História Entre irmãos - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Personagens Originais
Tags Baekhyun, Baekhyun/chanyeol Gêmeos, Chanbaek, Chanyeol, Incesto, Irmãos, Lemon, Pwp, Romance, Sadomasoquismo
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Palavras 10.100
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de vinte e oitenta e sete anos eu voltei. Alguém ainda se lembra de Entre Irmãos? Bem sei se vão ler essa porra, mas boa sorte.

Haisbsisnsi. Hello! Para VCS terem ideia...

Eu fikei com essa FIC com esse extra até as três mil e poucas palavras, aí terça-feira eu ADC mais seis mil, aí ontem eu betei. Hj eu betei dnv e AEC mais mil palavras.

Pois é. Acho que os DOIS LEMONS devem compensar meu atraso. Eu reosmente amei escrever esse extra, foi MUito bom! Ele tá BEM AZEDO, SE É QUE ME ENTENDEM. Espero que gostem e comnetem, quero saber as ops de vocês. Relevem algum erro, alguma letrinha comida da palavra, ou uma a mais. Olha, gente. Espero que amem e vocês vão precisar de um chocolate, pois a boca de VCS podem ficar azedas.

(Tem coments q eu bem respondi, q vergonha)

Kissus~ e boa leitura!

Capítulo 2 - Extra: Mas, há aqueles que têm prioridade.


ChanYeol revirou os olhos assim que viu BaekHyun lhe olhar com a mesma expressão:

Tédio.

O irmão apenas sorriu sapeca, lhe lançando um olhar sugestivo.

– Não!

Falou mudamente, sabia muito bem o que significava aquele olhar do baixinho.

– Só essa vez!

O gêmeo falou do mesmo jeito, o professor, vendo a “brincadeira” que estava rolando entre os irmãos, acabou se irritando.

– BaekHyun e ChanYeol, se retirem!

O mais alto ficou nervoso com BaekHyun e lançou para si um olhar raivoso, que foi ignorado por um risinho cínico.

– Certo, professor. Nos desculpe. Vem, Chan.

Os avermelhados - sim, os dois pintaram o cabelo de vermelho - pegaram suas coisas e saíram da sala, os dois estão com 22 anos, faltava apenas 1 ano para a faculdade de direito terminar, ambos trabalhavam durante a manhã e uma parte da noite - não todos os dias, pois, no local, havia vários funcionários -, não chegavam tão cansados em casa por terem se acostumado, sem contar que os finais de semana eles descansavam. Não acumulavam trabalhos, pesquisas; nada. Então, sempre estavam livres nos dias de Sábado e Domingo.

– Olha só o que você fez, BaekHyun!

O irmão quase se excitou ao ouvir a voz mais grave de ChanYeol. Os dois estavam mais bonitos, o maior estava bem alto e mais forte. BaekHyun não havia crescido tanto, mas o rosto estava com feições mais... gostosas.

Quer dizer, mais adultas.

– Vai, Chan. Faz 2 dias...

– Eu não vou dar pra você na faculdade! - Murmurou baixinho.

– ChanYeol! Mas eu já o fiz!

– E quase fomos pegos! Não, BaekHyun! Parece que quanto mais velho fica, mais infantil de torna.

O mais baixo fez um bico emburrado e abraçou a cintura do irmão.

– Ei, ChanYeol.

– Sim?

Perguntou e sentou no gramado, vendo seu gêmeo fazer a mesma coisa que si, para logo apoiar a cabeça em seu ombro.

– Como será que a omma e o appa estão?

– Eu não sei, mas tenho certeza que não querem ver nossa cara nem pintada de ouro. - O olhudo respondeu depois de uma risadinha.

– Eu sei...

– Você sabe que não precisava ter feito aquilo, né? - Perguntou, se referindo ao beijo. – Devem estar com muita raiva.

– Não me arrependo der ter feito, e você?

– Bom, tanto faz. Assim, eles já não gostavam muito de mim, mesmo.

BaekHyun riu baixinho e sorriu feito bobinho.

– Como será que eles vão se comportar, ChanYeol?

– Quem, o TaeHyung e a TaeYeon?

Ah, sim. Eles já estavam vendo as duas crianças que irão adotar. Dois gêmeos.

– Sim.

– Não sei, mas desde quando a gente viu eles, os dois sempre vão nos ver, querem nosso colo, sem contar que a gente não é de gastar muito e ainda temos dinheiro, sem contar que a gente trabalha, não vejo problema em adotar as crianças. - O maior mordeu os lábios cheios ao terminar.

– Também não, mas podemos deixar mais para frente. Daqui uns dias a papelada já está pronta e tal. Você vai platinar o cabelo hoje?

– Sim, aproveitar que hoje eu estou livre, faço isso, limpo a casa e preparo a nossa janta.

– Eu posso te ajudar, amanhã, a limpar a casa, não precisa fazer tudo sozinho.

– Pode deixar que eu faço, Baekkie.

– Certo.

As duas crianças não sabiam que os dois eram irmãos, ChanYeol e BaekHyun decidiram que contariam quando os pequenos estivessem mais velhos.

Se levantou assim que ouviu o barulho de um monte de gente correndo para as barraquinhas de comida, lanchonetes que tinham perto da faculdade.

– Vamos comer?

– Sim, onde está o Lu? Ele disse que viria ver a gente.

– Baekkie, o Lu veio visitar a namorada.

– Foda-se, se ele não vier aqui, eu mato ele.

ChanYeol revirou os olhos e passou um dos braços ao redor do ombro do irmão.

– Certo, eu trouxe comida. - O grandão falou, vendo os olhinhos do gêmeo brilhar.

– Trouxe o que para a gente comer?

– Um sanduíche que eu fiz, podemos dividir, não estou com tanta fome.

– Certo.

Os dois não eram excluídos, falavam com todos, algumas vezes estavam acompanhados e outras não, mas a maior parte do tempo ficavam juntos,  sempre comendo um com o outro, fazendo trabalhos, tudo. A maioria das pessoas queriam fazer amizade, andarem juntos, mas eles sempre davam um jeito de mostrar que só os dois seria melhor. Não de um jeito grosseiro, e nem era intencional, mas é que apenas os irmãos, não importava o horário, sempre estariam no mundinho deles. Lançando olhares que só eles entendiam, algumas palavras inventadas por eles - sim, como se fosse a própria língua deles -, expressões que só os dois iriam compreender.

– Oi, meninos.

Eri - namorada do amigo chinês, LuHan - se sentou na frente dos dois, apenas ela que passava a maior parte do tempo com os garotos.

– EriEri, tudo bem? - ChanYeol sorriu para a amiga.

– Sim, e vocês? Soube que pela primeira vez foram tirados de sala! E olha que os professores nunca nos tiram.

– Professor novato.

– Eu sei, ChanChan.

BaekHyun fez cara de nojo e Eri riu alto.

– Não chama o Chan assim.

– Algumas vezes eu esqueço do ciúmes do Baekkie.

– Você sabe que eu te amo, não é? - ChanYeol provocou BaekHyun.

– Se você ama ela, então se foda!

Os dois riram da cara emburrada do baixinho, o garoto de olhos grandes passou as mãos nos fios vermelhos do irmão. Se aproximou do ouvido alheio e murmurou:

– Mas é só você que me faz gemer o quanto te amo.

BaekHyun tentou esconder o riso, acabou não aguentando e sorriu para o gêmeo, que quase, quase, beijou a boca fininha.

– Toma o lanche.

Reitorou o sanduíche e entregou para o Byun baixinho, este que desembrulhou a comida e deu a primeira mordia. ChanYeol ainda estava com um dos braços ao redor do ombro do irmão, que levou o lanche até sua boca.

– Está uma delícia, Chan. Obrigado.

– Não é nada.

Recebeu um beijo no pescoço e pediu mais uma mordida do sanduíche que estava nas mãos bonitas do de lábios finos, acabou sujando a boca, fazendo o irmão rir baixinho e limpar o local com os dedos, para logo os levar até a boca. Todos achavam que era muito carinho, então acabram se acostumando com as demonstrações de amor que os gêmeos sempre faziam, menos Eri, que sabia que aquilo era fofo, mas ainda era um pouco de maliciosidade por parte do BaekHyun. Mesmo que fosse bem pouca.

– Toma. - O de sorriso quadrado falou.

– Não quero mais, eu disse que estava com pouca fome.

– Certo, trouxe alguns trocados?

– Para? - Estreitou os olhos na direção do menor enquanto se aproximava e passava, discretamente, a língua no pescoço branquinho e logo chupando a área.

