História Ensina-me - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Naruto, Revelaçoes, Romance, Sasuhina
Exibições 926
Palavras 5.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Josei, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Capítulo 12 – Anomalia
~*S2*~
Naruto e seus personagens não me pertencem... mas uso todos eles como me bem quero nas minhas fics. xP
~*S2*~
Essa fic e todas que serão interligadas a ela são a minha homenagem à escritora que adoçou minha vida com suas histórias, a saudosa Penny Jordan.
~*S2*~
Obrigada Kyuubi Chan pela recomendação no Nyah. *-*
~*S2*~

Capítulo 13 - Anomalia


O costume de acordar cedo se tornara incomodo agora que dividia a cama com Hinata. Naquele domingo, em que não tinha nada para fazer, o desconforto aumentava conforme observava morosamente a face adormecida da Hyuuga.

Hinata não era a mulher mais linda em sua cama, sequer podia compara-la com qualquer outra. Nenhuma passara a noite toda em sua cama- não dormindo -, nunca as vira sem maquiagem - antes ou depois do sexo - e, certamente, nenhuma causara nele o efeito que ela produzia.

Em parte o efeito vinha do corpo dela. Hinata estava longe do perfil de suas parceiras habituais, mas toda vez olhava para suas curvas volumosas e cintura fina, tinha a estranha compulsão de tocar sua pele acetinada, protege-la em seus braços e beijar cada parte dela até arrancar gemidos de deleite. Só de pensar a excitação imediatamente o dominava.

O que o irritava e imediatamente enchia suas veias de gelo era a personalidade submissa e a fixação em Naruto Uzumaki. A ternura e polidez dela, a necessidade de sempre agradar, mesmo a custa dos próprios sentimentos, era de exasperar um homem prático e mordaz como ele. Apesar disso, esses atributos estranhamente também o atraiam. Não queria que mudasse por completo, só que pensasse um pouco em si própria, ser doce com quem merecia e não segurar o que realmente pensava quando fosse preciso. O meio termo era crucial.

Como conseguiria essa façanha era o problema. Sua personalidade era oposta a dela. Ele não se importava com o que pensassem dele, destilava sarcasmo e somente uma vez pensara nos sentimento de outra pessoa, desde então prometera viver para agradar a si mesmo.

Dentro do prazo que Hinata desejava, tinha de seguir por um atalho perigoso para arrancar um resultado satisfatório, descumprindo sua meta pessoal. Abdicara de todas as regras que se impusera para ajudar Hinata e no fim temia que o resultado não compensasse o trabalho. Naruto não merecia Hinata, jamais merecera, só ela não conseguia enxergar esse fato.

Necessitando de algum tempo distante da confusão em que se metera, Sasuke levantou e seguiu para o banheiro. Minutos depois, retornou ao quarto, seus olhos sendo atraídos para a cama vazia enquanto pegava seu celular no criado mudo.

O closet estava fechado, mas via luz pela fresta entre a porta e o chão. Caso não o achasse adorável e não aumentasse o desejo de desnuda-la e admirar seu corpo sem restrições, o pudor de Hinata também seria um inconveniente.

Sorriu ao pensar em como ela ficaria se entrasse no closet do jeito que estava, só de cueca, e a provocasse. Apesar de a ideia ser tentadora, Sasuke decidiu deixar as provocações para outro momento. Teriam o dia todo.

Seguiu para seu escritório, verificando as mensagens no aplicativo de e-mail. Havia algumas mensagens e recados, a maioria de trabalho, mas somente uma lhe chamou a atenção. Seu pai pedia que ligasse. Ele não costumava lhe ligar ou enviar mensagens.

Fechou-se no escritório, sentou em sua poltrona e selecionou em seu smartphone o número da mansão Uchiha, tendo que aguardar uma funcionária verificar se seu pai estava em casa. Diferente de sua mãe, que não desgrudava do celular, Fugaku considerava o aparelho incomodo e, desde que passara a presidência dos negócios para o filho mais velho, aposentara seu BlackBerry.

Quando a ligação foi passada, seu pai logo revelou o motivo de sua mensagem.

Filho, hoje no *Harmonia indiquei a Yoshiaki para um associado que precisa de uma agência de publicidade, Vinicius Sacramani. — Sasuke não se surpreendeu pelo pai, em vez de aproveitar tranquilamente seu dia no clube, lembrar-se dos filhos. Mesmo não expressando seus sentimentos como Mikoto, Fugaku era um pai dedicado e discretamente amoroso. — Sacramani é CEO das empresas alimentícias Di Montre, dona de diversos comércios, incluindo a rede de restaurantes Piazza.

