História Entre a Luxúria e o Poder - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Personagens Crocodile, Donquixote Doflamingo
Tags Luxuria, Poder, Prazer, Yaoi
Exibições 65
Palavras 1.852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura! Espero que gostem :)

Capítulo 13 - Capítulo 13 - Limites e Precauções


Fanfic / Fanfiction Entre a Luxúria e o Poder - Capítulo 13 - Capítulo 13 - Limites e Precauções

 

Crocodile ainda estava sentado em sua mesa enquanto refletia sobre os próximos passos a tomar. Por mais que não quisesse assumir na frente de Doflamingo, sabia que ele tinha razão em alertá-lo sobre o descontrole de Daz Bones. Precisava ser cauteloso mas também relembrar e impor certos limites ao subordinado.

Pegou o telefone e questionou Robin sobre o paradeiro do homem que havia sido arrastado para fora por outros dois seguranças e descobriu que haviam o levado para se acalmar na sala de segurança.

Ele agradeceu a secretária e solicitou que ela providenciasse para o outro lhe encontrar no escritório o mais breve possível. Robin rapidamente entrou em contato com os funcionários e dentro de pouco tempo a porta se abria e a mulher dava passagem a um Daz Bones de rosto fechado e olhar intenso que permaneceu parado próximo a porta.

Crocodile pediu que ela se retirasse e assim que ela o fez, ele encarou o homem que permanecia imóvel com uma ferocidade que lhe saltava pelos olhos.

- Se aproxime, Daz Bones.

O homem cerrou ainda mais os punhos e caminhou pesadamente até a mesa, parando em seguida. Podia sentir o cheiro peculiar que a sala exalava. E não suportava a idéia de que o de Crocodile se misturava com o cheiro de outro homem que não fosse ele.

Se lembrou do sorriso largo do loiro que o provocara a pouco tempo atrás e de como o seu chefe estava mudando e o encontrando mais vezes doq ue fazia com os antigos casos. Sentiu como se o próprio sangue fosse ebulir e escapar de suas veias quando escutou novamente a voz do homem que parcialmente lhe causava revolta.

- Sente-se – comandou Crocodile. E o homem se sentou. – Para começar, como estão os preparativos para o evento?

- Tudo certo. Já visitei e estudei os mapas do local e repassei a estratégia de segurança com os outros – disse com a mandíbula tão fechada que o som saía abafado.

- Ótimo, eu espero que seja um sucesso e conto com a sua competência para isso. E agora... O que foi aquela atitude que você teve quando eu disse expressamente para não vir até a minha sala? Eu deixei claro para Robin não permitir a entrada de ninguém enquanto eu conversava com um dos mais importantes potencias clientes para a Baroque Works. E mesmo assim você desacatou a minha ordem e o pedido da minha secretária. – questionou com um olhar gélido e cortante que foi rebatido igualmente pelo outro homem.

- O senhor estava com a fala estranha e fora do habitual e como o seu segurança eu precisava verificar e certificar a sua segurança.

- Eu disse que não havia necessidade e a minha secretária lhe avisou que era uma reunião importante – repetiu.

- Com todo o respeito, senhor, durante a ligação ficou óbvio que algo estranho acontecia. Além disso, com a minha experiência eu sei que não devemos confiar cegamente em ninguém. O senhor tem uma posição importante em uma empresa que lida com grandes clientes e suas cargas e produtos e isso o torna alvo de concorrentes que desejam prejudicar os negócios deles mesmo que indiretamente. Um ataque ao senhor ou á empresa poderia gerar possíveis atrasos e prejuízos que decorreriam deles.

- Eu não preciso que você me ensine o óbvio, Daz Bones. E a reunião de hoje não tem nada a ver com o que você acabou de dizer como justificativa. A Dressrosa é a maior empresa em seu segmento e seria a única dele que a trabalharíamos – rosnou o CEO.

- Como chefe de segurança é o meu trabalho garantir a sua segurança e checar tudo o que parece ser suspeito e ameaça, mesmo que o senhor discorde. E o senhor gritou no telefone – retrucou o segurança mantendo o olhar firme contra o do chefe.

