História Entre cigarros e recaídas - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Hinasasu, Hyuuga Hinata, Naruto, Sasuhina, Uchiha Sasuke
Exibições 232
Palavras 4.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI GENTEN
Desculpem-me pela demora, é a mesma resposta de sempre, sério! ><
Bom, AQUI ESTÁ O HENTAIZÃO QUE TODOS VOCÊS ESPERAVAM. Espero que agora aquietem suas buzanfas u.u heheheeh brincadeira <3
Enfim, espero que gostem E LEIAM AS NOTAS FINAIS!
Boa leitura!

Capítulo 11 - Capítulo Onze - Subindo.


Fanfic / Fanfiction Entre cigarros e recaídas - Capítulo 11 - Capítulo Onze - Subindo.

Sasuke agarrou a cintura dela com uma mão enquanto, com a outra, fechava a porta e girava a chave. Com a mão novamente livre, Sasuke alcançou a nuca feminina e agarrou os fios que jaziam ali, puxando-os a fim de inclinar levemente a cabeça de Hinata.

Os lábios se tocaram em uma urgência desconhecida. Sasuke empurrou o corpo de Hinata até que se chocasse contra a parede, prendendo-a entre si mesmo e a superfície gélida. Um arrepio subiu pela espinha dela, confundindo-a com o beijo iniciado.

O Uchiha invadiu a boca de Hinata sem pedir permissão, introduzindo sua língua quente buscando pela da Hyuuga. Ele puxou o jaleco branco para baixo, deslizando-o pelos ombros estreitos sem interromper o beijo.

A peça branca caiu no chão, sendo imediatamente esquecida. Sasuke voltou a mão à nuca de Hinata, segurando firmemente ali e, com a outra, ergueu a perna direita dela, mantendo a coxa na altura se sua cintura. Hinata prendeu a perna levantada nele, dando espaço para que Sasuke se encostasse mais ao seu corpo.

O beijo fora brevemente interrompido para uma Hyuuga desesperada retirar a camiseta branca que Sasuke usava, deixando-a cair ao chão juntamente ao jaleco. Ambas as peças esquecidas. Eles se olharam por curtos segundos, Hinata cortou o contato visual ao puxá-lo pelo pescoço e tomar os lábios dele nos seus mais uma vez.

As línguas se tocaram novamente, querendo a todo custo encostar uma a outra em um contato íntimo e audaz. Hinata levou os dedos da mão direita aos fios da nuca do homem, puxando-os levemente, o que fez Sasuke gemer entre o beijo. Os corações estavam acelerados, haviam esperado – literalmente – anos por aquele momento.

Sasuke ergueu a outra perna feminina, fazendo-a se entrelaçar a sua cintura, juntamente à outra. Ele segurou-a pelas coxas ainda cobertas por uma calça jeans branca e descolou a costas femininas da parede. Hinata fincou as unhas nos ombros desnudos dele na tentativa de manter seus corpos próximos e não cair.

O beijo foi interrompido e o único som escutado era o das passadas rápidas de Sasuke no piso de grandes azulejos brancos. Ela viu a sala se distanciando quando Sasuke entrou por um corredor e contou três portas negras em contraste com as paredes cor-de-gelo ao longo do trajeto, até eles passarem por uma – a única aberta – ao fim do corredor.

Os pés voltaram a tocar o chão para que Sasuke pudesse fechar a porta do quarto. No momento em que ele se virou de volta para ela, Hinata teve certeza de que não era hora de reparar na mobília a qual preenchia o quarto.

A Hyuuga só teve dois segundos até que Sasuke a alcançasse e envolvesse seu rosto com as mãos grandes, uma em cada lado do rosto, e tomasse seus lábios mais uma vez para ele. Ela teve de ficar na pontinha dos pés e, mesmo assim, Sasuke matinha a própria coluna curvada sobre si. Gemeu quando as línguas se tocaram, desta vez mais lentamente, apenas degustando uma a outra.

