História Entre a Vida e a Morte - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Gratidão, Justin Bieber, Romance, Suícidio
Exibições 130
Palavras 599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá gente,Com vão?Mais um capítulo para vocês,espero que gostem.Acho que não tenho nenhum aviso,mas,reforçando,eu não apoio nenhuma prática de suicídio.

Capítulo 2 - Eu não fiz isso por você


        Justin's P.O.V.
   Estou na sala de espera de um dos melhores hospitais de New York.Ainda estou assustado e confuso sobre o que acabou de acontecer.O meu próprio segurança,que deveria me proteger,tentou me matar.Pensar que eu poderia ter morrido me angustiava profundamente,mas o que me deixava mais atônito era a mulher que havia me salvado.Eu nunca a havia visto antes,então por que ela se atiraria na frente de uma bala para me salvar?O único motivo que eu encontro para isso é ela ser belieber.Minhas fãs sempre estão a dizer que dariam a vida por mim,mas não pensei que fosse sério.Constatar que era me deixava agradecido por tê-las em minha vida,porém também me dava medo do quanto elas se sacrificariam por mim.Eu não queria que se machucassem por minha causa.Quando percebi,lágrimas escorriam pelo meu rosto.Eu estava chorando por medo,eu estava mais assustado do que pensava.Não só pelo tiro,mas também com a possibilidade da garota morrer.E eu sabia que a possibilidade era grande,o médico havia se encarregado de me dizer isso.Se ela sobrevisse,e eu desejava issso com todas as minhas forças,eu nem sei como a agradeceria.Vinham muitas palavras de agradecimento à minha mente,porém nenhuma seria suficiente para expressar toda a minha gratidão pelo ato grandioso que ela fizera.Eu não tinha ideia de como poderia retribuí-la,acho que nada que eu fizesse seria suficiente.
   Percebi que o médico estava se aproximando,porém mais lentamente do que eu gostaria,então,sem ter  paciência para esperar,corri até ele.
—Então,como ela está?Vocês conseguiram salvá-la? — Perguntei desesperado.
  —Calma garoto.—disse sorrindo —A cirurgia foi um sucesso.A paciente está estável agora.
  —Graças a Deus! —Disse aliviado e feliz.  —Posso vê-la? — Perguntei esperançoso.
  —Ela ainda está sobre efeito de anestesia.Só acordará daqui algumas horas.Você pode ir para casa e voltar depois.—
Como se eu fosse fazer isso,ela salva a minha vida e eu vou embora sem nem,no mínimo,agradecer?Só se eu fosse um completo idiota.
   —Prefiro ficar aqui e espera ela acordar.
  —Como quiser.— Disse saíndo.
     As horas pareciam não passar,até que, enfim,a enfermeira veio me avisar que ela havia acordado.Perguntei qual era o quarto e me dirigi até ele.
  Abri a porta e a encontrei deitada.Mas,ao contrário do que eu imaginava,ela não esboçou nenhuma reação ao me ver.Tinha a espressão confusa e perdida.
  —Como se sente? —Perguntei.
  —Com dor,muita dor.Não pensei que isso fosse acontecer.
  —A dor? —Perguntei confuso.Qualquer um sabia que um tiro doía.
  —Não.—ela disse rindo fraco—Sobreviver.
  Estranhamente ela havia dito a última parte em um tom triste.Mas deve ter sido só impressão minha,porque ninguém ia ficar triste por sobreviver,que besteira a minha.Porém o que ela dissera aumentou ainda mais a minha admiração pelo o que fizera.Ela havia se jogado na frente da bala com a plena consciência de que iria morrer. Não havia prova de amor maior que essa, até me fugiam as palavras para lhe agradecer.Mas eu precisava fazer.Até que me toquei que nem sabia o seu nome ainda.Essa era uma regra básica de uma primeira conversa,primeiro pergunta o nome e depois diz o resto.
  —Qual seu nome?-Questionei.
  —Elie e o seu? —Minha surpresa por ela não saber meu nome deve ter transparecido no meu rosto,porque ela logo acrescentou —Por que a surpresa?
  —É que...que..—Gaguejei. —você me salvou,então como não sabe o meu nome?Ninguém faz isso por alguém que não conhece. —Eu estava completamente confuso.
   —Eu não fiz isso por você —Disse como se fosse óbvio.
  —Mas.. —quando eu ia lhe perguntar porquê então ela havia me salvado,o enfermeiro pediu que eu me retirasse do quarto.
  —Só um minuto. —Pedi.
  —Nem meio.Ela precisa descansar.
  Saí a contragosto,mais cheio de dúvidas do que quando quanto entrara.E ainda sem agradecê-la.
  

 
 
 

  


Notas Finais


E aí,o que acharam?Suas opiniões são tera importantes.


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