História Ensinando Minseok a Amar - Capítulo 10


Escrita por: ~ e ~CahN

Postado
Categorias EXO
Personagens Chen, D.O, Kai, Lay, Suho, Xiumin
Tags Alfa, Beta, Casamento Arranjado, Chenmin, Menção Kaisoo, Menção Sulay, Ômega, Xiuchen
Visualizações 190
Palavras 2.767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Pedimos desculpas pela demora, primeiramente. Não foi nossa intenção demorar tanto. Porém, ambas nossas escolas são bem rígidas (não estudamos juntos, eu moro em MG e a Cah mora na BA) então teve muito trabalho/provas. Esse ano eu tive 5 dias de férias e não pude escrever. Perdoe a gente e não desiste de EMAA.
Prometo responder todos os comentários. Amo vocês <3

Aproveitem o capitulo.

ah, espero que tenham gostado da nova sinopse!

Capítulo 10 - Andamento




Meu coração disparou e, mais uma vez, meus olhos marejaram ocultamente, meu coração sentiu pontadas e minha alma desabou. A única coisa que estava ali presente era minha matéria. Meus sentimentos, minha sensibilidade, não estavam mais presentes.

Todos me olharam com surpresa e reprovação, exceto minha mãe, é claro, que continuou com a mesma expressão, porém, seus olhos passavam tal preocupação e a sua única vontade era de me abraçar e me levar embora disso tudo.

— Qual o problema, Minseok? — O pai de Jongdae me pergunta com semblante de entranhesa, parecia até ter se ofendido, já que falando assim, estaria, por parte, ofendendo a seu filho.

— D-desculpe senhor, mas... Não estava esperando por isso. — Preferi manter meus pensamentos ou iria surtar ali mesmo. A única coisa que eu não queria era mais um dos intimidadores olhares do meu pai.

— Bem... Como eu ia dizendo — Meu pai me olhou com reprovação e enfim recomeçou — Precisamos de suas imagens para assinar coisas... E seus nomes apenas como companheiros informais não nos servem de nada.

"Coisas"? Agora eu teria que me meter nessas "coisas" do meu pai? Suspirei e olhei Jongdae. Ele estava calado e parecia pensar vagamente. O mesmo me olhou com semblante preocupado e eu apenas permaneci calado e recuei meu olhar, mirando o chão.

— Mas é um casamento. Exige tempo para organizar tudo, não podem fazer isso assim imediatamente. — Jongdae falou e em seguida soltou um suspiro pesado.

— Bem, quanto a isso já resolvemos tudo. Vocês se casarão no cartório, lá tudo é  mais rápido e fácil. Já agendamos e resolvemos seus documentos — Olhei ao redor, a mãe de Jongdae parecia estar muito feliz, ao contrário da minha. E, por terem teses diferentes, elas pareciam não conversar muito. — Ah! Já chamamos até um costureiro de primeira para encarregar-se da roupa. Minseok ficará um gracinha com terno branco!

O entusiasmo dela me fazia querer rir, aposto que para ela essas palavras iriam me relaxar, ou talvez, deixar o clima mais leve. Iria perguntar mais a Jongdae sobre seus pais, eles não pareciam ser tão severos quanto o meu pai.

— Sim, ele virá ainda hoje. Ah! E o casamento já será amanhã, acho bom se prepararem. — O pai de Jongdae respondeu rapidamente.

Amanhã!? Que!? Esse casamento já era certo, mas confesso não estar preparado para nada. Não quero nada disso. Jongdae, me perdoe, mas sumir era meu único desejo. O silêncio ponderou na imensidão, olhei ao redor procurando por um porto seguro e mirei nos olhos de Jongdae, o mesmo parecia estar tão perdido quanto eu.

— Não. — Ouvi a voz de Jongdae, suave e segura. Estranhei e o olhei com surpresa. — Por que desejam destruir a vida de seus próprios filhos em troca de dinheiro? Não sabem o que é amar?  — O alfa riu ironicamente e arqueou as sobrancelhas — Quer dizer... Vocês nunca amaram uns aos outros. Vocês realmente não sabem o que é amar.

— E eu não acredito que eu realmente tenho que passar por isso. Nos respeite! — Disse meu pai sarcasticamente. — Amanhã. Por bem ou por mal!

Jongdae aparentava ficar cada vez mais vermelho de raiva. Cerrava seus punhos e pressionava seus lábios enquanto encarava meu pai. Nunca o imaginei assim, corajoso. Parecia sempre se redimir e ser controlado, mas talvez essa definição de encaixe mais a mim do que nele. O alfa abriu a boca, dando sinais que começaria a falar. Me preocupei. Isso não adiantaria, pelo contrário, meu pai poderia acabar fazendo muito mal a ele.