Sentiu quando o toque em seu rosto desceu por seu pescoço, apertou seus ombros, e trilhou um caminho pela curva lateral do corpo. Ela sentiu o arrepio gentil que se alastrou por sua nuca e correu até seus mamilos, enrijecendo-os. Sentindo o desejo crescente, sugou-lhe o lábio inferior e seus ouvidos agradeceram ao escutar o gemido rouco surgir da garganta de Sasuke.

Os dedos atrevidos brincaram com a barra da blusa de algodão que ela usava enquanto uma batalha visual e silenciosa os prendia no olhar um do outro. Os olhos negros tinham um brilho diferente e pupilas sensualmente dilatadas. Hinata estava perdida naquela escuridão e foi involuntário erguer os braços quando ele começou a subir o tecido, escorregando os dedos propositalmente em sua pele. Mais arrepios arrebitaram os pelos do corpo feminino.

A blusa caiu perdida em algum lugar pelo quarto. As mãos se encaixaram em sua cintura, os dedos longos chegavam à curva do bumbum e acariciaram as covinhas que ali se afundavam na pele. Ele a puxou novamente, beijando-lhe rapidamente a boca para descer com mordidinhas pelo queixo, voltando a utilizar os lábios em seu pescoço.

Hinata levou as mãos para as costas largas e quentes de Sasuke, arranhando a tez alva ao tentar miseravelmente conter um gemido; ela conseguia sentir muito bem a ereção dura e ainda mais cáustica lhe pressionar a barriga. Aquele homem a deixava louca. Louca de tesão, louca de paixão. E ela o queria por completo.

Só percebeu que ele a guiava em direção à cama quando as partes de trás de suas coxas esbarraram no colchão macio, fazendo-a perder o equilíbrio e se sentar ali. Sasuke empurrou seus ombros até que ela estivesse deitada e completamente exposta para ele. Somente para ele. O Uchiha passou as mãos pelos próprios cabelos e aquele ato só fez com que Hinata gemesse em tentação, observando os músculos do abdômen e dos bíceps se tencionarem.

Hinata sentiu seus próprios músculos íntimos se contorcerem e não pôde evitar morder o lábio inferior tamanho era o desejo: Sasuke passou uma mão sobre a protuberância em sua calça de moletom pouco antes descê-la, ficando apenas com a cueca boxer preta. Ele estava maravilhosamente duro só para ela, a ereção parecendo tão gostosa aos seus olhos.

Ergueu o corpo, mas Sasuke voltou a empurrá-lo, deitando-a delicadamente sobre o colchão. Ele estalou a língua no céu da boca repetidas vezes em negação. E, então, o homem esticou o braço para que seus dedos deslizassem do seu pescoço até o vão entre seus seios ainda cobertos pelo sutiã meia taça preto.

— Acho que você está vestida demais — ele disse, contornando a curva que os seios faziam por causa da posição em que se encontrava. — Eu vou dar um jeito nisso. — e ele deu mesmo: continuou o caminho do vale dos seios, passou levemente as pontas dos dedos em volta do umbigo delicado, arrepiando-a no local, e traçou o indicador pelo caminho da felicidade de Hinata.

A mulher arfava, sentia-se demasiado quente e arrepiada até onde não havia pelos. Sasuke desabotoou sua calça, desceu o zíper e encaixou os dedos pelas laterais, puxando o jeans branco para trás. A calça encontrou a blusa e ambas permaneceram esquecidas. Ele a observou deitada, com os cabelos curtinhos espalhados em torno de sua cabeça, usando apenas o conjunto de sutiã e calcinha, esta última de rendinha preta.

Ela sentou-se, desviando da mão masculina que teimava em conduzi-la para a cama, esticou os braços finos para poder tocar no abdômen e memorizar a sensação que tinha ao deslizar os dedos entre o vão que dividia cada músculo. Sasuke se encaixou entre as pernas dela e, com a aproximação, aproveitou para desfazer o fecho do sutiã disfarçadamente e liberar os seios fartos que ele tanto desejava para si.