Sasuke reconheceu o nome. Os restaurantes Piazza eram referência em luxo e bom atendimento, somente a nata da sociedade adentrava por suas portas, e isso após reservar com meses de antecedência para degustar da alta gastronomia. Um contrato dessa magnitude acabaria com todos os receios sobre o futuro da Yoshiaki.

Ocorre que Sacramani já ouviu falar da Yoshiaki, infelizmente, não positivamente — lamentou. Seu tom de voz não ocultava que também estava irritado. — Nas palavras dele, a Yoshiaki é uma empresa antiética; o presidente faz **teste do sofá para escolher as modelos; o diretor é usuário de drogas; e o nepotismo é evidente quando um dos cargos mais altos na empresa é ocupado pela irmã do diretor.

— São mentiras — esbravejou indignado com a calúnia contra a Yoshiaki.

Foi exatamente o que eu disse para ele, ressaltando que você é meu filho e jamais usaria sua influência para abusar de alguém — contou, acrescentando frustrado: — Tive de ouvir que ele viu fotos que comprovam essa descrição.

— Que fotos? — Sasuke custava a crer que houvesse fotos justificando tamanho absurdo.

De você com diversas mulheres que trabalharam para a Yoshiaki; Gaara sendo internado em uma clínica de reabilitação; e Temari ao lado do irmão. — Sasuke jogou as costas no encosto da poltrona, esfregando os olhos fechados com o polegar e o indicador, aborrecido por usarem sua vida sexual e o passado de Gaara para prejudicar a empresa que construíram com muito trabalho e dedicação. — Argumentei que eram distorções da verdade, que a Yoshiaki é uma empresa ética e comprometida com seus clientes. Mas Sacramani crê que não sou imparcial. E isso não é tudo.

— Além de caluniar anos de trabalho duro, o que mais sobra?

Segundo me disse, ele não foi o único a ouvir essas histórias.

— Deixe-me adivinhar o nome do desgraçado propagando essas histórias: Hidan Masaki — esbravejou entredentes.

Insisti em saber nomes, mas ele não contou. Fiquei tão irritado que fui embora — Fugaku contou, questionando a acusação: — Por qual motivo Hidan faria algo assim? Prejudicar os filhos do Rasa, para quem ele trabalha há anos?

— Hidan ameaçou Temari, garantindo que prejudicaria a Yoshiaki se ela não voltasse para ele.

Denunciarei esse absurdo ao Rasa — Fugaku sugeriu revoltado.

— Rasa despreza os filhos e Hidan compartilha o sentimento — Sasuke alertou com cansaço. — Resolverei isso juntamente com Gaara e Temari. E, por favor, mantenha essa história longe dos ouvidos da mamãe por quanto tempo for possível. Não quero que se envolvam.

Tenho certeza que Rasa não sabe disso...

— Garanto que sabe e não se importa — retrucou. — Pai, a Yoshiaki é nossa responsabilidade, temos que resolver isso sem interferência externa, ou a calúnia terá fundamento — explicou para desmotivar a vontade de Fugaku em se envolver.

Com a promessa de Fugaku de conter seu instinto protetor e controlar o de Mikoto, Sasuke encerrou a ligação, telefonando em seguida para Gaara. Após dois toques seu amigo e sócio atendeu e logo a revolta que dominava o Uchiha tomou o Sabaku.

— Agora sabemos que métodos ele usa para nos prejudicar. — Massageou a nuca. — E como foi à conversa com o Rasa?

Nada produtiva como deve imaginar — Gaara lamentou. — Entramos em uma guerra familiar e terei de tomar medidas extremas para impedi-lo de roubar o que é meu de direito e proteger Temari. — Sasuke ouviu o amigo respirar fundo antes de dizer amargurado: — Você tem sorte. Mesmo insistindo para que você case, Mikoto não te deserdaria como Rasa pretende fazer comigo e meus irmãos.

— Ainda bem, já que corro dos planos casamenteiros dela.

Falando de casamento, como anda a Hinata? Não deve ser fácil conviver com ela nesse momento.

Entendendo que o amigo queria esquecer os próprios problemas, Sasuke foi honesto ao responder com pouco caso:

— Ela não aceitou o término e pretende reconquistar o Naruto.

Ela tem chances, a Sakura recusa a aproximação do Naruto — Gaara comentou.

— Não creio. Sakura estava na casa dele ontem — comentou com desdém.

Lamento pela Hinata, ela é uma boa garota. — Gaara disse, seu tom consternado não surpreendendo Sasuke. Só não tinha certeza de qual dos envolvidos no fim do noivado de Hinata causava aquela compaixão no Sabaku. — Sasuke, sobre o que seu pai descobriu, não conte para Temari por enquanto. Foi difícil convencê-la a permanecer na Yoshiaki sem que meu nepotismo pesasse na consciência dela — argumentou com desgosto.

— Não contarei.

Obrigado! Conversamos amanhã.

