História Enigmático - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Drama, Fic, Jimin, Mistério, Park Jimin
Exibições 47
Palavras 1.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oláaa~~

Desculpa, pessoal. Mas o capítulo de hoje é curto. É que senti necessidade de parar ali pra deixar o restante para o próximo, e eu estou com MUITO desequilíbrio psicológico e emocional.

O capítulo é só metade na vida de Hyungwoo e Ayumi, mas o próximo será maior que esse e inteiramente na vida deles.

Boa leitura!~~

Capítulo 14 - Akai ito


Fanfic / Fanfiction Enigmático - Capítulo 14 - Akai ito

            Meu corpo é dominado pela raiva, levanto-me do sofá. Começo a andar de um lado o outro, passando a mão em meus cabelos. Bufando, pensando.

—Jimin, se acalme. Isso já passou, quando a bebê nascer, ela sequer vai pensar nisso, não terá lembranças disso. — Hwang diz, sempre calma.

—Mas ela matou Somi! Não importa se foi em outra vida, ela fez isso! Vê o quanto é horrível?! — pergunto.

—Você já matou uma pessoa também. — ela diz.

            Fico surpreso por ela saber disso.

—Você matou uma criança. — ela continua dizendo — Na verdade, você a matou.

—Como? — pergunto contraindo minhas sobrancelhas. Tudo é tão confuso. — Como assim?

—Sente-se. Vamos, pare de birra. — ela ordena, agora sua voz tem autoridade.

            Resmungo, reviro os olhos e sento-me ao lado de Somi, que está quieta até então. Só agora percebo as lágrimas em seus olhos.

—Somi-ya... — digo a abraçando forte. Sinto a ponta da barriga me tocar, resmungo outra vez, tento ignorar isso. — Somi, não chore...

—Quando você tinha 12 anos, o assassino estava em nova vida, com 5 anos. Você viu e o matou. Sua alma sentiu a presença dele, e você simplesmente o matou. Acha que não sei disso, Park Jimin? — ela pergunta. — Ou então, se não foi esse motivo, por que o matou?

            Lembranças daquele domingo vem a minha cabeça.

Flashback

Eu estava animado, matando alguns pássaros. Sozinho, no quintal externo da minha antiga casa. Vi um pequeno garoto andando próximo a minha casa. Tudo dentro de mim mudou de repente, eu senti sede de acabar com aquilo, senti água na boca pra matar aquela criança, mesmo que eu também fosse uma; Não medi esforços, coloquei uma grande pedra no estilingue que acertou na cabeça do garoto; Corri sorrindo até ele.

Vi o pequeno corpo deitado de bruços, um pouco de sangue saindo de sua cabeça. Olhei para os lados, não havia ninguém que pudesse me impedir de continuar. Virei seu corpo, ele ainda estava um pouco consciente. Com os olhos semi-abertos.

Coloquei minhas duas mãos sobre o nariz e boca do pequeno menino. Seus olhos arregalaram. Suas mãos estavam fracas, e não conseguiu se defender. Vi o pânico tomar conta dele. Eu apenas sorria, contente. Ria.

Após alguns segundos, seu corpo estava ainda mais fraco. Aquele menino estava sem vida; Cheguei perto do seu ouvido.

—Esse é o preço que você paga. — sussurrei.

 

Volto ao presente, a senhora Hwang ainda me encara.

—Existia algum motivo, Park Jimin? — ela pergunta.

—Não... — admito. — Eu apenas senti vontade.

—Sim. Então a karma de vocês continuou, e por isso agora, por esse motivo, ele veio como sua filha.

—De que isso adianta? — pergunto — Eu continuo o odiando. — encaro a barriga.

—Mas vai aprender a perdoar e amar. — ela garante, então rio disso. — Você vai ver.

—Quero muito ver isso mesmo. — digo debochado. — E ele, por que matou Somi?

—Eu ainda não sei direito. Pretendo descobrir isso hoje. — ela diz levantando-se— Vamos?

—Eu não estou pronta. — diz Somi, parando de chorar. — Senhora Hwang, eu não estou com raiva da bebê — encaro-a surpreso — Ou algo do tipo, de qualquer jeito, isso já passou e ela não tem mais culpa de nada, mas sinto-me cansada com toda a situação em que estamos.

—Já está acabando, querida. — ela diz — O quebra-cabeça já está quase completo.

Somi me encara.

—Jimin... pode ir, mas eu vou continuar na sala. — ela diz, acomodando-se mais ao sofá.

