História Entra na onda da Fairy Tail - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Angel, Anna Heartfilia, Aquarius, Bacchus Groh, Bickslow, Cana Alberona, Câncer, Capricórnio, Carla (Charle), Chelia Blendy, Crux (Kurukkusu), Droy, Elfman Strauss, Erik (Cobra), Erza Scarlet, Eve Tearm, Evergreen, Freed Justine, Frosch, Gajeel Redfox, Gemini, Grandeeney, Gray Fullbuster, Happy, Hibiki Lates, Horologium, Ichiya Vandalay Kotobuki, Igneel, Irene Belserion, Ivan Dreyar, Jellal Fernandes, Jenny Realight, Jet, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Kinana, Laki Olietta, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Lector, Levy McGarden, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Lyra, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Mest, Metalicana, Midnight, Millianna, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Mystogan, Natsu Dragneel, Nikora "Plue", Orga Nanagear, Pantherlily, Ren Akatsuki, Risley Law, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Rufus Lore, Scorpio, Sherry Blendy, Silver Fullbuster, Skiadrum, Sting Eucliffe, Taurus, Ultear Milkovich, Ur, Virgo, Wanaba, Weisslogia, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Baccana, Colégio Misterioso, Gale, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nalu
Visualizações 47
Palavras 3.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Minasan kon'nichiwa!!
Ninguém me mata por um dia de atraso, certo?
O que interessa, é que é a cerimónia. Mas devo confessar que...podia ter ficada menos aborrecido/chato. Mas, eu agradecia se lessem. E se gostassem favotitassem. Só um desejo pessoal sem importância(só que de muita importância).
Parece que desta vez não vou dar SPOILERS. Como o facto de saberem que o **** gosta da Juvia, mas a Juvia não gostar dele, porque... RAIOS, FOI SPOILERS!!!
BO
A

LE
IT
UR
A!
!!
!!

Capítulo 6 - A Cerimónia(PARTE 2)


Fanfic / Fanfiction Entra na onda da Fairy Tail - Capítulo 6 - A Cerimónia(PARTE 2)

Narrador a narrar...

     Os rapazes acabam de jantar. Vão juntos para os seus respectivos quartos, separando-se com dizendo, " Boa noite".

     Natsu chega e Lisanna já dorme. Ele vai até à casa de banho do dormitório, toma banho, lava os dentes, veste o pijama e vai para a cama. Adormece rapidamente e sonha com a rapariga que ajudara mais cedo. 

     Como o Natsu chegou tarde para a entrega de chaves, Cana Alberona, uma rapariga com tendência para exagerar no álcool, ficou no quarto de Gray. Este ao chegar ao quarto, depara-se com a amiga a dormir na cama dela. Gray olha para o relógio e reconhece que demorou um bom bocado para jantar. Cansado ele simplesmente se enfia na cama ignorando o rasto de roupa que deixou desde o corredor.

        Gajeel ficou com um quarto da aliança da Fairy Tail com a Crime Sorcière, e para seu azar foi o Macbeth, o artista Midnight das inspirações à meia-noite. Quando chegou, ele já tinha preparado a tela e as tintas. Quanto ao Macbeth, ele estava a fazer uma sesta antes do ataque da arte. Gajeel arrastou-se até à casa de banho, vestiu o pijama e caiu na cama adormecendo de imediato.

         Laxus está num dos, aqui chamados, quartos únicos, ou seja, quartos para uma só pessoa. Todos naquele colégio sabiam que o neto do diretor, não gostava nem um pouco de partilhar o quarto. O Laxus entra no seu quarto, olha em volta a verificar se tudo está no lugar e se a decoração, em que eles e os seus amigos/seguidores/servos gastaram a manhã inteira. Parece-lhe tudo bem e ele deita-se, antes de fechar os olhos olhos, ele olha para a sua mesa de cabeceira, que contém uma fotografia da sua namorada. Fecha olhos e adormece pouco depois.

         Jellal foi o último a chegar ao quarto. O seu ficava no fundo do corredor da ala masculina. Ele partilha o quarto com o Romeo, um rapaz do 7º ano com 12 anos. Eles já se conheciam e à alguns anos eles também tinham sido companheiros de quarto. O Jellal entra e encontra o seu companheiro de quarto a jogar um videojogo. Romeo assegura que já está quase a acabar o nível e Jellal ordena que ele tem de parar de jogar até ele sair da casa de banho. Em 10 minutos, os dois estavam nas suas respectivas camas a dormir.

