História Enquanto eu te esquecia - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Aurora de Martel, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Enzo, Hayley Marshall, Josette "Josie" Saltzman, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lilian "Lily" Salvatore, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Daroline, Delena, Klaroline, Stelena
Visualizações 88
Palavras 1.684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura!

Capítulo 2 - Construindo um castelo de areia


Fanfic / Fanfiction Enquanto eu te esquecia - Capítulo 2 - Construindo um castelo de areia


Dallas, Texas

— Como ela está? — Damon virou-se e viu o Stefan em pé na porta.
— Dormindo.
— Só queria dar mais uma passadinha aqui antes de voltar.
— Fico feliz que tenha vindo. 
— Damon, eu queria… — Ele fez uma pausa e depois acrescentou: — Bom, eu e Elena… Eu a amo Damon. Eu tentei viver sem ela, tentei deixar o caminho livre para vo... você
— Vão se casar! Fico feliz. Por duas vezes eu pensei que poderia conquistá-la honestamente. Na primeira vez ela não me quis. Na segunda eu falhei com ela foi melhor assim. Não era amor!
— Então você ama Caroline? pretende manipulá-la para esquecer Klaus? 
— O que? Por que de repente todos querem me manter no controle?
— Caroline sofreu uma lesão cerebral séria, Ela não pode não ver os danos, que Klaus causou na vida dela. — Damon suspirou e depois acrescentou: — Eu posso dar para ela uma vida melhor, uma família feliz. Você viu Liv? Ela é linda e é minha filha. 
— Claro. É que as gêmeas não são. e elas sabem. 
— Você precisa saber que contar para Caroline que as gêmeas não são minhas filhas está fora de cogitação.
— Elas amam o pai delas Damon. E ele tem direitos sobre elas. 
— EU SOU O PAI DELAS. — rugiu Damon  — Eu as vi nascer, sabe quando Lizzie e Josie nasceram convenci Caroline contar a ele. Mas ele a rejeitou antes que ela pudesse confessar. Então, Bill descobriu as gêmeas e começou a investigar. Por medo que ele descobrisse que as meninas eram supostamente fruto do incesto. Eu e ela registramos as crianças como minha. Elas são minhas filhas legalmente. — afirmou, balançando os ombros. O medo de perder as únicas pessoas que lhe restavam exalavam em seus olhos. — Eu as amos, Stefan!
—  Ela pode recuperar a memória?  —  perguntou Stefan com uma voz terna.
— Não, de acordo com o neurocirurgião. Devido ao sangramento e a variação de pressão que ocorreu no seu cérebro o máximo que ela terá é flash. Mas, jamais lembrará. Assim, poderei dar a ela uma vida feliz.
— Se é o que você quer estarei aqui com você para não deixar os Mikaelson se aproximarem da sua família! — disse Stefan, abraçando-o Damon com força. Embora muitas vezes não admitisse, Stefan amava muito o irmão mais velho.

