História Ensina-me a amar - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin
Exibições 122
Palavras 1.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente!!
Não vou enrolar muito aqui em cima porque eu to meio mal '-' e vocês não merecem ter que me aguentar assim, como não merecem ficar sem capítulo por causa dos meus problemas
Quero que saibam que eu fiz o melhor que pude <3

Esse capítulo pode parecer meio estranho :v mas eu fiz com amor ♥
Obrigada a todos que favoritaram e que leem essa fic!!
Vocês tem um lugar especial no meu coração
Beijinhos, desculpem os erros e boa leitura gente o/

Capítulo 3 - Como sobreviver a uma tarde de desenhos com seu filho.


Fanfic / Fanfiction Ensina-me a amar - Capítulo 3 - Como sobreviver a uma tarde de desenhos com seu filho.

Capítulo 3.

 

Aquela era uma situação inusitada.

Quer dizer, não via o Jeon desde que foi para os Estados Unidos e ele havia mudado muito nesses últimos 3 anos.

Enquanto observava JungKook dar um tapa na cabeça de seu irmão e reclamar por ser chamado de “mãe”, Jimin viajou para as últimas lembranças que tinha do mais novo; o cabelo, antes preto, agora era claro. Seu corpo estava mais magro, másculo e definido. A boca parecia mais rosada e embaixo dos olhos haviam olheiras pequenas, mas perceptíveis. A mandíbula angulosa emoldurava perfeitamente seu rosto enquanto os brincos acrescentavam detalhes a obra. Ele ainda tinha o mesmo cheiro que se lembrava, mas agora com um quê do cheiro de JaeBum.

Apesar das aparentes mudanças, ainda parecia o mesmo garoto tímido de antigamente.

– Ya! Quando vai parar de me bater e aceitar que sim, você é a mãe do Bummie? – Disse JiHyun, esfregando o local onde havia apanhado.

– JaeBummie me chama assim por culpa sua – O mais novo ameaçou dar outro tapa nele, mas acabou suspirando, visivelmente cansado. – Enfim, é bom te ver hyung

JungKook sorriu.

– Sim! É bom te ver também. Caramba, você está tão diferente – Foi a vez de Jimin sorrir. O Jeon encolheu os ombros.

– Já se passaram 3 anos, muita coisa aconteceu. – O ruivo assentiu – Ei Hyunnie, JaeBum está bem?

– Agora que ele, finalmente, conheceu seu pai, ele está mais que bem.

– O quê? – JungKook estava com os olhos que pareciam pratos, de tão abertos. JiHyun apontou para o irmão.

Jimin que a essa altura já tinha se distraído olhando os produtos da prateleira a sua frente, se assustou quando ouviu os pacote que antes estavam sendo arrumados, caírem no chão. Quando se virou para descobrir o que estava havendo franziu o cenho.

– Está tudo bem?

JungKook estava vermelho como se fosse um tomate maduro. Quando tentou chegar perto, o mesmo se curvou quase 90º graus.

– Perdão hyung!

O ruivo ficou sem reação. Olhou para o irmão procurando respostas, mas este estava rindo. Voltando-se para o Jeon, o segurou pelos ombros e o obrigou a encara-lo.

– Do que você está falando? Te perdoar pelo quê?

– Pelo Jae... Eu... Nós... – Jimin riu e bagunçou o cabelo do Jeon.

– Ei Kookie-ah, está tudo bem! Seu filho é um amor; quem sou eu pra negar algo para aqueles olhinhos pidões? – JiHyun riu e dessa vez foi Jimin quem lhe acertou um tapa na nuca.

– Hey! – Ele reclamou esfregando o local do tapa. Jimin o ignorou.

– Ele me lembra vocês dois quando eram menores. – O ruivo sorriu.

– É mesmo. Você acredita que até cantar o hyung cantou? Foi como nos velhos tempos. – JiHyun explanou. JungKook fungou baixo e coçou os olhos para disfarçar as lágrimas.

– Isso é ótimo! JaeBum é tão pequeno e já é tão sortudo e abençoado... Acho que ele não poderia ter escolhido pai melhor. – Riu, sem graça. – Se me dão licença, eu preciso voltar a trabalhar.

E se curvando novamente, saiu, deixando para trás um Park sorridente e outro confuso. 

 

//

 

 

Jimin estava com o cenho franzido. A sua frente, o pequeno JaeBum estava sentado no chão agarrado a um pequeno dragão de pelúcia – que fora do próprio Jimin –, enquanto assistia, sem nem piscar, o mesmo desenho há quase duas horas. Logo atrás de si podia ouvir os risinhos de sua mãe enquanto está mexia em alguma coisa na geladeira. Não conseguia entender como ela aguentava aquilo.