— Até amanhã.

Encerrou a ligação e encostou as costas na poltrona, olhando distraído o telefone. Ainda não acreditava que Hidan ou mesmo Rasa pudessem atrapalhar os negócios da Yoshiaki, embora obviamente estivessem empenhados em fazer isso através de difamações. Levantou, decidindo que, mesmo não crendo nas ameaça, quando chegasse à Yoshiaki na segunda, se prepararia para frustrar qualquer tentativa dos dois. Mas, naquele dia, ele precisava espairecer.

~*S2*~

Segurando um ramalhete de cravos vermelhos, rosas e amarelos, Mikoto entrou na biblioteca da mansão, que também servira de escritório para seu marido, cumprimentando-o enquanto seguia para o vaso com rosas multicoloridas pousado em uma mesinha próxima a janela.

Fechando o livro em suas mãos, Fugaku observou as costas da esposa, que pousava o ramalhete ao lado do vaso para retirar as rosas.

— Soube que falou com nosso caçula.

— Tenho espiões nessa casa? — perguntou, embora não estivesse surpreso.

— Tem funcionários dedicados — Mikoto corrigiu colocando os cravos no vaso. — Se fossem espiões eu não estaria aqui em busca do motivo.

— Falar com nosso filho não é motivo suficiente? — Ficando de frente para o marido, Mikoto cruzou os braços e o encarou cética. Fugaku suspirou, sabendo que a mulher não sairia de seu escritório sem uma explicação. — Falamos sobre negócios. Nada com o que deva se preocupar.

— Sempre me preocupo com meus bebês.

— Eles não são mais bebês — ressaltou ao que Mikoto deu de ombros.

— Para uma mãe seus filhos sempre serão bebês — argumentou com pouco caso. — E que negócios teriam em um domingo?

— É por enxerga-los como bebês que interfere tanto na vida deles? — Fugaku questionou disposto a prosseguir no tema seguro e desviar a curiosidade da esposa.

— Tento fazer o melhor para eles — disse, acariciando distraidamente um cravo. — É um bônus que sempre consigo com que as coisas caminhem do jeito que desejo.

— Não com nosso filho relutante.

— Até com ele. — Inclinou-se e inalou o perfume dos cravos. — Não sente a fragrância do ***Laburnum Tunnel?

Recordando o lugar em que conhecera Mikoto, Fugaku levantou e se aproximou da esposa.

— Sinto a fragrância todo dia — respondeu abraçando a esposa e cheirando o topo da cabeleira negra.

— Bom mesmo que sinta — Mikoto disse, acariciando os fios grisalhos do cabelo do marido e sorrindo com doçura. — Mas você não me engana. O que era tão urgente que precisou ligar para o Sasuke hoje?

Sabendo que Mikoto não desistiria facilmente, Fugaku inventou:

— Planejei uma surpresa... — disse, jogando a isca que a esposa abocanhou sedenta.

— Que surpresa? — Mikoto o fitou interessada. — Conte-me o que é.

— Assim não será mais surpresa.

— Caso não conte, descobrirei de qualquer maneira, por isso, poupe-me do trabalho, querido — pediu deslizando as mãos pela fileira de botões da camisa social preta que Fugaku usava.

— Prometa não dizer ao nosso filho e nem persegui-lo para que aceite.

— Prometo.

— Como o aniversário dele cairá em um fim de semana, pedi que comemorasse conosco.

— Jura? — Os olhos de Mikoto brilharam de expectativa, como Fugaku imaginara.

Avesso a festas em que o foco seria ele, desde que se mudara, Sasuke evitava a família – Mikoto – em seu aniversário, o que a desagradava e entristecia.

— Não é nada certo, ainda. Mas creio que ele aceitará. — Mentalmente, Fugaku decidiu mandar um e-mail exigindo que Sasuke aceitasse. Se tinha que dribla a mania de investigadora de Mikoto, Sasuke também teria de fazer alguns sacrifícios. — Mas será um jantar íntimo, só a família.

— Claro... — ela assentiu desviando os olhos para o lado. — Mas, poderia convencê-lo a aceitar as meninas. — Pediu voltando seus olhos suplicantes. — Sabe o quanto elas são importantes para mim, que as vejo como parte da família.

— Tentarei...

Mikoto o abraçou com força, apoiando o queixo em seu peito enquanto mantinha os olhos negros presos aos dele.

— Já disse que te amo e que você é o melhor marido do mundo?

Recebendo o beijo agradecido da esposa, Fugaku acrescentou a lista de Mikoto que também era inteligente. Desviara a atenção da esposa e ainda a deixara satisfeita com ele.