— Amanhã. — Disse alto, impedindo mais uma fala do alfa. — Se nos der liçenca... — Cumprimentei e segurei o braço de Jongdae, andando a passos longos para a parte de fora da mansão.

— O que você fez? Você não se sente humilhado desse modo, Minseok? Eu cansei... — O olhei enquanto o guiava até o jardim, um pouco afastados da residência. Me sentei num banco junto ao alfa e suspirei.

— Eu também me cansei, Jongdae. Me cansei de lutar, me cansei de gritar, me cansei de tudo... Talvez a única maneira de deixa-los longe seja essa. Pessoas nascem com destinos traçados e se esse é o nosso, mesmo que não tenha sido nossa escolha, só nos cabe segui-lo.

Suspirei. Meus olhos marejados, meus cabelos voando com o vento frio daqula noite, minha mente cansada e meu coração despedaçado se misturavam aos sentimentos que as lágrimas soltas e descontroladas de Jongdae emitiam.

— Eu sei, Jongdae. — Passei minha mão por suas lágrimas, o que fez com que minhas próprias derramassem. — É difícil saber que os nossos sonhos de garotos não passavam de ilusão. Que nossos pais não nos vêem como filhos queridos. Que a justiça nunca será feita... Eu gosto muito de você, não sei se conseguiremos nos amar como os casais dos filmes, mas podemos manter um vínculo forte. — Ri anasalado com a metáfora e sorri de canto enquanto o maior enxugava minhas lágrimas com seu lenço que retirou do bolso da calça.

— Minseok, eu prometo que tentarei com todas as minhas forças lhe fazer me amar, mesmo que não seja algo recíproco, vou lhe fazer feliz.

— Jongdae... Eu não sei amar — Fui sincero. Suspirei e agora, eu que enxuguei suas bochechas.

— Eu posso lhe ensinar. — Rimos em meio ao choro. — Se é que isso é possível.

— Ok. Podemos tentar — Abraço o maior com força, ambos controlando o choro. — Obrigado. — Sussurro e suspiro, nos afastando, olhando-nos olho a olho.

— Deixe os agradecimentos para depois — Sorri de canto e me levantei com o maior. — Pronto para voltar para o inferno?

— Vai ficar uma gracinha de terno branco — Dou um tapinha no maior e rio.

— Não abuse! — Rio e volto até a sala, ou melhor, o inferno, permanecendo com o semblante desanimado, como se a energia daquele local acabasse com todo o estoque de alegria em meu coração.

— E então. Resolvido? — Meu pai disse em tom irônico e arqueei as sobrancelhas. Pela primeira vez, eu conseguia fazer isso para ele.

— Amanhã. Nada mais. — Jongdae disse e assenti com minha cabeça. — Nos casaremos e assinaremos os tais papéis, mas com um trato. — Estranhei, não havíamos combinado nada. — Depois de tudo isso, antes de aparecerem aqui, irão comunicar-nos. Afinal, ninguém gosta daqueles que aparecem sem ser convidados, não?

Jongdae! Eu só quero lhe dar um abraço e rir alto. Meu pai pareceu se oprimir, ficando calado e pensando na tal proposta. Os pais se olharam e minha mãe, logo concordou, incentivando os outros, já que sabia que era muito melhor para mim.

— Aceitamos isso, mas que fique claro que terão que assinar todos os papéis e você — Meu pai cerrou os punhos olhando o alfa — Terá que aceitar a assinar todos os papéis. Todos. Não gostei de sua atitude. A partir de hoje não lhe considero como antes.

Jongdae assentiu, como não desse importância e ri anasalado, fazendo meu pai ficar como uma pimenta de tão vermelho, com raiva.

— Bem... Já resolvemos. Agora, Com licença — Nos curvamos e subimos as escadas rapidamente. Puxei a mão de Jongdae no corredor distante da sala e comecei a rir com o mesmo.

— Você é o melhor, Jongdae! — Sorrio e sou puxado até o quarto. — Eu nunca faria isso! Não sabia que era assim tão corajoso hein!

— Nem eu! — Rimos e nos jogamos na cama.

Olhei para Jongdae enquanto ria. Não posso negar que sua risadinha anasalada e escandalosa era muito fofinha e me fazia ter vontade de apertar aquelas bochechas até ficarem vermelhinhas. Por um momento sorri enquanto o olhava, talvez não fosse tão ruim assim. Talvez Jongdae conseguisse mesmo me fazer rir assim  em momentos ruins ou, quem sabe, para sempre.

— O que foi? — Tive meus pensamentos interrompidos pelo alfa que se virara e encarara meu rosto com um sorriso que marcava bastante o formato dos seus lábios.

