História Enquanto eu te esquecia - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Aurora de Martel, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Enzo, Hayley Marshall, Josette "Josie" Saltzman, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lilian "Lily" Salvatore, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Daroline, Delena, Klaroline, Stelena
Visualizações 67
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem mais cedo eu postei o capitulo errado. Bom, agora esta consertado.
Beijinhos

Capítulo 3 - Lembranças de uma vida passada.


Fanfic / Fanfiction Enquanto eu te esquecia - Capítulo 3 - Lembranças de uma vida passada.



Enquanto tentava relaxar para dormir, refez a imagem dos dois. Damon e ela juntos na tela, duas pessoas que se amavam. Lembrou-se da sensação das costas dele sob suas mãos, como ela o tinha acariciado, respirando seu perfume. 

Dallas, 28 de Dezembro de 2012

O quarto estava lotado de visitas, Damon, Bonnie, Jeremy , Stefan, Elena e até mesmo Rebekah Mikaelson outras aguardavam no corredor para ter a chance de conhecer as Gemêas.
Caroline estava exausta, mas eufórica.
Damon inclinou o corpo e sussurrou no ouvido dela:
— Elas são linda Care! — Damon, falou orgulhoso — Elas tem seus olhos — acrescentou.
— modéstia parte puxou a mãe — disse ela com suavidade.
— modéstia, não é seu forte Miss Mystic ? — Damon falou e ela sorriu.
— Eu amo vocês! 
— Eu acho que elas puxaram um pouco para a titia — disse Rebekah 
 
Tantas lembranças dela e de Damon embaçadas. Elas se apinhavam e se lançavam na mente de Caroline como cardumes de peixes, vindo, indo, escorregadias demais para serem retidas por muito tempo para mostrar para a menina como tinha sido entre elas, como tinham sido uma família de verdade, como tinham se amado.


Dallas, 28 de Dezembro de 2013

Ele dava beijos no pescoço dela fazendo com que ela tivesse arrepios da cabeça ao dedinho do pé. 
— As crianças podem acordar!
— calma, Care!  elas estão cansadas provavelmente só irão acordar amanhã. 
Caroline o empurrou para o sofá e deu um beijo que desceu aquele peitoral nu. Eles queriam muito aquilo já não suportavam de excitação trocavam carícias por todo o corpo, cegos de desejo ele a agarrou e colocou-a em cima dele passando as mãos em suas coxas e a pressionando contra seu corpo fazendo-a sentir seu membro latejar de desejo.
—Isso está errado, Damon!— Eles não conseguiam suportar mais. Ele afastou a lingerie dela para o lado ela sentiu o membro dele a penetrar com delicadeza e depois foi ficando mais acelerado.
— Isso é errado muito errado! — murmurou novamente
—Quer que eu pare? —perguntou Damon.
—Quero que pare agora mesmo —gemeu. Damon ignorou o fraco protesto. Deslizou a boca pelo pescoço de Caroline e acariciou sua orelha com a língua. Então se levantou, carregando-a com ele jogou tudo que havia na mesa de Carvalho 
 A cada movimento ela se segurava ao máximo para não gritar e acabar acordando as gêmeas. Mas, ficava cada vez mais difícil...


Dallas, Texas. Atualmente.