– Quero comprar um suco.

– Não trouxe.

– Ah, certo.

E eles nem notaram que, durante todo o tempo, estavam excluindo amiga.

– Yah, eu ainda estou aqui!

– Ah, é.

ChanYeol apenas disse isso e voltou a olhar para BaekHyun, que comia com bastante vontade.

– Ei, Baekkie.

Chamou o menor enquanto enfiava a cabeça no pescoço do mesmo - mais uma vez -, ouvindo-o rir por ser um lugar sensível. Coisa que odiava quando as pessoas lhe abraçavam e faziam isso, se sentia desconfortável quando o rosto de algum idiota ficava no cangote. Mas apenas ChanYeol podia fazer isso. E todos sabiam. BaekHyun odeia quando colocam o rosto ou só a boca naquela parte sensível.

Apenas Byun ChanYeol pode.

Beijou a pele coberta pela maquiagem - porque haviam tido uma noite intensa, e o mais alto ficou por cima - e sorriu ao notar que havia uma mordida bem marcada no pescoço. Os dois tinham mordidas cicatrizadas, principalmente BaekHyun. Não que sempre faziam isso, mas não mediam a força quando, em meio ao gemidos, pediam para um marcar a pele do outro com vontade.

– Você vai querer algo de especial para jantar? - O orelhudo perguntou, de maneira adorável 

– Quero algo como... batata?

– Como?

– Estou brincando. Eu não sei, ChanYeol. Eu bem que podia comer você. - Murmurou a última parte.

– Tá. Eu posso dar pra você.

– Gostoso?

Os dois já falavam em sussurros.

– Gostoso. Eu vou rebolar no seu pau bem lentamente...

– E o que mais?

– Vou quicar desesperadamente, para seu gozo, quando você chegar ao ápice, escorrer pelas minhas coxas.

Estavam fazendo sexo por meio de palavras, no meio do refeitório.

– Eu vou beijar sua boca e morder ela, para me deliciar com o seu gosto, Baekkie...

– MENINOS!

Se assustaram com o grito da garota, fazendo todos da faculdade olharem na direção dos três.

– Não falem isso! - Brigou, com o rosto todo vermelho.

– Você nos atrapalhou, Eri. - O garoto de presas afiadas reclamou e bufou.

– BaekHyun! Vocês estavam... estavam...

Pegou suas coisas e saiu de perto dos dois apressadamente, arrancando sorrisos dos garotos por terem achado a cena bonitinha. Mesmo que fosse podre.

– O que acha de vermos os pequenos amanhã?

– Ai, Chan. Eu estou de pau duro e você vem me perguntar isso?

– Vamos no banheiro.

No final, o baixinho recebeu um boquete em uma cabine do banheiro.

◆◆◆

– Já vai?

– Sim, quando eu chegar, esteja preparado. - Sorriu maliciosamente para o grandão.

– Não quero.

– Chan... - Fez manha.

– Eu já te chupei.

– Fazer sexo comigo está ficando entediante?

– BaekHyun, a gente transou 5 vezes ontem! Você estava com um fogo...

– Aí você apagou com a sua ma-...

– Até logo, amor.

Lhe deu um selinho e recebeu uma piscada de volta.

– Amor, consegue fazer um macarrão com bastante molho? - BaekHyun perguntou, já que queria tanto comer a comoda do seu amor gostoso.

– Sim, quando estiver saindo me avisa. Ou me liga, aí eu te busco.

– Certo. Até logo.

Acenou e fechou a porta, o local onde trabalhava era um pouco longe, e como o maior estava de folga, aproveitou para dar uma limpada, sem contar que ficou um pouco preocupado, ele e o baixinho sempre foram andando até o trabalho juntos.

Compraram uma outra casa, foi muito difícil, mas conseguiram, dessa vez com 3 quartos - e um cômodo escondido -. Algumas vezes os irmãos recebiam visitas, então não podiam falar que dormiam juntos em uma casa com 3 dormitórios, os três estavam com todos os móveis, mas não com coisas caras, apenas o básico. Como viviam em um lugar mais fresco, não usavam o ar, apenas colocaram telhinhas nas janelas contra os mosquitos. Só quando o calor se ternava insuportável usavam o ventilador. 2 quartos ficariam para as crianças, sem contar que seria muito mais difícil adotar com aquela idade, e pioraria ainda mais se os dois falassem da relação para a mulher que sempre dava uma olhada na casa, na rotina dos dois, para verem se nada de mal iria acontecer com os pequenos.

Ouviu a campainha tocar e acabou limpando as mãos em um pano, usava a mesma roupa que veio da faculdade, uma calça jeans preta bem colada e uma blusa xadrez vermelha, brega, mas era o gosto. Estava descalço, então tomou cuidado na hora de andar no chão molhado, já que estava lavando um dos banheiros. Havia apenas dois. Um no corredor e um no quarto dos irmãos.

– Quem é?

Abriu a porta e seu pescoço foi rodeado por braços masculinos.

– TaeHo?

– Oi, Chan.

Céus, BaekHyun lhe mataria se visse o garoto.

– O que veio fazer aqui?

– Vim lhe visitar.

TaeHo é um garoto que trabalha no mesmo lugar que o mais alto, sempre tentando dar investidas, até na frente do irmão de ChanYeol, que odeia o garoto. O Byun sempre esquivava das investidas, mas TaeHo é insistente, irritando o avermelhado. Que dizer, os dois avermelhados. Beijou a bochecha do dono da casa e entrou sem pedir.

– TaeHo? Ah, oi.

Estava surpreso, óbvio, e morrendo de medo caso o irmão voltasse. BaekHyun é muito ciumento, não por desconfiança, mas por sentir ódio de quando tentam ter algo com o irmão. Confia muito ChanYeol, só não confia nos outros, que sempre forçam a barra com o gêmeo, que diferente de si, não sabe ser arrogante, porque quando tentam investir no mais baixo, ele logo dá um fora arrogante, mas ChanYeol começa a enrolar, por não conseguir ser que nem o irmão.

Por não conseguir ser muito bruto. Apenas com o de presinhas afiadas. Ah, sim... com ele, bruto era uma palavra leve em relação ao maior com o pequeno...

ChanYeol sabia ser bem bruto com seu garoto. Seja em uma cama ou em um banheiro da faculdade.

– O que está fazendo?

– Limpando a casa.

– E o BaekHyun, não vai ajudar?

– Ele está trabalhando.

– Então podia ajudar você amanhã, ou então deixava uma parte para ele.

Outra coisa: TaeHo é extremamente intrometido.

– Sim, verdade. - “E ele me ofereceu ajuda”, completou mentalmente.

Ele também lhe ofereceu outra coisas...

Lhe comer era uma delas.

– Vamos sair?

– É que eu estou ocupado, Tae. - Se fosse BaekHyun, teria negado e ainda por cima diria que tinha coisa melhor para fazer. E, bem, o Byun tem, limpar a casa e se masturbar pensando naquela boquinha rosa e fininha. – Desculpa.

– Eu te espero. – Ah, não.

Parece que vai demorar para bater uma.

– TaeHo... BaekHyun-...

– Você não pode agradar sempre o seu irmão, Chan.

Suspirou, não poderia falar o que tinham, até mesmo porque TaeHo não tem culpa, se soubesse da relação dos gêmeos, provavelmente não ficaria insistindo.

E se afastaria, com toda certeza.

Resolveu não responder, apenas voltou a fazer o que estava fazendo antes.

– ChanYeol!

– Sim?

– Seus pais estão aqui. - Limpou as mãos e correu para a porta da sala, rezando para ter escutado errado.

– Como?

O corpo deu uma leve travada ao ver os dois ali, na sala. Olhou para TaeHo que entendeu o recado, murmurando um “até logo” e saindo da casa.

Não podiam negar, ChanYeol estava mais bonito do que antes, sempre fora bonito. E agora ele já não tinha um ar inocente, estava com o rosto bem mais masculino, as expressões estavam mais fortes, seu corpo estava mais atlético. Um pecado.

Suspirou e bufou.

– Se sentem, querem alguma coisa?

– Não, obrigado. - O pai respondeu.

– Certo, eu já volto. Fiquem à vontade.

Apesar de terem tratado o filho mal, ele ainda era calmo, mas agora estava os tratando de maneira fria, seca.

– Ele está diferente. - A Byun comentou, olhando o local todo arrumado e limpo.

Seus filhos sempre foram organizados, afinal.

