História Entre a Luxúria e o Poder - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Personagens Crocodile, Donquixote Doflamingo
Tags Luxuria, Poder, Prazer, Yaoi
Exibições 47
Palavras 3.581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Continuação da safadeza do capítulo anterior.... <3

Capítulo 14 - Capítulo 14 - Satisfação


Fanfic / Fanfiction Entre a Luxúria e o Poder - Capítulo 14 - Capítulo 14 - Satisfação

Doflamingo estava decidido a lhe dar uma noite que nunca mais esqueceria. O faria se viciar ainda mais em si, ao ponto de nunca mais cogitar sair do seu lado. O dominaria completamente em corpo e alma.

~

 

Mas antes precisava tirar as outras peças que atrapalhavam os seus planos e anseios. As suas mãos foram em direção á camisa social de Crocodile e a desabotoou bruscamente, ao ponto dos últimos botões quase serem arrancados.

Se sentiu hipnotizado pela visão dos mamilos eriçados que se exibiam de forma provocante conforme o peitoral do moreno se expandia e retraía. Crocodile percebeu a reação do outro ao vê-lo parado por alguns instantes encarando aquele ponto de seu corpo. O loiro lambia e mordiscava os próprios lábios e provocava o mesmo comportamente no moreno.

Doflamingo não resistiu e com a sua boca úmida, saboreou o local. Os seus lábios e língua deslizaram pela pele de Crocodile, apreciando aquele pequeno relevo apetitoso. O homem que recebia o carinho, se arrepiou, gemeu e agarrou os fios curtos e loiros do mais jovem.

Doflamingo sorriu internamente e correspondeu ao pedido brusco. Chupou o local com empolgação, revezando com sucções e lambidas que faziam o outro estremecer de leve.

- Ahhh... – gemia Crocodile puxando a cabeça do outro com força em direção ao seu mamilo. Asiando por mais, levou a sua mão, que apertava um dos ombros de Doflamingo, em direção á própria intimidade.

O loiro percebeu e rapidamente mudou o foco de suas ações. Com os lábios, beijou toda a extensão que ia do peitoral até o baixo ventre do moreno. Afastou a mão do homem que massageava o próprio membro e lhe deu um selinho por cima do tecido que o aprisionava.

Crocodile murmurou e voltou a puxar os cabelos do loiro, o trazendo para mais perto de sua intimidade. O seu membro pulsava pedindo por mais. Queria ir muito além daqueles gestos simples e discretos. Desejava o loiro no seu potencial completo.

Recebeu uma sucção provocante por cima do tecido e, apressado, começou a desabotoar a própria calça com as mãos trêmulas pela excitação. Precisava sentir aquela boca o devorando, lhe tirando os sentidos. Abriu o zíper, abaixou parte da calça e cueca, e expôs o seu membro rígido para o outro que estava ajoelhado diante de si.

Doflamingo lambeu os lábios, se aproximou e passou a sua língua por toda a sua extensão, a partir da base. Ao chegar na glande a circulou com sua língua e a abocanhou. Primeiro, chupo-a lentamente e então começou a revezar e acelerar os movimentos. Logo permitiu o membro ir mais profundo em sua boca e variava os estímulos entre a sua boca e mão.

.

- Ahhh... – gemia o moreno enquanto jogava a cabeça para trás e fechava os olhos por reflexo.

As suas mãos seguraram a cabeça do loiro e os seus quadris se moveram ritmados em direção á boca que lhe devorava com desejo. Por que era sempre tão bom? Por que ficava cada vez melhor? Estava enlouquecendo pelo prazer que o outro sempre lhe proporcionava, ao ponto de agir por impulso.

Haviam feito tantas vezes nos ultimos dias... E o pior, haviam se entregado um ao outro há menos de duas horas. E ali estava ele de novo, se entregando mais uma vez á tentação, ao pecado que era a existência daquele outro homem.

