História English Love Affair - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer, Emma Roberts, Tokio Hotel
Personagens Ashton Irwin, Bill Kaulitz, Calum Hood, Emma Roberts, Georg Listing, Gustav Schäfer, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais, Tom Kaulitz
Tags 5 Seconds Of Summer, 5sos, Romance
Exibições 10
Palavras 1.256
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura, gente! sz

Capítulo 1 - Capítulo 1


Ser popular no colégio tem suas vantagens, mas, como toda vantagem, sempre vem as desvantagens. Perdoe-me se eu estiver sendo confuso demais, mas é bom ir se acostumando, porque essa é a minha vida.  Como eu estava dizendo, ser popular tem suas vantagens e desvantagens, e elas vem à tona no último dia do seu último ano na escola.

Sem mais delongas, esse dia vai ser o mais foda de toda a história do colegial de Underwood High School. E eu já estou prevendo merda.

Assim que estacionei minha Harley Davidson junto aos outros veículos no estacionamento ao lado do campus, pude avistar o Charger de Calum e o Camaro de Bill chegando na hora, um grupo de animadoras de torcida se espremendo umas nas outras para se achegarem a nós.

Apenas abri um pequeno sorriso de lado e desviei-me delas, indo em direção do carro de um dos meus melhores amigos, e o mesmo me recebeu com um sorriso safado nos lábios.

— E aí, Clifford. — Disse Calum, me cumprimentando com um “toca aqui”.

— E aí, parceiro. — Ergui o olhar após respondê-lo, podendo assim avistar Ashton e Luke saindo do carro aos socos e tapas e vindo até nós.

— Aí, cara, a minha chave de fenda é maior que a sua! — Defendeu Luke, fazendo Ashton gargalhar.

— Ei, mano, que papo estranho é esse? — Perguntei, rindo junto com Ashton e arqueando uma sobrancelha.

— Eles estão com essa palhaçada desde que comentei sobre a Madison dizer a todos que a “chave de fenda” do Ashton foi uma das maiores que ela já viu e experimentou. — Explicou Calum.

Não pude conter a gargalhada e o olhar de surpresa para Calum.

— Que tarada! E quando ela disse isso?

— Um dia depois da festa na casa da Zooey. — Respondeu Luke.

Madison era a garota mais popular da Underwood, e Zooey, seu capacho. Madison já fez de tudo para chamar a atenção de Ashton, até que descobriu que o único jeito de dar uns beijos nele, era colocando uma substância mais forte em sua bebida. E assim aconteceu. Mas é claro que o Ashton tinha que seguir aqueles clichês dos filmes adolescentes e gostar da CDF bonitinha.

— É por isso que a Ivy está magoada comigo. — Disse Ashton, todo manso.

— Aí, vamos entrar logo, é o último dia. Não esquenta com isso, sangue bom. Logo, logo você estará numa universidade cheia de gatinhas como a Ivy. — Falou Bill, se aproximando de nós e dando um tapa leve no ombro de Ashton.

O grupo de amigos estava todo reunido. Quase me esqueci de mencionar — de novo —, que nós fazíamos tudo juntos. Não iríamos a uma festa se um de nós não estivesse lá. Eu amo esses caras, foram os amigos mais leais e verdadeiros que eu já tive na vida.

Tom, Georg e Gustav já vieram com a animação de casa. Chegaram-se a nós e nos cumprimentaram, comentando algumas coisas que eu não entendi direito, pois os três falaram ao mesmo tempo, fazendo todos rirem... Até que o silêncio pairou sobre nós após virarmos todos para a entrada do estacionamento e avistar a amada de Bill.

Celeste Flöyd era uma das garotas mais bonitas do colégio. Cabelos castanhos longos, um olhar intenso e um corpo digno de passarela. Ao seu lado, estava sua melhor amiga, Amy Erchanbold, carregando um bocado de livros nos braços e fazendo esforço para ajeitar os cabelos curtos.

— Mas ela é muita areia pra esse caminhão, hein?! — Comentou Gustav, fazendo Bill o fuzilar com o olhar.

— Cala essa boca.

Luke saiu do seu posto de bad boy observador ao ver que as meninas estavam perto e ajudou Amy com os livros. A mesma abriu um sorriso tímido e sacou um kit de maquiagem da bolsa, tirando um tubo de sei-lá-o-que e passando naqueles cílios enormes dela.

