História Enjo Kosai - Longfic - Momo, Sana e Mina (TWICE) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Personagens Mina, Momo, Sana
Tags Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mimo, Mina, Mina Myoui, Momo, Momo Hirai, Nayeon, Once, Samo, Sana, Sana Minatozaki, Twice, Tzuyu
Visualizações 72
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, FemmeSlash, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


2ª parte do 1º capítulo ^^

Capítulo 2 - Louca Ambição


Fanfic / Fanfiction Enjo Kosai - Longfic - Momo, Sana e Mina (TWICE) - Capítulo 2 - Louca Ambição

 

二 Louca Ambição

Sana.

— Vocês vão mesmo se mudar? — Momo pergunta, acariciando meus cabelos enquanto eu estava deitada em seu tronco. 

 Moro com minha mãe e minha irmãzinha de cinco anos, e nós sofremos tensões financeiras seríssimas. Minha mãe está com dívidas a pagar e nós para cuidar, mas ela mesma fala que não quer o "jeito mais fácil" de conseguir as coisas. Eu entendi aquela conversa – ela não queria que eu virasse uma vadiazinha que faz parte do Enjo Kosai. Quando se é uma simples estudante de 16 anos, não se pode fazer nada para ajudar seus pais com a vida adulta e financeira deles. Nem mesmo esse esquema me ajuda, pois não posso ajudar mamãe com o dinheiro que ganho nele. 

 Eu apenas assinto, mexendo fraco com a cabeça e fazendo o som "uhum". Em reação, Momo solta um suspiro. As únicas que pessoas que me ajudam a passar por essas crises é ela e Mina. Aliás, foi Mina que nos chamou para fazer parte do Enjo Kosai. Nós passamos por muitas situações pesadas quando Miho Osawa estava por aqui e quando a mesma foi para a Coreia do Sul e parece ter se estabilizado. Mas sua irmã Rio – uma garotinha de apenas 12 anos e uma amiga muito próxima – contou a mim que Miho está de volta. Talvez pior? Talvez normal? Sinceramente eu não sei. 

— Você não vai me deixar, vai? — Momo pergunta e eu rapidamente viro o meu rosto para ela.

— Que pergunta é essa, Momo? Claro que não. — digo, lhe dando um selar demorado em seus lábios. 

— Eu... te amo demais, garota. — com dificuldade para falar, sua língua invade a minha sem espera alguma. 

 Ficando por cima da garota, continuo a beija-la sem tempo para parar. Sua forma é perfeita e me abala de uma forma inimaginável. Trilho os beijos de sua boca até o seu pescoço, dando mordiscadas e chupões, tirando belos gemidos de minha garota. Continuo os beijos e mordidas até seus peitos, chupando os bicos claros e rijos de Momo. Sentia suas delicadas mãos em minha cabeça, pressionando minhas investidas em seu corpo, enquanto a outra estava em meu ombro, o dando algumas arranhadas.

 Retiro os lençóis por estarem atrapalhando e continuo o meu trabalho, dando beijos em sua barriga até chegar na monte de vênus e um pouco mais abaixo, na parte mais sensível da garota e favorita por mim. Abro com firmeza e rapidez as pernas da garota, com que ela desse um gritinho agudo.

— Gosto tanto quando age assim. — diz, sorrindo travesso.

— Gosta, é? — a provoco.

 Redireciono o meu olhar até os lábios vaginais da garota, os quais abri e dei minha primeira lambida em toda a vulva, fazendo com que a garota se contorcesse toda. Dou uma risadinha e continuo a chupar os lábios da garota e puxar seu clitóris, deixando-a à mercê de sua própria loucura.

 Momo estava totalmente lubrificada de excitação, o que me deixou também no mesmo estado. Suas mãos pressionavam minha cabeça, puxando com certa força meus fios escuros –  mas não que eu me importasse –, pedindo para que eu fosse com mais pressa e vontade no oral. 

 Não demorou até para Momo se desfazer, tão doce e perfeita, como sempre foi. Me deitei ao seu lado novamente, virada para ela e fixei meu olhar, o que a deixou fortemente ruborizada.

— Eu também te amo, Momo. Seja lá o que aconteça, dependemos uma da outra. 

| ... |

 Com a chuva piorando lá fora, fecho o guarda-chuva imediatamente, já que mamãe é muito supersticiosa e acha que guarda-chuva aberto dentro de casa dá azar. Arrumando alguns fios de cabelo em meu rosto, tiro meus sapatos e coloco minhas pantufinhas brancas. Vejo minha irmãzinha vindo em minha direção e pulando em meu colo. 

— Ah, sua sapequinha — brinco, fazendo cócegas na garota. — Ei, você está mais pesada que o de costume. Andou comendo o quê, pestinha?

— Muito sushi — ela responde rindo eufórica pelas cosquinhas. — Ei, a mamãe foi trabalhar e te deixou um bilhete. 

— Onde, Yumi? — pergunto, colocando a menininha no chão. 

 Ela aponta para a cozinha e logo sobe às escadas, provavelmente voltando ao seu quarto. Vou até a geladeira e vejo o bilhete amarelo que minha mãe deixou:

 "Sana, meu amor, a mamãe vai ter que trabalhar o dia inteiro. Por favor, fique com a Yumi, a alimente, lhe dê banho e nunca se esqueça de fechar as janelas quando forem dormir, sabe bem o que acontece de madrugada. Durma ao lado dela, pois sabe que ela também tem pesadelos. Amo vocês e não demorarei."  