O problema em questão nem era o desenho em si, e sim a voz de uma das personagens que era irritante demais. O ruivo já estava acreditando piamente que seus ouvidos começariam a sangrar a qualquer momento.

– Sério, mãe, como você aguenta esse desenho? – Perguntou, se aproximando mais da mulher e sentando-se numa das cadeiras da cozinha.

– Você se acostuma depois de um tempo. – Ela deu de ombros.

– Tem certeza disso? – Bagunçou o cabelo com as mãos – Às vezes eu cuido da Sue e ela me faz assistir os mesmos desenhos e os mesmos filmes da Disney e nem por isso parece essa tortura.

A Sra. Park riu.

– Isso porque vocês sempre adoraram os filmes da Disney – Se aproveitando que o filho estava sentado, ela o abraçou por trás e beijou o topo da sua cabeça. – Não lembra qual foi o último presente que ganhou do seu pai?

Jimin sorriu.

– Um box com meus filmes preferidos da Disney... – Como se uma lâmpada se acendesse na sua cabeça, o ruivo lembrou-se de algo – por acaso eles anda estão por aqui?

– No mesmo lugar que você deixou. – Jimin beijou as mãos da mãe antes de se levantar e ir até seu antigo quarto. Lá, dentro do armário, encontrou uma caixa de plástico azul. Dentro da caixa pequenas coisas que tinha deixado para trás quando se mudou para os Estados Unidos; pequenas lembranças de quando ainda era criança e adolescente. Mexeu em mais algumas coisas até achar o box de fitas VHS. As extremidades estavam meio gastas e parecia um pouco empoeirado, mas elas ainda estavam em bom estado.

Não pode evitar a lágrima solitária que escorreu por seu rosto ao se lembrar do dia que ganhou aquelas fitas. Foi o último aniversário que passou com o pai antes deste ser morto em serviço.  

Respirou fundo e secou o rosto. A saudade dele sempre estaria presente em sua vida e as vezes não podia evitar se emocionar.

Voltando para a sala, não se surpreendeu ao encontrar a criança ainda no mesmo lugar. Sentando-se ao lado dela, cutucou lhe a bochecha de leve até ter sua atenção.

– Ei Bummie, o que acha de assistir alguns dos desenhos do papai? – Os olhinhos do pequeno quase brilharam de emoção. No mesmo instante ele já estava batendo palmas em ansiedade.

– Sério mesmo pai?

– Sério! – Jimin riu. Nunca ficou tão feliz por sua mãe ainda ter aquela velharia, que era aquele vídeo cassete, guardada e funcionando.

Nem escondeu a satisfação que foi desligar aquele desenho irritante e colocar uma das suas fitas antigas.

– Que desenho é esse papai? – JaeBum perguntou assim que Jimin o pegou nos braços e sentou-se no sofá com ele no colo.

– É um filme chamado Tarzan.

– E é legal?

– É muito legal! – O ruivo disse bagunçando o cabelo do filho que dava risada.

Assim que o filme começou os dois ficaram em silencio, concentradíssimos no filme. A Sra. Park observava tudo da cozinha, sem conseguir contar as lágrimas. Era como se tivesse voltado no tempo e a qualquer momento seu marido fosse entrar e lhe sorrir docemente. 

Estava tão absorta em suas memórias que quase gritou quando a porta se abriu, mas vendo ser apenas JungKook se conteve.

– SooYoung noona, está tudo bem? – A mulher levou a mão ao peito e riu.

– Sim, apenas estava distraída e acabei me assustando. Bobeira minha.

JungKook deu de ombros e olhou em volta.

– Onde está todo mundo? Está meio quieto por aqui...

– Veja com seus próprios olhos.

O mais novo se debruçou na bancada da cozinha tendo visão do que acontecia na sala e quase chorando no processo.

– Isso é...?

– Eu sei. – Os dois se olharam e riram ao perceber que ambos tinham lágrimas nos olhos.

Apenas queria o loiro que ambas tivessem o mesmo significado.    

 


Notas Finais


E então?
Apesar de ter escrito esse capítulo ontem, eu ainda estou lacrimejando por causa dessa fofura toda do capítulo ;w;
Quero avisar que essas passagens meio doidas de tempo vão ser meio frequentes porque eu não sei encher linguiça e essa fic não vai ser longa :v

Desculpem por isso, mas, eu não vou responder os comentários do capítulo passado ainda essa semana @@ Não acho que eu tenha muitas condições nem astral no momento... (Depressão é foda -.-), mas assim que essa crise passar eu vou responder e dar o amor que vocês merecem por me aguentarem aqui <3
É isso gente, espero ver vocês por aqui o/
Beijinhos <3
PS: Salvem os botos :v


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