História Entre amores e segredos - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 8
Palavras 999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei amores!

Capítulo 8 - Namorados


- Ela me disse coisas horríveis, Arthur. – Celina disse, soluçando.

 

- Como assim, Celina?

 

- Ela me acusou de ter um caso com Vicente. Disse que sou inexperiente, mas sei seduzir um homem. – a jovem disse, exasperada.

 

- Não acredito! E o tal do Vicente, o que disse? – Arthur perguntou, nervoso.

 

- Vicente não sabe. – Celina disse, limpando as lágrimas. – Acho melhor assim.

 

- Está certo, olhe pra mim, Celina. – Arthur pegou no queixo da jovem, levantando seu olhar até ele. – Você é uma garota maravilhosa, inteligente, meiga, doce, gentil. São tantas qualidades, que nem sei. – ele sorriu. – Vicente não merece seu amor.

 

Celina ficou em silêncio alguns segundos, por anos fora e ainda era apaixonada por Vicente. Mas talvez Arthur tivesse uma certa razão, esse amor só a machucava, e pra Celina o amor não era assim. Afinal de contas, o amor não faz sofrer.

 

- Tem razão, Arthur. – Celina concordou. – vou me afastar em definitivo de Vicente.

 

Arthur sorriu com a afirmação, estava apaixonado por Celina e vê-la sofrer por outro o deixava triste, decidiu então tomar coragem, se declarar para ela, e a pedir em namoro.

 

- Celina, já que estamos aqui, nesse lugar tão lindo, quero te falar algo. – Celina olhou em volta de si, estavam na praia. Havia encontrado Arthur no caminho, o rapaz a viu naquele estado e a chamou pra dar uma volta, na praia. Lugar calmo, bonito, onde o som do mar era como um calmante. Celina sorriu e voltou a olhar Arthur, ergueu uma sobrancelha, confusa.

 

- Pode falar.

 

- Estou apaixonado por você, desde a primeira vez em que a vi. – Celina congelou, sabia que Arthur tinha sentimentos por ela, mas ele nunca fora tão direto, ao ponto de se declarar totalmente. – Sei também do seu sentimento por Vicente, mas como já disse, ele não merece seu amor. Me dá uma chance, Celina. Prometo te fazer feliz, nunca te fazer sofrer, eu te amo.

Celina estava emocionada e Arthur, a olhava com receio.

 

- Arthur eu...eu nem sei o que dizer, estou...estou emocionada. 

 

- Diga que sim. – Arthur pegou a mão da jovem, com carinho, Celina então sorriu.

 

- Sim. – ela disse, rápida. – Quero tentar com você. 

 

Arthur mal pode conter a felicidade, abriu um largo sorriso e abraçou Celina, a jovem retribuiu, também sorridente.

 

- Eu prometo te fazer a pessoa mais feliz desse mundo.

 

Celina assentiu, sabia que Arthur falava sério, por mais que não amasse o rapaz, ela sabia que os dois poderiam dar certo, e quem sabe no futuro, ela o amaria como ele merecia. Arthur se aproximou mais de Celina, tocou o rosto delicado da jovem e a beijou. Já tinham se beijado antes, mas para Arthur esse beijo era mais especial, estava beijando sua namorada. Foi um beijo calmo, carinhoso e com um toque de desejo, Celina se afastou quando sentiu falta do ar, encarou Arthur um tanto quando tímida e sorriu.

 

- Acho que devemos ir.

 

- Está certa. – ele concordou.

 

Os dois se levantaram e saíram de mãos dadas, caminharam conversando até a casa de Celina.

 

- Vou marcar um jantar pra amanhã a noite, quero que conheça meus pais. – Celina diz.

 

- Vou adorar, não vejo a hora de anunciar a todos que eu namoro a jovem mais bonita do Rio de janeiro. – Celina riu, divertida com o jeito que o agora namorado falou.

 

- Não seja bobo, nos vemos amanhã. 

 

- Até amanhã. – Arthur depositou um selinho nos lábios de Celina e saiu. A jovem entrou em casa sorrindo, e encontrou a mãe fazendo costura.

 

- Posso saber o motivo de tanta felicidade? – Alzira voltou seus olhos a filha.

 

- Mãe, estou namorando Arthur.

 

- Como assim namorando? Desde quando, Celina? – a mãe perguntou, surpresa.

 

- Desde hoje, decidi que vou ser feliz. – Celina afirmou.

 

- E Vicente? – Celina bufou ao ouvir esse nome.

 

- Vicente é noivo, e eu não devo ter sentimentos por um homem comprometido.

 

- Quero conhecer esse tal de Arthur.

 

- Marquei um jantar, aqui e amanhã. – Celina disse.

 

- Espero que não me faça passar vergonha, Celina. Um pretendente pé rapado é tudo que eu não preciso. – Alzira disse, Celina se irritou.

 

- Vou subir, minha mãe. Não quero discutir com a senhora. – Celina então subiu as escadas rumo ao seu quarto, não queria brigar novamente com a mãe, então ignorou qualquer comentário bobo que a mulher falara naquele momento.

 

(...)

 

Vicente e Carolina haviam feito as pazes, os dois estavam na casa do rapaz, e junto de Olímpia selecionavam os convidados pra festa.

 

- Eu acho que não esquecemos ninguém. – Carolina disse, fechando o caderno em sua mão.

 

- Eu também acho que não. – Vicente concordou.

 

- Agora irei mandar fazer os convites, precisamos entregar até o final dessa semana. – Olímpia se pronunciou.

 

- Faça isso, minha irmã.

 

- Certo, eu vou indo, antes que a papelaria feche.

 

Olímpia se retirou, deixando Vicente e Carolina, os dois continuaram conversando sobre o casamento, até o assunto Celina chegar.

 

- Falei com Celina. – Carolina disse.

 

- O que? Falou o quê com Celina? – Vicente perguntou.

 

- Falei que sabia que ela dava em cima de você. 

 

- Não, Celina nunca deu em cima de mim. – Vicente prontamente se levantou, eencarou Carolina, incrédulo.

 

- Ah, Vicente! Eu sei que acha ela uma garota atraente, Celina é bonita, mas aquela cara de sonsa não me engana. – Carolina também se levantou.

 

- Está maluca, Carolina. Celina sempre foi apenas uma amiga. 

 

- Eu não acredito nisso, aquele dia me chamou pelo nome dela. – Carolina esbravejou.

 

- Já disse que foi um equívoco. – Vicente afirmou. – Celina deve ter ficado ofendida, ela sempre foi sensível demais.

 

- Está com pena dela? – Carolina perguntou, em deboche.

 

- Celina é minha amiga, e eu não aceito que a destrate. – Vicente disse, rude, pegou seu terno sobre a cadeira da sala e saiu batendo a porta. Precisava concertar a besteira que a noiva havia feito, não podia e não queria perder Celina.



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