Ah, eu me esqueci de mencionar. Amy e Luke são um casal desde o primeiro ano. Os dois tem tanta história pra contar; já passaram por muitas situações juntos e nós adoramos vê-los juntos, mas o medo de Amy é que isso possa mudar quando ambos entrarem na universidade, como me contara um dia.

Bill estava meio desconfortável com a presença de Celeste e, para conforto do seu irmão, Tom deu um leve tampa em suas costas.

Eles eram aquele casal que nunca se assumia e, pelo jeito, preferiam dessa forma.

— Bill Kaulitz. — Celeste pronunciou seu nome com certo tom de travessura em sua voz, depois olhou para nós e acenou, exibindo um sorriso amigável.

— E aí, Celeste. — Falamos em uníssono, menos Bill.

Ajeitei minha mochila nos ombros e Bill passara as mãos nos cabelos.

— Oi, Flöyd. — Respondeu ele, enfiando as mãos no bolso da jaqueta de couro preta e tirando de lá um maço de cigarros, levando um até a boca e o colocando entre os lábios. Guardou o maço de volta no bolso e acendeu um isqueiro, guiando a chama ardente até a ponta do cigarro, queimando a mesma e logo dando uma forte tragada.

— Pessoal, eu e a Amy vamos entrar para... — Começou Luke, chamando toda a atenção para os dois, revelando uma cena um tanto quanto fofa. Luke estava com o braço esquerdo sobre os ombros de Amy, e a mesma estava vermelha como uma pimenta.

— Estudar. — Completou ela.  — Antes da aula de hoje começar. Luke tem uma dúvida em Física Quântica.

— Física Quântica? Jurei que fosse Anatomia Humana. — Disse Calum, arrancando gargalhadas de Ashton, Tom e Georg e fazendo-me erguer as sobrancelhas.

Luke mostrou o dedo do meio para Calum e seguiu com Amy para dentro do colégio. Celeste soltou uma risada irônica e olhou para Bill por alguns segundos que ele com certeza julgou intermináveis e depois lançou um sorriso para nós.

— Nos vemos na hora da saída. — Falou a garota, pairando o olhar sobre mim. — Não saiam para comemorar sem mim e a Amy.

— Sim, senhora. — Respondi.

Depois de mais um tempo ali conversando, após Celeste seguir sozinha para o prédio, caminhamos todos para dentro com aquele monte de meninas grudadas em nós.

Não vou mentir, mas eu ficava irritado com essas garotas. Todo santo dia. Um grude que me dá diabetes só de pensar. Acho que é por isso que eu evitava gostar de alguma garota na escola. Apenas algo sem compromisso. Diversão.

E falando em diversão, hoje é o dia.

***

Eu nunca estive tão ansioso em toda a minha vida. Faltavam apenas dez minutos e eu me livraria do colegial. Das fofocas, das garotas grudentas, dos boatos e dessa maldita “popularidade”.

— Cara, nós vamos a uma casa noturna assim que sairmos daqui. — Sugeriu Calum.

Acordei do transe do relógio e o fitei com rebeldia.

— Não, senhor! Temos um racha, esqueceu? — Disse, cutucando Ashton com o cotovelo.

— É, quinhentas pratas na mão, parceiro. — Falou ele.

Batia o lápis freneticamente sobre a mesa, vendo Calum revirar os olhar e reclamar de algo, e senti alguém sentar-se ao meu lado. Virei-me e me deparei com a menina de cabelos curtos e cílios enormes sorrindo para mim.

— Ah, oi, Amy. — Disse, abrindo um sorriso amigável.

— Celeste quer que você conheça uma pessoa hoje à noite quando formos para o Night’s Club.

Arqueei uma sobrancelha e assenti com a cabeça.

— E quem é essa pessoa?

Amy apenas balançou a cabeça e seu sorriso havia mudado. Ela estava cínica. Levantou-se e pegou a cadeira que havia posto do meu lado.

Não vou mentir, mas em certas ocasiões, Amy me dava medo.

— Você vai gostar dela. — Respondeu simplesmente e saiu dali, levando a cadeira de volta para seu lugar.



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