Sentiu Doflamingo terminar de puxar a  sua calça e retirá-la. Depois fez o mesmo com os sapatos e meias. E então ele levantou-se com pressa  e puxou o contra si. Os ses lábios se devoraram enquanto as mãos percorriam os corpos um do outro.

- Vem, Croco... Vamos para o quarto... que eu vou te dar o que eu te prometi... – sussurrou mordiscando o lóbulo da orelha do moreno.

Não ouviu resposta mas ao ver o olhar de desejo do homem a sua frente, o puxou pelo braço e eles caminharam nus e apressados até o comôdo. Na porta, Doflamingo lhe deu passagem e o moreno pode ver que ele já havia preparado tudo o que havia prometido.

Crocodile deu alguns passos e ficou parado enquanto observava Doflamingo caminhar até onde eles estavam expostos. O viu pegando uma corda e seguir em sua direção.

Eles se olhavam intensamente enquanto o loiro manuseava cautelosamente o objeto em suas mãos. Não sabia se estaria indo longe demais. Mas como Crocodile não disse nada o loiro lentamente começou a circundá-lo e amarrá-lo. A corda passou pelo seu peitoral, abdomên e pulsos. Mas os seus braços foram presos para trá e junto ao corpo.

- Hmm.. – gruniu o moreno enquanto o outro dava os últimos apertos e nós em suas costas.

Doflamingo recebeu apenas um olhar que talvez fosse uma tentativa do outro de parecer irritado mas apenas a sua curiosidade e excitação pareciam reais. Ele  deu um de seus sorrisos largos e foi novamente até o móvel e voltou com mais coisas em sua mão.

Eram prendedores prateados que o loiro os passou pelos mamilos de Crocodile. A sensação gélida eriçou o seu corpo, ao mesmo tempo que se tensionou pois sabia qual seria a outra sensação que o objeto lhe provocaria. Doflamingo abriu o prendedor e o deixou fechar no mamilo direito do moreno.

- Argh... – gruniu franzindo o cenho.

Repetindo os movimentos, o loiro fez o mesmo com o lado esquerdo. Crocodile fechava os olhos e tentava segurar o rugido que queria escapar de sua boca. A corda parecia lhe pender ainda mais. Não poderia tirar aqueles objetos mesmo que quisesse. E de alguma forma isso era tão assustador quanto excitante.

Doflamingo aproveitou para lhe puxar os cabelos e lhe roubar os lábios em um beijo molhado. E sem separar seus lábios, o empurrou até a cama e o fez caiu de costas. Ele subiu por cima do corpo imobilizado, encaixou os seus corpos e o beijou bruscamente.

Ansiando por mais, virou o corpo do moreno, o obrigando a ficar de cara grudada na cama. Os seus movimentos estavam restritos e completamente á mercê do homem ávido para dominá-lo. Não poderia mesmo escapar nem que quisesse.

Mas esse não era bem a sua intenção... Crocodile ansiava pelo próximo movimento do loiro. E se sintiu aliviado por não precisar esperar muito. Logo sentiu os lábios e as mãos acariciarem as suas costas, a pele que não ficava presa pelas cordas. Eles deslizavam lentamente o provocando com mordidas pelas laterias.

Quando os beijos alcançaram a lombar, Crocodile pode sentir pequenos apertões e tapas que eram aplicados em seus glúteos. O mais novo afastou o seu rosto do local. Se sentou e observou enquanto alisava e apertava ainda mais aqueles montes torneados.

- AH! – gritou o moreno ao sentir um tapa repentino – AH! – gritou novamente ao sentir outro mais forte.

O som das peles se chocando se espalhavam com ritmo pelo quarto. Crocodile contraía as suas polpas a cada novo tapa. E elas ficavam cada vez mais avermelhadas e sedutoras na visão de Doflamingo.

- Seu desgraçado... já chega... – murmurava o homem.

- Não é o que o tom da sua voz está me dizendo...  – sorria Doflamingo. Era óbvio o prazer que a voz do outra transparecia.