 Yumi foi tratada com uma doença a qual ela acorda sempre de madrugada, anda pela casa, fala algumas coisas desconexas e é como se estivesse acordada, agindo normalmente – sim, ela é sonâmbula. Mamãe tem total certeza que numa dessas noites, caso a janela fique aberta, Yumi irá pular dela e a altura do 2º andar ao chão é relativamente alta. Isso me preocupa, ela é uma menininha muito pequena. 

 Agora que estamos sozinhas aqui nessa casa, não vou poder sair à noite para me encontrar com homens naqueles lugares de karaokê, restaurantes etc, mas nada que seja um incômodo pra mim. O dinheiro que eu arrecado e todas as joias que eu ganho acabam por serem guardadas no apê que é como um esconderijo de nós três – Momo, Mina e eu.

 Yumi volta com uma máscara comicamente engraçada, o que me tira risadas. A sapequinha se senta no sofá da sala e me chama. 

— Ei, o seu celular tá tocando. — ela avisa, o pegando dentro da minha bolsa.

— Não, Yumi, deixa que eu pego.

 Eu tinha medo de a garotinha ver coisas que não deveriam ser vistas e mesmo que ela só tenha cinco anos e não saiba direito das coisas, ela é muito esperta e acabaria contando e perguntando à mamãe por curiosidade. Seria um fim desastroso para mim.

 Eu a alcancei, peguei minha bolsa e segurei, com o celular já em meu ouvido. 

— Alô? — ouço um choro desesperado do outro lado da linha. — Rio?

Mina.

  Sábado, absolutamente nada para fazer, entediada em minha cama, observo meu teto com algumas estrelinhas. Sem vontade alguma de ficar por aqui, me levanto e vou ao quarto de minha mãe, o abrindo vagarosamente e a encontrando deitada olhando um retrato. Bato na porta para ela não ficar surpresa.

— Oi, mamãe — ela sorriu. — Posso entrar?

— Claro, querida.

 Entro calmamente no cômodo e vou em sua direção, engatinhando na cama e me deitando ao seu lado. Observo mamãe ainda olhando o retrato da família – papai, ela e eu. Faço um carinho suave em seu cabelo enquanto a mesma passava o dedo polegar onde meu pai estava na foto. 

— Seu pai era tão bom — ela comenta, colocando o porta-retrato no criado-mudo. — Amanhã fará sete anos que ele morreu. 

— Eu também amava o papai — digo, baixinho. — Ele está bem lá em cima agora, feliz em saber que estamos bem.

— Sim, está, meu amor. — ela diz, me abraçando. 

 Meu pai morreu há sete anos de um câncer no pulmão e eu tinha nove anos quando isso aconteceu. Dói saber que aquele que você mais ama e que cuidou de você com tanto amor se foi de uma maneira horrível. Papai era policial e me defendia, colocando medo em alguns garotos da escola e eu achava aquilo o máximo. Agora ele não está mais aqui para me defender desses velhos tarados. 

 Sinto minha blusa úmida e percebo que mamãe desabara em lágrimas. Eu apenas a abracei mais forte. 

| ... | 

 Mais uma noite praticando o Enjo Kosai, mamãe estava na sala de estar assistindo a um filme qualquer e me despedi, dizendo que não demoraria muito a voltar. Ela apenas assentiu e saí. Liguei para Momo e Sana, mas nenhuma me atendeu. Hm, muito estranho. Saio pelas ruas movimentadas e levo alguns sustos com alguns homens embriagados, mas não que isso deveras me desse medo. 

 Entro num restaurante no centro da cidade e me sento numa mesa vazia, esperando meu cliente chegar. E a espera não foi um problema, pois logo ele estava ali, em minha frente. 

 O homem tinha uma estatura baixa, gordinho e com óculos de grau. Sorria fraco e não conseguia me encarar, suas bochechas estavam totalmente rosadas. 

— Olá — dou um sorriso simpático e logo ele me olha com grande dificuldade. — Tudo bem?

— S-Sim. — ele gagueja bastante.

— O que quer que façamos? E quanto me dará por isso? — pergunto, esse era o meu modo de trabalho eficaz.

— V-Vo-Você só tem que conversar aqui, comigo. Eu posso lhe dar ¥7080 e algumas joias raras que eu tenho de minha esposa. — ele diz, me olhando.

— Você é casado? — pergunto, curiosa.

— S-Sim — ele diz, envergonhado. — Você tem quantos anos? 

— Dezesseis, e você? — pergunto, observando seu terno.

— Quarenta. — diz.

— Você é advogado? — pergunto, pegando meu hashi e comendo meu arroz. 

— Sim, sou. Por que trabalha nisso? — paro de comer e o observo.

— Está aqui para me julgar? Pois é hipocrisia você querer ter um relacionamento auxiliado com uma garota e julga-la por fazer esse tipo de coisa. — digo, curta e grossa.

— N-Não, estou pergunta pois estou curioso mesmo. Ah, a propósito, meu nome é Mitsuru. — ele me reverencia.

— Sou Mina — abaixo a cabeça em cumprimento. — Vou responder a sua pergunta — digo, bebericando minha bebida. — Faço isso por gosto, apenas. Não tem um motivo financeiro ou algo do tipo.

— Sério? Você deve ser muito gananciosa por gostar disso por simplesmente... gostar. — ele pega seu hashi e começa a saborear a comida.

 Fito Mitsuru e sim, ele estava certíssimo. Faço isso por ser gananciosa, gosto de me estar no comando. E mesmo que eu tenha aprendido sobre os pecados e suas consequências, continuo tendo uma louca ambição sobre tudo.


Notas Finais


por favor, favoritem e digam oq acharam ✨


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