No dia seguinte à hora do pequeno-almoço...

          A Levy e as suas amigas estavam na sua mesa e a estudiosa revela um tema que a afligia. Quando têm a certeza de que a Lucy foi para o quarto, a Levy fala com as amigas sobre a companheira de quarto, mais especificamente, os seus comportamentos antissociais. Todas revelam preocupação:

           - O que acham que eu devo fazer? - pergunta a Levy.

        - Em primeiro lugar, vamos tentar ser suas amigas. - sugere a Erza. - E confiar na Mavis para a ajudar. - Mavis, a aluna mais famosa da Fairy Tail, morreu à décadas, mas, os alunos, o director, os professores e os auxiliares acreditam que o espírito dela mantém-se na escola para ajudar os alunos.

       A seguir ao assunto da Lucy, elas falam de um assunto normal entre elas: os relacionamentos amorosos(tema que nem todas gostavam de falar)...

        - Juvia! - chama a Levy - De quem são as flores? Não me diga que o Gray, finalmente, avançou! - de facto, a azulada maior tinha consigo, lindas flores num grande buquê de tulipas azuis. Uma pessoa normal ficaria muito lisonjeada por tal presente, mas, a Juvia tinha uma exprexão infeliz no seu rosto.

          - A Juvia pensou o mesmo quando o estafeta entregou-lhe isto, só que... - diz a Juvia quase a derramar um lago de lágrimas.

          - Só que...? - pergunta a Erza.

          - O cartão diz que é do Lyon!!! - exclama a Juvia. Aí não se aguentou, começou a chorar. As amigas tentaram acalma-la, porém, o coração da azulada estava desgostoso demais para parar. Pobrezinha, ama quem não demonstra ama-la, e é alvo de amor por alguém que não ama.

          - Calma amiga. Calma amiga. - repete a Cana na esperança de a conseguir fazer parar. A Juvia começa a chorar menos, o que é um grande alívio para as garotas. - Pronto, pensa positivo! O Lyon pode mandar as flores que quiser, mas, ele anda noutra escola, e quem tu gostas está aqui, não está? - reconforta. A Juvia para de chorar e já tem na cara, algo parecido com um sorriso! Para não haver uma inundação de lágrimas, elas desviaram as atenções para outra.

          - Então Levy, como está o Gajeel? - pergunta maliciosa a Mirajane. A Levy imediatamente cora.

          - Nã-ã-ã-ão sei! Eu só o vi umas 3-3-3-3 ou-u-u 4-4 ve-ve-ve-vezes.

     - Calma Levy! Não é preciso ficares nervosa, pois não? - pergunta a Cana, igualmente maliciosa. A pobre Levy fica tão envergonhada que quer meter a cabeça num buraco.

       - Já que a Levy ficou tão vermelha que parece um tomate quase a explodir, Cana, o que é que aconteceu ontem com o Bacchus? - diz a Juvia.

         - Nada demais! Fomos só ao novo bar que abriu perto do colégio dele. Então, fizemos um concurso(que eu ganhei) de beber, portanto, bebemos até tarde e só agora é que acordei. - exclama a Cana meio zonza.

         - A tua relação com o teu namorado é um pouco estranha. - comenta a Erza metendo na boca mais um pedaço do seu bolo de morango. Aquele comentário fora um erro, e depressa ela descobriria porquê.

        - Por falar em relações estranhas... - começa a Juvia. - Erza! Como vão as coisas com o Jellal? - Neste momento, a Erza quase desmaia. Sabem quando temos aquele ponto fraco que só de o mencionarem já ficamos de rastos? Pois, o Jellal é o ponto fraco da Erza, tal como a Erza é o ponto fraco do Jellal. Quando falam nele, a Erza trava, ou melhor, encrava, como está a acontecer agora. Nos momentos de encravação, elas recorrem à irmã do Jellal, a pequena Wendy Marvell Fernandes.