Apertou os montes com força mais uma vez, ao mesmo tempo que as empurrava cada uma para um lado. Viu algo piscando, se revelar e resolveu dar uma pequena trégua. Havia encontrado algo ainda mais interessante.

Lambeu os lábios e aproximou o rosto. Respirou fundo e fechou os olhos. Pode sentir o cheiro forte de sexo que vinha daquela área. Eram os resquícios da aventura que tiveram a poucas horas no escritório do moreno. Deu uma longa lambida que veio de perto de seus testículos e terminaram após a sua entrada.

Crocodile estremeceu. Tentou olhar para trás quando percebeu que o homem demorava para continuar. Mas a posição lhe dificultava. Sentiu os prendedores, em seus mamilos, repuxarem e doerem ainda mais, e se obrigou a ficar parado.

Apenas fez o que conseguiu. Arrebitou de leve os glúteos em um pedido silêncioso que dificilmente sairia de sua boca. O loiro sorriu e se levantou novamente, para agonia do moreno. Segundos depois Doflamingo estava de volta e puxava os seus cabelos para trás, o obrigando a se erguer.

- Fica de quatro. Eu tenho um presente pra você – dizia enquanto ajeitava os quadris do moreno, que enterrava a sua cara de novo no colção. Era o único meio já que os seus braços estavam presos para trás.

Crocodile se contraiu ao sentir um líquido gelado cair em sua entrada. Mordeu os lábios involuntariamente. O seu corpo sabia o que aquilo significava. E teve certeza ao ouvir um zumbido constante iniciar e vir de trás de si.

- Acho que com o que fizemos no seu escritório e o lubrificante eu já consigo colocar direto... – murmurava Doflamingo se divertindo com as piscadelas que a intimidade do outro lhe dava.

Ele deslizou o objeto por fora e percebeu o outro segurando o gemido. Continuou apenas circundando a região por algum tempo até que o outro não resistiu e começou mover o quadril com se buscasse algo.

- Calma Croco... Você está muito ansioso...

- Vai se ferrar... você sabe que não temos muito tempo – gruniu.

- Ora, ora... você já sabia que iamos usar os meus brinquedos e essa não é a primeira vez... A essa altura você já sabe bem o meu estilo.

- D-desgraçado...

- Hahaha. Você só precisa ser hosnesto Croco... – disse deslizando o objeto até o membro dele, que sentiu a vibração e estremeceu ainda mais.

- C..

- Hmmm?

- Co-coloca logo...

Doflamingo sorriu satisfeito.

- Ok... Eu vou te dar o seu prêmio – e assim começou a introduzir lentamente o vibrador de tamanho mediano.

Crocodile gemeu e jogou um pouco os quadris para trás. As mãos de seu dominante aos poucos começaram a se mover em vai e vem e o objeto era introduzido cada vez mais profundo. O moreno apreciava os movimentos e as vibrações de olhos fechados e boca aberta. O seu rosto ora estava totalmente contra o colchão e ora apoiado de lado.

Sentiu Doflamingo aumentar a intensidade de vibração do objeto e empurrá-lo totalmente para dentro de seu corpo. Em seguida percebeu a cama se mexer e ele se afastar.

O prazer ainda se irradiva pelo seu corpo. Os prendedores, o vibrador, as cordas. Tudo parecia aumentar ainda mais a sua sensibilidade. Mas queria mais. Ansiava pelo loiro dentro de si. A sua grossura, o seu tamanho, o jeito que estocava com intensidade e sem piedade.

- Do..Doflamingo...? – sussurrou e não obteve resposta. - Doflamingo? – aumentou a voz mas não obteve resposta.

Alguns minutos se passaram.  O moreno tentou se mover e acabou caindo de lado na cama. Sentiu a pressão do vibrador dentro de si e os prendedores se moverem de leve. Olhou para o cômodo e não viu o outro ali.

- Onde esse idiota está? – resmungou.

- Sentiu a minha falta Croco? – perguntou sorridente enquando entrava no quarto.

