História Enquanto Você Dormia - Capítulo 27


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


FINAIS!!!

obs: capítulo + 18

Capítulo 27 - Chapter Twenty Six


Fanfic / Fanfiction Enquanto Você Dormia - Capítulo 27 - Chapter Twenty Six

Alice Olioti

Havia perdido ás contas de quantos copos de vodca Igor havia tomado essa noite. Ele estava com seus olhos fixos em mim e Júlio que dançávamos entrosadamente enquanto colocávamos o papo em dia. Júlio disse que sentia muito a minha falta e que ainda tinha um pouco de sentimento guardado dentro de si. 

- Estou bem feliz por você ter voltado, Ali. - alisou meu rosto, colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha e foi se aproximando. Eu não queria isso. Júlio é comprometido. Estava errado, mas ele me segurava tão firme que eu não conseguia me soltar. 

Júlio se aproximava aos poucos, eu tentava me soltar mas era quase que impossível. Dou um passo pra trás e sinto meu celular vibrar. 

Salva pelo bendito celular. 

- Júlio preciso ver o que é. - digo. 

- Corta essa, Ali. Depois você ver quem é. - alisou me rosto novamente. 

- Não, Júlio. Eu preciso. Deve ser importante. - repito. Júlio rola os olhos, engole em seco e me solta. 

Murmuro um agradecimento, ajeito a bolsa e tomo uma certa distância de Júlio. Sento no chão, próximo ao banheiro, pego meu celular, desbloqueio o mesmo e vejo o nome ''Igão Underground'' brilhar na tela. 

Estremeço. 

Eu penso três vezes antes de abrir a mensagem dele. Os meus dedos passeavam sobre a tela, na expectativa de clicar na aba da mensagem e ver o que tinha escrito. O medo me dominava, mas ao mesmo tempo a curiosidade também. 

Esqueço o medo, deixando a curiosidade falar mais alto. Remexo meu dedo polegar e abro as mensagens de Igor.

Whatsapp On.

Igão Underground: é q quando eu falo com você, eu me sinto tão bem

Igão Underground: é como se existisse só a gente

Igão Underground: e o som da sua risada, o jeito como você da risada 

Igão Underground: me faz perceber que CARALHOOO ce é a unica pessoa q me completa

Igão Underground: amo sua voz, a cor só teu olho, amo qnd vc me olha de lado, quando fica com vergonha

Igão Underground: e quando vc gargalha de rir, meu deus é tipo o céu

Alice Olioti: Eu sei que você vai se arrepender disso amanhã!

Igão Underground: se vc me ouvisse ou percebesse que eu ainda te amo, não tinha necessidade de enviar essa mensagem bêbado pra vc

Alice Olioti: Igor... você tá mal pra caralho! Quer ir pra casa? Eu posso te levar. 

Igão Underground: estou bem, bem pra caralho. mas com você eu topo ir pra qualquer lugar!

Whatsapp of. 

Sorrio. Travo meu celular e olho a tela de bloqueio, sorrindo boba. Era uma foto de Igor e Helena. Não podia negar o quanto o amava. Nem pra ele, nem pra mim e nem pra ninguém. Guardo meu celular dentro da bolsa. Me levanto, desamasso meu vestido e saio rumo ao bar a procura de Igor. 

Passo praticamente me esmagando entre as pessoas que dançavam euforicamente um funk qualquer que tocava - tinha dedo do Pedro nisso, certeza. -, paro no meio do caminho e tiro os sapatos de salto alto. As luzes neon piscava sem parar, as pessoas dançavam com vontade, enquanto outras estavam comendo e bebendo por ai. 

Avisto Pedro que estava com Suellen, Dayane, Laura, Clara e Belle. Ando depressa até os seis. 

- Viram o Igor? - perguntei. Passo a mão na minha testa e seco a umidade que estava na mesma. 

- Hmmmm... Quer saber do Igor, danadinha? - Laura riu e cutucou Belle. 

Rolo os olhos. 

- Nada disso, Laura. - digo. - Eu só vou levar-ló pra casa. 

- Agora? - Pedro arregalou os olhos. 

- Agora. Urgente, Pedro Guilherme. - respondo-o. - O seu primo deu PT. 

Belle estica seu braço, levanta as mangas de seu vestido e olha no seu relógio de pulso. 

- Já? - entorta seus lábios e ajeita a manga do vestido. 

- Sim. - dou-lhe uma resposta curta. 