        - Wendy?! - dizem todas(menos obviamente a Erza). A Wendy encolhe-se, ela sabe que se contasse o que sabia, morria nas mãos da Erza e depois era ressuscitada pelo irmão mais velho, para ele a matar de novo e mais tarde voltar à vida para ser morta pelos dois em conjunto. Resumindo, a Wendy desata a correr. Todas vão atrás dela, umas para faze-la falar outra para garantir que ela não fala.

         Correm e correm até chegarem ao terraço. Todas acabam por cair do cansaço e desatam a rir(não sei bem porquê, apenas lhes deu vontade de gargalhar sem parar.

             - Estão a ouvir?! - alerta a Mira. - É o sino da cerimória!! Vai começar!!

            - Estamos à espera de quê? Vamos!! - ordena a Erza. Começa uma corrida, uma corrida em que só se ganha se se conseguir chegar à meta antes do fim do tempo, marcado pelo discurso do organizador. 

            Todas tinham muitíssimas boas razões para chegar a tempo.

A Levy: é uma aluna muito estudiosa, de que os professores e o diretor esperam grandes feitos. E um deles não é chegar tarde a uma cerimónia de receção aos novos alunos;

A Juvia: uma excelente nadadora, bateu o recorde mundial de voltas à piscina em 20 minutos e impressionou de tal forma a professora Aquarius, que conquistou o respeito dela, e isso é a coisa mais rara daquela escola e a única coisa em tudo o mundo que custa tanto a ganhar que quando ganhas, proteges esse respeito e te faz garantir que nunca o perderás! Se a Juvia chegasse atrasada, perdia o respeito da professora de Educação Física.

A Wendy: uma aluna calma e com bons resultados, o pequeno orgulho dos professores dos mais novos, no entanto, também alvo de um boato que diz que ela é como os primos, burra e irresponsável, que só tira boas notas por causa do irmão e por sorte, que o seu exemplar comportamento não passa de fachada. Para impedir que as pessoas vejam esse falso e maldoso boato como uma verdadeira e pura verdade, ela aplica-se muito e dá o melhor de si. Se chegar atrasada, o mais provável é considerarem-na tão mal como consideram os primos, o que também prejudicaria a imagem e reputação do irmão.

A Mirajane: como a Wendy, uma aluna modelo e namorada do neto do diretor, embora não se importe muito com o que os outros dizem, não gosta de ser ridicularizada. Imaginei como se sentiria humilhada se chegasse tarde? Concluindo, a Mira é muito sensível e não aguenta humilhações, por isso, chegar atrasada destruiria a sua autoestima.

A Cana: uma aluna com um número considerável de castigos e chamadas de atenção, como devem calcular, a última coisa que ela quer é receber um novo sermão logo no início do ano. Imaginemos, ela chega tarde, é repreendida pelo diretor, o pai(professor de matemática da escola) leva-a até ao dormitório, primeiro reclama pelo quarto na ala masculina e pela sua falta de responsabilidade, depois, castigava-a por causa do atraso e ninguém sabe o que esperar dos castigos do Gildarts! 

E a Erza: uma excelentíssima aluna, conhecida por dar medo a todos e manter a ordem em todo o lado. O lado critico de chegar atrasada seria, provavelmente, não fazer o discurso aos novos alunos. Porquê? Porque ela é a presidente da associação de estudantes deste o 1º ano. É uma grande honra e só é digna de pessoas competentes. E uma estudante que seria o suposto exemplo para todos os alunos chegar atrasada a uma cerimónia onde faria um dircurso, não seria uma espécie de... como hei de dizer... uma clara demonstração de pouca ética e de que aquele colégio não tinha bons modelos.

Basicamente, todas as nossas meninas tinham razões muito fortes para correr em direção ao auditório.

       Por milagre, elas chegam a tempo. Entram e ainda estão muitos miúdos a sentar-se, o que significa que chegarão a tempo. A Erza vai para o palco, senta-se nas cadeiras com os professores(e para facilitar a situação, ainda não se encontravam todos lá, como o Mestre Makarov)! 

         As outras vão sentando-se nas cadeiras que encontram livres.

Levy a narrar...

        Ando à procura da Lucy. Com sorte consigo sentar-me ao lado dela! Lá está a minha companheira de quarto, logo na primeira fila! Oh Lucy!! NÃO!!!! Tenho de ir lá! Se não...

