História Entre amores e cafés - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jungkook, Romance
Visualizações 8
Palavras 1.972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nada a declarar

Capítulo 2 - Capitulo 2


Fanfic / Fanfiction Entre amores e cafés - Capítulo 2 - Capitulo 2

 

Os dias se seguiram em um perfeito clima quente, ansiava pela chuva, mas agradecia pelos lindos raios solares que traziam consigo belos e iluminados dias, concentrei-me em estudar para as provas que estavam por vir, após algumas semanas acordei ouvindo os barulhos do qual sentia uma pequena falta, os pingos escorriam pela janela da sacada deixando com que a vista estivesse embaçada, não pude deixar o sentimento de expectativa surgir, logo me coloquei a pensar que era tudo besteira pois jamais poderia o encontrar sem nem ao menos marcar algum horário, quais seriam as chances de encontra-lo lá?! Ainda com esse pensamento me pus a tomar banho e arrumar os trabalhos da faculdade que deveriam ser entregues hoje, segui direto para o campus e depois de muitas horas resolvi voltar para casa resolvi também dar uma chance ao destino e teria me arrependido amargamente se não o tivesse feito.

Por entre as poucas pessoas avistei em minha mesa favorita o garoto olhar distraído pela pequena janela não notando minha presença, segui em direção ao balcão pedindo um café, logo me sentei a sua frente o tirando de seus pensamentos. Novamente a máscara tampava a visão de seu rosto.

- O dia está incrivelmente belo hoje!

Ouvi o garoto dizer e poderia jurar que reconheci sua voz, não sei de onde, mas já a tinha ouvido. Assim segui uma conversa saudável e singela com JK, passamos de vários assuntos como comida favorita; livros; música, e até mesmo sobre nosso toc em deixar o volume da TV em números impares, detalhes bobos que não passaram despercebidos, e por diversas vezes jurei que conhecia seus olhos até comentei que me lembravam alguém que eu conhecia. Questionei o uso da máscara ao qual disse ter feito um procedimento estético que não poderia mostrar, senti sua hesitação ao responder, mas segui normalmente, rimos e conversamos, ele me mostrou a foto que nos levou aos bilhetes trocados e eu a achei digna de um profissional. Não notei em qual momento o café ficou totalmente vazio com apenas eu e o garoto presentes ali, mas ele pareceu ter esperado tal momento, pois assim que a última pessoa saiu pediu para que eu não gritasse, isso a princípio me deixou assustada, pois achei que poderia ser assaltada ou algo do gênero, mas não! Surpreendentemente ele apenas pousou a mão sobre a máscara e a retirou.

Não pude conter a cara de susto, nem ao menos consegui falar qualquer coisa, simplesmente fui tomada pela surpresa, achei que o uso da máscara seria algo para esconder alguma imperfeição, mas ao contrário entendi o real motivo.

 

JK

Jungkook

Sim, Jk nada menos que Jungkook do BTS em minha frente, realmente não acreditei levei a mão a boca em total surpresa, ele simplesmente sorriu discreto e puta merda que sorriso lindo, ainda mais bonito que os vistos pela tv, sua pele totalmente perfeita, inacreditável Jungkook.

- Ahn? Então você está bem, né?

Sorriu singelo, e eu me acabei naquele sorriso me desmontei, posso dizer que me apaixonei?

Minha vontade, como acredito que a de qualquer uma foi pular nos braços dele, abraça-lo sentir o cheiro que ele exalava, mas não o fiz, para que ele não se afastasse me permiti apenas balançar a cabeça em sinal positivo, assim voltamos a conversar agora outros assuntos como fama, sucesso e viagens, principalmente sobre o Brasil, que ele disse ter amado tanto, o convenci que deveria experimentar as comidas típicas, brigadeiro; coxinha; pão de queijo, ele disse que o faria e perguntou se eu sabia fazer tais pratos, sim eu sabia, foi o que respondi. Não sei bem quantas horas ficamos ali, mas já estava escuro quando fomos avisados que o estabelecimento viria a ser fechado. Uma tempestade caia do lado de fora, o vento ressoava fortemente por entre as árvores, peguei meu guarda-chuva e segui para a porta, Jungkook fez o mesmo, perguntei se ele queria uma carona até o carro, mas ele negou dizendo que iria esperar do lado de fora pois não tinha vindo com o carro, iria pedir para que alguém viesse busca-lo.