Ela deixou que as alças da peça deslizassem por seus braços e colocou-a ao seu lado na cama desleixadamente. Hinata passou as palmas pelas coxas pálidas, sentindo os pelos negros com seu toque, e subiu pelo torso talhado e sentiu como o peito dele era forte e quente como todo o resto do corpo.

— Eu quero te tocar. — a voz rouca soou e Hinata fechou os olhos para apreciá-la.

— Mas eu quero te tocar primeiro. — ela falou, erguendo a cabeça para visualizar os olhos escuros pousados sobre si. Brincou com a borda da cueca box, e olhou para ele como se pedisse permissão para retirá-la dali. Ele não respondeu, mas a Hyuuga desceu o pano, liberando o pênis do aprisionamento daquela peça de roupa. — Eu quero fazer isso desde aquele dia qu...

— Shh... — ele fez, acariciando os cabelos azulados. — Não se lembre desse dia. — ele soltou um suspiro quando Hinata fechou a mão em volta de seu pênis. — Sinta o agora.

Ela limpou as cenas do dia em questão da mente e focalizou na carne quente sob sua mão, rígida e macia ao mesmo tempo. O membro de Sasuke tinha veias tentadoras e uma leve inclinação para cima, além de uma glande rosada, larga e bastante convidativa. Passou a língua nos próprios lábios, umedecendo-os e deslizou a mão pelo comprimento dele.

Ele não tinha pelos naquela região, bem como no peitoral e nos testículos. Lambeu a extensão para que sua mão subisse e descesse mais livremente, desceu os toques até as bolas despeladas e pegou uma com a boca, sugando-a. Sasuke gemeu forte, ainda mais quando resolveu dar o mesmo tratamento a outra.

Masturbando-o na base, Hinata envolveu os lábios na glande e soltou um gemido ao constatar seu gosto salgado devido ao pré-gozo. Deslizou-o para dentro de boca e deixou-o sair, movendo uma mão que mal se fechava no pênis rígido. Ela procurou os olhos dele com os próprios e viu-o cego pelo desejo e por ter o pau em sua boca tão quente e aveludada.

Sasuke segurou-lhe os cabelos de leve, cuidando para que nenhum fio fosse puxado com força e deixou a mão acompanhar o ritmo que Hinata havia estabelecido. Entre suspiros e gemidos, lambidas e sucções, ela já não controlava mais o fluxo de saliva que escorria por sua boca, descia pelo queixo e pingava em seus seios, além de molhar ainda mais o membro que ela fazia entrar e sair, arrastando por seus lábios.

— Hinata... — ele gemeu, forçando o aperto da mão em seus cabelos. — Desse jeito eu... Eu vo-ou gozar. — disse com dificuldade, mas ela não parou. — Você quer que eu goze? — perguntou, olhando para baixo e encontrando uma Hinata de olhos brilhosos com metade de seu membro introduzido na boca.

Ela não precisava dizer nada para que ele entendesse o ‘sim’ oculto em suas ações. Então continuou, sugando-lhe a glande e masturbando-o nas partes em que não conseguia chegar com os lábios. Acariciou as bolas com a mão livre, mas preferiu pousá-la na lateral da coxa, arranhando o local com as unhas curtinhas.

E veio. O gozo lhe preencheu a boca assim como os gemidos de Sasuke lhe preencheram os ouvidos. Engoliu rapidamente para o que viria em seguida. Pega desprevenida, Sasuke ergueu seu corpo pelas pernas e a deitou na cama, beijando-lhe de forma imperiosa e sem se preocupar em sentir o próprio gosto.

— Minha vez. — ele sussurrou rente a sua orelha, mordendo lóbulo em seguida.

— Eu sou sua. — disse, desnecessariamente, tão cega quanto ele pelo desejo.

— Finalmente. — ele tirou a mecha de cabelo grudada no queixo feminino com o polegar.

Ajoelhou-se entre as pernas dela, vislumbrando o corpo suntuoso seminu, apenas com aquela maldita calcinha de renda. Acariciou o rosto de Hinata com o polegar, admirando o olhar vidrado pela cobiça, e escorregou a palma pelo pescoço. Traçou a protuberância da clavícula, vendo atentamente o modo como os mamilos de bicos rosados e auréolas três tons mais escuros que a pele dos seios se intumesciam diante de si.