O silêncio se forma. Eu passo meus olhos em todos os cantos do salão, no intuito de achar Igão. 

- Se for o Igor, ele tá lá no bar. Na parte de cima. - Cazzle, irmã mais nova do Júlio e da Day, surge. - Ele ficou cabisbaixo quando viu você com meu irmão e bebeu todas. - deu um gole no liquido que estava no seu copo. - É melhor você ir lá logo. 

Reviro meus olhos. Nossa, que pirralha entrometida! 

- Ei, que isso ai pirra? - Júlio aparece. Deu-lhe um tapa da cabeça e tomou o copo das mãos da irmã, cheirando o mesmo. - Quem te deu cerveja?

- Devolve meu copo, Júlio César. - bateu pé. 

Júlio riu e entregou o copo. 

- Se você der PT, não te levo pra casa. Nem a Day, nem ninguém. - disse e a irmã saiu batendo pé e bufando. Olhou-a se distanciando, balançou sua cabeça negativamente e desviou seu olhar pra mim. - Nós podemos conversar agora?

- Não, Júlio. Eu estou indo atrás do Igor. - sua expressão muda. Sorrio internamente. - É melhor você ir cuidar da sua irmã e da língua dela. 

Viro-me de costa e sinto os meus cabelos baterem na minha cara da brutalidade em que virei. Vou me distanciando aos poucos, e ouço o pessoal caçoar Júlio em uníssono: uuuuh!

O espaço desse lado do salão estava mais aberto. Avisto a escada e corro em direção a ela, subo a mesma apressadamente e vou até o bar. Vejo Igor de costas, conversando com o barman que assim que me ver se aproximando, se afasta de Igor. 

- Igor? - ponho a mão no seu ombro. 

Ele se vira pra mim com os olhos marejados. 

- Você veio mesmo atrás de mim? - passou a manga do paletó nos olhos. 

Tiro minhas mãos de seu ombro, as colocando em cima das suas mãos que estavam sob suas pernas. 

- Eu disse que viria. - sorrio. - Uma Olioti cumpre promessas. - Igor riu. Franzi meu cenho. - O que foi?

- Nem todas, Alice. Nem todas... - abaixou a cabeça. - Você prometeu me amar pra semp...

Levo meu dedo indicador até seus lábios, me abaixo e sorrio pra ele. 

- Esquece, Igor. - acarinho sua mão. - Vamos pra casa. Você bebeu demais!

Ele assente meio cabisbaixo. Me levanto, levanto Igor e passo seus braços em volta do meu pescoço, descendo as escadas com uma certa dificuldade por causa do seu peso. 

....

Abro a porta do quarto de Igor e adentro com o mesmo com seus braços no meu pescoço. Empurro a porta com o pé, a fechando. Ando até sua cama, coloco-o sentado e começo a desabotoar seu paletó. 

- Polícia! - Igor gritou. Seguro o riso. - Polícia, me ajude! Estou sofrendo uma tentativa de abuso pela minha ex namorada. 

Dou-lhe um tapa fraco na cabeça. 

- Cala a boca. Eu estou te ajudando a desabotoar o paletó, já que você não consegue nem ficar de pé sem dar, no mínimo, quatro tropeços. - digo ainda segurando o riso. 

- Aliceeeee... - prolongou o ''e'' e fez um biquinho que nem criança mimada. 

- É o que Igor? - o respondo sem olhar-ló, continuando a desabotoar seu paletó. 

- Você me ama? - fez uma voz chorosa. 

- Sim, Igor. Eu te amo. - ouço ele sorrir. 

Desabotoei seu paletó por completo. Desfaço sua gravata, desabotoei sua camisa social e o levanto. Passei seus braços em volta do meu pescoço e o levo até o banheiro. 

- Vai tomar um banho. - digo o empurrando pra dentro do boxe. 

- Com você ai? - me olhou rindo. 

Rolos os olhos, arqueio as sobrancelhas e cruzo os braços. 

- Não há nada ai que eu não tenha visto. - abro uma gaveta, pego uma toalha branca e jogo em sua direção.  - Vai, vai. - empurrei-o pra dentro do boxe e fechei a porta. 

Respiro fundo. Ponho a mão na cintura, fecho meus olhos e abro um sorriso rápido. Ouço o som da água caindo, abro meus olhos e vejo a calça do paletó pendurada na porta do boxe, a pego e saio do banheiro, fechando a porta. Arrumo perfeitamente suas roupas e coloco num canto qualquer da cama. Enquanto Igor tomava banho, me despi do meu vestido preto e peguei um de seus casaco da Adidas dentro do seu guarda-roupa. Fico apenas de casaco, calçinha e sutiã. Eu não tinha vergonha de Igor.