~*S2*~

Era uma anomalia temporária, culpa da ansiedade, do suspense que Sasuke implantara com suas palavras na noite anterior e a tensão de fingir ser amante dele. Só isso explicava o frio na barriga, que girava em seu estomago antes de descer em forma de calor, a euforia de seu coração e aquela estranha vontade de sorrir quando o viu entrar na cozinha.

Vestindo calça de moletom cinza e camiseta azul com estampa abstrata na cor preta, Sasuke sentou ao seu lado, um sorriso de canto deixando-a desconfiada. Aquele era o sinal de perigo, embora não o temesse tanto como dias antes, só aumentava todas aquelas sensações esquisitas, sendo que antes só a primeira a dominava.

— Atendendo seu pedido, treinaremos as etapas de flerte e conquista — ele disse, esticando as mãos para a xícara e a garrafa de café que Hinata colocara sobre a bancada. Serviu-se do líquido quente, rejeitando o prato com bolachas que ele colocou a sua frente. — Ensinarei como atrair com um toque, ou menos que isso.

Ajeitando o vestido florido acima dos joelhos antes de pousar as mãos no colo, Hinata o encarou desconfiada e parcialmente desapontada. Apesar de o pedido ser seu, Hinata esperava pela promessa da noite anterior. Estava curiosa com o que significaria.

— Suponhamos que você encontre Naruto em um... bar.

— Não vou a bares... — comentou, sendo rapidamente interrompida por Sasuke.

— Eu disse “suponhamos”.

— Ok! — Assentiu tamborilando os dedos na bancada, tentando imaginar o quadro, mas sem conseguir. Naruto nunca a chamara para um bar, tampouco entrara em um para conseguir visualizar algo do tipo, só tinha versões cinematográficas para se guiar.

— Primeiro — Sasuke segurou a lateral da banqueta giratória ocupada pela Hyuuga e a moveu, de modo que ficassem de frente —, seu corpo deve estar voltado para ele em sinal de interesse e, de preferência, seus olhos focados nele, não na bancada. A aproximação, normalmente, começa com a troca de olhares — explicou, os olhos negros fixos nos de Hinata, que se esforçava para não desviar os seus. — O homem não consegue disfarçar o interesse, se ele olhar muito para você, seguir cada gesto, está conquistado. Corresponda para demonstrar que o quer e logo ele dará um jeito de se aproximar.

— Entendi... — disse sentindo o rosto em chamas por ser alvo dos olhos do Uchiha.

— Você fica linda corada — Sasuke comentou deslizando o dorso da mão pela face da Hyuuga.

— Vo-você já... di-disse isso... antes... — gaguejou hipnotizada pela junção do olhar penetrante de Sasuke com seu toque carinhoso.

— Então deve ser verdade — ele sussurrou acariciando seu lábio inferior com o polegar sem quebrar o contato visual. — O próximo passo é o toque. Sutil, no braço, na mão, no rosto e, se ele se sentir confortável, perceber que você também tem interesse, tentara tocar seu joelho ou coxa. — Ele colocou a mão em seu joelho e acariciou a pele nua com suavidade, causando arrepios e o frio misturado com calor que começava no estomago e se alastrava pelo corpo feminino. — Ele vai afastar qualquer coisa entre vocês e se aproximará cada vez mais — murmurou, inclinando-se para perto da Hyuuga. — Se não quiser, coloque algo entre vocês, pode ser cruzando os braços, uma bolsa no colo ou posicionando os joelhos entre vocês, impondo distância.

O coração de Hinata acelerou e seus lábios formigavam em expectativa. O treino de flerte e conquista estava tendo efeito sobre seu corpo, aumentando sua expectativa em praticar a parte dos beijos e carícias.

— Para corresponder, incline o corpo em direção a ele — ele indicou e Hinata fez exatamente isso, mas Sasuke a surpreendeu ao afastar as mãos e endireitar o corpo na banqueta. — Se tiver interesse é só se aproximar.

Sasuke sustentava um sorrisinho desafiador. Hinata lia na expressão dele que duvidava da capacidade dela em aceitar a provocação. Ela também duvidava, mas se forçou a pousar sua mão sobre a dele que estava em cima da bancada. O sorriso persistia, incitando Hinata a mostrar que era capaz. Acariciou os dedos dele e depois o pulso.

— Assim?

Sasuke segurou sua mão e a levou a própria coxa.

— Assim — indicou acariciando a mão em sua coxa. — Quanto menor a distância melhor.

Hinata se equilibrou na beira da banqueta, sua mão livre pousando na outra coxa do Uchiha, inclinando-se para frente, oferecendo seus lábios aos dele.

Suspirou extasiada quando Sasuke levou uma mão ao seu pescoço, acariciando devagar, subindo os dedos até sua nuca e emaranhando-os ao seu cabelo. Seus rostos estavam próximos e seus narizes se tocaram.