– Eles estão errados!

– Todos nós cometemos erros, nós dois também.

– Passado é passado. - A mulher tentou retrucar:

– Eles ainda, querendo ou não, são nossos filhos.

– Nos envergonharam, Krystal. E eles ainda estão em uma relação.

– Esse garoto que saiu pode ser o namorado dele, vai que o BaekHyun e ele pararam com aquele... negócio desgostoso.

Para os pais, mesmo não aceitando, era melhor um filho que também goste de garotos e namorar um, do que esse garoto ser o próprio irmão.

– O que aconteceu? - ChanYeol perguntou assim que chegou na sala.

– Como?

– Qual é, appa! Depois de 4 anos vocês aparecem, tipo... do nada?

– Pelo jeito você achou alguém.

– Sim. - Não estava mentindo, afinal... já havia “achado” BaekHyun. – O que vão querer?

– Por que fugiram? - Revirou os olhos com a pergunta do pai.

– Fomos viver, cada um a sua vida. Ninguém mais aguentava. Não aguentamos o modo como me tratavam, minha omma dando para o chefe e você comendo a secretária.

Silêncio.

– Como você... ficou com aquele tipo de intimidade com o seu irmão? Como pôde fazer isso com a gente?

Se levantou e revirou os olhos, pegou o telefone e discou o número do namorado.

Amor? Chan?

– Poderia voltar? É importante.

Vou ver.

– Certo, venha logo.

Ok. Chan? Te amo.

– Eu também te amo.

Desligou o telefone e foi até a cozinha pegar um copo de água, ofereceu ao pais que aceitaram de bom grado.

Mas ainda nervosos pela fala do grandão.

– Com quem estava falando? - Sua omma perguntou.

– Com o-... - Fora interrompido.

– Está fazendo faculdade?

– Sim, direito.

– Falta quanto tempo para terminar? - Dessa vez, o pai que perguntou.

– 1 ano.

– Você que comprou essa casa? - Olhou para seu appa e o corrigiu friamente:

Nós compramos essa casa.

Durantes longos minutos, os três ficaram em silêncio, a porta foi aberta, mas os pais estavam concentrados e não perceberam. O sorriso no rosto de BaekHyun desapareceu, ele arregalou os olhos e olhou para o maior.

– Eles chegaram aqui.

– Como? - Falavam baixinho.

– TaeHo apareceu aqui de surpresa, e depois eles.

– Aquele filho da-...

– BaekHyun, respeito.

Se virou para os pais, que os olhavam, mas o corpo de ChanYeol era grande o suficiente para cobrir o menor. Assim que os dois viram o filho, arregalaram os olhos com tamanha beleza, tão lindo quanto ChanYeol.

E os fios vermelhos dos gêmeos combinando deixa tudo ainda melhor.

E mais sexy, na opinião dos dois garotos.

– O que fazem aqui? - Foi direto e arrogante.

– BaekHyun... - Acalmou o irmão.

– Olá, Chan. - O cumprimentou, já que havia esquecido e sempre faziam isso, agarrou a nuca do irmão e lhe deu um selinho. – Vou guardar minhas coisas, já volto.

Foi para o quarto e voltou rapidamente.

– Vocês ainda-... - O Byun baixinho e de presas afiadas interrompeu o patriarca.

– Ainda? Nos beijamos? Transamos? Sim, ainda fazemos isso. - Como sempre, BaekHyun foi direto e arrogante.

Os braços firmes de ChanYeol rodearam sua cintura, fazendo-o apoiar o corpo inteiro no do maior.

– Isso é um pecado! Vocês dois não sabem o que estão fazendo?!?

– Durante toda a minha vida apenas uma pessoa passou pela minha cama, apenas uma pessoa eu beijei, toquei, senti, quantas passou pela sua, appa? Omma? Quantas pessoas já sentiram? - ChanYeol se exaltou. – Você acha que é fácil andar pela rua e não poder segurar a mão do meu irmão? Assumir que amo o meu irmão? Você acha que escolhemos?

– MAS ISSO É ERRADO! ELE É SEU IRMÃO!

– Sabemos.

– E AINDA FAZEM ISSO!

– ISSO INCOMIDA VOCÊS DOIS? Não nos importamos! A porta está aberta para irem embora, a porta está aberta para saírem e nunca mais voltarem! - Byun ChanYeol estava puto.

– Está nos expulsando? - Quem respondeu, dessa vez, foi BaekHyun:

– Sim, ChanYeol pode fazer isso, tanto ele quanto eu. A casa é nossa.

– Iremos voltar, sabem disso, não é?

Krystal se mantinha calada.

– Para?

– Tentar colocar juízo.

– Estamos juntos há quase 11 anos. Eu amo meu irmão e não me arrependo de nada, se vocês não querem, saiam.

– Voltaremos.

– Espero que não.

Ouviram a porta bater a se abraçaram.

– Eu fui bem? – Perguntou o mais alto.

– Pensei que iria desabar. - Recebeu um abraço mais forte e soube que era o descontentamento do irmão. – Estou brincando, amor. Foi ótimo.

– Jura mesmo? - Recebeu um aceno positivo. – Que ótimo.

– Não acredito que eles tenham tido coragem de falar aquilo... quer dizer, é a nossa casa. - Fez birra.

– Pare de der infantil, amor.

Abraçou a cintura do gêmeo e chupou seu pescoço, recebendo um gemido baixo.

– Quer fazer? - A boquinha fina beijou o queixo do outro assim que o dono terminou de falar.

– Não, que tal você pintar meu cabelo?

– Aí eu te como?

– BaekHyun... Baekkie, apaga esse fogo. É sério. Eu estou cansado.

O Byun mais baixo bufou e revirou os olhos.

– Onde tá a tinta?

◆◆◆

– Você tá lindo.

– Obrigado. - O orelhudo agradeceu, dando uma olhada rápida no espelho e sorrindo para o próprio reflexo.

– Por isso que é meu irmão, me puxou.

ChanYeol revirou os olhos e foi dar um selinho no irmão, que se afastou na hora e lhe deu um soco.

– Yah!

– TaeHo? Você tá comendo aquela puta?

– Como?

– O que aquele... imbecil estava fazendo aqui?

– Ele apareceu de surpre-...

– Olha aqui! Se você estiver transando com... aquilo, eu te capo!

– BaekHyun, porra!

– Foi avisado.

– Baekkie! BaekHyun!

Saiu do banheiro e deixou o mais alto para trás, que estava com uma cara de nada e tentava se acostumar com a bipolaridade do irmão. Suspirou e resolveu secar o cabelo pintado, BaekHyun estava na sala, com uma carranca no rosto.

– Se ele pensa que vai ficar desse jeito... O CHANYEOL! - Chamou/gritou o nome do seu homem.

– FALA!

– AMANHÃ TEM FACULDADE! TEMOS QUE VER AS CRIANÇAS DE TARDE, MAS SE NÃO DER, VAMOS NO OUTRO DIA.

– CERTO!

O resto da noite foi cheio de discussões bobas e o platinado resolveu ceder, acando por ficar por baixo na hora do sexo. Puta merda, o avermelhado o arrombou. Meteu tanto que até ardia.

– Puta que pariu, Baekkie...

– O que foi?

– Você me destruiu. Estou com uma puta dor, amor. - Falou assim que passou pelo portão da faculdade.

– Desculpa. - Selou a bochecha do irmão e abraçou sua cintura.

Quando estraram na faculdade, todos pensaram que eram namorados, os boatos começaram a espalhar, quando os perguntaram, falaram que eram gêmeos bivitelinos, mas ninguém, nunca, os perguntou se eram namorados, não iriam negar, afinal, se eram namorados e irmãos, era da conta de alguém?

– Soube que entrou um professor novo.

– E o que você quer com isso? - Os olhinhos pequenos e afiados se estreitaram.

– Só estou falando, ciumento.

Revirou os olhos e recebeu um beijo na cabeça. Adorava esse carinho qie recebia do seu namorado.

– Ei, Baekkie.

– Sim?

Perguntou enquanto sentava no meio das pernas do irmão, ainda faltava 20 minutos para as aulas começarem, então sentavam no gramado.

– O que você vai querer fazer amanhã?

– Não sei, assistir algum filme? - Ou muito mais do que  isso. BaekHyun sempre foi a porra de um pervertido.

Mas sabia que o seu garoto podia ser mais.

– Pode ser.

– Por que a pergunta?

– Curiosidade.

Um grupo de garotas e garotos se aproximaram e puxaram os dois, obrigando-os a ficarem em pé.