Estava frio o vento trazia o úmido da chuva para perto da porta onde nos encontrávamos, não poderia simplesmente deixa-lo ali, estava frio demais e ele estava apenas com uma camiseta preta cobrindo seu tão perfeito e musculoso corpo, agora mais do que nunca eu havia notado aqueles músculos enquanto ele digitava algo em seu celular, ele estava ali presente em todos os sentidos, cheiro; perfume; gostos e se arrepiando de frio. Arranquei o celular de suas mãos e sob seu olhar surpreso digitei minha rua e apartamento, não ficava nem a duas quadras dali, disse que deveriam busca-lo naquele endereço, o nome Staff respondeu que estaria a caminho assim que a chuva a permitisse.

O convenci a ir até meu apartamento e andando um ao lado do outro notei como ele era alto, e que apesar de suas enormes pernas serem capazes de dar passos enormes elas se continham em acompanhar as minhas, notei também que ele não estava perto o suficiente para que o guarda-chuva pudesse esconder a nós dois da chuva. O puxei pelo braço para perto, com toda sinceridade não fiz no intuito de telo próximo, mas sim em tentar protege-lo de um resfriado, não vou negar que ao notar seu enorme corpo praticamente colado e tendo seu calor emanado tão perto não mexeu comigo, claro que mexeu! Porém segui conversando normalmente e ele fez o mesmo, entendeu que minha atitude não tinha uma segunda intenção.

Entreguei-lhe uma toalha o levei ao banheiro, apesar do guarda-chuva os dois acabaram se molhando pois a chuva aumentou drasticamente enquanto andávamos, deixei que ele trocasse de roupas primeiro pois naquele momento ele sem dúvidas era o que mais precisava evitar um resfriado, peguei algumas roupas que meu pai havia deixado em sua última visita, eles tinham praticamente o mesmo tamanho então deveria servir, e serviu, perfeitamente, ele era perfeito, com qualquer roupa e também sem elas, não deveria ter pensando nisso me repreendi no mesmo instante por tais pensamentos, ele estava a minha frente com o cabelo molhado sorrindo singelo e agradecendo pela hospitalidade, enquanto eu apenas tentava guardar o máximo de detalhes do seu rosto, cada pinta; curva; olhos; nariz; boca.

Segui para meu banho imaginando que a poucos minutos ele estava sob o mesmo chuveiro totalmente nu, jamais em toda a minha vida poderia imaginar tal acontecimento em meu banheiro. Terminei de me secar e apesar de tudo não vesti minha melhor roupa, sabia que não existiriam chances de vê-lo novamente, então não tentei agir diferente do que faria em um dia qualquer em que tivesse me molhado pela chuva. Vesti minhas roupas largas e nada Sexys afinal não iria transar hoje, muito menos com alguém como ele, muito acima de qualquer expectativa eu pudera ter.

Sai do banheiro ainda secando os fios de cabelos molhados e lá estava ele, a personificação da beleza, impossível não notar como sua pele amarelada pela luz destacava seus olhos negros e tão impermeáveis, ou em como as veias de seu braço saltaram ao entregar-me uma das duas canecas de café fumegante que segurava em suas mãos, todos os detalhes mereciam ser guardados, um dia e era apenas isso que eu tinha.

Conversamos sobre tanta coisa, surreal demais, pensei que a qualquer momento meu despertador tocaria me acordando deste sonho, e assim contei-lhe toda a minha vida, recebi um discreto elogio sobre meus olhos e um parabéns pelo meu coreano, foi realmente bom ouvir aquilo pois me esforcei tanto para aprender este difícil idioma.