Hinata suspirou quando Sasuke esfregou a ponta do nariz no dela, o coração palpitante ansiando o momento em que se beijariam. Queria que ele a abraçasse e acariciasse como no dia anterior, queria ser envolvida no calor do corpo dele. Mas Sasuke não parecia ansiar pelo mesmo, preferindo tortura-la com a demora, roçando sua bochecha na dela, os lábios passando a centímetros dos seus, só o hálito de café acariciando-os, a carícia em sua nuca seguindo cadenciada.

 Sentia que Sasuke continuava a desafia-la a tomar a iniciativa, descrendo que ela seguiria em frente sem os avanços dele, zombando de sua competência em ser espontânea e sensual.

Inconformada com a afronta, Hinata apertou os dedos nas coxas masculinas, decidindo que provaria para Sasuke, Naruto e qualquer um que a taxasse de fria e sem personalidade que estavam errados.

Descendo da banqueta, aproximou-se mais, posicionando-se entre as pernas de Sasuke e subindo suas mãos para enlaça-lo pelo pescoço. Apertando seu corpo contra o dele, roçou seus lábios nos dele, movendo-os tão leve e sedutor como se lembrava de que tinha sido o primeiro beijo que ele lhe dera, sentindo a anomalia se manifestar. Ondas de corrente elétrica arrepiarem sua pele, calor e frio revoando em sua barriga como pequenas borboletas eufóricas, seu coração acelerado e chamas que desciam cada vez mais fortes, deixando-a tonta de desejo em descobrir todos os segredos e truques de Sasuke Uchiha. 

Querendo que Sasuke sentisse o mesmo desejo que a dominava, Hinata deslizou a língua pelos lábios masculinos, sorrindo quando um gemido estremeceu o peito do Uchiha.

Arrebatado, Sasuke a envolveu com os braços, as mãos fortes percorrendo suas costas, cravando os dedos em seu pescoço e cabelo, os lábios descendo impetuosos por todo o rosto de Hinata, enquanto agarrava sua cintura e erguia, levando-a a sentar na bancada.

Entregue as sensações, Hinata envolveu as pernas em torno dele, mergulhando os dedos nos fios negros para puxa-lo para si, o pescoço inclinado suplicando pelos lábios dele. Vagamente ouviu algo se quebrando, mas estava ocupada demais sendo beijada por um experiente sedutor inveterado para se importar.

Estremeceu ao sentir a mão que estava em sua cintura mover-se para baixo de seu vestido até encontrar o elástico da calcinha.

— Você é viciante — Sasuke murmurou com voz abafada pelos beijos que distribuía pelo pescoço e colo da Hyuuga, enquanto seus dedos introduziam-se na peça íntima para acariciar o sexo feminino latejante. — Deliciosa... Tentadora...

Os beijos só cessaram quando Hinata puxou a camiseta dele para cima, retirando-a e jogando longe. Deslizou as mãos pelo abdômen musculoso, descendo até a calça de moletom. Sentindo a excitação de Sasuke contra si, com os dedos dele voltando a acariciando sua intimidade, a curiosidade palpitou com força, incitando suas mãos a acariciarem a cintura dele, em volta do cós da calça.

— Sasuke... me ensine... a tocar... — pediu arfando.

— Já estou fazendo isso — ele afirmou encarando os olhos desejosos da Hyuuga —, ou é esse tipo de toque que quer aprender? — perguntou seus dedos deslizando pelo sexo úmido e quente, arrancando um gemido profundo.

— Sim... esse...

Para surpresa e desapontamento de Hinata, ele cessou a carícia, mas o que disse a seguir reavivou a volúpia que dominava cada fibra de seu ser.

— Como queira, amor — encaixando um braço embaixo e outro nas costas da Hyuuga, Sasuke a carregou no colo para fora da cozinha. — Escandalizamos o suficiente no bar.

Era um comentário idiota, mas Hinata riu, escondendo o rosto no pescoço do Uchiha.

Sasuke a levou para o quarto e a colocou sentada na cama. Em pé, sem o menor sinal de vergonha Sasuke tirou as calças e depois a cueca boxer, sua ereção a poucos centímetros da face ruborizada da Hyuuga.

Novamente ela tinha Sasuke Uchiha nu bem na sua frente, mas dessa vez seus olhos não se desviaram do pênis ereto, reparando em seu comprimento, nas veias em sua extensão, a pele esticada parecia macia ao toque e, assim como o peito, Sasuke não tinha pêlos naquela parte de sua anatomia. E, de novo, estava paralisada, sem a menor ideia do que fazer.

— O que... O que...?

Ele sentou ao seu lado na cama, às mãos grandes aconchegaram o rosto feminino e sua boca procurou a dela em um beijo profundo.