- Já chega. Da próxima vez que desobedecer uma ordem direta por motivos pessoais eu vou ser obrigado a tomar uma atitude drástica, Daz Bones. E você entende muito bem o que eu quero dizer. Agora saia da minha frente e vá direto para a mansão. Hoje eu voltarei com outros seguranças – acenou irritado para o homem.

Crocodile viu o outro se enrigecer ainda mais e tremer em silêncio antes que voltasse a falar.

- Sim, senhor – disse com os dentes cerrados e um olhar que contradizia suas palavras. Ele se levantou e deixou a sala.

- Petulante dissimulado! – rosnou o moreno olhando para porta fechada.

Levantou e foi até um móvel onde a sua garrafa de wisky estava. Desrosqueou a tampa e serviu uma dose dupla em seu copo. Bebericou um gole fechando os olhos e apertando a língua contra o céu da boca. Era a bebida perfeita para encerrar os acontecimentos do dia.

Enquanto apreciava o sabor forte, sentia a sua intimidade latejar. O formato e toques de Doflamingo ainda estavam frescos no seu corpo. Era uma pena que o encontro tenha sido apressado. Sentiu falta das primeiras vezes que duravam horas e lhe faziam desmaiar de prazer e exaustão.

Mas também fora precipitado e se deixou levar pelo desejo. Onde já se viu combinar para ser devorado em seu próprio escritório e esperar total liberdade? Se bem que desde que conhecera o loiro se deixava levar muito mais pela luxúria.

E a verdade é que sabia que não tinha volta. Não depois de conhecer tal pecado que era estampado em cada gesto do loiro. Os eventos de sexo não tinham a menor graça perto do tesão que sentia por Doflamingo. Fora completamente enfeitiçado. Tanto que já havia concordado com o convite para ficar ao seu lado como profissional e como homem.

Crocodile lambeu os próprios lábios e mais uma vez fechou os olhos. Respirou fundo e quando os abriu seguiu em direção a sua mesa. Mirou o celular pensativo enquanto torturava o lábio inferior com a pressão dos dentes.  

 

Há alguns quilometros de distância um carro se movia pelo tráfego lento da cidade e levava Doflamingo como passageiro. E ele ainda falava no celular e passava instruções para Diamante.

- Não pode haver falhas Diamante.

- Pode ficar tranquilo Doffy, eu vou providenciar o que me pediu.

- Tenho certeza que sim. Você é o melhor!

- Por favor, Doffy... eu só faço o que posso...

- E isso é muito mais do que muitos por aí podem fazer! Me mantenha informado, por favor.

- Pode deixar, Doffy! Até breve – disse o homem como uma voz mais animada após os elogios.

- Até.

Em silêncio o loiro rangia os dentes e as veias lhe saltavam em sua têmpora. Se Daz Bones achava que as suas ações passariam despercebidas ele estava muito enganado. Não deixaria Crocodile á mercê da sorte. Faria tudo o que estivesse ao seu alcance para protegê-lo e trazê-lo o mais rápido possível para perto de si.

Queria se livrar do segurança. Não suportava vê-lo perto do seu homem. Ainda mais sabendo do passado, não tão distante, entre os dois. Queria arrancar o membro do desgraçado e fazê-lo engolir por inteiro. Mas sabia que Crocodile, como qualquer homem de poder, não gostaria que ele se intrometesse diretamente e agisse por conta própria.

Sabia muito bem disso. Só que não conseguiria ficar só observando. Daz Bones aprenderia na pele como os homens do alto escalão lidam com parasitas insignificantes. Ele se arrependeria amargamente por declarar guerra contra ele. Porque aquela atitude de invadir a sala era exatamente isso. E Doflamingo estava pronto para ela.

Seus pensamentos foram interrompidos repentinamente pela vibração do celular em sua mão. Olhou para a tela e sorriu empolgado antes de atender a ligação.

- Oi Croco, já sentiu saudades? – provocou com um sussurro.