Saio do quarto do mesmo, bato a porta devagar e desço pra cozinha. Eu pego uma chaleira, ponho uma boa quantidade de água e coloco no fogo. Abro a geladeira procurando algum chá, encontro de menta e canela. Eu pego, tiro do saquinho e ponho na água morna. 

Sento-me no balcão e começo cantarolar uma música qualquer. Ouço a chaleira apitar, desço do balcão e tiro o chá do fogo. Abro o armário, pego uma xícara e despejo uma quantidade de chá para Igor. 

- Ai que dor de cabeça. - Igor surgiu na cozinha uns três minutos depois com uma toalha em volta do seu pescoço. - O que você tá fazendo ai? - sentou-se na cadeira do balcão. 

- Eu fiz um chá pra você. - entreguei-lhe a xícara. Ele cheiro e fez uma cara não muito boa. - É canela e menta. Vai te ajudar. Bebe. 

- Tem um cheiro enjoativo. - enguiou. Acho que o cheiro lhe causou ânsia. 

- Deixa de marra, Igor. Só prova, ok? Se você enguiar novamente, você desisti de beber. - digo e ele concordou com a cabeça. 

Igor levou a xícara até a sua boca, bebericou um pouco do chá e em seguida colocou a xícara em cima do pires. Engoliu e fez uma careta, me fazendo rir. 

- Bebe, Igor. Vai te fazer melhor. - encorajo-o. 

- Eu estou parecendo uma criança e você tá parecendo a minha mãe. - riu. Levou a xícara novamente até sua boca e bebeu uma dosagem maior dessa vez. 

Eu sorrio. Descanso minha mão em cima do balcão e sinto a mão gelada de Igor acarinhar-lás. 

- Obrigada! - murmurou. 

- Faria quantas vezes fosse possível. - digo também em murmurio. 

Igor levou sua mão até o meu rosto, alisou-o e o puxou para mais perto do dele. Levantou-se, deu a volta no balcão e em menos de meio segundo estávamos frente á frente, cara á cara. Ele foi aproximando-se mais, sinto minhas costas bater no balcão e os lábios de Igor encontra-se com o meu. 

O seu beijo... Ah! Quanta falta eu sentia do beijo de Igor. Era diferente de todos os outros que já provei. Não se comprava ao de Júlio ou ao de Matthews. O beijo do Igor era simplesmente... dele. Beijava calmo, carinhosamente - mas ou mesmo tempo com malícia - e explorava cada canto da minha boca. Era uma sensação estranha quando ele me beijava. Sentia meu coração saltitar de felicidade, meus hormônios aflorar e as malditas borboletas no estômago voltarem novamente. 

Ele levou uma mão até meu rosto e outra até minha cintura, deixando um apertão na mesma. Sorriu entre o beijo e puxou meu lábio inferior de leve. Sua mão que estava na minha cintura desce pra minha bunda, apertando a mesma e em seguida me impulsionando a subir em seu colo. Entrelaço minhas pernas na sua cintura e ele vai andando até o sofá. 

Nos deitamos. Eu por baixo e Igor por cima, me beijando com vontade e passando a mão no meus braços e pernas. Eu, nesse momento, estava totalmente entregue á ele. Minha saudade estava falando mais alto que o desejo de recuar. Ele tirou o moletom que eu usava, começou um trilha de beijos do pescoço até a minha virilha. Ali, ele parava, me deixando enfurecida. Ele me olhava, mordia a barra da minha calçinha e dava um sorrisinho sacana.

Igor, pela primeira vez, conseguiu abrir meu sutiã sem que precisasse da minha ajuda. Jogou num canto qualquer, beijo meus seios e massageou um outro. Gemi em resposta. Chupou meu seio esquerdo e puxou o bico e em seguida repetiu o mesmo processo com o direito. Desceu em trilha de beijos até minha virilha, retirou minha calçinha e inalou o cheiro do meu sexo, antes de cair de boca no mesmo. 

Gemia enlouquecidamente entredentes. Remexia minha cintura enquanto Igor brincava com minha amiguinha e apertava meus seios. Agarro o forro do sofá com a mão direita e com a esquerda, seguro sua cabeça. Após alguns minutos, Igor parou de me chupar e introduziu dois dedos na minha vagina. Gemi. Fez um trezentos e sessenta e logo mudou para um vai e vem em um ritmo moderado: ora lento, ora rápido. 