Guiou o toque pela lateral, aproveitando para passar o polegar por um dos mamilos no meio do caminho e cravou a mão na curva da cintura. Eles não quebraram o contato visual nem por um segundo. Ela sentia o membro mais uma vez, tão rígido quanto antes, cutucando sua coxa e molhando-a pela excitação iminente.

Sasuke remexeu o quadril, chocando-se entre as pernas dela e esfregando seu pau na região infelizmente coberta pelo tecido preto. Hinata arfou, arqueando as costas e desejando que ele fizesse alguma coisa para apagar o fogo que crescia em seu baixo ventre. Mas ela sabia que Sasuke só atiçaria ainda mais a chama.

Ele inclinou-se sobre o corpo feminino, beijando o pescoço e trilhando os lábios pelo ombro, fazendo o mesmo caminho que traçara com os dedos.  A língua encontrou o botão rosado, circundando-o pela auréola e, sem aviso prévio, sugou-o ao mesmo tempo em que massageava aquele mesmo seio. Hinata gemeu baixinho em resposta, agarrando os cabelos arrepiados do Uchiha.

Beijou o vale entre os seios e subiu pelo outro, dando sucções na carne macia e cheia. Sugou-lhe o mamilo e rodeou a língua para, então, chupá-lo mais uma vez enquanto apertava ambos os seios em sincronia. Mordeu a pontinha rósea levemente e desceu os beijos, sem deixar de massagear as mamas ou apertar os bicos entre os dedos.

— Precisamos tirar isso daqui. — sussurrou com a voz rouca e falhada, posicionando os dedos nas alças laterais da calcinha dela. Hinata balançou a cabeça em concordância e Sasuke puxou a peça miúda, deslizando-a pela perna esguia e carnuda enquanto distribuía beijos molhados por todo local que passava.

Após jogar o tecido fino e preto para trás – sem ver onde cairia –, Sasuke encaixou-se perfeitamente entre as pernas dela, apoiando as bases das coxas roliças em seus ombros. Ele tinha um sorriso safado ao olhá-la de onde estava e constatar que a visão dos seios daquele ângulo era muito melhor.

— Sassss... — ela se perdeu no meio da fala, pois Sasuke resolvera passar a língua de leve em seu clitóris e brincar com seus mamilos – ao mesmo tempo. Muitas sensações para uma mulher só.

Sasuke percebeu que dar atenção à Hinata apenas com sua língua seria suficiente, portanto, manteve as mãos bem presas ao quadril dela, impedindo-a de movê-lo por qualquer motivo. Começou beijando os lábios maiores, indo até base do bumbum, onde deu-lhe uma mordida, e voltou para beijar-lhe o ponto mais íntimo e sensível.

Constatou o estado incrivelmente molhado de Hinata ao introduzir um dedo comprido para dentro dela, indo e voltando, indo e voltando. Retirou-o e colocou dentro da própria boca, provando do sabor tão desejado, sem desviar os olhos dos dela. Encaixou novamente a mão no quadril feminino, agora pronto para fazê-la gozar.

Lambeu da entrada úmida até parte maravilhosamente sensível, apertando os dedos na concupiscência dos quadris femininos. Movimentou a língua de forma ritmada e constante, sentindo o clitóris se enrijecer conforme pressionava mais e mais aquele ponto. Sugou-o, lambeu-o, escutou Hinata gemer seu nome e puxar seus cabelos ao mesmo tempo em que empurrava mais sua cabeça para que permanecesse onde estava.

A mulher de curtos cabelos azuis arqueava o corpo a fim de diminuir a distância entre ambos, incentivando Sasuke a continuar chupando seu clitóris e a brincar com seus lábios menores. Apertou o lençol com força enquanto mordia a boca, quase a machucando tamanha era a excitação que irrompia por seu corpo.

