História Entre a Calmaria e a Tempestade - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.093
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse capítulo foi bem interessante de escrever, com algumas referências a outras coisas espero que gostem

Capítulo 9 - Segredos


Fanfic / Fanfiction Entre a Calmaria e a Tempestade - Capítulo 9 - Segredos

com carta sei exatamente onde ele está, James foi atrás de ralf e como escrito me proibiu de ir atrás dele, ignorando totalmente aquilo pego a corrente com o um pingente de gota verde que estava dentro da caixinha com a carta sobre o criado mudo.

Vou até o endereço e me deparo com um prédio muito grande ao observar por um tempo descido entrar pelos fundos, dou a volta no prédio pois tenho duas metas encontrar James e com a ajuda dele salvar Alexander.

No primeiro piso na entrada dos funcionários era como um pequeno depósito com caixotes e ferros, a primeira pessoa que vi foi James, ele era inconfundível mas as pessoas que estavam ali o temiam de alguma forma, fui atrás de uma caixa e observei por um tempo ele estava dando ordens a vários caras até que um deles vai até onde eu estava e me pega pelo braço e me lava até James que me olha impaciente porém mantém as aparências ao invés de dizer " o que vc pensa que tá fazendo aqui? Não mandei vc ficar em casa?" Bem diferente disso ele olha pra mim com um sorriso perturbador, algo estranho nele como se aquele fosse outro mundo e nele existisse alguém que eu não conheço,James levanta e segura firme no meu braço e diz para os lacaios que estão nos fundos

"Não me atrapalhe, ela me pertence agora,vou

leva-la para meus oposentos"

"Boa diversão senhor, quer que eu a leve para o senhor"

"Não obrigado eu me encarrego de fazer isso" James responde simpático até demais e depois que o garoto saí eu me dirijo a James "o que tá rolando? Ele sabe que vc é? Senhor?"

Então James apenas me responde "é uma longa história meu bem"

Subimos e estamos em uma espécie de quarto, pouca decoração, nenhuma foto, uma colcha lisa preta cobre a cama e um abajur está sobre o criado mudo, ao lado do abajur um livro de aparência antiga com um marcador vermelho dentro. Organização impecável diferente do quarto do meu irmão(com quem passei a vida toda mas após casar mora longe) ele vai até o guarda-roupa de madeira que preenche o vazio do quarto e dele tira um mapa, é o mapa daquela casa? Lugar? Não sei mais ao certo o que é aqui-lo.

Ele traça uma risca com os dedos analisando como iríamos de um lugar para o outro com a maior descrição possível. Então derrepente começou a falar "Olivia, eu trabalhava para Ralf antes de te conhecer, ele foi o assassino da minha família e eu fui assasino pra ele, minhas mãos são sujas de sangue e não há como limpa-las, tome a decisão mais sensata mesmo com tudo isso, você consegue" depois de dizer isso ele estava tão quieto que chegava a ser perturbador, o que se passava em sua mente?

Passamos pelos corredores que espantosamente não tinha ninguém neles, chegamos a sala principal e entramos, estávamos armados e preparados para o pior, por mais terrível que Alexander possa ter sido não merecia uma morte dessas. Ao entrarmos havia uma mesa de jantar posta e nela estavam Ralf e Alexander sentados, dois lugares a mais estavam postos.

Ralf disse:

-sente-se.

E tanto eu quanto james obedecemos, james parecia calmo demais para a situação, era como erro na paisagem. Ao notar mais Alexander parecia aflito, em sua tempora se via suor e sua inquietação era notável o completo oposto de James.

"Então" começou Ralf "eu pensei ter sido claro ao dizer que era pra vir sozinha criança"

"Me disse que eu poderia voltar aqui quando quisesse, não?" Rebateu James ríspidamente sem fita-lo, ele estava atento a algo que de onde estava sentada não conseguia enchergar.

Ralf bufou e então disse:

- minha criança quero fazer um acordo com você se se James não me interromper, preciso das memórias apaixonadas de uma criança feiticeira poderosa, Caso me de essas memórias prometo soltar Alexander e tirar todo vestígio de poder meu que está nele.

Eu estava analisando a situação e aquilo era ridículo, minhas memórias? Minhas memórias com James por uma vida?

"Eu aceito" disse levantando da cadeira, Ralf estava radiante e por uma fração de segundo vi tristeza nós olhos de James mas foi tão rápido que não sei se foi imaginação. De qualquer forma eu tinha que aceitar aquela oferta uma vida estava em jogo.

Fechamos o acordo nenhuma das partes poderia voltar atrás depois daquilo, minhas memorias desapareceriam depois que eu dormisse e quando eu acordasse meu cérebro teria excluído James dos ocorridos dos últimos dias .

Saímos de lá eu e James escoltados Alexander com segurança até sua casa , e assim James me acompanhou até meu apartamento.

Meu coração batia tão forte eu ia perde-lo sem notar estava segurando o colar que ele havia me dado, apertando a joia entre meus dedos, aquela era a hora da despedida, eu não me lembraria mais daquele rosto, daqueles momentos, não lembraria de nada dele.

James beijou minha testa com as mãos nos meus ombros, seus braços deslizaram até minhas mãos então ele disse em meu ouvido "nunca vou te esquecer milady, e quando não se lembrar mais de mim vou fazê-la lembrar de todas as nossas memórias uma por uma" senti um aperto em meu âmago com aquelas palavras, jamais gostaria de esquece-lo. Quando ele acabou de falar mirou meus olhos e depois se virou, ia embora calmamente, então eu o puxei seu braço e o beijei, seus lábios macios e foi algo tão calmo e leve, aos poucos foi se tornando veloz e intenso era nosso último beijo com todas aquelas memórias, eu me esqueceria desse sentimento?

James foi embora, depois de um longo banho fui dormir, acordei com Jeny na porta.

Ela segurava um bilhete e uma grande sacola.

Tínhamos uma missão, aparentemente vários demônios estavam surgindo, muito mais que o normal e todas as pistas indicavam para o dono desta festa a qual era o convite.

Na sacola ela trazia roupas para eu me vestir para o evento por que segundo ela eu não teria roupas adequadas para uma festa como aquela.

Sentia profundamente a falta de algo não sabia exatamente o que, sei que segurar aquela colar de gota que eu usava me acalmava então esmagava a pedra verde entre meus dedos.

Já na noite da festa estava vestida saindo de casa estava usando um vestido carmim, estava sem meus óculos pois usava lentes de contato, mesmo estando com uma roupa tão elegante escondia embaixo dela várias armas que se bem usadas são letais.

Estava a porta do meu prédio e deparava com uma carruagem fantasma, linda e prateada que de alguma forma me era familiar


Notas Finais


Espero que tenham gostado


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