Natsu a narrar...

          Para variar, adormeci e eu os meus amigos ouvimos o sino da cerimónia quando estávamos DO OUTRO LADO DA ESCOLA! Corremos tão rápido que devíamos receber um prémio ou pelo menos uma medalha pelo recorde! Chegámos ao auditório. Todos arfamos de cansaço(e não é para menos). O Jellal sem dizer absolutamente nada, foi para o seu lugar no palco, como estudante representante da Crime Sorcière, para mim e para os meus amigos, ele só quis este posto para estar mais perto da Erza. É, o meu priminho é tímido, mas, ao menos é inteligente! Ora vamos lá ver a primeira fila. Os vaidosos que querem se mostrar, os refilões que querem protestar a custo até de uma humilhação e os novatos inexperientes que acabam por passar uma vergonha no palco. Isto porque todos os que estão aqui à pelo menos um ano, sabem que na cerimónia de boas-vinda, o avosinho conida sempre velhos alunos para relatar como estão a gostar da escola, e também novos alunos para ele saber o que eles acham do edifício, das pessoas, das refeições, dos quartos,... Todos sabem que, a menos que queiram refilar ou motrar-se, não se podem colocar na primeira fila.

       Espera lá! Ou estou a ver mal, ou a Lucy está na fila da frente. A Lucy! A rapariga que ajudei, a filha de lendas desta escola e aquela que estranhamente não sai dos meus pensamentos. AI! NATSU PARA DE PENSAR NISSO! Ela vai ser chamada! UFA, a Levy está a ir para lá, que alívio.

        - Natsu! - ouço alguém chamar. Olho e é a Lisanna, OH VÁ LÁ! Que destino cruel me foi calhar! - Por favor, vem sentar-te ao meu lado! - seria indelicado da minha parte recusar.

        - OK, Lisanna. - digo e sento-me, ela(e a agora eu também) esta(mos) na ponta da 3ª fila, do lado esquerdo. O avozinho ainda não apareceu, então vou relaxar enquanto o velhote não aparece.

Lucy a narrar...

           Depois de falar com o meu primo, vim para a cerimónia. Já estavam um número considerável de pessoas aqui. Eu olhei para todo o lado e não vi a Levy, acabei por me sentar na primeira fila. Não havia muita gente nesta fila, para além que eu queria ver bem o que se ia passar naquele palco. Agora estou à espera do começo. Alguém está a tocar no meu ombro. Olho de canto para trás e é a...

           - LEVY! - exclamo. É ela! 

        - Olá Lucy, como estás? Já não nos vemos desde o pequeno-almoço. - ela pergunta. Se ela tivesse perguntado a uma hora atrás, eu concerteza diria que estava mal, mas, o Sting animou-me.

         - Estou bem! - respondo sorrindo. Antes, ela estava com uma cara de pura preocupação, agora ficou mais alegre. 

         - Lucy. - ela chama-me. Que estranho, voltou a ter aquela cara de preocupação. - Tu gostas de ser tipo...questionada por um velhote baixinho em frente a todos os alunos da tua nova escola? - O quê? Que raio de pergunta é esta?

O pensamento da Levy...

Linda abordagem Levy! Ela deve estar a pensar que sou uma doida ou assim.'' 

                                      O pensamento da Levy...

             - Bom, eu nunca fiz isso, mas, a ideia não me agrada. - respondo. Não porquê, a Levy pareceu mais aliviada com a aminha resposta. Não quero estar a ofender a minha nova amiga, poré, ele é um pouco estranha.

              - Se não queres isso, é melhor trocares de fila, o Mestre escolhe sempre alunos novatos para opinarem sobre o que estão a achar da escola. - ela explica-me. Eu não acredito! Novamente não quero ofender, mas, este velhote é meio exgerado com os novatos. Será que a Levy está a mentir. Ela contou-me várias histórias sobre loucuras do Mestre, no entanto, pode ter estado a inventar. Qual poderia ser o interesse em inventar histórias sobre doidices de um idoso? E de fazer mudar fila? Euuuu vou confiar nela. Levanto-me. As encontramos rapidamente dois lugares na terceira fila do lado direito.