— Acalme-se — pediu contra os lábios inchados, afastando uma mecha negra para trás da orelha dela, observando sua face ruborizada. — Tem certeza de que quer prosseguir?  

Hinata titubeou. Queria prosseguir, mas a timidez e anos doutrinados a considerar aquilo pecado despertavam sua insegurança. Os motivos para continuar eram tão fortes quanto os para encerrar aquela loucura.

— Não sei... — Enxergou a condescendência nos olhos do Uchiha. No mínimo a considerava maluca por agarra-lo, fazer o pedido e leva-lo a ficar nu só para recuar no último instante. — Eu quero... Só não sei... o que fazer... — gaguejou sentindo o suor gelado em suas costas. Toda a pressão desde que Naruto a largara começava a sobrecarrega-la.

— Tenho uma ideia — Sasuke anunciou levantando. — Aguarde aqui.

“Como ele conseguia ser tão desinibo em relação à nudez?”, Hinata perguntou-se enquanto o observava caminhar em direção ao banheiro. Ter um corpo em forma e atraente devia ser a resposta, concluiu admirando-o desaparecer no cômodo.

Cruzou as mãos no colo, apertando-as para relaxar, embora a espera e o barulho da água não ajudassem. “O que ele fazia?”, questionou, inclinando-se para olhar o banheiro que Sasuke deixara com a porta entreaberta, mas sem conseguir ver nada além da bancada em porcelanato imitando madeira, que também revestia o chão, as paredes e a hidromassagem.

Minutos depois ele retornou e simplesmente a ergueu da cama, levando Hinata a envolver seu pescoço para não cair. Ele a pousou no chão do amplo banheiro somente quando chegou em frente a espaçosa banheira de hidromassagem para duas pessoas, ligada e parcialmente coberta por água e espuma.

— Para o que planejo nós dois devemos ficar nus — ele disse posicionado em suas costas. — Posso tirar seu vestido?

Assentiu sentindo o rosto - e o corpo - pegando fogo quando ele percorreu a lateral de seu corpo com as mãos, chegando até a barra do vestido para erguê-lo, retirando-o e jogando-o no chão. Ele deu o mesmo destino ao sutiã.

Encabulada, por ficar seminua sem a escuridão para ocultar os pequenos defeitos de seu corpo, viu seu rubor se estender até o alto dos seios que espremeu com os braços.

— Não precisa se esconder de mim — Sasuke murmurou beijando seu ombro, depois pescoço, até chegar a sua orelha para morder o lóbulo de leve. As mãos masculinas afagaram a curva de sua cintura, percorreram seu ventre e subiram até os seios fartos, afastando as dela para substitui-las pelas dele. — Adoro seu corpo, cada pedacinho.

Hinata sentiu seu corpo estremecer, incerta se era por causa da exposição ao frio ou a excitação dele roçando em sua bunda.

Os mamilos enrijeceram quando ele os acariciou devagar, apertando-os de leve e levando um gemido aos seus lábios. O desejo crescia como um vértice em sua barriga, deixado Hinata agonizante. Ele continuou a toca-la, as mãos deslizando aos poucos por seu corpo, acariciando sua pele suavemente, quando chegou à borda de sua calcinha Hinata sentiu a boca seca, sedenta pela dele, e seus dedos formigarem, implorando para toca-lo.

— Você ainda tem uma peça — ele censurou jogando todo o cabelo dela para o lado esquerdo e mordendo de leve a pele do pescoço feminino. — Isso é injusto, amor.

Gemidos de prazer vibraram por sua garganta conforme Sasuke se abaixava, distribuindo beijos molhados por sua nuca, costas e a curva antes das nádegas redondas.

Ele deslizou a calcinha de algodão devagar, os lábios mordiscando e beijando por onde a peça passava. Quando finalmente Sasuke cansou de tortura-la – da forma mais excitante na opinião de Hinata -, ele voltou a erguê-la nos braços. O que para Hinata foi perfeito, pois não sentia segurança nas pernas para dar um passo sequer.

Ele entrou com ela na hidromassagem, pousando-a a sua frente, a água morna envolvendo ambos na altura da cintura. Com uma mão na nuca de Hinata, Sasuke a puxou para um beijo apaixonado, enquanto com a outra segurava a dela, conduzindo-a para perto dele, envolvendo-a em volta de seu membro.

Ele encerrou o beijo, olhando-a com desejo.

— Mova devagar, para cima e para baixo — indicou a principio guiando os movimentos, mas logo a deixando prosseguir sozinha.

Apertando os dedos em volta do membro, Hinata sentiu sua solidez, o calor preenchendo sua mão conforme a movimentava como Sasuke indicara, correndo os dedos ao longo de sua extensão, acariciando a ponta com o polegar.

— Isso... Não aperte com força... Puta merda... — gemeu com voz entrecortada.

