História Entre Dimensões - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Comedia, Ficção, Magia, Romance
Visualizações 11
Palavras 1.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi galera! Só queria dizer que se você leu está fic... MUITO OBRIGADA <3
Essa é a minha primeira história e eu espero que vocês gostem dela. Deu um pouco de trabalho mas acho que valeu a pena.
Aqui vão estar o nome e a idade dos pais e da avó da Fuki-chan (°3°):

Mãe - Hanabi Ritara/ 43 anos
Pai - Hanabi Seijou/ 45 anos
Vovó - Hanabi Ichiyo/ 75 anos ( essa vocês já sabem ;p )

Capítulo 1 - Onde Tudo Começa


Fanfic / Fanfiction Entre Dimensões - Capítulo 1 - Onde Tudo Começa

Capítulo 1

   O dia começa como qualquer outro para mim, mas hoje é diferente porque não é todo dia que alguém faz 16 anos de idade. Mas para mim não tem diferença alguma já que nunca liguei muito para datas comemorativas, fato que fez com que várias pessoas me olhassem torto sempre que eu falava disso. Eu era bem diferente das outras crianças quando era pequena,  nunca acreditei em qualquer tipo de coisa fantasiosa que existisse, como papai Noel ou Fada do Dente,  sendo  um dos fatos para que os vizinhos e conhecidos me vissem como uma criança anormal .

   Dou um salto de minha cama e vou em direção da minha sacada, que prefiro chamar de “O lugar onde me isolo de todos e me sinto feliz”. Desço as escadas e sento em uma das cadeiras vazias da cozinha onde está minha mãe e meu pai sentado, ela colocando chá na xícara e ele lendo o seu jornal já com o terno do trabalho. Ambos trocam olhares e olham para mim com um olhar do tipo “Você não vai gostar do que vamos te dizer, querida”.

- Que caras são essas? – Digo tentando amenizar a situação – São sete horas da manhã de Sexta- feira.

- Sabemos que você não gosta de festas nem nada do tipo mas...

- Mas vamos a casa da sua avó amanhã para um almoço em família. – Diz meu pai completando a frase da minha mãe.

- Na casa da vovó Ichiyo? - Essa era a minha avó paterna, morava em uma casa gigantesca em um lugar afastado da cidade. – Quem vai nesse almoço?

- Bem, família e alguns amigos mas você conhece sua avó , ela deve chamar umas 50 pessoas – Diz minha mãe em um tom engraçado.

- C-como?

- Ás vezes é bom, reencontrar amigos para um dia especial, um dia só seu.

- Não deve ser somente eu que faz aniversário hoje – Digo em um tom um pouco alto.

- Puxou a agressividade da mãe – Diz meu pai fazendo nos três rirmos.

- Bem meninas, tenho que ir. – Diz meu pai dando um beijo no rosto da minha mãe e outro na minha testa.

   Ajudo minha mãe a tirar a mesa e vou diretamente ao banheiro para tomar um banho. Seco o cabelo e coloco o uniforme como o de costume, pego a mochila e vou em direção do colégio, que demora uns 20 minutos para chegar. Chegando no colégio, as piadinhas das meninas da minha começaram como o de costume.

- Olha quem está aí! Olhem só, o fantasma da turma chegou.

-Vocês não podem me deixar em paz? Nem pelo o meu aniversário...

- A culpa não é nossa se você tem esse cabelo coberto de sangue nem se você não tem amigos – Todos na sala começam a rir – E o que eu tenho a ver com o seu aniversário patético?

Acabando as aulas fui direto para casa evitando trocar olhares com meus pais até o “almoço” de amanhã. E foi isso o que aconteceu, jantei no quarto para evitar trocar olhares, e para matar o tédio fiquei jogando online no meu computador . Quando acordei pude sentir a presença da morte, isso iria acontecer mas não literalmente ,infelizmente. Encontrei com meus pais e fomos até a casa de minha avó. No caminho, fiquei olhando para as árvores que ficam á beira da estrada e queria ser uma delas, não fazer absolutamente nada além de ficar parada e fazer fotossíntese.Chegando lá quase quis ir embora por ver tantas pessoas me esperando naquele lugar.

- Querida, parabéns! – Diz minha avó segurando uma taça de água com gás – Estamos te esperando, na verdade , mais eu do que os outros.

- Obrigada - Digo abraçando-a – Mas não precisava disso tudo, aliás, a senhora estava me esperando?

- Sim, deixe seus pais conversarem com os convidados e venha comigo.

- S-sim. – Fomos até o seu quarto no segundo andar, onde mais ninguém estava.

- Eu queria achar uma jovem forte e destemida a guardar esse presente que um dia me possibilitou muitas conquistas. – Ela continuou a falar com os olhos cravados em uma caixinha de madeira que estava ao seu lado – Sei que você não acredita em coisas mágicas mas, isso foi a coisa mais maravilhosa que eu já vi e eu quero que fique com você.

- O que é exatamente?

- Isso. – Ela abre a caixa e me entrega um colar com um cristal branco e brilhoso como pingente – Não o deixe cair em mãos erradas.

- Eu não posso aceitar, não posso.

- Deixe de bobagem! Pegue logo.

- Acho que não posso negar então. – Pego o colar e o coloco em meu pescoço.

- Ficou lindo! Sabia que ficaria melhor em você do que em sua mãe. – Graças a isso, começamos a rir um pouco – Cuide bem dele, me ouviu.

- Com certeza, é lindo. – Me dá um aperto de leve em uma de minhas bochechas e  me dá um abraço carinhoso.

- Ah, sim. Posso lhe aconselhar a usá-lo quando for para algum bosque ou algo do tipo.

- Mas, qual a finalidade?

- Nada de mais, só um conselho.

   Depois disso, descemos até o jardim e fomos cumprimentar os outros convidados. O almoço, ou melhor festa, acabou quase oito horas da noite e quando chegamos em casa deitei em minha cama e dormi lá mesmo. Acordei tarde nesse Domingo graças aquele “almoço” miserável onde todos sem exceção estavam ali só para comer os doces  e para falar pelas costas dos outros, mas pelo menos eu ganhei um presente de meu agrado , misterioso, bonito e ,acima de tudo, cheio de amor da minha avó que era o que mais importava para mim.

   O Domingo cheio de tédio passou e eu completei 16 anos, o que não era nada de mais para ninguém já que não tinha nenhum amigo  para compartilhar essa conquista. Nem queria ir para o colégio, não por causa das piadinhas de mau gosto, e sim porque eu queria um dia que fosse o aniversário que eu queria, só eu e apenas eu. Coloquei o uniforme, tomei meu café da manhã e fui para outro dia naquele abismo de cobras, onde iriam me bombardear de piadinhas e de ovos podres, provavelmente.

   Passei por um pequeno bosque quando lembrei do que minha avó disse sobre estar com o colar perto de algum bosque, e eu estava com ele naquele exato lugar. Peguei então o colar e examinei-o e acabei descobrindo uma frase inacabada bastante suspeita: “Se perguntar jamais saberá, mas se pedir saberá encontrar...”. Acabei falando em voz alta a frase e quando percebi fui invocada para algum lugar e estava caindo como se fosse um meteoro indo em direção ao solo, mas no meu caso era um lago. Depois dessa queda misteriosa nadei até a superfície com o uniforme e a mochila encharcados e, logo, olhei o ambiente em que estava e vi coisas diferentes como se tivesse voltado ao passado, mas então percebi que... aquela não era mais a minha casa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até my friends ;)


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