— Mãe! Pare! Faça isso parar! Mamãe! Caroline foi impulsionada para fora da cama e caminhava rapido, cegamente, pelo corredor, antes de acordar direito, com a boca seca, a cabeça atrapalhada pelos sonhos interrompidos.
Quem era? Lizzie, Josie? Os gritos histéricos vinham do quarto das gêmeas. Caroline empurrou a porta. No escuro, ela só identificou a silhueta revirando na cama e gritando.
— Tira! Tira! Os olhos de Caroline se ajustaram o suficiente para ver o abajur em cima da prateleira, ao lado da cama de Lizzie. Ela acendeu.
Os olhos de Lizzie estavam fechados, seu rosto estava contorcido. Ela estava enrolada nos lençóis, com o travesseiro no peito. Ela batia nele.
— Tira!
Caroline tirou o travesseiro e se sentou na cama, ao lado dela. — É só um sonho, querida — disse ela. — É só um sonho. A julgar por seus próprios pesadelos, ela sabia que o coração de Lizzie estaria disparado, sabia como a voz do mundo real lentamente se infiltraria no sonho e o faria desaparecer.
Os olhos de Lizzie se abriram, e ela se atirou em Caroline, jogando a cabeça dolorosamente contra suas costelas, agarrando-a com força.
— Mamãe, tira isso da Josie! Tire isso dela! — ela dizia, chorando. 
— Foi só um sonho — disse Caroline, afagando as mechas suadas dos cabelos de Lizzie, afastando-as da testa. — Eu juro que foi só um sonho ruim.
— Mas, mamãe, você precisa tirar isso dela! Tira isso da Josie. 
— Tirar o que dela? Lizzie não respondeu. Suas mãos se afrouxaram e sua respiração começou a desacelerar. Ela se acomodou mais confortavelmente no colo de Caroline.
Estaria adormecendo outra vez? — Tirar o que dela? — sussurrou Caroline. — Foi só um sonho — disse Lizzie, sonolenta.
—Bom dia, Caroline — A voz de Damon  invadiu seus pensamentos.
— Eu reconheço estes lençóis. Nós o escolhemos juntos? 
— Sim, nós o escolhemos, Aliás tudo nessa casa!
— Eu sei — ela disse, hesitando ainda um pouco.
Damon não disse nada em seguida, mas Caroline notou a tensão em seus ombros e em sua fronte. Ele teve que se recompor para confirmar:
— Isso é ótimo. Você está fazendo progressos. 
— Lembrei também da nossa primeira vez, no escritório, diga-me Damon. — exclamou aborrecida —  Porque não me contou que não era o pai das gêmeas? Aliás, quem é o pai biológico delas?
A surpresa emergiu por um átimo no olhar dele.
— Caroline...Care! Meu Deus!
— comece! — disse ela suavemente, pensando por que motivo ele poderia ter para não a ter contado a verdade.
— Não é fácil. —exclamou ele— podemos, é.. conversar no escritório. Ainda é muito cedo, para as meninas acordarem. — Ele franziu as sobrancelhas.
Ele abriu mais a porta do escritório e Caroline entrou.
— Eu… não sei por onde começar. Mas, eu tive motivos! Antes que me julgue. Em toda nossa vida, é  primeira vez que omito algo de você. Acredite!
Caroline respirou fundo.
— É bem difícil acreditar.
— Eu sei. — indagou ele.
— O nome dele é Klaus Mikaelson — Damon fez uma pausa. — Ele… era seu marido.
— Ele é irmão da …
— Rebekah. ― completou ela rapidamente.
— Assim como seu irmão também.
— O que você está me dizendo que, as minhas filhas são frutos de incesto? Como Rebekah poderia ser minha irmã? Essa a história está estranha.
Damon observou o movimento breve e brusco da mão dela. Parecia nervosa, pensou. Muito nervosa. 
— Preciso que sente. E tenha calma.
Horas depois, de portas trancadas ambos se entreolharam. Caroline ouvia a última mensagem que havia deixado a Damon antes do acidente.
— Você está bem? — perguntou ele dando-lhe uma olhada. — Eu queria poupá-la dessa dor.
— Eu estou bem. — Mas ela não estava bem. Sentia corpo inerte, como poderia uma pessoa ser tão fria, como se deixou levar por alguém tão manipulador
Caroline olhou à sua volta..
— Eu vou buscar o café para você — disse ele.
— Eu adoraria um café! — respondeu ela na mesma hora. 
Ela pegou o café que ele ofereceu com a mão ameaçando tremer, devido ao nervosismo
— Foi uma noite e tanto, não foi? — perguntou ele, tomando um gole de café. Caroline apenas balançou a cabeça com descrença.
— Obrigada. Damon?
— Sim.
— Você me ama?
— Muito!
Isso era uma loucura, pensou Damon, enquanto observava seu sorriso congelado e pouco familiar, e seus movimentos cerimoniosos.
— você me perdoa? — perguntou ele, educadamente.
— Oh! — Caroline exclamou — preciso de um tempo. Se não se importa sairei um pouco. Ainda me lembro como dirigir.
— Tudo bem!
 
Caroline havia parado em um café, muito familiar às suas poucas memórias. Certa de que uma xícara de chocolate quente a ajudaria a relaxar, solicitou ao garçom.
Havia começado a chover, e as gotas executavam uma sinfonia melancólica nas vidraças da pequeno estabelecimento.
— Que surpresa agradável. 
— Eu o conheço? — perguntou.
— Nik. 
Nik era cerca de quatro ou cinco centímetros mais alto que Damon,possuía os mesmos olhos cinzentos e os cabelos loiros e encaracolados. O olhar penetrante sugeria uma personalidade forte.
— Será que posso sentar? — Ele apontou ao assento.
— Desculpe, não acho uma boa idéia.
Nik sentou-se a ignorando e pediu o cardápio ao garçom
— Será que você poderia me dar licença — Caroline disparou, irritada com a postura arrogante do sujeito. Não se deixaria intimidar.
— Há muitas mesas vagas aqui — Caroline sugeriu.
— Você frequenta muito este lugar? — perguntou-sem rodeios.
— Não que eu me lembre.
— Você é casada?
— Praticamente.
— Que bom, que é apenas praticamente. — Havia um brilho divertido nos olhos cinzentos.
Caroline levantou uma sobrancelha.
— Não é do tipo que hesita em saciar a própria curiosidade, é?
— Normalmente não hesito diante de nada. Você não lembra de mim?


Notas Finais


quem será o desconhecido. Palpites?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...