Quando retornaram à suíte, os nervos de Caroline haviam atingido um estado crítico. Já que Lily dormiria com as gêmeas e Stefan no quarto de hóspedes, a forçando a dividir o quarto com Damon. O abajur lançava uma luz aconchegante sobre a cama. Uma cama que ela agora iria compartilhar com seu quase marido. A proximidade de passar uma noite com ele provocou uma terrível reação. Seu coração saltava sem rumo no peito e ela mal conseguia manter o ritmo da respiração. Poderia fazer aquilo? Não sabia nem mesmo em que lado da cama deveria se deitar. Como se estivesse lendo seus pensamentos, Damon sorriu.
— Você costuma dormir aqui. — Ele indicou o lado da cama. — Embora possamos trocar, se isso lhe deixar mais confortável.
Apenas camas separadas a deixaria mais confortável naquele momento. Ou, de preferência, quartos separados. Ela se forçou a olhá-lo diretamente nos olhos
— Não, assim está bem. Se é como sempre foi. — O sorriso de Damon se congelou antes que ele esboçasse uma resposta.
— Care. — O toque do telefone celular o interrompeu. Ele verificou a identificação da chamada. — Com licença. Preciso atender. Pode levar algum tempo.
Caroline o olhou sair do quarto, com uma voz murmurante que desapareceu após ele ter passado pela porta. Ela foi ao closet e pegou uma camisola vermelha em uma gaveta. Com mais pressa do que cuidado, tirou as roupas e vestiu a camisola. Era uma peça leve, com uma faixa que lhe envolvia a cintura com suavidade. Passou as mãos pelo tecido. A simples idéia de que Damon fizesse o mesmo a deixou sem fôlego e bastante preocupada. O que estava errado com ela? Eles já tinham três filhos, são noivos e iriam casar. Em sua mente, reagia como a virgem amedrontada, que ela lembrava ainda ser. Mas, seu corpo dava respostas muito diferentes ao toque de Damon. Balançou a cabeça e foi ao banheiro. Todos os eventos do dia só a deixaram mais confusa. Ela estava exausta. De repente, aquela cama enorme ficará muito convidativa.
Vendo seu reflexo no espelho do banheiro, Caroline pensou se não deveria ter escolhido uma simples camiseta para dormir. As alças que pendiam de seus ombros davam-lhe uma impressão de fragilidade, luxúria. Ela deu um suspiro de frustração. Estava ficando louca e tinha que parar com aquilo.
Sentou-se na penteadeira e pegou uma escova, penteando os cabelos com força, como uma forma de autopunição.
Um movimento na porta deteve sua mão. Damon entrou e pegou a escova.
— Está tentando arrancá-los… Os cabelos? — foi a censura gentil que ele pronunciou ao encarregar-se com cuidado da operação. — Achei que estaria na cama — prosseguiu, encontrando os olhos dela no espelho.
Então havia percebido seu medo? Ele a conhecia melhor do que ela pensava, mas, afinal, tinha mesmo que conhecer. Até mesmo melhor do que ela própria se conhecia. Lágrimas começaram a escorrer dos olhos de Caroline.
Damon interrompeu a escovação, pondo as mãos os ombros dela.
— Caroline?
Ela desviou os olhos dele e enxugou a umidade do rosto:
— Estou bem. É só o cansaço.
— Eu entendo. Foi um longo dia. Para nossa família. — Ele a ajudou a levantar-se. — Vá para a cama. Estarei com você em um minuto.
Ela não podia determinar se sentia alívio por ele não ir deitar-se com ela naquele instante.
— E você, também não está cansado? — perguntou.
— Sim, mas tenho que resolver algumas coisas. Trabalho atrasados. 
Ao ouvir o som da porta se fechando, respirou aliviada, tentou não pensar em mais nada para poder dormir. Não pensar, sobretudo, no quanto estava perdida, atordoada, e só.
Sentado em seu escritório, Damon constatou que precisava esquecer Elena o mais rápido possível, Agarrou nos processos que o sócio havia mandado e dirigiu-se até ao minibar para servir um whisky. 
— Você não vai dormir? Está tudo bem? — disse Caroline, hesitante ao romper o silêncio.
— Não, fiquei preso em alguns processos complicados! Está sem sono?
—Fiquei acostumada a barulhos noturnos no hospital. Na verdade, o que me despertou foi o silêncio. E, depois disso, ouvi Liv.
— Está acordada?
— Está tudo bem. A coloquei para dormir novamente. Eu comecei a pensar em algumas coisas e cheguei à conclusão que, por mais amedrontador que pareça, eu preciso retomar alguma normalidade cotidiana. Não posso voltar no tempo e ver o que aconteceu, mas também não posso ficar parada esperando um raio de iluminação.
Isso vai me deixar louca. Tudo à minha volta parece novo e, ao mesmo tempo, familiar, algumas vezes. Até mesmo você neste escritório.
Damon fechou os olhos, Sim, foi nesse escritório que eles haviam se beijado pela primeira vez. Naquele mesmo instante, caíram no chão e transaram mais de uma vez
Caroline era companhia perfeita para o mundo que queria construir.
— Pode me fazer um favor? — A voz de dela surgiu em meio às suas divagações.
— Claro.
— Pode me falar um pouco sobre nós?
— Como o quê?
— sobre nós dois, nosso relacionamento… gravidez, nossa… prim.. primeira vez.
— Bom, nos beijamos pela primeira vez em frente ao Mystic Grill.
A lembrança colocou um sorriso em seu rosto. Isso era algo que Caroline lembrava.
— Não é justo, disso eu me lembrava. Foi aos meus 16 anos.
— Liz pirou. Eu já tinha 19 anos, passei uma noite preso por sua causa.
— Ela era muito ciumenta. 
— sim, demais. — Ele afirmou.
— você foi meu primeiro?
— Sim. Primeiro e único. — Damon sentiu uma pontada de culpa por mentir para ela.
Seus olhos se arregalaram com a resposta de Damon.
— E Tyler, o que houve com ele?
— terminaram, no verão. Alguns dias depois ele apareceu com uma namorada nova de Louisiana. 
Ela fez um ar de surpresa, claramente ultrajada.
— Aquele idiota me traiu?
— Já é tarde. Acho melhor você dormir.
— Eu disse algo errado? — perguntou-lhe com o olhar confuso. — Se o incomoda falar sobre sua ex, podemos mudar de assunto.
— Você não disse nada de errado. É que foi um longo dia. Talvez seja eu quem esteja cansado.
— Desculpe, estou sendo muito egoísta. Eu nem levei em consideração como está sendo difícil para você. — ela disse. 
O que o fez sentir mais culpa ainda.
— Tenho certeza que me sentirei melhor depois de uma boa noite de sono. Pode ir. Vou dormir aqui mesmo no escritório
— Tem certeza? Posso ficar no nosso quarto, se você quiser.
Mas ele não ia discutir.
— Estarei bem aqui. — garantiu.
— Obrigada.
— Pelo quê?
— Por contar essas coisas sobre mim. Apesar de ainda não saber nada sobre nós. Você me fez sentir um pouco menos perdida. Mesmo não tendo sido exatamente o que eu esperava.
— De nada — respondeu, inclinando-se para beijar-lhe a testa. — até amanhã.