- O que estava fazendo?

- Nada demais... – disse se aproximando do corpo e o acariciando. – Vamos... volte a ficar de quatro.

Ordenou o ajudando a se reposicionar no meio da cama. O loiro se moveu para cima, se deitou de costas e com as pernas abertas próximo ao rosto do moreno.

- O que você pensa que está fazendo? – questionou com o cenho franzido.

- Ora, não seja egoista Croco... agora é a sua vez de me agradar um pouco – Sorria enquanto acariciava as madeixas negras do homem. – Vamos... se você fizer gostoso eu prometo que vou te recompensar do jeito que você tanto gosta.

Eles trocaram olhares por mais algum tempo até que Doflamingo sentiu os lábios molhados do moreno lhe chupar a glande. O loiro fechou os olhos e gemeu em apreciação. Logo puxava os lábios do moreno e o forçava a ceder mais passagem para o seu membro.

A resistência do moreno foi se desfazendo aos poucos. O loiro se empolgou, se ajoelhou e começou a estocar ritmadamente ali. Puxou os cabelos negros e se tornou mais intenso. Crocodile esgasgava e grunia em protesto ao sentir a garganta ser atingida.

 - AHHH, usa mais a língua Croco.. ISSO!! AHHH – urrava o loiro.

As suas mãos deslizaram até o peitoral de Crocodile e com os dedos puxava os prendedores e tensionava os mamilos aprisionados.

- ARGH... – gritava o moreno.

Doflamingo afastou o membro e tomou os lábios de Crocodile para si. Uma de suas mãos puxava a sua nuca e a outra começava a tocar a intimidade do mais velho.

- Croco... você já está ficando molhado – sussurrava.

- Hmm...

- Me diz Croco... Me diz que você me quer...

- Hmm... – gemia ao sentir os estímulos lhe enlouquecendo ao mesmo tempo. Seus mamilos e intimidade latejavam.

- Tá bom... eu disse que se você fizesse gostoso eu daria o que você quer... – ponderou o loiro que não queria mais esperar.

Ele se moveu e foi novamente para trás do moreno. Crocodile sentia o coração ainda mais acelerado. Mordia os lábios em antecipação. Nada os atrapalhariam dessa vez. Poderiam ir com a carga toda. E secretamente desejava que mais uma vez perdesse a consciência de tanto prazer.

Sentiu a vibração ser puxava e abandonar o seu corpo. Logo em seguida o som desapareceu e pode sentir algo ser esfregado contra sua entrada. E sabia bem o que era. A queria dentro de si!

- AHHHH!! – urrou ao sentir o loiro estocar de uma única vez para dentro de seu corpo.

Era maior que o vibrador. E mais grosso. Não resistiu e os seus quadris se moveram em convite. Doflamingo moveu-se lentamente para frente e para trás. Crocodile rebolava de leve. O loiro intensificou os movimentos e logo apertava os quadris do moreno e chocava o seu corpo contra o do outro.

As batidas eram cada vez mais fortes.  Ambos urravam extasiados mas a voz de Crocodile era a que mais ecoava pelo ambiente. Os sons molhados também se espalhavam e ajudavam a compor a sinfonia de prazer.

Doflamingo puxava o cabelo do moreno enquanto segurava a corda que prendia os punhos. O obrigava a levantar o corpo, amarrado, do colchão. Saiu com tudo de dentro dele, se deitou do lado e o puxou para cima de si. Ajudou o moreno a se encaixar e o deixou se mover.

Observou o corpo musculoso, suado e cheios de marcas avermelhadas se mover com força. A expressão de lúxuria naquele homem era a melhor que já vira. O seu corpo era perfeito. A sua personalidade irresistível. E a sua tendência a submissão na cama era deliciosa.

Eram raros os parceiros, que aguentavam a sua disposição sexual e o seu membro avantajado. Mas Crocodile parecia não se importar e isso enlouquecia ainda mais Doflamingo.