 Ele soube que ela gozaria quando sentiu a barriga de Hinata se retraindo, o clitóris pulsando e todo o corpo tendo espasmos involuntários. Ela prendeu a respiração, prendeu os dedos nos fios pretos de Sasuke e prendeu os músculos, permanecendo imóvel enquanto a sensação de êxtase se apossava dela e a levava até as nuvens.

Ajoelhado, Sasuke observou o rosto corado da Hyuuga e sentiu uma fisgada na virilha. Como havia conseguido tanto autocontrole para levá-la ao quarto e ainda compartilhar sexo oral? Fazia anos que desejava o corpo dela tão entregue para si e conseguira deixar as coisas muito lentas, pelo menos até o momento.

— Onegai — ela suplicou, erguendo o quadril, procurando manter contato com a pele dele.

Sasuke esfregou a glande no clitóris sensível e forçou-a na entrada extraordinariamente lubrificada, deslizando para dentro dela em um movimento vagaroso. Ambos gemeram quando ele se aprofundou, recuou o pênis, adentrou novamente, repetindo e repetindo e repetindo o processo. Pousou uma mão na curva da cintura dela, usando a outra para acariciar a coxa que circundava sua cintura.

O homem sentiu-se hipnotizado com os seios acompanhando seus movimentos feitos de vai e vem, entrando e saindo de Hinata, deslizando para seu interior quente e apertado. E molhado, muito molhado. Os olhos dela estavam enuviados e ela olhava para ele, de lábios entreabertos para que suspiros e gemidos saíssem livremente e chegassem aos seus ouvidos como música.

Inclinou-se em cima dela, apoiando os antebraços no colchão para distribuir melhor o peso e não sufocar a mulher abaixo de si. Beijou-lhe os lábios, conectando as línguas em circulações lentas e embrenhando os dedos pelos cabelos azulados.

Hinata passava as mãos por seus braços, arranhava suas costas e apertava-lhe as nádegas, refazendo o trajeto repetidas vezes. Braços, costas, nádegas. Nádegas, costas, braços. Ela mal conseguia pensar no que fazer, apenas fazia. Puxava seus cabelos negros, apertava ainda mais as pernas ao redor de seu quadril e mordia seu pescoço, fazendo-o urrar e afundar-se dentro de si ainda mais.

Em um instante, a Hyuuga sentia o colchão macio em suas costas e os músculos do peitoral de Sasuke se arrastarem por seus mamilos intumescidos. Em outro, a maciez onde deitava sumira e ela sentiu seu interior engolir toda a rigidez do homem abaixo de si. Apoiou as mãos no peito dele e iniciou a movimentação do quadril para cima em seguida para baixo, para cima, para baixo; subindo e descendo.

— Não — Sasuke protestou no momento em que Hinata colocava os braços para trás a fim de apoiar o corpo com as mãos em seus joelhos. Ele sentou-se na cama, puxando-a para perto de si com uma mão a abraçando pelo quadril e a outra repousando em sua nuca. Ela procurou seus olhos, confusa. — Fiquei muito tempo longe de você. — disse, fechando a mão e apertando a carne da cintura dela. — Não quero distância. Quero sentir sua pele na minha.

Mesmo sentada no colo dele com o membro pulsante dentro de sua intimidade, Hinata precisava erguer a cabeça para encará-lo nos olhos. Sasuke a embrulhava com o próprio corpo, beijava-lhe o pescoço e provocava incríveis arrepios que percorriam a sua derme, percorriam sua alma. Então, ela não protestou quando Sasuke lhe beijou os lábios e enterrou as mãos em sua bunda, guiando seus movimentos.

Hinata entregou-se aos toques, aos beijos, aos anseios, aos chupões, às estocadas, ao prazer de ser penetrada pelo homem que desejou a vida toda. Ela queria chegar às nuvens, mas Sasuke a fazia subir mais. Quando seus músculos se retesaram, cravando as unhas nos ombros dele, Hinata ainda estava subindo

subindo

subindo

— Eu amo você. — ele sussurrou sensualmente contra sua orelha.

subindo

e subindo.

