História Entardecer - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 14
Palavras 839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, pessoal.
Espero que goste, essa é minha terceira história em andamento.

Pouco ruim, mas...

Boa leitura.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Nunca me imaginei mudando minha rotina, as vezes penso que sou acomodado com as coisas, talvez eu seja. Meu pai diz que eu sou preguiçoso e meu irmão apenas concorda. E bem, eu sou preguiçoso. Não discorodo. E como já disse, sou acomodado, então não mudarei isso.

-Vamos!-Gritou o sr Hilmer.- Vocês não são metidos a machões. Quero ver agora.  Corram.

A aula acabou e eu dei graças ao senhor. Não aguentava aquele professr, aquele exercício. Por mais que Educação física fizesse parte do nosso curriculo/histórico escolar, professor Hilmer pegou pesado, mas também tínhamos merecido.

Já na área externa, estava a caminho do estacionamento, quero muito que minha mãe venha me buscar, meu corpo está doendo.

-Hey, Silver.- Ouço alguém chamar. Quando me viro, sou atingido por diversas balas, com formatos de comprimidos.- Esqueceu seus remédios, louco!

Lúcio era o um dos babacas da escola metidos a fodão do colégio por ter entrado na turma de futebol, aliás, ele entrou como reserva.

-Vá se ferrar, Lúcio.- Me virei e lhe mostrei o dedo.

Ele se aproxima e começa a gritar, achando que arrumaria briga comigo. Bem, achou certo.
Ele me empurra contra o portão do estacionamento e parte pra cima de mim. Eu só tive tempo de me esquivar e desferir um chute em sua lombar. E bem, foi por esse maldito chute que levei uma cotovelada na boca e uma detenção.

"Ótimo. Mais uma pra coleção"

Minha mãe saiu da sala do diretor calada. Mal me olhou. Estava tenso, eu não tive culpa, mas ela não queria saber, nem ela e muito menos meu pai.

-Qual a desculpa que usará agora, Bernardo?- Ela me perguntou. Friamente.

-Desculpa? Desculpa do quê? Eunme defendi- Estou me exaltando.

-Se defendeu? Como nas ultimas vezes. Olha, eu não sei nem o que te dizer e seu pai... Vocês que se resolvam.

-Eu não tive culpa alguma! Mas que merda!

-Olha esse palavriado.

Ela me desferiu um tapa.
Entramos no carro e a viagem seguiu sem ninguém falar nada.

Ao chegar em casa, subi diretamente para meu quarto. Meu pai não havia chegado e eu espero que minha mãe se acalme até a hora dele chegar.

-E ai, esquisito.- Disse Ruiz.- Mamãe foi te buscar, aprontou de novo né?!

Ele ria sarcasticamente. Ignorei. Joguei minhas coisas no armário e abri meu notebook.

Ele se aproximou da minha cama e continuou:

-Se lembra do aviso do papai né. Mais uma arte sua e ele te mandava pra um refor...

Ouvi a porta bater no hall. Era meu pai que havia chegado.

-Olá, meninos. Boa tarde.

-Olá, pai- Falamos em uníssono.

Ele foi pro quarto dele. Quando ouvimos a porta se fechar e ser trancada, Ruiz me observou com um olhar de canto.

No jantar...

Estavamos todos à mesa. Comendo em silêncio. Ninguém falou nada. Estavamos indo tudo muito bem até que meu pai me encara.

-Bernardo, que machucado é esse em sua boca?

-Ah, foi um acidente, pai... Na aula de educação física.

Estava em pânico. Minha mae me fitava e meu pai estava custando a acreditar.

-Entendo. Bem, mais cuidado na próxima.

-Eu terei.

Pedi licença para sair da mesa e subi para meu quarto. Não estava me sentindo bem.
Deitei-me na cama e gratativamente caí no sono.

Sonho on...

-Bernardo, o que você espera do futuro?- Me perguntou. Aquele seus olhos castanhos, grandes e lindos me fitava curiosos.

-Bem, pode ter certeza de que não espero ver carros voadores. -Rimos.

Estavamos no nosso local de sempre. Era por volta de umas 18:00pm, e estava entardecendo. O sol se pondo. Estavamos sentados no lugar se sempre, abaixo da árvore. De frente a um campo com uma vista linda.

-Acha que estaremos juntos até lá?- Me questionou. Sua voz pareceu frágil e baixa, como se temesse a resposta.

-Se ficaremos juntos até lá, eu não sei, mas te garanto que quando esse dia chegar, eu continuarei te amando.- Me aproximei de seus lábios e lhe dei um beijo. Sorriu e me perguntou "Sempre", respondi "Pra sempre"

-Quebra de tempo-

-Bernardo, por favor, me ajude.- Sua voz soou rouca e baixa pelo telefone. Além de trêmula.

-Onde você está? Me responde!- Estava em desespero.

-Eu não sei. Me arrastaram até aqui. Mas não pareço estar longe. Eles não podem saber que te liguei. Estou próximo ao Centro Univer...

-Quem te abordou?

-Foram os...

O telefone ficou mudo por alguns instantes, então ruido de vozes e portas sendo abertas e fechadas veio.

Sussurros quase inaudíveis davam para ser ouvidos.

-Ligando para quem? Seu namoradinho?

Risadas histéricas se soltaram.
E logo após barulhos e xingamentos. Socos e chutes. E um baque.
Logo ouço sua voz novamente, e pelo visto, fora a última vez.

-Bernando... socorro...eu te amo.

E o telefone se pôs a ficar mudo.

Sonho off...

Acordei num súbito. Minha cabeça latejava. Eu estava chorando, tremendo, suando e com falta de ar. Precisava chamar ajuda, mas meu corpo estava paralisado e doía.
Minha única reação naquele momento foi tentar voltar a dormir. E assim eu fiz.


Notas Finais


Obrigada.


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