— Fiz algo errado? — Hinata questionou, parando os movimentos para encara-lo alarmada.

— Não... está perfeito — respondeu arquejante.

— Mas você reclamou.

Sasuke soltou um riso sufocado.

— Tenho uma mulher linda, com peitos divinos, me masturbando, nada poderia ser melhor. — Tocou o rosto dela, enquanto com a outra mão reconduzia os movimento sem tirar os olhos dos dela. — Hinata, não reclamei e não reclamaria de nada que estiver disposta a fazer.

Incerta, Hinata mordeu o lábio.

— Isso significa que... você me ensinaria... a dar prazer... como você me deu ao beijar... lá...?

— Ensinarei a beijar e tocar o que quiser Hina. Sou ótimo em perverter — disse sorrindo de canto antes de erguer-se, sair da hidro, pegar algo na gaveta da bancada da pia e retornar, sentando na borda, sua ereção na altura dos lábios dela. — Isso vai te ajudar. Sabor morango — informou com um sorriso safado ao mostrar o pacote de camisinha. — Dessa vez colocarei, na próxima, será sua vez. — Sentada sobre os joelhos e posicionada entre as pernas dele, Hinata assentiu, sentindo as bochechas quentes enquanto acompanhava com atenção tudo que ele fazia. Quando ele terminou, o encarou com os olhos bem abertos, mordendo o lábio em uma mistura de hesitação e expectativa. — Segure a base — Em silêncio, Hinata apoiou uma mão na coxa dele e com a outra segurou o ponto que ele apontou, seguindo cada uma das instruções seguintes —, massageia como fez antes e, para começar, pode lamber como faria com um sorvete.

Hinata o fitou com dúvida. “Um sorvete?”. Como se lesse sua mente, talvez por ela não ocultar o quanto a sugestão era inusitada, Sasuke deu de ombros, brindando-a com um sorriso pervertido.

Deixando a incerteza de lado, massageou o pênis dele levemente, umedecendo os lábios antes de se aproximar e correr a língua ao longo da excitação de Sasuke, para baixo e novamente para cima, contornando o topo como faria com um sorvete.

Olhou Sasuke, em busca de novas instruções, encontrando os olhos dele embaçados de excitação. Como ele não disse nada contra, continuou lambendo, sugando de leve a glande.

— Quando se sentir confiante, pode suga-lo... — Sasuke inspirou fundo quando ela abriu a boca para acomodar seu membro. — Cuidado com os dentes...

Hinata esticou os lábios para acomodar o máximo que conseguia, o que não foi muito, pois, doía sua mandíbula e causava um pouco de ânsia.

Sasuke percebeu, visto que instruiu:

— Caso não consiga suportar o pênis por completo, use a mão para acariciar o restante... incluindo os testículos.

Movimentando-se como indicado e aumentando a velocidade, como se lembra de Sasuke ter feito quando a acariciara, Hinata se surpreendeu por ser capaz de fazer o que ele dizia e por perceber que não era tão nojento como pensara. Sua mandíbula doía um pouco, não conseguia conter o fluxo incomodo de saliva escorrendo por sua boca, mas havia um prazer inesperado em ver os músculos de Sasuke contrair-se toda vez que o sugava, e como a expressão dele contorcia-se de prazer observando-a.

— Porra, Hina, porra... — ele arfou com voz estrangulada, os olhos se fechando e suas mãos agarrando com força a beira da hidro. — Caralho...

Sentiu o corpo dele estremecer enquanto continuava a descer e subir os lábios pelo membro em sua boca, as mãos acariciando no mesmo ritmo os testículos e a parte que não conseguia abocanhar, até ouvir Sasuke urrar, a cabeça pendendo para trás e as dobras dos dedos esbranquiçadas devido a pressão que exerciam na borda da hidro.

Soltou um lamento involuntário quando, delicadamente, ele a afastou e saiu da hidro. O observou tirar a camisinha e jogar no lixo, sorrindo quando ele voltou para junto dela e a abraçou.

— Como foi? — questionou, necessitando saber se ele gostara tanto quanto ela apreciara observar as reações dele.

— Pode me fazer outro quando e quantas vezes quiser — ele respondeu devorando os lábios delas com paixão, acariciando-a com a volúpia que queimava em seu corpo só de olha-la.

Hinata o levaria a loucura, loucura da qual ele não tinha a menor intenção de fugir.

~*S2*~

No que pensara ao propor isso para Hinata? Deveria impor limites em suas ideias insanas, começando por: comédias românticas estavam proibidas. Não aguentaria outro filme idiota nunca mais, Sasuke decidiu enquanto assistia Matthew McConaughey interpretando um homem perturbado por ****pseudo-fantasmas de suas ex-namoradas. Foi isso que resmungou para Hinata, sentada ao seu lado no sofá da sala, que riu e comentou:

— Está com medo de ser assombrado pelas suas ex’s?