– Fala aí, ChanYeol.

Se cumprimentaram com toques de mão e começaram a conversar coisas aleatórias. Algumas meninas tentavam se aproximar, mas BaekHyun e ChanYeol não se desgrudavam! O maior estava encostado em um árvore, com o irmão apoiado em seu corpo, as mãos estavam dadas na frentendo do corpo do avermelhado, que acariciava as mãos do gêmeo.

– Vocês dois são muito grudados, chega a ser estranho.

– É normal, quer dizer, eu e BaekHyun sempre ficamos juntos.

– E, não me levam a mal, mas não cansa?

– Como assim? - Dessa vez, quem perguntou foi BaekHyun.

– Tipo, vocês estão juntos toda hora.

– Não, é gostoso ficar assim. - Prazeroso, excitante. Porque, mesmo que não quisessem, ChanYeol estava com uma puta ereção no meio das pernas.

– Certo. Ei, Baekkie, tem uma garota querendo ficar com você, vai ter uma festa, vocês dois vão?

– Prefiro o Channie...

Se esfregou no irmão, fazendo os amigos rirem pela careta que o mais alto fez. Ah, se soubessem que essa careta, na verdade, era só para disfarçar a expressão de prazer.

– Não sabemos se vamos, provavelmente não, vai ser de que horas? - O avermelhado perguntou.

– De madrugada, na casa do SanHa.

– Vamos ver, qualquer coisa a gente se fala.

O pessoal saiu e apenas os dois ficaram. O grandão apertou o braço do irmão, que engoliu em seco.

– Você me deixou duro, BaekHyun. - Murmurou no ouvido do gêmeo.

– Eu sei, amor. - Soltou uma risadinha, mas teve que ficar calado ao sentir a dor de um aperto em sua cintura.

Droga, iria ficar duro, também.

Sempre gostou dessa brutalidade que tinham um com o outro.

– Sabe? E você faz isso na frente de todo mundo, seu merda?

Baekkie sentiu-se piscar ao ouvir o grandão lhe xingar.

Já conseguia sentir toda a extensão roçando em seu cóccix, impinou-se mais, com vontade de ter aquela coisa dura como pedra em sua bunda.

Só de pensar em see fodido, acabou contraindo sua entrada fortemente.

– Porra, Chan...

◆◆◆

– Hm...

O baixinho mordeu o inferior enquanto sentia a bochecha bater na parede. Contraiu sua entrada tão forte que seu irmão jurou que pensou que seu pênis duro seria esmagado pelas paredes do menor.

– Cha-Chan... - Chamou pelo outro bem baixinho, controlando para não gemer alto. – Me-meu irmão...

Afinal, estavam no banheiro enquanto perdiam a primeira aula.

– Por favor...

Uma lágrima escorreu pelo seu rosto. Não chorava de dor. Mas de prazer.

Porra, queria tanto gozar. Queria tanto sentir sua porra saindo em jatos quentes de seu pênis duro.

O lugar estava silencioso, este que foi cortado por um tapa forte em uma de suas bandas. ChanYeol viu o local marcar perfeitamente seus cinco dígitos ao ponto de ficar avermelhado e a pele judiada inchar de leve. Droga, gostava tanto de receber esse tapas fortes pela mão pesada e grande do Byun maior.

Estavam em um ritmo tão lento que parecia uma tortura.

Merda, queria tanto que aquela porra de pênis judiasse de seu canal, e queria tanto o esperma do irmão escorrer por entre suas coxas, apenas para meter o dedo no meio e levá-los à boca, matando o desejo de beber do prazer do outro.

– Chan...

– Cala boca.

Contraiu a entrada, gostava daquele tom mandão.

Mesmo que sempre fosse bem mais boca suja e dominate quando ficava por cima.

Não se ouvia surpiros, gemidos, ou até mesmo o barulho das peles se chocando. Uma que o mais alto não chegava a entrar por inteiro. E o de presas afiadas queria tanto, mas tanto.

Aprenderam a serem silenciosos.

BaekHyun estava com os joelhos sobre a tampa abaixada da privada, o dorso completamente encostado na parede e seu rosto estava virado de lado, ao passo que o mesmo batia contra a parede por conta das investidas, mesmo que lentas, mas fortes. Sua calça e cueca estavam abaixadas até o começo dos joelhos e se apoiava nos ombros largos do irmão.

Estava com os braços para trás, para ter apoio.

ChanYeol tinha apenas o zíper de sua calça aberto e seu pênis para fora, entrando tão devagar no canal do gêmeo que parecia que estava em câmera lenta. Droga, também queria tanto aumentar o ritmo das investidas contra o local estreito e extremamente avermelhado.

Se retirou do interior quente, ergueu a blusa do irmão, meteu quatro dedos dentro do ânus do baixinho e, com a outra mão, tampou a boca do avermelhado. Seus dedos longos e grossos judiavam da entrada que adorava chupar. A baba do menor escorria pelo queixo, pela sua mão e as lágrimas banhavam o rosto do outro.

Enterrava os dedos tão rápido no local que seu pulso começou a doer. Abaixou o próprio tronco para morder, no final das costelas, tão forte que mais uma cicatriz iria se formar mais tarde. Como gostavam de marcas que provavam existência daquele amor não bom.

BaekHyun não soluçava, pois a mão lhe impedia, mas seu corpo dava uns solavancos cada vez que ChanYeol lhe acertava .

Sabia que estava sendo punido, apesar de sempre mostrarem afeto, o mais alto não iria gostar de mostrar que seu irmão estava encostado em seu membro rijo e que ele havia o deixado assim. Mas, piorando tudo, ele havia se esfregado em si. Era muita crueldade, meus amigos. A sanidade que tinha, acabava se esvaindo cada vez que sentia a bunsa arrebitada do menor encostar  em seu falo.

Não tão contente com apenas uma marca, rumou para o outro lado - lambendo os lábios sujos pelo líquido escarlate - e deu uma mordida muito mais forte. E o Byun? Não reclamava, pois gostava de sentir. Ambos gostavam de serem machucados - apenas um pelo outro - com os dentes durante um sexo bruto.

– Eu vou terminar com você, amor. Eu quero ver você gozando forte pro seu irmão e depois chupando o pau dele tão gostoso, ouviu? - Não recebeu resposta. Mordeu levemente o lóbulo do outro, recendo um aceno positivo.

Não mordiam um ao outro em lugares que poderiam machucar mesmo. Afinal, não gostaria de arrancar a orelha do outro.

Curvou os quatro dedos dentro do interior quente e aumentou ainda mais a velocidade, o barulho das estocadas eram apenas estalos molhados. O pequeno quase pulava de tantas vezes em que sua próstata era surrada pelos dedos longos e grossos. Droga, como adora ser rasgado pelas falanges que tanto adoravam fodê-lo. Como gostava de se sentir daquele jeito.

Tão submisso.

– Eu vou te virar e você vai me chupar bem gostoso, depois que eu gozar nessa sua boquinha gostosa, irmão, você vai foder seu próprio rabo com seus dedos. Eu quero ver você gozando pensando em mim.

O outro prontamente balançou a cabeça positivamente. Por pouco não gemeu quando os dedos grandes saíram de si, sentiu um vazio, mas logo foi virado bruscamente. Não teve nem tempo para respirar, pois logo o membro rijo e molhado do irmão entrou em sua cavidade; forte e bruto. Adorava as estocadas, gostava tanto de sentir o gosto do sêmen de ChanYeol. Adorava ainda mais quando transavam várias vezes seguidas e acabava ficando todo sujo pelo esperma. Passava os dedos por todo local em que o prazer do irmão orelhudo estava e enfiava na própria boca, gemendo sempre alto quando o seu gosto preferido se fazia presente.

Se pudesse, chuparia o maior todos os dias, apenas para ele gozar forte em sua boca e saciar seu desejo de sentir o líquido esbranquiçado escorrer por sua garganta.

– Ah, meu amor... - Murmurou tão baixo que o Byun avermelhado só entendeu porque seus olhos lacrimejados estavam cravados na face do orelhudo. – Bae...

Droga, seu irmão lhe chupava com tanta vontade e desejo, até ouvia - bem baixo - os sons de satisfação que ele soltava.

Agarrou os fios pintados e começou a meter forte contra a cavidade molhada. Os lábios vermelhinhos e inchados se deliciando com as investidas. Não se tocou, mesmo que seu irmão não o privasse naquela situação de se tocar, não queria.