Eu imploro por mais, sentindo minhas pernas perder as forças ao poucos. 

Ele acelerou o movimento, me fazendo ter meu primeiro orgasmo em seus dedos. Igor subiu por cima de mim, levou os dedos até minha boca e me fez chupa-lós, provando do meu próprio gosto. Em seguida me beijou e desceu sua mão até meu sexo, massageando o clitóris. 

- Não provoca. Anda logo com isso, Igor. - digo entre gemidos. 

Igor desabotoa sua calça. Desce a mesma e massageia seu pênis por cima da boxer preta, mostrando o quão ereto ele já estava. Me sento no sofá, puxo Igor pela barra da cueca e retiro seu pênis de dentro da mesma, começando a punheta-ló. Os meus movimentos eram ora lentos, ora rápidos. Ouvir gemidos saindo da boca de Igor deixava meus hormônios ainda mais aflorados. 

Aumento a velocidade. Igor gemeu em resposta. Decido fazer algo que nunca fiz antes na minha vida e que particularmente acho nojento. Paro de punheta-ló e Igor me lança um olhar de reprovação. Dou risada da sua cara de desespero, coloco seu sexo na minha boca e movimento com um vai e vem. Igor segura em meus cabelos e vez ou outra me ajudava. Lambi só a glande e depois, toda extensão. O que não cabia na minha boca, eu massageava. Minutos depois, sinto um jato na minha boca. Igor tinha tido seu primeiro orgasmo. Engulo tudo com muito custo e me deito no sofá, com Igor deitando por cima de mim. 

Penetrou-me devagar. Vez ou outra ele acelerava os movimentos, recebendo meus gemidos em resposta. Levou suas duas mão até minha cintura e a impulsionou para baixo, ajudando nos movimentos. Levo minha mão até suas costas e cravo minhas unhas na mesma, arranhado-a, recebendo um gemido de Igor em forma de sussurro no meu ouvido.

Ouvindo isso, mudo as posições. Fico por cima e começo a cavalgar, enquanto Igor me penetrava por baixo. Nossos gemidos se encontravam e parecia músicas para nossos ouvidos. Olho para ele e suspiro, ele retribuiu na mesma intensidade. Subo e desço, remexo, cavalgo e descia vez ou outra com lentidão. Tudo isso lhe arrancavam gemidos. O meu sexo parecia engolir o de Igor. 

Igor novamente mudou as posições, ficando por cima. Começou a penetrar sem dó e num ritmo acelerado. Gemi alto. 

- Igor.. eu vou... - avisei-o. 

- Eu também. - respondeu ofegante. Ele me deu mais uma estocada e explodimos em orgasmo, juntos. 

Estávamos exausto. Igor caiu por cima de mim. Eu estava regularizando minha respiração que estava totalmente descompassada. 

- Uau, melhor transa. Você voltou do exterior daquele jeito. - disse. Sorrio e lhe dou um tapa. 

- Bobinho! - lhe faço um cafuné. 

Ele me olhou, riu e deu um beijo na minha barriga desnuda. Ficamos por alguns minutos em silêncio, normalizando nossa respiração. Nos levantamos, vestimos-nos e nos deitamos novamente no sofá. Eu me deito por baixo e Igor por cima, com a cabeça na minha barriga e abraçado a minha cintura enquanto lhe fazia um cafuné. Ele adora cafuné. 

- Igor? - quebrei o silêncio. 

- Hum? - respondeu. 

- O que você disse pro barman? - perguntei curiosa. 

Ele levantou sua cabeça, me olhou nos olhos e sorriu. O seus olhos agora voltaram a ter brilho. Aqueles lindos olhos que eu amava e ainda amo.

Eu disse á ele que te amo, que mesmo você tenha desistido de nós, eu ainda tinha esperanças. 

 


Notas Finais


Gostaram do hot????
Se esse cap chegar a 10 comentários, posto um bonus com a lua de mel da suh e do pedro!!!
FOTO DA TELA DE BLOQUEIO: http://www.publimetro.co/_internal/gxml!0/2qijkhn0ctpwx8acoz5fxkpvtmr4nbh$tp0wc3cyrggcfwd6slqlo1zh64tpmc9/tumblr-myj7olpwcf1swopymo1-400.jpeg

COMOASSIMEUESCREVIISSOQUEVERGONHAMEUDEUSSSS


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