— Eu acho que se passarmos os dias assim que nem doidos, jogados na cama aos berros, seremos felizes — Rimos juntos e paramos ao sentir os lábios de Jongdae em minha bochecha.

— Então creio que darei uma de maluco e irei rir de tudo que vejo pela frente só para te fazer rir também. — Rio anasalado e aperto sua bochecha.

— Também não exagere, alfa! — Sorri, e antes de poder falar mais, ouvi batidas na porta do quarto. Me sentei na cama junto a Jongdae e pedi que abrisse.

— Com licença senhores... O costureiro chegou — Era uma mulher, beta, com pureza na voz que trabalhava na mansão, assenti e cumprimentei, esperando-a sair.

— Hora de tirar as medidas para meu terno branco — Digo brincando e levanto desfilando pelo quarto.

— Não seja tão bobo, Minseok! — Rimos e fomos até a sala.

O costureiro era um tanto engraçado. Seus cabelos escuros e um pouco longos com mechas vermelhas, um ômega realmente muito belo e este possuía uma marca de mordida no pescoço, parecia recente, então presumi que fora marcado há mais ou menos algumas semanas por um alfa. Olhei para o alfa ao meu lado e percebi que ele encarava o ômega. Senti um incômodo. Que foi isso?

— Muito peculiar — Jongdae sussurrou e ri baixinho.

— Ah! Olá, senhores. Prazer, sou Byun Baekhyun. Vim tirar as medidas para o terno, quem será o primeiro? — O cumprimentamos e juro que se eu abrisse a boca iria rir de tanta empolgação que ele utilizava para falar.

— Minseok será o primeiro. Ele está ansioso — Filho da mãe. Jongdae queria me fazer pagar mico! Ri anasalado para disfarçar e fiz um carão, olhando o alfa.

— Você ficará maravilhoso de terno branco! — Opa. Tive um déjà vu.

— Você tem razão, Byun Baekhyun — Jongdae cruzou os braços me olhando e riu baixinho. Você me paga!

--x--

Tiradas nossas medidas, continuamos na sala. Baekhyun, como personal, escolheu os ternos que ficariam perfeitos, nos trouxe para experimentarmos e o pai de Jongdae o ligou para saber se tudo andava bem para amanhã. Parecia que já estava tudo certo.

Deitei minha cabeça no colo de Jongdae, pedindo carinho, o que o mesmo fez.

— Minseok —sorri e olhei o alfa ao ouvir meu nome. Pela sua seriedade, desmanchei meu sorriso. — Você... Acha que eles vão querer que tenhamos filhos juntos?

Suspirei. Nunca havia pensado nisso, mas era certeza que precisaríamos ter, assim como nossos pais nos tiveram para continuar essas coisas "de família".

— Eu acho que sim, Jongdae. — Respondi um pouco nervoso. Eu nunca havia feito nada além de dar uns beijos. Pensar nisso me fazia assim, mesmo que por algo bobo. 

— Eu me sinto mal. Apesar de também não ser uma decisão minha, te fazer passar por isso é pior... Deveria fazer com quem ama.

Sorri de canto. Esse pensamento dele era um tanto romântico, a "primeira vez tem de ser especial". Eu não ligava muito para romantismo, então, não me importava com essa tal primeira vez.

— Não se sinta. Eu gosto de crianças — Rio baixinho. — Um pequeno Jongdae seria legal.

— Você faz parecer simples.

Sorrio e me sento, olhando-o de perto. Seu sorrisinho fofo estava presente, e seus olhinhos puxadinhos, piscavam mais rápido que o normal enquanto me olhava nos olhos.

— Poderia ser pior se não fosse você — Falo baixinho e me levanto. — Imagina se eu me casasse com um alfa nojento e controlador como meu pai! Eu realmente agradeço aos deuses por você ter caído aqui.

Sorrio e me sento virado de lado no colo do alfa, fazendo-o rir baixinho. Talvez eu tenha sido um pouco abusado. Talvez.

— Eu gosto mesmo de você, Jongdae! Não precisa se sentir mal — O abraço e me deixo um beijinho no canto dos seus lábios.

Eu realmente gosto de Jongdae, mas me recuso até mesmo cogitar um dia amar um alfa, por mais que eu o admire e tenha um carinho muito grande por ele, não é aquele amor, sabe? Eu não consigo! Na verdade eu definitivamente não sei o que é amar, muito menos sei os sintomas do amor. A palavra ‘amor’ me dava calafrios.

Mas me esforçarei bastante para um dia evoluir no amor de irmão que eu sinto por Jongdae para um amor mais romântico.

— Eu também gosto de você, Minseok — Sorrio e deixo vários beijinhos pelo seu rosto.