—Não quer mesmo assistir? — pergunto, encaro sua barriga — É por causa dela?— pergunto incomodado.

—Não, ela não tem nada a ver com isso. — ela diz, também incomodada mas pelo meu tom.

            Resmungo. Olho para GaYeon.

—Vamos. — digo.

            Levanta-se, e então caminhamos juntos até a sala de paredes azuis. Deito-me na poltrona, começando logo todo o processo de antes.

—Agora, vamos saber de tudo desde o começo. — ela diz.

 

 

 17 anos

Sogang Business School

Apresentação dos alunos novos.

Sentado na minha mesa, com típica máscara de ‘’Estou realmente interessado nisso’’, como a maioria dos estudantes aqui. A sala é realmente grande, quer dizer, eu acho que esse espaço é o necessário para tantos alunos.

Estou aqui desde o primeiro ano do ensino médio, quando consegui aprovação do colégio através de uma prova, o que deixou meus pais extremamente orgulhosos. Bem, eu estudo bastante, quero um bom futuro. Sempre disseram sobre isso.

Mas também, eu sei me divertir. Sei ser um humano com limitações, e que precisa de descanso. E principalmente, de um tempo para assustar meus pais quando fujo sem deixar pistas, saindo para me divertir pelas ruas de Busan.

 

Bem, voltando ao assunto inicial. Aqui estou, ouvindo as apresentações dos alunos novos.

—Sua vez, Ayumi! — diz uma funcionária do colégio. Decido então, finalmente prestar atenção.

            Percebo algumas, poucas, características diferente das garotas daqui. Ayumi tem o rosto mais redondo, os olhos um pouco mais redondos e largos. Ela é realmente bonita, realmente me chamou atenção.

—Sou Kim Ayumi. — reverencia — Tenho 17 anos, meu pai é japonês e minha mãe coreana. Estive sempre tentando uma matrícula no colégio, e finalmente consegui. Espero ser bem tratada. Obrigado. — diz firme, e sem vergonha.

Sorrio. Mesmo que alguém a trate mal por ser mestiça ou novata, eu farei dela a minha garota.

           

 

Meses mais tarde

 

Eu disse, não disse? Então eu fiz.

Yumi e eu, parece que eu nasci especialmente para conhecer ela, e ela, o mesmo sobre isso. É como se, de algum modo, eu sempre estivesse com ela, eu nunca senti algo como isso. Chega a apertar.

Estamos no terraço do arranha céu em que ela mora. Sozinhos, e o horário deve beirar meia-noite. Deitados de barriga para cima, juntos. O clima está frio, mas isso não é problema já que estou abraçado com ela.

—Sabe de uma coisa? — ela pergunta e me encara.

—O que? — também a encaro.

—Sua voz é tão fofa. — dá um risinho —  Seu sotaque é meu som favorito.

            Rio também, aproximo-me e selo nossos lábios.

—O seu sotaque também é fofo, japonesa. — digo e dou agora um beijo de esquimó.

—Mas eu vivi muito tempo em Seul, é engraçado o jeito que falam aqui. — diz sorrindo.

Sorrio de volta, selo novamente nossos lábios.

Akai ito. — diz ainda encarando-me.

            Contraio as sobrancelhas.

—Eu já disse que não sei japonês. — digo, ela ri.

—Existe uma lenda que conta que quando duas pessoas são alma gêmea, existe um fio vermelho que liga as duas. Mas que é invisível a visão humana. Quando o fio é muito longo, ou seja, quando estão muito distantes, mais tristes elas são. E quando o fio é curto, mais próximas estão, mais felizes são. A minha vida era uma chatice sem você, quando você chegou o mundo ficou melhor, a visão melhorou, eu me sinto tão bem contigo. Acho que tem um akai ito entre a gente. — sorri de maneira fofa.

—Sim. — concordo — Há um akai ito entre nós. — também sorrio, pego sua mão, fria e delicada, beijo-a. — E o fio nunca será cortado.

Abraço mais forte seu corpo. Ayumi foi feita pra mim, e ninguém será capaz de nos separar.


Notas Finais


O que achou? Deixe seu comentário!

Pessoal, eu estou COGITANDO escrever uma nova fic, mas totalmente diferente dessa, teria muito drama e meio fluffy, eu não sei ainda. Estou apenas pensando na ideia, e se for fazer isso publicarei só na metade de dezembro. Não sei.

Amo muito vcs~~

Thx por acompanhar, não desistam de mim ^-^
Fighting!~~


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