~•~

A manhã de sexta-feira chegou, após passarem a noite fazendo amor sem pensar no dia que viria – e nem se viria. A claridade fora impedida pelos blackouts e pelas cortinas de atrapalhar o casal deitado em uma grande cama, mas, com muita dificuldade, invadiam o cômodo pelos cantos desprotegidos.

O quarto encontrava-se uma pequena bagunça: ao redor da cama tinha um grande cobertor enrolado; algumas roupas se embolavam em esquecimento pelo chão; um travesseiro jazia jogado atrás da porta e o colchão encontrava-se parcialmente sem lençol.

Sasuke foi o primeiro a acordar, remexendo-se vagarosamente para não despertar a mulher em seus braços. Ela ainda tinha os olhos fechados e a respiração calma, seus lábios estavam vermelhos e inchados de tantos beijos trocados na noite anterior. Sentiu o pênis despertar junto consigo, desejando estar dentro dela mais uma vez.

Desvencilhou-se cuidadosamente da mulher, mantendo-a deitada com a cabeça em um travesseiro e com o corpo coberto por um lençol. Vestiu a cueca que encontrou pendurada no vão entre a madeira da cama e o colchão e partiu para a cozinha, preparar o café da manhã – para dois.

Quando Hinata acordou – às dez horas em ponto – e chegou à cozinha vestida com uma blusa preta, que Sasuke reconheceu como dele, encontrou a mesa onde haviam jantado uma semana antes posta para tomarem café. Quando foi que Sasuke ficou tão prestativo?, Hinata se perguntou, puxando uma cadeira e sentando-se em seguida.

— Bom dia — ele disse, dando-lhe um beijo casto na boca.

— Bom dia — a voz dela saiu arrastada. Tinha os cabelos desgrenhados, a franja amassada e o rosto marcado pela fronha do travesseiro. Pelo pescoço e clavícula – as únicas partes visíveis pela blusa – algumas manchas vermelhas e arroxeadas lhe enfeitavam a pele.

— Dormiu bem? — ela lançou um olhar debochado acompanhado de uma sobrancelha erguida.

— Ainda pergunta? — retrucou e Sasuke sentou-se a sua frente, como na noite do jantar. Porém, desta vez, nenhuma taça seria arremessada.

— É claro. — ele sorriu galante, servindo-se e posteriormente a ela um copo de suco de uva. — Eu dormi maravilhosamente bem, obrigado.

Hinata sorriu, bebericando o líquido cor-de-vinho. Sasuke serviu um pedaço de bolo de café para si mesmo enquanto a Hyuuga optava por uma fatia de melão.

— Bom... — ele começou, com a boca cheia do doce. — Agora que já nos devoramos e saciamos a tensão sexual que nos rodeava — o modo como Sasuke dissera deixou um grande ponto de interrogação na cabeça da Hyuuga. —, o que acha de terminar de conversar?

— Sobre o quê? — ela tomou mais suco, engolindo-o com dificuldade e quase engasgando.

— Isso tudo foi um “sim”?

— É claro que foi. — respondeu com as sobrancelhas franzidas. — O que esperava? Eu vir aqui, transar com você e me mandar? — segurou-se para não tacar um pedaço de pão na cabeça dele.

— Não, óbvio que não. — ele endireitou a postura na cadeira. Pegou o pão que Hinata tinha planos de brincar de tiro ao alvo e o cortou. — Só queria ter certeza... Eu esperei tanto... Achei que nunca mais veria você. — e passou manteiga em ambos os lados.

O coração dela apertou, sentindo a parcela de culpa que tinha naquela situação. Inclinou-se para pegar um pouco de sunomono juntamente a algumas fatias de linguiça frita.

— Eu também achei isso... — sussurrou, enchendo a boca com os pedacinhos de pepino da salada. Colocando a comida para um lado da boca e ainda mastigando, ela disse: — Pra falar a verdade eu não acreditei quando você disse que me amava — ela viu os olhos negros de arregalares. —, pelo menos não de imediato. Em casa eu pensei melhor e analisei os fatos... O Sasuke que eu conhecia não prepararia uma mesa para jantar comigo e nem me levaria ao meu antigo restaurante favorito... E, falando nisso, como você sabia?