Ele segurou com firmeza a cintura do outro e projetou os seus quadris para cima e baixo com velocidade. Enquanto um cavalgava o outro estocava. Novamente o barulho forte se espalahva pelo cômodo. O loiro virou-os com rapidez e por cima do moreno moveu-se como uma fera insaciável.

Crocodile gemia enlouquecidamente com o prazer que lhe preenchia o corpo. Era isso o que tanto queria. E era só Doflamingo conseguia lhe dar. O seu membro latejava de tanto tesão. Os prendedores em seus mamilos já não doiam tanto. Pelo contrário, agora que causavam prazer.

Sentiu o loiro mexer em um deles e deixou escapar a sensação deliciosa que sentia. O que serviu de incentivo para o loiro o torturar ainda mais. Agora ambos os mamilos eram puxados enquanto a sua entrada era atacada sem parar.

- Ahhh, a-assim! – rugia Crocodile revirando a cabeça.

Estava completamente dominado. Doflamingo fazia o que bem entendia, como queria, por quanto tempo desejava. O fez mudar de posição vária vezes. E de tempos em tempos lhe preenchia a boca com o seu membro para só então voltar a estocá-lo. Os seus glúteos eram estapeados. As suas coxas e costas também.

Recebia mordidas e chupões pelo corpo, que com com certeza lhe deixariam marcas. Perdeu a noção do tempo. Mas isso não importava porque estava gostoso demais para se importar com qualquer outro lugar que talvez devesse estar para evitar problemas.

Nada passava em sua mente naquele momento. Nem o evento que estava por vir, nem o problema com Daz Bones. Porque agora era novamente pego por trás por um selvagem que a muito havia perdido racionalidade e lhe torturava de uma maneira deliciosa.

Nunca admitiu um homem ou mulher lhe dominar nos negócios. Mas entre quatro paredes descobriu o quão gostoso era ser submetido ao inesperado. E o reponsável pelo seu completo despertar foi Doflamingo. Não que não tivesse percebido essa tendência mas porque nenhum homem antes dele esteve a altura para dominá-lo.

Daz Bones tinha sido o que chegara mais próximo. Mas comparando os dois havia um abismo de diferença. Tão profundo que os olhos não podiam enxergar o fim.

Sentiu o seu corpo estremecer e o calor aumentar ainda mais. A mão de Doflamingo bombeava o seu membro com agilidade enquanto a sua boca devorava novamente a sua entrada. O suor escorria pela sua face e sentia o corpo todo úmido.

- AHHHH!! - urrou ao sentir Doflamingo o estocar com força novamente.

- Que delícia Croco... você é tão gostoso... – dizia se movendo. Mais uma vez saiu, esticou as polpas e observou a entrada laceada. Sorriu e voltou a penetrá-la.

Ondas instensas se irradiaram por todo o corpo de Crocodile. Sentiu o seu membro latejar e então o seu líquido quente e esbranquiçado jorrou na mão do parceiro. Estremeceu por algum tempo e continuou a sentir o loiro abusar de seu corpo por mais um bom tempo.

Escutou Doflamingo urrar cada vez mais alto. Ele abruptamente se retirou, virou o corpo do moreno, o deitando de costas, aproximou o seu membro da boca do outro e o fez lhes chupar. Os urros ficaram amis fortes. Ele começou a se marturbar com rapidez e finalmente liberou o seu líquido na boca e face de Crocodile.

Doflamingo se jogou do lado do corpo do moreno. Ambas as respirações estavam desreguladas. Mas uma sorriso satisfeito era estampado no rosto do loiro. As suas mãos começaram a mexer nas cordas que prendiam Crocodile e aos poucos elas foram se afrouxando.

Quando finalmente conseguiu tirá-las, retirou os prendedores de seus mamilos e os chupou por algum tempo.

- Hmmm... – gemeu o moreno, levemente incomodado. Agora podia sentir melhor a dor no local mas também o prazer que o outro lhe provocava.