Iria fazer como ele queria. Meteria os próprios dedos em si e gozaria, sendo sempre olhado pelos olhinhos gigantes.

A glande inchadíssima tocava em sua garganta em intervalos curtos, já haviam feito isso tantas vezes que sabiam como regular a respiração e até em não engasgarem tanto.

São experts. Principalmente BaekHyun, que sempre que podia, chupava a carne dura do maior.

Os olhinhos pequenos captaram o exato momento em que os lábios carnudos se separaram e lufadas de ar fortes começaram a sair por eles. Levou dois de seus dedos até a boca vemelha e se deliciou com o falo de seu gêmeo em sua boca e a língua dele chupando seus dedos.

ChanYeol gozou forte, o jato quente descendo pela garganta do baixinho.

BaekHyun - como sempre gostava de fazer, pois o o mais alto já admitira gostar quando ele fazia isso - abriu a boca e mostrou o líquido esbranquiçado na mesma, como se dissesse que o prazer que sempre iria engolir seria o do seu irmão. Engoliu o esperma e passou a língua pelos lábios, gemendo e sentindo-se mais duro pelo gosto do prazer do outro. Sorriu ao ver que, mesmo em uma hora em que estavam em um momento tão íntimo, seu dongsaeng - pois BaekHyun havia nascido dois minutos antes de ChanYeol - lhe olhava de forma apaixonada.

Sem falar nada, sentou na tampa do vaso e puxou as pernas para o próprio peito, segurou-as com o braço esquerdo e levou os dedos da mão direita até seu interior, penetrando três de uma só vez. Abriu a boca em um gemido mudo, chamando pelo irmão sem soltar nenhuma som.

ChanYeol não queria ver seu irmão com a blusa suja pelo sêmen, então, enfiou uma das mãos por entre as coxas grandes e puxou o pênis duro do outro para frente, impedindo-o de tocar a barriga coberta pelo tecido, já que as coxas grossas o impedia.

– Chan... - Ouviu a voz grossa do menor lhe chamar. – Me beija.

E o fez. Capturou a boca bonita com um tesão da porra. As línguas se tocaram e empurravam uma à outra, una filete de saliva escorreu até o queixo do Byun baixinho e molhou a carne avantajada da boca do maior.

Se separaram e o pênis do que era fodido pelos próprios dedos começava a pular de prazer. ChanYeol enfipu dois dedos no interior do seu garoto, totalizando em cinco, se abaixou o suficiente para poder colocar o membro rijo do menor em sua boca e dar uma sugada de leve, logo o prazer do irmão já estava em sua boca e escorria pelo seu queixo, engoliu rapidamente e seu esforçou para não chupar o baixinho inteirinho.

Se o mais velho gostava de ter o esperma do irmão na boca e engolir o mesmo, o grandão gostava de chupar os anéis vermelhos do menor, adorando como a entrada sempre se contraía à cada sucção.

– Consegue se levantar?

O maior perguntou e o viu assentir, cada um arrumou as roupas e saíram do banheiro, olharam todas as cabines e elas estavam vazias. Ficaram em um silêncio até o sinal tocar.

– Vem aqui.

Chamou pelo seu gêmeo platinado. Este que foi até si e o abraçou.

– Se prepara, amor. Eu vou te pegar quando você menos esperar.

O outro riu baixinho e beijou sua cabeça.

Foram para as aulas e no intervalo ficaram juntos de alguns garotos e garotas, uma, em especial, que ficava passando a mão no ombro do Byun mais alto. Era uma novata que não sabia de algo muito importante: o ciúmes que um certo avermelhado tinha com o próprio irmão.

É claro que ninguém mais tocou em ChanYeol no dia em que BaekHyun quase deu um surto quando um garoto muito atirado começou a abraçar o outro... passar a mão pela coxa. Ah, o grandão sabia que seu irmão virava uma cobra bem venenosa com ciúmes.

– Ei, BaekHyun. - Um garoto, Jasper, chamou pelo amigo. – É aquela garota que quer ficar com você. - Apontou disfarçadamente para uma menina de pele morena, maravilhosamente bonita. – Já avisou para as amigas que iria arrancar uns beijos seus.

– Piranha.

Sentiu a mão grande do platinado apertar sua coxa, censurando-o.

– Então, ChanYeol-... - YuSi foi interrompida pelo ciumento.

– Chan... - BaekHyun olhou nos olhos do irmão com uma manha que o faria ceder. – Me leva pra casa?

– Você não pode ir?

Filho da puta.

– É que aquele acidente que aconteceu hoje me deixou mal, sabe?

Ah, aquele olhar que apenas os dois sabiam.

Os dois, sem nem notarem, começaram a falar coisas que ninguém estava entendendo. Era uma língua apelidada, carinhosamente, pelos dois irmãos, de ChanBaek. Sabe aquela coisa de que gêmeos falam uma língua só deles? Aconteceu de uma forma natural, e em quando eram pequenos, mas apenas usavam quando estavam sozinhos. Era algo estranho de se ver e ouvir.

Claro que não era uma língua nova, apenas algumas palavras, expressões e até frases curtas.

ChanYeol realmente queria levar seu irmão, mas precisava apresentar um trabalho importante.

– Baekkie... - Começou em sussurros, apenas para os dois ouviren. – Eu realmente gostaria de te levar, mas eu tenho um trabalho para apresentar. Se você puder esperar até a próxima aula, eu te levo. É só até a próxima.

– Eu vou sozinho.

Se levantou e saiu sem mais nem menos. Todos estranharam, pois sempre havia um beijinho na testa, na bochecha, na cabeça, um abraço aqui, un abraço lá...

– Eu vou falar com ele.

Pensou que seu irmão estaria bravo, mas o encontrou com uma cara normal.

– Você está bravo?

– Como é?

– Você está bravo, BaekHyun?

– Ah, não...

Fez uma careta confusa.

– É que você saiu sem mais nem menos, sabe? Fiquei com medo de você estar chateado.

– Ah, não! Eu apenas queria te tirar de perto daquela garota.

Seu grandão revirou os olhos e bufou, porém uma covinha apareceu, mostrando que estava contendo um sorriso.

– Não está mal?

– Não tanto, mas me sinto enjoado, e estou ardido. - Uma risada grossa. – Eu vou mais cedo e você me passa as coisas, certo?

– Não se preocupe, me avisa quando chegar em casa.

O avermelhado concordou e o abraçou.

– Amo você, orelhudo.

– Eu também.

Se separaram e logo o mais baixo já estava chegando em casa em menos de quinze minutos. A casa era perto da faculdade, o que facilitava tudo. Aproveitou que não teria trabalho - seu chefe lhe deu férias - e dormiu um pouco, logo fez o almoço e aguardou o Byun alto. Ouviu batidas na porta e se alegrou, estava no horário certo dele chegar.

Seu sorriso morreu.

– Ah, mereço.

– Onde está ChanYeol? - Revirou os olhos com a voz da mulher.

– Faculdade, era só isso? Ok.

Tentou fechar a porta, mas seu appa e sua omma o impediram e entraram na casa.

– Queremos falar com ele, BaekHyun.

– E eu acabei de falar, mãe, ele está na faculdade.

– Podemos esperar.

– Não podem! Saiam da minha casa!

Foi ignorado e bufou, estava irritado. Não iria ligar para o gêmeo, pois não demoraria para ele chegar.

– É só com ele.

– Não há problema, appa. O que você vai falar com o meu irmão, pode ser falado para mim, também.

– Pois bem, já que é assim... mande-o escolher uma dessas.

Cinco pastas foram depositadas na mesa, o Byun nem precisou abrir para saber do que se tratava, seu sangue ferveu.

– Ele não aceitou nenhuma delas, que pena. Podem sair?

– BaekHyun!

– Eu não tenho medo de você, Senhor Byun.

– Isso é para o futuro de vocês! Para abrirem os olhos!

– Não!

– BaekHyun! - A única mulher revidou.

Os dois nunca viram BaekHyun perder a cabeça, mas isso estava prestes a acontecer, e eles iriam se surpreender.

– Saiam daqui.

– Vamos esperar ChanYeol! Ele tem que ter uma esposa.

– Vocês o repudiavam, de onde veio todo esse... negócio?

– Com toda certeza foi você que ludibriou seu irmão, eu e minha mulher sabemos.

Abriu a boca, desacreditado.

– Como é? Saiam daqui, agora.

– Uma mulher para o-...

O baixinho explodiu.