— Você sempre gostou muito das batatas gratinadas de lá. — ele deu de ombros. — Eu lembro quando você dormiu lá na mansão e ficou a noite inteira pedindo por aquelas batatas. — sorriu, mastigando o último pedaço do pão. — Eu quase te bati aquele dia. — o olhar dele se desfocou, lembrando-se das vezes em que fora rude com ela.

— Eu imagino. Eu estava louca de vontade de comer... — Hinata mastigou uma linguiça. — Pelo menos você se deu o trabalho de ligar e pedir.

Ele riu com o comentário dela e roubou um pedaço de linguiça do prato a sua frente.

— Tem uma coisa que você precisa saber. — ela disse, depois de alguns segundos em silêncio. Sasuke a encarou, o maxilar mexendo, indicando que ainda mastigava. — Eu não moro sozinha no apartamento que você me deixou aquele dia.

— Uuhn, e quem mora com você? — ele quis saber, repentinamente interessado.

— Naruto. — disse, mordendo o lábio inferior.

Sasuke inflou as narinas e comprimiu os lábios, inflando o peito desnudo com ar. Hinata encolheu-se onde sentava e bebeu o restinho de suco que residia em seu copo.

— Vocês... — ele inclinou a cabeça, sugerindo que Naruto e Hinata estivessem – por acaso – em um relacionamento.

— Kami-sama, não! — respondeu rapidamente quase engasgando com o líquido recém-sorvido. — Ele namora a Sakura, embora nenhum dos dois tenham realmente admitido.

— Sakura? Não conheço...

— Ah, não mesmo! — balançou a mão no ar, descartando aquele assunto. Hinata ergueu as sobrancelhas e entreabriu a boca como se estivesse se lembrando de algo: — Oh, Sasuke! Não foi você quem tirou a minha virgindade! — ela exclamou, espalmando as mãos sobre a mesa.

— Mentira! — ele entrou na brincadeira. — Eu jurava que tinha conseguido! Kuso!

Ambos riram do rumo que a conversa vinha tomando.

— Você se lembra mesmo desse dia? — ela perguntou, enrolando uma mecha de cabelo entre os dedos. — Quando disse que iria tirar minha virgindade.

— Lembro. — falou, levantando-se da cadeira e dando a volta na mesa. — Eu fui um babaca ao dizer isso. — puxou-a pelo braço para que levantasse, envolvendo-a pela cintura. — Me perdoe. — ele estalou os lábios em sua bochecha.

— Eu já perdoei. — disse, sincera, ao encostar a cabeça no peito dele, escutando as batidas frenéticas do coração.

— E, hm... — ela passou os bracinhos em volta de seu corpo, abraçando-o. — E quem foi que fez isso no meu lugar?

— Você não vai querer saber. — e escutou a gargalhada gostosa que surgia pela garganta masculina.

•••


Notas Finais


Então, queridas(os)? Eu simplesmente MORRI escrevendo esse hentai e lendo de novo para revisão... Nossa senhora, eu caprichei mesmo, viu?!
Este capítulo todinho foi só SasuHina para a felicidade de vocês, hehe Cheio de amorzinho e tesãozinho também.
Aí vocês me perguntam: vai ter mais hentai na fic, tia Gati? E eu respondo: NÃO! MUAHAAH MENTIRA, vai ter sim, gente. Como pode ter dois hentais GaaHina e só um SasuHina? Não potchi!
Sentimos a diferença? GaaHina cheio de mecânica e SasuHina cheio de química! Awnnn, eu amo esse casal gente, socorro!
Enfim, enfim. Já que era o que vocês taaaanto esperavam: APAREÇAM PARA ME DIZER O QUE ACHARAM MOÇAS E MOÇOS! Eu escrevi com muito carinho pra vocês! :3
Kissu ~

ps: Gente linda, postei uma one-shot super fofa e engraçada! hehe Deem uma olhadinha: https://spiritfanfics.com/historia/atrasos-7075289 e comentem se gostarem <3


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