor. Depois retirei a da perna, que nem doía tanto. Coloquei uma atadura no ombro e enfaixei meu peitoral com a gaze.  
- Melhor dar um tempo. 
Tiro os cigarros que comprei na mercearia e acendo um, olhando pela janela. 
- Mas assim que eu melhorar, a primeira coisa que farei é visitar minha amiguinha.  
 


Adhara 


 
Depois de todo o ocorrido naquela casa, fui direto pro hospital. Só sairia de lá com Lysandre. Com sorte, Armin conversou comigo e disse que arrumaria uma escritura para eu possuir a arma. 
- Creio que não será necessário, mas com Nathaniel a solta - digo -, servirá pelo menos pra assustar. 
- Vou dar uns telefonemas e amanhã, a tarde, você terá a pistola. 
Alexy ficou o tempo todo comigo. Mas eu realmente precisava de sua companhia. Antes de escurecer, Lys ganhou alta, e então saímos de lá no carro de Armin. Deixei Alexy em casa: 
- Cuide-se. Ligarei pra você todas as noites. 
- Está bem. Cuide-se também. 
O carro partiu pra minha casa. As garotas ainda não tinham voltado, pois a luz da casa estava apagada. Armin foi embora e eu fiquei com Lysandre. Ele não queria me deixar. Acabou que ele dormiu na cama ao meu lado. 
No dia seguinte, Ang e Priya fizeram questão de fazer um almoço de aniversário para mim. Foi bastante divertido estar com Lysandre e Alexy juntos, se dando bem. Travessas de lasanha foram logo devoradas, e Armin se divertia fazendo algumas imitações de filmes famosos enquanto comíamos pudim de chocolate. Eu me diverti bastante. 
Os dias se seguiram tranquilos. Armin me ensinou como atirar com a pistola que ele me conseguiu, Priya e Íris iriam ao cartório oficiar a união em poucas semanas, Alexy me ligava sempre pra saber como eu estava e meu relacionamento com Lysandre evoluiu para um namoro sério. Foi o pedido mais lindo da minha vida, estavamos na praça, e suas mãos suavam em volta da caixinha preta com as alianças de compromisso. Nunca o vi tão vermelho, e quando selamos nossos lábios, o Sol estava se pondo, deixando o âmbar e esverdeado dos seus olhos de uma cor naturalmente linda. Desde aquele mesmo dia, passamos a conviver como um casal de namorados, com passeios e almoços de casal.
Mas não esqueci que Nathaniel estava a solta nas ruas, esperando apenas um passo em falso para me pegar. Não saia com tanta frequência. Quando eu saia, levava a pistola na bolsa, para a segurança. E, em vez de sair, ficava em casa, terminando minha caixa. Quando terminei, coloquei ela em cima do guarda roupa, onde a outra que era minha e de Lys ficava. Quando me lembrei da outra caixa, a primeira em que escrevi tudo, que me trazia más lembraças, tirei ela debaixo da penteadeira e queimei. 
- Que o meu passado vire cinzas. Abro os braços pro futuro! 
E foram se seguindo os dias. Ia ao cinema com Alexy e Lysandre, que estabeleceram uma amizade que jamais imaginei, ia com Priya e Ang, ver os vestidos de noiva, Lys continuava com suas consultas ao psicólogo que eu tive o prazer de conhecer e Armin passou a fazer parte dos domingos de almoço e as quartas da guloseima. 
No final, eu, Alexy, Lysandre, Ang, Priya, Delanay, Violette e Armin viramos uma grande família. Mas ainda não era o fim, e eu sabia disso. 
 
                        2 meses depois 
 

Era uma manhã tranquila. Acordei com beijos na nuca de meu amado. 
- Bom dia. 
Os dias estavam começando bons quando decidi que Lysandre moraria comigo. Recebíamos constantes visitas. Mas eu sentia que o dia de hoje seria diferente. Logo de manhã, alguém bateu na porta. 
- Eaê! 
Alexy cumprimenta Lysandre com um toque de mão. Dou um abraço em Alexy, que senta a mesa conosco. 
- O que faz aqui tão cedo? - pergunto. 
- Tava passando por aqui, e Lysandre me pediu pra ficar aqui.
- Queria te levar num lugar, cê vai gostar. 
- Hum! - engulo o café. - Mas hoje é o domingo do almoço. 
- Nós voltamos a tempo - diz Lysandre, pegando em minha mão.
- Esta bem. 
Deixo os dois na mesa de café e vou correndo tomar banho e me trocar. Assim que desço, as gurias ( como apelidei, já que agora, moravam todas juntas ) já estavam na cozinha e Armin conversava com Lysandre. Dei uma abraço em cada um e me despedi deles. Entramos no carro e saímos em disparada. Lys conversou sobre sua irmã e os problemas que tem enfrentado com ela por minha causa. Por um lado, me senti chateada por ser o pivô da briga deles. Mas por outro, como o tratamento de Lysandre terminou, sabia que agora, ele não tinha mais medo. Na estrada, vi a placa, escrito Grenoble. 
 

Alexy

 

 
Armin me contava da investigação a procura de Nathaniel. Ao meu pedido, ele evitou ao máximo falar disso com Adhara. Ela ficou diferente depois de tudo que ocorreu. E eu quero que ela aproveite o máximo sua vida, sem se preocupar com ele. 
- Estamos fazendo de tudo, mas é muito difícil. 
- Onde será que ele está agora? 
- É esse o x da questão. Não foi pra casa de Charlotte, que está presa até encontrarmos Nathaniel para serem julgados juntos. Não foi a procura da casa de Ambre. A senhora Alexandra viajou e vendeu a casa. E até agora não veio a procura de nenhum de vocês. 
- Será que ele morreu? - diz Ang, acompanhada das meninas. - Ele foi ferido naquela casa, lembram? 
- Os ferimentos não era o suficiente pra matá-lo. Se foi bem cuidado, com certeza sobreviveu.
- Mas então, onde ele está? 
A campainha toca. Priya se levanta e vai em direção a porta. Armin se levanta, pensativo: 
- Mas mesmo sem pistas, temos que ficar atentos. Nunca se sabe quando ele pode atacar. 
- Tipo agora? - escuto uma voz estranha. 
Quando me viro, vejo Nathaniel apontando uma arma na cabeça de Priya, que treme de medo. Ele estava um pouco mais magro, o rosto coberto por uma barba rala, além de seu rosto parecer mais abatido. 
- Que ironia, não? E nem se atreva em pegar a arma, pois esqueceu ela no carro. 
Armin toca em seu coldre amarrado a cintura e nota a falta da pistola. 
- Aliás, que detetive fraco. Como esquece de colocar o alarme, e ainda por cima, deixa a arma com duas balas? 
Então ele mostra o nome de Armin escrito na arma. Logo ele solta Priya que corre em direção de Ang.  
- Agora fazemos assim. Vocês quatro!  
Aponta para as meninas e para o banheiro que tinha na casa, perto da cozinha. Elas vão em fila e ele as tranca com a chave, jogando a mesma pela janela da sala. 
- Agora, onde está minha querida Adhara? Morro de saudades dela. 
- Você não vai pegá-la. Você não vai sair daqui fácil - grito. 
Ele começa a rir alto, depois olha fixamente pra mim. 
- Já sobrevivi a coisas piores, não será sua ameaça que irá me intimidar. Agora, vamos fazer teatro? 
 


Notas Finais


Até daqui a pouco..


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...