Entramos madrugada a dentro e a Staff ainda não havia chegado apesar da chuva ter cessado, ele pareceu ter se preocupado por sua demora quando decidiu entrar em contato, obteve resposta as duas da madrugada quando a mesma disse ter batido o carro longe dali e que não seria capaz de pega-lo, pois estava sendo guinchada, ao saber propus que ele dormisse por uma noite, afinal já estava tarde demais, ele insistiu para ir ao hotel mais próximo e eu para que ele parasse de achar que estava me incomodando, acordamos que ele me pagaria dois cafés em troca daquela noite, arrumei meu quarto e o deixei a vontade, não mencionei onde dormiria, mas eu tinha apenas um quarto pois apesar de ter sim uma quantia a qual poderia me dar um apartamento com o dobro do tamanho, preferia um lar menor, ao qual apenas eu me bastaria. Me deitei no sofá cobrindo meu corpo e o mantendo longe do frio, apaguei instantaneamente sem nem ao menos sonhar com os acontecimentos deste dia tão anormal.

Não sei por quantas horas dormi, mas me dei conta que foram muitas ao sentir o sol me acordar aos poucos, senti um peso estranho sobre minha cintura e lentamente abri os olhos, não sei como, nem quando, mas estava em minha própria cama sendo abraçada pelos enormes e pesados braços de Jungkook. Tentei me desvencilhar e sair, mas ele me puxou para ainda mais perto, eu estaria totalmente bem se não fosse o fato de que ele provavelmente não sabia que era eu ali, me convenci que deveria ter sonhado e acabado indo para a cama, ou mesmo inconsciente levantado durante a noite para ir ao banheiro e voltado para o quarto, eram muitas possibilidades, mas nenhuma incluía Jungkook saber de minha presença e seria vergonhoso demais vê-lo acordar com uma pessoa a quem acabou de conhecer deitada ao seu lado.

Tentei sair de baixo de seu braço, mas ele resmungou e abriu lentamente os olhos, e eu simplesmente tremi e arregalei os meus, era vergonhoso demais aquela cena, evaporar não era nem o que eu queria, eu simplesmente queria morrer. Surreal demais vê-lo acordar, surreal demais olhar para as orbes negras tão iluminadas pelos pequenos raios solares, surreal como as pequenas sombras em seu rosto destacavam seu maxilar incrivelmente definido, e era simplesmente surreal com ele era lindo, como alguém poderia ter tamanha beleza mesmo com a cara inchada e amassada?

- E-eu n-ão sei o que aconteceu! Ahn perdão eu são sei como acabei aqui.

 

A última parte verbalizada com total insegurança, pude sentir meu rosto esquentar em vermelhidão ao sentir seu olhar de encontro ao meu. Eu não estava preparada para isso, na verdade eu nunca estaria.

- Eu te trouxe aqui, você não disse que dormiria na sala, o sofá é desconfortável e eu jamais permitiria se soubesse, quando acordei você estava lá, então decidi que te traria para cá, sua cama é grande caberia nós dois, me desculpe por isso, mas queria evitar que você sentisse dores por minha causa.

Eu estava incrédula com tais palavras, só de pensar que ele me carregou em seus braços, por alguns segundos que fossem já me fazia arrepiar por completo. Eu estava perdida entre sonho e realidade, mas nem no sonho mais louco isso teria acontecido.

Me pus de pé e a preparar nosso café, e é incrível como a palavra nosso tem o sentido totalmente triplicado quando se tem a pessoa mais improvável do mundo do outro lado da cozinha. E eu realmente me pergunto em qual universo paralelo é possível algo assim acontecer, eu realmente não sei ou entendo as probabilidades da vida, mas tenho toda convicção que ter alguém como ele em sua frente tomando o café que você preparou não chega nem a 000000000,01% de chance de ser real. Mas foi no meio do impossível que ele chegou, foi no meio do impossível que ele me ajudou a lavar a louça e foi principalmente no meio do impossível que vi seu sorriso se alargar com todas as piadas sem graça que eu soltei, e de impossível em impossível eu me dei conta de que as vezes nem os sonhos são capazes de alcançar a realidade.


Notas Finais


Iludida eu?? massss muito, tão iludida que me da raiva.


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