              Olho para o palco, o Mestre já chegou, está a falar com os outros professores, uma das amigas da Levy e um rapaz, aquele rapaz parece-me familiar. Estranho, agora que vejo bem a cara da rapariga, também ela me parece familiar. Agora olho para o lado, está lá o rapaz que me ajudou com o gabinete do diretor! O Fatsu! Não... Arthur! Neh... Wiliam! Não me parece... Pensa lá Lucy! Eu sei que sei o nome, está na ponta da língua!

               - Estás a olhar para o Natsu, Lucy? - ouço a Levy questionar. NATSU! É esse o nome! Natsu Dragneel!

               - Bem... sim, quando os meus pais me trouxeram, eu perdi-me e ele ajudou-me a encontra-los. - respondo, não porquê fiquei corada. - Só por curiosidade, quem a rapariga ao lado dele? - a Levy olha atentamente para a outra fila.

            - Acho que é a Lisanna, uma amiga minha. É completamente apaixonada pelo Natsu desde o momento em que o viu(segundo o que ela me contou). - a azulada responde. Involuntariamente, a minha cara toma uma expressão séria, que levou a uma aura de poucos amigos. Até acho que a Levy se arrepiou.

              - Alunas e alunos, novatos e antigos, ouçam-me agora! - exclama o Mestre. Parece que a cerimónia vai começar. - Bom, com devem saber, estão na Cerimónia de Boas-Vindas aos caloiros da Fairy Tail! - todos batem palmas, eu não fico atrás e também aplaudo. - Para mim, sabe muito bem ver todos os anos, alunos a ir para a universidade depois de tanto tempo aqui, a aprender muito mais que simples matérias que ficam bem no currículo! E também me agrada, verdadeiramente, todos os anos, virem mais crianças para o meu colégio. Eu sou um pai orgulho por todos vocês que estam nesta sala. Isto porque, pode parecer que não mas, eu importo-me convosco, todos aqueles que entram por aquelas portas passam a ser um membro da família. Nunca pensem que não estam incluidos na família, pois, eu sei que os novos já têm pessoas que se importam com eles. E-e-eu fi-i-i- waaaaaaaa - o Mestre começou a chorar! Bem, esta é a prova que ele sente o que diz. A rapariga ruiva e o rapaz azulado vão tentar acalma-lo, pouco depois um outro jovem loiro parecido com o Mestre faz o mesmo.

          - Recompõem-te avozinho, pára de chorar. - pede o loiro. O velhote para em fim de chorar e todos voltam aos lugares.

          - Desculpem a todos, só que, embora não conheça alguns, eu já tenho orgulho por vocês. Eu e a Mavis. - diz o Mestre olhando para cima. Quem será essa Mavis? A esposa dele? Uma professora antiga que não está aqui? - A Mavis foi a primeira aluna que este colégio teve, era uma menina muito doce e simpática, sempre pronta a ajudar os seus amigos, morreu à quase 200 anos. Mas, reza a lenda que ela escondeu um objeto dela aqui, para que o seu espírito permanecesse aqui para ajudar todos aqueles que precisarem. - sou a única que se sentiu meio arrepiada com esta história? - Bom, eu só tenho mais uma coisa para vos dizer: vocês são muitos, e por vezes eu não vou conseguir estar com todos os que necessitam, mas, eu sempre estarei olhando por vocês!! - ele grita erguendo o braço fechando todos os dedos, exceto o indicador e o polegar que permaneciam abertos. Todos os antigos alunos fizeram o mesmo! Até a Levy.

            - FAIRY TAIL!!!!!!! - berraram todos. Acho que estou surda. 

           - E agora apresento a presidente da associação de estudantes e aluna modela, Erza Scarlet Belserion! - anuncia o velhote. Então a rapariga levanto-se e foi até ao microfone. 

