História Ensinando a amar (IMAGINE: Seokjin) - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Thuyce

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, K.A.R.D
Personagens B.M, BamBam, J.Seph, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jiwoo, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Somin, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Imagine, Jin, Seokjin
Visualizações 25
Palavras 962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 2 - Trabalho.


Fanfic / Fanfiction Ensinando a amar (IMAGINE: Seokjin) - Capítulo 2 - Trabalho.

A aula acabou e eu fui pra casa junto com os meninos, lá eu troquei de roupa (capa), peguei meu material e fui, era uma mansão, o playboyzinho não é rico como imaginei, é milionario. Toquei o interfone e logo ouvi a voz de uma mulher.

???: Oi, quem é?

(S/N): Meu nome é (S/N), vim fazer um trabalho de escola com Seokjin.

???: Jin, por que não me disse que tinha visita?

J: Ia fazer diferença mãe?

???: Mal educado que nem seu pai. Pode entrar.

Ela abriu o portão e eu entrei, olhando aquele lindo jardim bem cuidado, distraída como sempre, só vi quando fui arremessada no chão...por um cachorro que começou a me lamber. Logo apareceu um homem prendendo o cachorro.

???: Me desculpe senhora, ele nunca foge.

(S/N): Tudo bem, ele é muito fofo! - fiz carinho naquele cachorro grande e fofo - qual o nome dele?

???: (Escolham o nome do cachorro e comentem).

(S/N): Que fofo, você trabalha aqui?

???: Sim, e novamente me desculpe, preciso levá-lo pra passear.

(S/N): Tudo bem, tenha um bom dia.

???: Obrigado menina.

Ele saiu e eu fui até a casa, logo batendo na porta e uma mulher abriu a porta, provavelmente, outra mulher que trabalha aqui.

???: Entre, Sra (M/J) está querendo falar com você na sala de estar.

(S/N): Obrigada.

Entrei mais perdida que cego em tiroteio procurando a bendita sala de estar até que finalmente encontrei, e lá estava ela, provavelmente mãe do Jin, poderia até dizer que parece irmã mais velha, por incrível que pareça.

(M/J): Olá, bem vinda, eu sou a mãe do Jin, finalmente estou conhecendo uma amiga dele.

(S/N): Não diria que somos bem amigos.

(M/J): …- ela parou um instante e logo fez uma expressão surpresa feliz. - namorada dele?!

(S/N): O que?! Não!

(M/J): Ai, meu filho tem muito bom gosto, você é muito bonita.

(S/N): Obrigada, mas não, não sou namorada dele.

(M/J): Poxa, mas vocês fariam um casal perfeito. - ela tá de sacanagem com a minha cara?

J: Mãe, chega de irritar os outros, vem (S/N). - ele agarrou meu braço me puxando com força, eu logo me soltei.

(S/N): Eu sei andar sozinha! - ele revirou os olhos e pegou meu braço novamente.

(M/J): Jin, deixa ela.

J: Não se mete mãe.

Sério, ele não tem um pingo de educação com a própria mãe! Eu nunca odiei tanto alguém quando o odiava naquele momento, não dá valor a própria mãe! Os ricos são todos iguais, tem tudo e não dão valor.

(S/N): Aprende a falar direito, é sua mãe!

J: Quem é você pra me dar ordens?

(S/N): Alguém que não vai ver um playboyzinho falando desse jeito com alguém que ele deveria mais do que ninguém demonstrar respeito.

J: Sabe, você não sabe de nada da minha vida, não tem direito de falar.

(S/N): E quem é você então? Até onde eu sei, com todo o respeito Sra (M/J), você é só um garoto rico que se acha superior, e que não dá valor ao que tem.

J: Já chega, quando quiser subir, suba pra fazer essa droga de trabalho. - falou indo até as escadas.

(S/N): ÓTIMO!

J: ÓTIMO!

Me virei pra mãe dele, envergonhada da situação.

(S/N): Me desculpe, desculpe mesmo.

(M/J): Sabe, você foi uma das primeiras a me defender assim, não conheço ninguém que tivesse coragem de falar com o Jin assim.

(S/N): Talvez porque eu n gosto quando vejo uma mãe sendo tratada assim por um filho.

(M/J): Sua mãe te criou bem, como ela é?

(S/N): A-ah, bem... Eu não sei, ela morreu quando eu ainda era nova.

(M/J): Sinto muito! - ela me abraçou. - Deve ter sido difícil.

(S/N): Foi, mas tá tudo bem agora.

(M/J): Bom, vou falar a verdade, eu sempre quis ter uma filha menina. Acho que seria mais divertido. - sorriu.

(S/N): Tudo bem, eu vou até o quarto, preciso fazer esse trabalho.

Subi até o quarto e logo bati e ouvi um “tá aberta”, entrei, e lá estava ele, sem camisa, sério?! Você já se deu conta que você não tá sozinho? Infeliz!

J: Senta, vamos acabar logo com isso. - me sentei na cama e pegamos o material do trabalho, livro, papel e caneta. - então, o trabalho é sobre...?

(S/N): Temos que escrever o resumo do livro e fazer alguns complementos, como fotos, desenhos…

J: Entendi, vem pra cá, vamos ler juntos.

O livro era "um ano bom" de Ana Faria (deixando claro que eu sou apaixonada por esse livro) era de tamanho mediano. Me sentei encostada na cabeceira da cama e ele ao meu lado segurando o livro entre nós. Começamos a ler, e estávamos lendo até que bem rápido, ele tem uma ótima leitura pra um moleke que não estuda. Logo ouvimos a mãe dele bater na porta e entrar com uma bandeja.

(M/J): Oi, desculpe atrapalhar, vim trazer um lanche.

(S/N): Obrigada.

Ela deixou o lanche na cama e saiu.

J: Minha mãe só aparece pra atrapalhar.

(S/N): Ela só quis fazer um agrado.

J: Ela se intromete muito.

(S/N): Eu acho que é você que não dá valor. - Ele revirou os olhos. - queria ver o que você faria se ela não estivesse aqui.

J: Como assim?

(S/N): Esqueça. - falei tentando esquecer do assunto da minha mãe, ele não tem nada a ver com isso. - vamos continuar, quero ir logo pra casa.

J: Pra que pressa? - sorriu malicioso, mas felizmente eu não nasci ontem.

(S/N): Você escolhe, ou fazemos o trabalho e eu vou embora ou eu vou agora e volto em um dia em que você tenha socegado esse faniquito.

Ele me olhou surpreso, parece até que nunca levou um fora.

J: Tudo bem. - falou em tom frio. - vamos acabar logo com isso. 


Notas Finais


Desculpe os erros de ortografia
♥ te amo vocês ♥


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