— Obrigado, obrigado — Rio e me jogo no sofá, olhando-o ver televisão enquanto o mesmo passava as mãos por minha anteperna lisinha, acariciando.

Jongdae realmente tinha sido uma dádiva. Se eu me casasse com um ogro como meu pai iria preferir a morte. O que consideram imperfeições para Jongdae, eram as melhores coisas para mim. Eu não ligava se ele não era um alfa destemido e com um porte perfeito como os outros. A única coisa que eu realmente queria era um coração doce e isso é sua característica mais marcante.

Amanhã, quando eu assinar aqueles papéis não irei derramar lágrimas como fiz quando cheguei aqui. Viver com Jongdae era realmente a saída da minha miséria. Até parecia estranho ter sua felicidade encarregada a alguém.

Talvez você, Jongdae. Seria o responsável por minha felicidade.



 - Dia seguinte -



Assim que acordei, e não abri os olhos, senti uma imensa ansiedade. E não. Não era aquela ansiedade boa.

Sinceramente, gostaria de continuar naquela cama quentinha, sentindo dois braços me aconchegando e passando um sentimento de segurança e proteção, mas, dessa vez, não senti o calor humano atrás de mim. Então, inconscientemente, suspirei pesado.

Percebi que a parte da cama ao meu lado afundou-se brevemente para logo em seguida, sentir uma mão mexendo em meus fios.

— Bom dia, hyung. Hora de acordar. — ouvi sua voz rouquenha.

— Ah não... Me deixa aqui. — resmunguei.

— Hm, então vou ter que te fazer sair da cama com o meu truque?

— Ata.

— Está duviando? Se prepara, ômega.

Não deu muito tempo pra responder, já que o alfa pulou em cima de mim e comecou a fazer cócegas em partes estratégicas no meu corpo.

Na mesma hora comecei a rir muito alto enquanto pedia pra ele parar.

— P-para!! Para!! — implorava entre risos enquanto tentava escapar de suas mãos ágeis, porém ele era mais forte. Ele ria divertido junto comigo.

Depois de ficar um bom tempo me fazendo cócegas, ele parou. Já que eu estava ficando bem vermelho de tanto rir. Me surpreendi quando o mesmo se deitou no meu peito, respirando fundo. Imediatamente fiquei enrolando seus fios de cabelo.

— Como se sente, Jongdae? — na mesma hora ele já entendeu minha pergunta.

— Estou um tanto quanto perdido, porém estou calmo.

— Sei... Que horas são?

— Oito e meia.

— Que horas temos que ir?

— As dez.

Formei um biquinho lábios e passei a acariciar as costas do mais novo.

— Vai ficar tudo bem, hyung. Vou estar contigo. Lembre-se disso.

Sorri sem ao menos perceber.


-x-


Já nos encontrávamos naquele cartório, o relógio marcava exatamente dez e cinco da manhã.  O clima, naquela sala fechada estava um pouco sufocante, mas eu sorria para fingir estar tudo bem.

Jongdae — ao meu lado —  estava lindo com aquele terno preto e cabelos penteados num topete de lado. Estava sexy, confesso.

Meu coração falhou una batida.

Espero que não seja infarto.

O alfa percebera minha inquietude e sorriu para mim. Aquilo com toda certeza me acalmou um pouco. Retribui o sorriso, porém bem fracamente.

Jongdae e eu, depois de um tempinho, tivemos de assinar naquele papel. Com um bolo na garganta, assinei. Meu pai com toda certeza sorria, minha mãe estava serena, pela primeira vez.

Depois de assinarmos saímos da sala. Prontamente me esquivei de meu progenitor e fui até minha mãe.

— A senhora está serena, mamãe. — a abracei de lado.

— Sim, estou. Fui precipitada ao pensar que o alfa era alguém ruim. Pensei bastante pela noite quando sai da casa de vocês.  Vi o alfa lhe confortando e fiquei surpresa quando ele enfrentou seu pai, poucos tem coragem; espero realmente que Jongdae te faça feliz e que te ame. Só quero o seu bem, meu amor. Ele parece ser o alfa certo para você.

— Que assim seja, mamãe. Que assim seja. — sorri para ela.



-x-




Meu corpo estava pesado, eu suava muito, meu coração estava acelerado e eu estava incomodado. Meu cio estava perto.

Peguei aquela caixinha tão conhecida por mim, retirei uma capsula e a engoli.

Pronto, sem incômodo.

Foda-se as consequências dos meus atos. Não quero sofrer.




Notas Finais


t e o r i a s
(criem teorias para este fina e para o título do capitulo, são coisas bem fáceis, acho)

Perguntenha:
Qual a música (do álbum the war) é a favorita de vocês?
me: A minha é Going crazy e eu to viciada em Diamond esses dias.


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