          - Obrigada Mestre. E... - detesto estes discursos. Hummm, Erza Scarlet Belserion, é... é... é uma das melhores estudantes do país! Dizem que é perita em artes marciais e sabe manusear a espada com ninguém!  Fantástico. Esqueci-me completamente que ela estuda na Fairy Tail, e é uma das amigas da Levy...  LEVY MCGARDEEN! Ela também teve uma excelente pontuação no exame nacional do anos passado, se não a melhor! Ela também bateu o recorde mais livros lidos numa semana e de mais visitas à biblioteca num mês!! Impressionante. Esta escola está cheia de talentos, como aquela aluna que bateu o recorde de mais voltas à piscina em 20 minutos! Se os alunos daqui são assim tão bons, não me posso desviar dos estudos. Lucy Hearthfilia, não é para deixar andar como na Sabertooh. Não é para criticar, no entanto, um ponto fraco da minha antiga escola era os professores nada motivadores e do diretor frio. Eu e o meu primo somos inteligentes então, não nos preocupavamos muito com testes ou provas, podíamos estudar um dia ou dois antes, mas, não trabalhávamos assim tanto. Ao contrário do que tenho de fazer daqui para a frente! - E foi tudo, obrigada! - espera lá, ELA JÁ TERMINOU?! BOLAS! Estava distraída! O que faço agora?! Levy!

             - Levy. - sussurro envergonhada. 

            - E agora o representante estudantil da nossa escola amiga, Crime Sorcière, uma salva de palmas para o Jellal Marvel Fernandes! - anuncia o velhote. Outra revelação chocante, na verdade, DUAS! Primeira: a Fairy Tail está envolvida num projecto coajuda entre escolas e ainda por cima com uma escola de prodígios! Segunda: o rapaz azulado é o miúdo mais inteligente do país, e um dos melhores do continente e do MUNDO!! E ainda um grande atleta e bonita. À MAIS PERFEITO QUE ELE? Não me parece.

             - Desculpa Lucy, queres dizer alguma coisa? - sussurra a Levy.

             - Várias, na realidade. - sussurro. 

             - Podes dizer. - ela volta a sussurar.

             - O mais importante é o que a Erza Belserion disse. Fiquei perdida nos meus pensamentos e não ouvi! - revelo, obviamente, sussurando.

             - Eu posso dizer-te tudo quando a cerimónia acabar, agora o melhor é ouvirmos o Jellal! - ela alerta.

             - Tens razão. - concordo. Assim passou-se o resto da manhã. Discursos, apresentações e a Levy tinha razão naquilo dos da primeira fila opinarem. Senti-me mesmo feliz por não estar no lugar de alguns novatos! E chega a hora do almoço.

             - É Lucy, que tal almoçarmos juntas? Assim eu posso dizer-te o discurso da Erza. - propõe a pequena ratinha de biblioteca. Achei que ia aceitar na hora mas, não consegui. E se as amigas dela aparecem? Isso seria desastroso. Levy...

               - Desculpa, mas não tenho fome. Vou para o quarto. - responde e vou em direção aos dormitórios.

             - Lucy! Queres que te leve alguma coisa ao quarto e depois falamos? - ela diz. Parece ser uma boa ideia.

             - Pode ser, obrigada. - digo e vou. Ela faz o mesmo, mas, consigo sentir a preocupação que ela está a sentir.

Narradora a narrar...

             - Makarov! - chama a Porlyusica, o diretor - Viste e ouviste o mesmo que eu?

             - Sim Porlyusica, eu vi e ouvi perfeitamente. - responde o Makarov.

             - Achas que se safa sem aquela ajudinha? - questiona a enfermeira.

             - Talvez. - diz o velho. Ambos estavam preocupados.

             - Estes miúdos, não passa uma geração em que não seja necessária a ajudinha da Mavis! - comenta a mulher.

             - Calma Porlyusica, não vamos tirar conclusões antes do tempo. - ordena o diretor.

            - Não sejas hipócrita Makarov! Até um cego consegue ver que ela vai precisar! - nesta ultima frase, a velhote aumenta o tom. 

            - Eu sei Porlyusica, eu sei. - admitiu o Mestre.

            Uma janela abre-se e duas flores de uma das árvores Sakuras do jardim, voam em direção a Makarov.

            - A ajuda será dada mais brevemente do que pensei, acho um pouco cedo, mas se é essa a tua vontade Mavis, assim farei. - diz o velho.

 Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, pessoal!
AVISO: Provavelmente quando eu não achar imagens relacionadas com o capítulo, ou que eu não quero que estejam, possam aparecer como capa, umas sem qualquer ligação, bom é a vida.
TCHAU!!!!


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