– O ChanYeol é o meu irmão e ninguém toca nele! Ele é meu irmão. Nenhuma mulher ou cara encosta nele! O ChanYeol é meu! Ninguém toca no meu irmão! Ele me pertence.

– BaekHyun. - Se aproximou perigosamente do baixinho.

– Não! Eu amo o meu gêmeo! Eu toco ele, eu beijo ele, eu sinto ele, eu faço amor com ele! Vocês dois não vão o casar com ninguém!

A palma do mais velho ergueu, iria certeira na face bonita, caso alguém mais alto ainda não a segurasse.

– O que pensa que vai fazer com o meu irmão?

Não esperou resposta, então segurou no braço da mulher e a puxou junto com o mais velho, os colocaram para fora e o Byun baixinho jogou as pastas nos dois. Falaram juntos, como se tivessem combinado:

– Ninguém toca no meu irmão!

Os pais ficaram furiosos, até o platinado abrir a boca.

– Apareçam aqui mais uma vez e eu juro que chamo a polícia!

Fechou a porta em um estrondo - trancando - e olhou para o baixinho avermelhado.

– BaekHyun, eles queriam alguma coisa?

– Queriam, mas eu já disse que não.

– Me diga o que é.

– Eles queriam te casar com alguma mulher.

O grandão riu, riu tanto que sua barriga começou a doer.

– Eles são bestas. Eu só quero você, amorzinho.

– Então mostra que você me quer.

O outro riu, mas parou assim que viu seu Baekkie continuar com a mesma expressão séria.

– Ei, BaekHyun hyung...

– Me mostra, ChanYeol.

Chegou perigosamente perto do corpo grande e passou a língua pelo pomo dele, arrastando o músculo úmido até o queixo, onde deixou uma chupada molhadíssima.

– Imagina eu te chupando desse jeito, Chan...

– B-Baek...

Bingo!

– Imagina meu pau entrando e saindo tão rápido, que você nem

conseguiria respirar de tanto gemer.

Ah, sim. O mais baixo dos irmãos sempre foi o mais selvagem e bruto quando ficava por cima.

Sempre.

As marcas não mentem.

– Você tá imaginando, Chan?

– T-tô... Droga, bae...

– Vamos subir? Vamos para aquele quarto?

A casa era boa, com três quartos e... um cômodo menor, mas escondido. Meu Deus, tinha tantas coisas naquele quartinho.

– Por favor... bae... - Tentou se afastar, mas não conseguiu. A voz de BaekHyun lhe chamando de “bae” lhe destruía.

Sorriu e enganchou o indicador no vão do cinto da calça do mais alto, puxando-o até aquele cômodo. Entraram no local lentamente e fecharam a porta. O Byun baixinho colou os corpos e o abraçou, logo tendo os braços fortes ao redor do seu corpo, ficaram daquele jeitinho balançando de um lado para o outro, até que os dedos bonitos puxaram os fios platinados e chocou as bocas.

O beijo estava rápido, excitante e quente. Quente como fogo. As línguas empurravam uma à outra para ter mais espaço, os dentes se chocavam, os lábios vermelhos estavam sendo mordidos fortemente; uma bagunça de toques quentes.

Os dedos habilidosos apalparam o membro meio desperto do irmão de fios claros, o jeans da calça incomodava ambos, mas estavam tão loucos de desejo que não se importaram muito. BaekHyun deitou o irmão no chão, ficando por cima do corpo alto.

– Você vai gemer o nome do seu irmão? - Recebeu um aceno. – E qual o nome dele?

– BaekHyun...

– Qual é o nome daquele que vai te rasgar?

– BaekHyun...

– Qual é o nome do filha da puta que vai te devorar, Byun?

– BaekHyun!

– Quem é aquele que vai te chamar de qualquer nome e você vai obedecer? Aquele que mete em você com força, e logo recebe um gemido grosso e rouco? Aquele que te arrebenta da melhor forma?

– Você! Ah, amor...

Abriu cada casa da blusa de ChanYeol e chupou os mamilos rosados e inchados. Mordeu com força e viu, ao redor do botão rozado, um vermelho vivo. Subiu com o beijos até as clavícula marcadas e mais uma mordida forte foi feita. A pele manchada excitou ambos, que esfregaram os pênis rijos cobertos por tecidos.

– Geme meu nome, Channie...

Droga! Queria tanto chupar seu grandão! Chupar e lamber cada pedacinho, sem poupar nenhuma lugar.

Mordeu de leve perto das costelas e depois abriu o zíper da calça, retirou-a do corpo grandão - logo depois de ter retirado os sapatos dele - e depois salivou com a vista de seu homem completamente marcado por si.

Não havia como não olhar marcas antigas.

Havia um colchão gostoso no local, mas prefiriu fazer tudo no chão, pois o choque do corpo quente contra o chão gelado iria excitar mais ainda o orelhudo, o avermelhado sabia.

Pegou uma venda de uma gaveta sua e entregou ao seu amor, ente que entendeu e colocou-a. Seu irmão se levantou, mas logo foi surpreendido ao ter seus braços sendo puxados para trás e logo estava algemado.

As algemas não eram de metal.

– Yah, BaekHyun!

– Deita no chão.

O fez e logo abriu as pernas; sabia que o baixinho iria ficar entre elas. Estava certo.

Sentiu uma fisgada forte ao ter seus lábios grossos sendo judiados pelas presinhas afiadas de seu gêmeo. A carne grossa de sua boca sempre excitou seu garoto.

– Me be-beija...

– Meu nome, amor.

– Me beija, Ba-BaekHyun. Fode minha boca com a sua língua.

E foi atendido. Sentia-se submisso naquela situação. Baek parecia realmente foder a boca do seu grandão cada vez que chupava, metia a língua, mordia e repetia o processo toda hora. Os estalos altos, os gemidos de satisfação; tudo os excitava. A saliva escorria em abundância da boca de ambos, deixando tudo ainda mais gostoso.

Céus, BaekHyun movia seu músculo úmido com tanta maestria! Sentia-se ir ao céu e ao inferno.

As bocas se separaram apenas para que um Byun impaciente saísse de cima do corpo forte, puxando a cueca e retirando-a de ChanYeol.

– ChanYeol, caralho! Vira pra mim!

BaekHyun estava com tanto tesão que nem notou que havia dado uma ordem!

O platinado o fez e ficou com dificuldade para se apoiar, pois seus braços estavam presos.

– Fica com o peito no chão, abre pra mim e empina!

Ah, droga... agora sim!

– Ah, Baekkie!

A língua habilidosa lambeu a carne lisinha das bunda com desejo. As nádegas com algumas marcas excitou o de fios vermelhos, sua boca salivava com a vontade de foder seu irmão com sua língua.

– Língua?

– Por favor, usa ela!

– Vou usar  bem mais do que só a língua, meu garoto!

Separou as bandas brancas e caiu de boca nos anéis avermelhados do gêmeo.

– Bae-BaekHyun-ah!

ChanYeol gemia alto de prazer, de satisfação, de desejo. Seu baixinho chupava e enfiava a língua em seu buraquinho com tanta vontade.

– Geme mais!

O músculo úmido trabalhava bem em sua entrada, a saliva escorria de seu ânus até o períneo, depois ia para as bolas. Já o Byun menor tinha seus lábios finos e ao redor da boca completos de saliva. Abriu sua cavidade completamente e chupou com força os anéis judiados.

– Lu-lubrificante?

– Hoje não, Chan, hoje não...

Ah, Deus, seu buraquinho estava sendo tão molhado!

– Amor, me solta... de-deixa eu-ah! De-deixa eu te tocar!

– Não!

Os dedos bonitos foram colocados dentro da boca carnuda e avermelhada e logo o vendado entendeu, os melecou de saliva e logo já sentia três dedos lhe penetrando.

Seu irmão não havia parado de chupar seu canal.

– Ba-Baek! Ah!

Esticou os braços o máximo que podia e finalmente alcançou os fios pintados do gêmeo, os puxou fortemente, fazendo a boca do irmão se enterrar ainda mais em sua bunda. Ah, caralho, amava gozar com aqueles dedos e aquela língua habilidosa lhe penetrando.

– Eu que vou te foder gostoso, ChanYeol.

Mais um dedo foi adicionada e por pouco não gritou de dor. Os dois, não importa quantas vezes fizessem sexo, nunca iriam se acostumar com a dor inicial, claro que ela passava rápido, pela quantidade de vezes em que faziam amor, mas aquela dorzinha de ser rasgado sempre estaria presente.

Estava sendo penetrado por quatro dedos e uma língua habilidosa.