— O que quer dizer com isso?

— O personagem parece com você — ela respondeu com um sorriso delicado.

— Eu?

Hinata corou e voltou a olhar para a tela, mas Sasuke exigiu uma explicação.

— Ele é colecionador de mulheres, insensível com o sexo oposto e tem pavor de casamento... — disse com sinceridade, da forma que Sasuke cobrava já que ele adivinhava quando mentia. — Pelo menos, era o que eu achava antes... Não penso mais assim — esclareceu envergonhada.

— Não mesmo? — ele duvidou com um meio sorriso, sem se ofender com a descrição.

— Bem, tem algumas coisas que continuam iguais, mas não acho que seja insensível — respondeu, justificando após dar um beijo no queixo do Uchiha: — Você é bom comigo.

— Não adianta me bajular, comédias e romances nunca mais — sentenciou levando Hinata a rir.

Hinata pousou a cabeça no ombro do Uchiha, que se empenhou em assistir o restante do filme sem cair em sono profundo.

Conforme o filme seguia, o tédio do Uchiha foi dando lugar ao incomodo de perceber que Hinata estava certa. Em vários sentidos o personagem era semelhante a ele. Um cara que qualquer pessoa acreditaria ser capaz de fazer algo altamente antiético, imoral e abusivo como um teste do sofá.

— Não foi tão ruim — Hinata disse ao fim do filme, mas Sasuke continuava a fazer as ligações entre o personagem do filme e ele próprio para prestar atenção nela.

Sorrindo, Hinata voltou-se para Sasuke, mas ao notar sua expressão carregada, preocupou-se.

— Aconteceu alguma coisa? — questionou tocando o lado esquerdo do rosto dele. Os olhos dele estavam estranhamente cansados quando minutos antes ele parecia bem. — Você não parece bem.

— Não aconteceu nada. Não precisa se preocupar — assegurou, cobrindo a mão dela com a sua e virando o rosto para beijar a palma feminina. — Não sei o que farei sem você aqui. Habitue-me com seus cuidados, sua bondade e seu bom humor matinal.

— Eu... também me acostumei a você... até com seu mal humor — confessou, corando para fascínio do Uchiha.

— Minha mãe estava certa ao te contratar — refletiu, puxando Hinata para seu colo. — Mas jamais diga isso para ela. Dona Mikoto é convencida o suficiente — concluiu, apertando Hinata em seus braços.

Correspondendo ao abraço, Hinata aconchegando-se mais ao corpo dele e pousando a cabeça em seu dorso firme e musculoso, sentindo o calor e o cheiro que emanava do Uchiha, uma mistura de loção de barbear com perfume amadeirado.

Fechando os olhos para sentir melhor os carinhos de Sasuke em seu cabelo, Hinata afagou a cintura dele desejando transmitir um pouco do conforto e segurança que os braços do Uchiha lhe passavam.


Notas Finais


~*S2*~
*Harmonia: Sociedade Harmonia de Tênis é um clube poliesportivo restrito localizado na cidade de São Paulo. >Tô adaptando a fic para original e o local dela será em São Paulo, estado em que moro, por isso algumas referências serão desse estado.<
**Teste do sofá: Eufemismo para a troca de favores sexuais que um superior cobra de um subordinado para fornecer vantagem ou cargo de interesse do subordinado.
***Laburnum Tunnel: Faz parte dos Jardins de Bodnant, no País de Gales. São 55 metros de túnel com galhos em formato de arcos e floração amarela.
****pseudo-fantasmas: Se refere ao filme estadunidense de 2009 Minhas Adoráveis Ex-Namoradas, cuja trama gira em torno de Connor Mead (McConaughey), um mulherengo insensível que às vésperas do casamento de seu irmão recebe a visita dos “fantasmas” de suas ex-namoradas. >Sinceramente, não gostei do filme, mas me deu ideias e salvou cenas que pensei em cortar por não saber como encaixa-las.<

N/A – Era pra ter postado no domingo, passou pra segunda, mas, por causa de vários problemas, incluindo cenas que pensei na última hora e que serão ganchos para outros capítulos, só hoje finalizei. Eu sei, foi curto em comparação ao anterior, mas é porque foi focado no casal, estava menor antes de segunda. Espero do fundo do coração que tenham curtido. :)
Ps: Como só terminei o capítulo minutos atrás, perdoem os erros e os apontem sem piedade. Aceito críticas numa boa. Sem vocês sou um rascunho de escritora, e um que mata o português e as vírgulas. xD
Obrigada a todos que me enviaram reviews e mensagens, amei ler e responderei cada um deles a partir de amanhã. <3
Até o próximo capítulo! o/
Big beijos,
L. Moon


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