- Onde você está?

- Indo pra casa... – respondeu.

- ...

- Você quer me encontrar lá para continuarmos de onde paramos? Prometo que vou fazer durar a noite toda, do jeito que você gosta. Eu tenho uns brinquedinhos também, que posso usar ao meu bel prazer enquanto você estiver amarrado e vendado.

- ...

- Croco? Se você está tentando me provocar, está conseguindo. Esse mistério só me deixa com mais vontade de te dominar e submeter ás minhas vontades...Vai... Confessa logo que você também me quer e vamos continuar de onde paramos... – múrmurou.

- Você é muito convencido Doflamingo...

- Só porque eu tenho o homem mais gostoso e sexy que existe como o meu parceiro – declarou. – É motivo suficiente para me achar, não é?!

- Com certeza – respondeu com sua voz profunda tentando impedir que o sorriso que se formava em seus lábios transparecesse em sua voz.

- Eu vou te passar o endereço por mensagem e te esperar ansioso.

- Não é uma boa ideia... eu preciso evitar problemas – ponderou.

- Eu sei que você também quer muito... Vem me encontrar Croco, nem que seja por pouco tempo – múrmurou em súplica.

- Nós sabemos muito bem que você não pode prometer isso – retrucou. Os seus dentes mais uma vez mordiam o lábio enquanto os seus olhos se fechavam.

- Croco... – sussurrou em agonia. Entendia o porquê dele querer evitar problemas mas o fato de ter tomado a iniciativa e ligado era um prova que o outro também o desejava ardentemente e não suportava não poder tocá-lo.

- Ok... – respondeu desligando rapidamente em seguida.

Doflamingo estampou mais um de seus largos sorrisos por todo o caminho até chegar na sua casa. Lá, dispensou alguns funcionários para que não atrapalhassem a sua diversão. Preparou alguns detalhes e aguardou impaciente a chegada de Crocodile.

Mal conseguia acreditar que o moreno havia lhe contatado tão rapido e aceito ir até a sua casa. Logo ele que parecia era tão reservado e precavido em relação ao que pudessem descobrir sobre o relacionamento deles. Mas tinha que confessar que estava adorando a mudança de Crocodile.

Quase uma hora depois o moreno foi anunciado e sua entrada liberada. Quando tocou a campainha a porta não demorou a se abrir e ficou sem fôlego com a recepção que recebeu de Doflamingo. Ele estava só de roupão e a fenda superior revelada parte do peitoral definido do homem que exalava sensualidade.

- Oi, Croco – múrmurou indo até ele e tomando os seus lábios com a sua língua. Sem se desprender, fechou a porta e continuou a agarrá-lo sem esperar uma resposta.

Crocodile logo puxou a faixa da cintura de Doflamingo. Suas mãos deslizaram por dentro do roupão, do seu abdômen, passando pelo seu peitoral, até chegar ao seu ombro. E assim fez a peça deslizar por eles até cair aos pés do maior.

- Hmm.. você já está completamente nu... – sussurrou o moreno admirando o corpo trabalhado á sua frente.

- Assim como você vai estar logo logo – disse o loiro começando a despí-lo de seu terno por entre beijos e chupões que se revezavam conforme a sua pele ia sendo exposta.

Doflamingo estava decidido a lhe dar uma noite que nunca mais esqueceria. O faria se viciar ainda mais em si, ao ponto de nunca mais cogitar sair de seu lado. O dominaria completamente em corpo e alma.

~

 

----> continua no próximo capítulo


Notas Finais


Demorei mas voltei! Espero que tenham gostado. Assim que possível eu atualizo novamente. E vai ter muita ação!
Obrigada por acompanharem e até o próximo capítulo :)

***Ah! Agora que terminei 'Uma Chance para o Amor', tive uma idéia para uma fic nova. Será com foco no ZORO e SANJI! Já estou trabalhando na ideia e o primeiro capítulo está praticamente pronto. Depois vou postar e adoraria saber a opinião de vocês <3 ***

Até mais :)


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