História Ensinando sobre amor - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~fanatica_series

Postado
Categorias Originais
Tags Coisas Melosas, Paradas Romãnticas Pra Cacete, Romace
Exibições 10
Palavras 1.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi gente, desculpem-me por demorar a postar o capítulo, é que provas estão chegando~de novo~ e quero que eles fiquem impecáveis! Ah, aqui é a fanática!

Capítulo 12 - Invocação da Outra


-Rebecca, juro que vou te processar!- Outra esta algemada nos pés e nas mãos, e Rebecca estava colocando uma fita em sua boa.

-Podia prendê-la agora mesmo por agressão física e moral a duas professoras-Rebecca abriu e foi até a parada de ônibus mais próximo- Mas não vou porque seria culpa da Bianca mais tarde e não sua. Bianca deixou escapar a fita, soltando um leve gritinho.

-Se ela voltar, né? Que, convenhamos, muito improvável. Agora, ela está morta dentro de mim- Rebecca preocupou-se, mas não percebeu que todos no ônibus estavam olhando para Bianca, depois para ela, depois Bianca.

-Cale sua boca- deu o dinheiro para o cobrador e viu que o mesmo a olhava- Que foi? Ah...sou policial, e não tinha nenhuma viatura policial...ela está presa por agressão, olhe minha carterinha- isso o convenceu, deixando a ruiva mais aliviada. Colocou de volta a fita, e sentou-se a trás de uma idosa.

-Hum! Hum! Hum!- Outra estava se balançando de um lado pro outro no ônibus, batendo-se em Rebecca e a deixando irritada.

-Aff, procure outra coisa. Quer dizer, prepare-se...até amanhã Bianca terá voltado- Rebeca deitou-se na janela, enquanto Outra tentava chamar a atenção da velha senhora, que estava com uma sacola farmácia em seu antebraço

-Hum! Hum!

-Hein?! O que a jovem deseja?- Bianca olhava para a senhora em seguida para a fita, mas a velha balançou a cabeça em negação- Desculpe, não entendi.

-Hum..Hum..!- se remexia e olhava incessantemente para sua fita.

-Ah, a fita- Outra sorrio e, quando a mão da senhora se aproximava, o ônibus parou.

-Chegamos! Vamos Bianca, levante-se-Rebecca puxou sua irmã e saiu do ônibus sem olhar para trás- Eu vi o que você estava tramando Outra

-Hum! Hum! Hum!

-Calculei o tempo que demoraríamos para chegar aqui, mais a sua mímica combinada com a lerdeza da senhora, e deu no ônibus parando. Aliás, foi hilário ver você se balançando pra frente e pra trás, e olhando para sua fita como se fosse vesga!- pegou a chave da casa e jogou Outra no sofá- Agora, me olhe! Eu só vou me trocar, mas caso você tente fazer alguma farra, trazer algum dos seus ex, ou mesmo comprar drogas, vou te amarrar numa cadeira. Fica sentadinha aí- correu para seu quarto e se trancou lá

-Hum! Hum!-tentava empurrar a fita com a língua, em vão. Tentou se levantar, mas como seus pés estavam presos, iria de certo cair.

-Tá certo, agora do começo- tirou a fita da boca de sua irmã- Outra, sei que se lembra de mim.

-Como poderia esquecer uma menina cabeçuda como você? Aliás, como poderia esquecer de minha mãe-limpava sua boca com a língua, pois a força com que Rebecca tirou a fita tinha depilado seu buço- Você é mais forte do que aparenta ser.

-E você é tão chata quanto aparenta ser.

-Eu ou sua irmã? Porque somos uma só pessoa agora- deu um sorriso malicioso o qual se arrependeu por causa da ardência.

-Não! Bianca ainda está aí dentro, sei disso, só preciso retirar você de uma vez daí- ligou sua netflix e viu que Outra logo começou a se preocupar- O que foi? O rabo da gata passou pela sua venta?

-Mas que... Não! Só estou imaginando o que farei amanhã na escola.