– B-Byun!

– Isso, grita pelo seu irmão!

Um tapa fortíssimo.

Mordeu una das bandas e se afastou para pode obervar suas falanges sendo engolidas pelo ânus do outro.

– Tão guloso...

– Ba-Ba-Baekkie!

Dobrou os quatro dentro do interior quente e sorriu ao ouvir os gemigos ficarem altos e fodidamente entrecortados. Os estalos da penetração hipnotizava os dois. A outra mão que massageava o próprio mebro coberto, foi certeiro na nádega direita.

Foram sete tapas fortes, um atrás do outro, não havendo intervalos grandes entre eles. As estocadas não paravam e apenas aumentavam de velocidade.

– Ah, BaekHyun... e-eu vou...!

A boca de carne farta abriu-se em um gemido mudo, o menor apenas sorriu e seu pulso doeu de tanta velocidade que usava para foder o grandão.

A bunda começou a se mover para frente, para trás, de um lado para o outro. Tentava a todo custo ter mais daquela sensação. Sempre gostou de quando BaekHyun o fazia, literalmente, chorar, soluçar, quase berrar para poder gozar forte. Lembrou que, da última vez que tiveram um sexo assim, chorava tanto, pois queria ter seu orgamo e seu irmão impedia.

Ah, mas tudo bem, recentemente o Byun mais alto se vingou.

– BaekHyun!

Se ápice chegou; o jato quente sujou o chão, o gemido alto e grosso ecoou pelas paredes e foram como música para o avermelhado.

Retirou os dedos da entrada dilatada e teve mais facilidade para penetrar a língua no canal.

Tinham sorte de serem super higiênicos.

– Ah, Deus...

As lágrimas banhavam o rosto bonito conforme sentia o prazer voltar e sua frustração também, pois não podia tocar o irmão e nem se tocar.

– Deixa e-eu...

Não conseguia terminar, sua entrada estava sendo tão violada que acabou contraindo-a, BaekHyun retirou-se de dentro do outro e acabou rindo.

– Tão sensível, meu bebê.

– Baekkie...

– Fica desse jeito, Chan.

Retirou toda sua roupa e soltou um gemido manhoso e alto - apenas para provocar o platinado - ao ver seu membro pular de tesão.

– Fica de costas no chão.

– Meus braços.

– Agora.

Fez o que lhe foi ordenado e sentiu a boquinha sobre a sua, em um selo carinhoso.

– Eu te amo.

BaekHyun tinha essa mania de ser bipolar.

– Eu também, Baekkie.

O pequeno foi até uma gaveta e pegou o maior vibrador que tinham. Não usavam muito ele, por ser muito grande, apenas quando queriam algo maior para um ser preenchido enquanto fodia o outro.

O Byun ficou de costas para o orelhudo, mas sentado sobre seu peito. De forma bruta e selvagem, arreganhou as pernas quilométricas e sorriu ao ver a entrada dilatada completamente exposta.

Não aguentou e impinou-se todo, apenas para poder dar mais algumas chupadas gostosas naquele lugar. ChanYeol estava com a cintura fora do chão, seu irmão puxava suas pernas e as abria, assim teria um maior contato com os anéis judiados pelos dedos e pela língua.

Não conteve o gemigo alto e manhoso ao sentia algo grande lhe alargar completemente.

– Ba-Baek!

– Calma, bebê. Fica todo abertinho, viu? - Silêncio. – ChanYeol, você me ouviu, caralho?

– Tá, hy-hyung...

Depois de alguns segundos, mas ainda com um pouco de dor, o maior pediu para o gêmeo continuar.

E foi atendido.

O nível do vibrador estava no dois, então não era o suficiente para lhe fazer gritar e chorar de prazer, mas tinha certeza que aquilo aconteceria de novo.

– Meus mamilos furados estão sem o piercing, Chan... vai querer chupar, bebê?

– Que-quero.

O de presas afiadas sorriu maldoso. Virou para frente, ainda sentado sobre o peito musculoso do outro, e fez menção de se levantar ao vê-lo abrir a boca levemente. Encostou os dedos de forma suave nos lábios fartos e o viu abrir mais ainda, foi a chance perfeita para fazê-lo engolir todo seu tamanho.

Teve certeza que os olhos grandes estavam molhados. Segurou nos fios claros e deixou a cabeça do maior parada, aumentou a velocidade no vibrador no penúltimo e sentiu a vibração deliciosa do gemido do Byun orelhudo em seu pênis.

– HM!

Os gemidos de satisfação não paravam.

Porém, teve uma hora que o avermelhado não aguentou e impulsionou seu quadril para frente, seu sexo rijo tocando a garganta do paltinado e o nariz bonitinho tocando em sua pélvis branca e lisa.

Estocava a boca do outro de maneira bruta e rápida. Os estalos da sucção que sentia ecoavam junto de seus gemidos manhosos e grossos.

– Ah, meu irmão me chupa tão bem! Tenho certeza que ele gosta de ser fodido pelo sexo do seu hyung.

Ouviu mais um gemido satisfatório.

A glande tocava lá no fundo, ChanYeol adorava fazer garganta profunda no seu hyung, adorava sentir o sêmen dele escorrer pela sua garganta, por seu queixo. Seu paladar sempre esperando pelo gosto do outro.

Pelo seu prazer.

O orelhudo pensou que iria gozar mais uma vez, sentia tanto prazer chupando-o e sendo alargado por um vibrador, sua próstata sendo judiada pela glande de plástico do objeto, tão dura quanto à do de lábios finos.

Baek parou com os movimento frenéticos contra os lábios carnudos, seu gêmeo entendeu, pois deu uma sugada forte por toda a extensão e sentiu o exato momento em que sua garganta relaxou quando o pênis rijo estava fora do alcance de sua língua.

– A-amor... deixa eu te ver.

– Ainda não, bebê.

– Me-meus braços...

– Eu disse que ainda não.

Deixou a velocidade no último. ChanYeol gritou de tesão e chorou.

– Baekkie... n-não-ah!

– Pois você vai esperar, agora.

Havia colocado um anel peniano no platinado, ouviu um soluço e viu os mamilos rijos do irmão mais inchados do que nunca.

Se virou novamente - ficando de costas - e levou suas mãos para as próprias bandas, as abriu e acomodou cada coxa ao lado do rosto do olhudo.

– Chupa o seu hyung, Chan.

Sentou no rosto do maior e arqueou a coluna enquanto jogava a cabeça para trás.

– Ah, isso é t-tão bom!

Se apoiou no peitoral definido e com marcas e começou a rebolar gostosamente sobre a boca carnuda. A língua do outro fazendo um belo trabalho ao redor de seus anéis vermelhinhos. Contraiu sua entrada ao lembrar de como seu irmão lhe fodeu tão bem naquela manhã. Em como ele lhe beijou todas as vezes em que estavam saciando a vontade de terem um ao outro. Seu pênis estava pingando de tesão, seu esperma escorrendo por toda a extensão no membro duríssimo e avermelhado.

Masturbou-se apenas para seus dedos ficarem melecados, levou alguns à própria boca e imaginou sendo o prazer de ChanYeol. Chupou-os e os melecou de saliva, levou-os até sua parte traseira e molhou-se completamente, logo sentando mais uma vez nos lábios avantajados e sentindo a língua arteira voltar à judiar seu seus anéis.

Não aguentando toda a saudade que sentia de ter o sêmen dele em sua boca, caiu de boca no sexo rijo do de fios claros e o gemigo de ambos ecoou por aquele quarto.

Chupou a glande inchada e avermelhada e passou sua língua pela fenda. O gosto de seu irmão gêmeo lhe fazendo revirar os olhos de tanto tesão. Queria poder dizer para todos que gostaria de chupá-lo pela eternidade. Gostaria de sentir aquele gosto toda hora.

– Ah, meu irmão me chupa tão bem! - ChanYeol nem notou ter repetido a mesma frase que BaekHyun. – Deixa eu gozar, Baekkie...

Se esforçava ao máximo para não abrir o berreiro. Queria tanto chegar ao ápice, mas aquele maldito anel e as provocações do pequeno não paravam.

– Não. Vai querer gozar três vezes, bebê?

– Eu só que-quero gozar, hy-hyung... na sua boca...

Não adiantou muito, pois logo a entrada de seu pequeno foi certeira em sua boca, exigindo que fosse chupada.

– Eu vou tirar sua venda, Chan.