Manhattan, Nova York

Klaus jogou a caneta Montblanc sobre a mesa, displicentemente, sem se importar que era um objeto de edição limitada. Afastou a cadeira de modo brusco. Não conseguia pensar direito naquele dia, e sabia bem qual era o motivo.
— Como ousa mentir para mim, Aurora. 
— Eu não menti, não vê que Elijah está mentindo
— Boa tentativa, mas não vai funcionar. Até porque eu tenho provas, provas verdadeiras. — Elijah disse.
Para sua surpresa, Lucien estava ali.
— Achei você amor! Você imaginava mesmo que iria ficar longe do meu filho só porque e Tristan decidiram?  — Falou encostado no batente da porta
— Ora! Como ousa fazer isso comigo Aurora. Você tirou tudo de mim. Minhas filhas, Caroline.
Furioso, ele levantou a mão para ela. Mas uma voz o interrompeu:
— Acho melhor não fazer isso, irmão.
— Klaus, eu... — Ela tentou dizer. Ele a encarou com um olhar intenso.
— Fora da minha casa Aurora .— Ela lhe deu um olhar fulminante. 
— Está tudo bem irmão! Acabou. — Elijah disse gentilmente. — Está na hora de procurar sua família irmão.
Klaus não respondeu. Talvez, se o ignorasse, Elijah fosse embora. Porém, não teve sorte.
— Imagino que não deixará se passar mais cinco anos de vantagem para o Salvatore. — ele disse secamente.
— Claro que não — respondeu — Damon Salvatore, não sabe o que lhe aguarda!


 


Notas Finais


Gente, então? gostaram? Odiaram? Querem mais Stefan e Elijah ?


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