-Amanhã é domingo- Rebecca lembrou-se que amanhã a SchoolKingdom teria uma prova da Olimpíada de Química e Artes amanhã, e que Bianca seria a supervisora da classe- Você terá de faltar.

-Nem pensar! Vou ganhar uns dias de folga se for supervisionar os pirralhu amanhã!- Rebecca viu o catálogo de terror, e achou o certo

-Hum, este é perfeito! Vamos ver Invocação do Mal, certo outra?

-Sei o que está planejando, sua espertinha. Mas não vai dar certo não!

Horas se passaram, e nada de Outra se assustar. Claro, o filme deveria ser de Horror, e não só para assustar. Rebecca assustou-se em uma parte, mas Outra nem um pio. Mas, por dentro, estava morrendo de medo, e quase acabou abraçando Rebecca, mas se abraçasse, saberia  que iria acontecer, e não queria ficar esquecida na mente de unicórnio da Bianca.

-Bom, o que achou do filme?- Outra quase não demonstrava o que sentia pela sua cara. Espreguiçou-se e em seguida bocejou, e deitou no sofá

-Achei uma bosta. Vamos ver Cinquenta Tons de Cinza que é melhor- Rebecca bateu-se com a mão na cara, desamarrou a corda de seus pulsos, e de seus pés.

-É, acho que Bianca sumiu para sempre. Vai para onde você quiser, faça o que quiser. Nada vai trazer Bianca de volta- uma lágrima escorreu por seu rosto, e ainda sem nenhuma expressão na cara de Bianca

-É, ela sumiu pra sempre. Agora, se me der licença, vou à um PUB, preciso beber, e paquerar. Além disso, preciso de algo para encarar as pestes de amanhã.

-Que seja, só leve a chave. E não me perturbe, preciso acordar cedo pra fazer patrulha amanhã- entrou vagarosamente em seu quarto e fechou lentamente a porta.

Outra sentiu-se com um pouco de culpa mas logo esqueceu, dizendo a si mesmo que era bobagem, e xingando Rebecca.

-É, está meio tarde, e amanhã eu tenho que ir supervisionar, mas...a noite é uma criança...mas, eu vou prejudicar não só Bianca, mas eu também se perder o emprego por estar...bom, é melhor ficar aqui mesmo. Rebecca que se dane, deve ter algo pra comer aqui- revirou os armários, a geladeira, mas só encontrou miojo, feijão, arroz, um frango congelado, junto com nescau e Danoninho.

Enquanto Outra se empanturrava de comida, Alex estava arrasado em sua casa. Mais uma decepção amorosa em sua vida. Bianca passou parte da noite bêbada e dançando com outros professores, fazendo escândalos, e o ignorando. Não podia ser ela, um alter ego, talvez? Ou sua outra personalidade quando estivesse bêbada.

Alex estava deitado no sofá, com o cabelo bagunçado, escrevendo uma nova música sobre sua vida no caderno.

Amanhã, ele tinha de ir supervisionar uma das provas de Arte com um professor, e não sabia se estava em condição de o fazer. Estava ficando velho, mal tinha decidido sua carreira, e sua vida amorosa não estava boa não. Seu sonho era ter uma família que sempre desejara, com uma mulher que amasse, e talvez dois filhos. Só faltava os filhos, e uma mulher que o amasse.

Não sabia o que viria agora, seu futuro é incerto. Mas, como Laura disse antes, precisava lutar.

-Preciso lutar por Bianca, porque acho que eu estou a perdendo. E por falar em Laura, não vi Laura nem Felipe no boliche- pegou seu celular, e ligou a Laura.

-Alou?- respondeu Laura.

-Laura! Sou eu, Alex!

-Ah, oi Alex. Estou surpresa de ter me ligado.

-É, eu queria saber o motivo de você não ter ido ontem ao boliche.

-Ah..bom, tive um compromisso...quer dizer,teatro de última hora!

-Felipe também? Porque ele também não veio ontem.

-Não! Quer dizer, não sei. Ah, Alex, acabo de saber que meu Hamster tá tendo uma parada respiratória, preciso ir.

Algo está rolando, e acho que tem a ver com Laura e Felipe.


Notas Finais


Até o próximo!


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