Doflamingo o abraçou e beijou com selinhos. Sabia pela expressão do outro que ele finalmente havia se saciado. Fechou os olhos enquanto sorria em silêncio. Sabia que estava conseguindo fazer o outro se viciar em seu sexo. Mas era uma faca de dois gumes porque também se viciava cada vez mais no moreno.

- Eu preciso ir... – disse Crocodile quando finalmente sentiu a excitação dar uma pequena trégua.

- Pra junto daquele segurança? – ironizou.

- Pra minha casa.

- Crocodile?

- O quê é?

- Quando você vai vir trabalhar comigo?

- Eu não posso sair assim. Você sabe bem disso. Tenho que ir nesse evento e depois conversar com a alta diretoria e acionistas e esperar que encontrem um outro CEO para ficar no meu lugar.

- Tsc... lento demais – resmungou estalando a língua.

- É o de praxe... Enfim, eu vou me vestir – disse levantando-se.

Doflamingo agarrou sua cintura e voltou a beijar os seus glúteos. Afastou os montes e lambeu a entrada avermelhada do moreno que apreciou o gesto por algum tempo. Quando o loiro finalmente se deu por satisfeito e começou a beijar novamente as polpas, Crocodile voltou a se mexer e caminhou até a porta.

O mais novo o seguiu com o olhar e logo foi atrás do homem. Observou-o se vestir e as marcas de paixão no corpo do mais velho. Riu ao pensar em como a visão enlouqueceria o seu suposto rival. Ou melhor, o homem que julgava ilusoriamente ser capaz de competir. Coitado...

- Até... – disse o homem com a sua voz profunda e caminhou até a porta. O outro lhe seguiu, o jogou contra ela e lhe beijou apaixonadamente.

- Até... – respondeu ao separar os lábios.

Eles trocaram olhares intensos e novamente se beijaram e agarraram. Crocodile empurrou de leve o peitoral do outro. Eles respiravam fundo. Os corpos não queriam se desgrudar. Encontrou forças e se separou. Ao virar-se, abriu a porta e foi embora, deixando o outro para trás.

Ao sair do local encontrou os seguranças que o aguardavam no carro, ao lado de fora. Eles seguiram para sua mansão. Olhou no celular e viu que passava da meia noite. Suspirou fundo. E chegando no seu destino, foi direto para a sua suíte, tomou um banho, comeu um lanche e foi se deitar.

Fora da mansão, Daz Bones socava o saco de pancadas que ficava pendurado em seu quarto. O suor escorria pelo corpo e a raiva não se dissipava. Perdeu noção do tempo que ficou atacando o objeto de treino e o fez balançar.

Já havia sido informado pelos seus subordinados da chegada do chefe e o ódio apenas somava ao que vinha acumulando. Finalmente parou e enxugou a testa com o braço. Se sentou na cama e olhou concentrado para algumas pastas que estavam por cima dela. E então o seu rosto esboçou o mais próximo que o seu ódio permitiu de um sorriso.

~

 

----> continua no próximo capítulo


Notas Finais


Eu tinha decidido terminar a fic logo e cá estou eu só escrevendo safadeza após safadeza... DE NOVO...

"Aiai... cadê o fim e o resto do desenvolvimento, autora?", questionam os leitores irritados com o excesso de sem vergonhice e falta de cenas sobre o Daz Bones.
"Hmmm... bom... talvez, e só talvez, eu tenha me apegado ao Croco e ao Doffy mais do que imaginei.. ... kkkkk xD <3", diz a autora sem vergonha na cara e sem responder nada de forma concreta sobre o futuro da fic.

Enfim, obrigada por acompanharem até aqui, espero que não se importem pelo excesso de sem vergonhice da fic! E que não esteja ficando sem graça... Ela vai terminar mas por experiência eu preciso parar de falar quando vai ser porque eu nunca cumpro.. kkkk xD SORRY!! xD
Até o próximo capítulo! :)


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