E o fez. O olhudo gemeu alto com a visão que teve do irmão todo duro pela segunda vez no dia. Imaginar que aquele homem estava sempre sedento pelo seu toque o deixava quente.

Sedento pelo seu pau, tão guloso quanto si. Sabia muito bem que aquela entrada que tanto chupava gostava de receber seu sexo todo molhado. BaekHyun lhe engolia tão bem - de todos os jeitos - que até pensou em tacar o foda-se e acabar estocando aquele canal quente.

Saber que ele gostaria de apenas ser fodido por si, receber tapas de si, chupadas, mordidas e, melhor, que todo o amor dele era para si, o deixa malditamente quente.

– Olha só, bebê.

Chamou a atenção do platinado pelos ombros, logo retirou de uma vez o obejto que não parava de vibrar no interior do outro e o enfiou na boca. O membro de ambos pulou de tesão.

– H-hyung...

– Olha só como eu vou fico todo molhadinho, Chan...

Apoiou a mão direita na cintura de ChanYeol e se empinou, com a outra, puxou uma lado de sua bunda e exibiu a entrada completamente molhada, vermelha e sedenta pelo pênis do Byun mais alto.

Mas eles tinham outros planos.

– Eu estou tão vermelhinho, Chan... Você tá igualzinho, sabia?

– Ba-Baekkie...

– Olha como eu vou ficar todo abertinho pra você...

Ainda completamente empinado, pegou o objeto grande com a direita - se equilibrando de algum jeito - e enfiou lentamente pra dentro de si. Fez uma careta e soltou um gemido dolorido com a invasão.

– T-tá vendo?

– Es-estou, amor...

Começou a soltar gemido altos enquanto metia em si mesmo. ChanYeol sentia seus pulsos doerem de tanto que tentou se soltar.

– Ah, Cha-ChanYeol!

Ambos gemiam alto. Um pela visão que tinha de ver seu amor sendo arrebentado por uma vibrador, já o outro por sentir o objeto esmagar sua próstata de uma forma que, puta que pariu, poderia chorar mais que o orelhudo.

– A-abre as pernas...

Se levantou com muita dificuldade e ficou entre as pernas grandes do Byun amarrado.

Céus, nunca haviam feito isso com esse vibrador, estava maravilhosamente impossível se mexer tanto com essa porra grande dentro de si! Como iria preencher a entrada dilatada do outro se não conseguia fazer mais nada que gemer?

Segurou por trás dos joelhos do grandão e entrou de uma vez. Ambos eram uma mistura de gemidos altíssimos e o barulho do choque das peles.

Começou a estocar forte e rápido, quase caindo pelo fato de estar tão suado e sua pernas fraquejarem pela constante esmagação que sentia ao ter seu pontinho doce ser esmurrado.

– Chan!

– Ba-Baekkie! Por favor!

– Ahh! Caralho!

Dessa vez eles tinham vizinhos. Sabiam que teriam que abaixar o tom, mas, droga, estava tão gostoso!

Não soube como, mas conseguiu romper a corrente das algemas e logo suas mãos foram parar nas costas do irmão, arranhando o local como se dependesse disso. Os filetes, a dor que sentia ao ter sua carne rompida não chegava nem perto da vontade que sentia para poder gozar dentro de ChanYeol.

– Ba-Baekkie! - Soluçou alto. – De-deixa seu irmão gozar, por favor...

– Cha-Chan!

Seu testa estava franzida e sua boca aberta. Céus! Quando fosse a vez de seu dong ficar com aquela porra dentro de si e lhe foder forte, ele sentiria a mesma coisa. O prazer era inexplicável.

– Va-vai mais forte!

– E-eu não consi-ah! Eu acho que vou gozar!

– Na-não!

– Cha-ChanYeol! Me aperta!

– Baekkie, não!

– Chaan! - Alongou o nome que tanto gostava de chamar por entre os gemidos.

Nem estava em um ritmo tão acelerado e já sentia seu orgasmo chegando.

– Dro-droga! Eu não consigo parar!

Seu corpo foi empurrado para trás e acabou saindo do interior quente e alargado. Quis gritar com o olhudo e mandá-lo ir se foder. Se calou assim que o viu ficar de costas para si e sentar em seu colo, esfregando o sexo do avermelhado em seu períneo.

– Senta no seu gêmeo, senta?

– Deixa eu tirar o anel... por favor!

– Rebola!

Segurou no membro rijo e sentou de uma vez, rebolando em um ritmo lento. Suas paredes esmagavam o pênis latejante do pequeno, queria mais, queria sentir-se sendo arrebentado.

– Me fode! Vai forte, Baekkie!

Mal terminou de falar e uma mão bonita chocou-se contra suas nádegas. Levou mais cinco tapas fortes e ouviu um gemido-risinho vindo da boquinha rosada que gostava tanto de beijar.

Falando em beijo.

Girou para frente, ainda com o sexo dentro de si e capturou a boca bonita, as línguas se encontraram antes mesmo dos lábios. O beijo molhado e gostoso ecoava pelo local, os estalos do rebolado do irmão e da saliva os deixavam mais duro ainda.

– Chan!

Não teve tempo para terminar. Suas duas feridas das mordidas que seu gêmeo havia lhe dado no banheiro de manhã ardiam pelo suor que escorria pela sua pele.

– Não goza antes de mim!

– Droga... você tá me apertando tanto! ChanYeol, porra!

O rebolado lento acabou, começou a quicar desesperadamente, a carne dura entrando e saindo de dentro de si de uma forma que o fazia revirar os olhos de tanto tesão. Os gemidos pareciam gritos.

O Byun menor, querendo mais daquele prazer gigante, começou a impulsionar seu quadril para cima, estocando a entrada vermelha na mesma proporção em que o dono dela sentava em si. Retirou o anel peniano do irmão e começou a masturbá-lo.

– Chan! Me aperta! Ma-mais!

– Ba-Baekkie!

ChanYeol gozou primeiro, contraindo a entrada tão forte que esse foi o fim para outro Byun. Gemeram alto e rouco.

Baekkie ainda viu o irmão se levantar e ficar entre suas pernas, retirou o vibrador de dentro de si e puxou seu quadril para cima, sua entrada ficando na altura da boca carnuda.

As lábios cheios beijaram a entrada dilatada e enfiou a língua no canal, não demorou muito, pois do mesmo jeito que gostava de chupar os anéis do pequeno, este gostava de sentir seu gosto. E, afinal, seu abdômen, estava todo melecado por ele. O avermelhado ficou de joelhos e passou a língua por toda a parte onde o sêmen estava, saboreando e ainda ficando com vontade de mais.

Os dois olharam-se de forma apaixonada e beijaram-se de forma mais calma e mais deliciosa. O grandão sentiu o esperma escorrer por suas coxas e as limpou com as mãos, se separando dos lábios finos apenas para poder levar os dedos à boca e saborear do gosto do menor, limpou o rosto do de presas afiadas e o próprio, pois ainda estavam molhados pelas lágrimas e suor.

– Eu amo você, Channie.

– Eu também, Baekkie. Eu amo você.

E aquele amor nunca seria separado, nunca.

Ainda naquele ano, iriam adotar dois gêmeos, uma menina e um menino. Eles mal sabiam que aquelas duas crianças serão um dos maiores tesouros de suas vidas. Eles terão uma vida juntos, construírão uma família juntos, e nada, nada, iria os separar.

Ainda naquele ano, as marcas de amor em cada corpo seriam exibidas. Publicamente.

O amor deles não será derrotado, é maior do que você imagina, é maior do que nós pensamos. Byun BaekHyun e Byun ChanYeol tinham os destinos entrelaçados. Não importa o que aconteça, um estará ao lado do outro. Não importa o quanto esse desejo seja errado na visão dos outros, pois, apenas eles sabem do quanto se amam. Não importa o que aconteça, mais duas pessoas iriam chegar, mais duas pessoas os farão mais felizes do que já são.

Mais duas pessoas entrarão naquela família que eles estavam construindo. E nada, nem ninguém, nunca vai entender aquele desejo deles.

Ninguém é capaz de sentir esse amor entre irmãos.

Não como os dois gêmeos sentiam.

█ █ █.

F█ █.

FI█.

FIM.


Notas Finais


Para VC que chegou até aqui. Obrigada!!!!! Agsusbdindd. Gostaraum?

Eu espero q sim, kkkkk. Dei meu melhor, amores.

Bom, caso forem ler, minha outra fics ChanBaek:

https://spiritfanfics.com/historia/filling-the-void-9498230

Beijos, espero não ter decepcionado VCS~~~~~


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