História Entre Lápis e Canetas - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Escola, Fofo, Jeongguk, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin
Exibições 163
Palavras 631
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishounen, Fluffy, Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Minha primeira Jikook c:
Dedico em parte pra minha Unnie que ficou loka quando eu disse q ia escrever jikook
E também para a @cattifi que fez essa capa maravilhosa através da @jikookTown
Boa leitura! ♡

Capítulo 1 - Capítulo Único - Entre Sorrisos e Brincadeiras


Roía impacientemente minhas unhas; o delta de minha conta continuava negativo, mesmo após ter refeito a conta umas 36 mil vezes, e eu com certeza não sabia mais o que fazer.

Minha raiva era perceptível, e se de fato eu pudesse, já teria amassado minha prova e a acertado na cara da Sr.ª Lee, mas achei que seria um pouco rude de minha parte e afinal eu não queria receber uma bronca ou muito menos uma advertência.

Esquecendo-me um pouco os números confusos, olhei disfarçadamente para o lado e pude ver uma das cenas mais fofas de minha vida: Park Jimin debruçado sobre seus braços, encarando o nada, brincando com as mangas grades demais de seu suéter.

Ele parecia um anjinho com seus óculos quadrados, bochechas gordinhas e olhinhos brilhantes.

Ops, olhinhos que agora me encaravam levemente envergonhados; eu e minha mania de encarar as pessoas.

Sorri constrangido e ele sorriu para mim também, exibindo o perfeito eye smile que só ele tem.

Ah, eu juro que tentei voltar a prestar atenção em minha prova, mas isso se tornou uma missão impossível, então acabei por entrega-la sem o resultado da tal conta mesmo; eu não morreria por não ter terminado uma questão.

Não tinha mais nada para fazer, eu ainda precisava esperar 30 minutos para poder ir embora, e pensava seriamente em tirar um cochilo, mas um certo alguém me impediu.

Esse alguém se mexia na carteira, dançando algo, tenho quase certeza que era alguma música das Twice que ele mesmo me forçara a escutar anteriormente.

Jimin movia os lábios em uma canção muda e colocava os dedos pequeninos em frente às maçãs do rosto formando duas letras “T”.

Ah céus, teria como ser mais fofo?

Soltei uma risada fraca, chamando sua atenção e fazendo-o apenas continuar sua coreografia mais animadamente, até a Sr.ª Lee o repreender pedindo silêncio, sendo que:

1) Todos haviam terminado a prova, estavam apenas aguardando o toque do sinal;

2) Estávamos nas últimas carteiras e ele não havia dito uma palavra sequer.

Cheguei à conclusão de que ela é louca.

Jimin bufou frustrado e parou o que estava fazendo; com certeza ofendia a professora mentalmente.

Já me encostava na parede, pronto para ficar pensando em coisas aleatórias, como por exemplo quem criou  o chuveiro, contudo, se eu achava que a dose de fofura de Park Jimin acabara por ali, estava muito enganado.

Agora ele tentava de todas as formas ler a tabela periódica que estava a sete carteiras de distância.

Eu sabia que seria inútil, três graus de miopia dão nisso, mas era bonitinho como ele espremia os olhinhos castanhos e aproximava exageradamente o óculos do rosto na falha tentativa de enxergar.

Finalmente o sinal tocou, arrumei minhas coisas e desci as escadas comentando com Jimin sobre a prova; ele me disse que tinha ido bem também.

Uma chuva fina caía, que apesar de fraca, poderia molhar-me por completo até chegar em casa.

Então meu anjo em corpo de aluno fofo entediado se ofereceu para me acompanhar até em casa.

“Moramos perto e minha mãe já tinha me falado que ia chover, então eu tenho um guarda chuva” – e sorriu me matando mais uma vez no dia.

Obviamente não recusei e a sensação de dividir um guarda-chuva com Park Jimin foi muito boa.

“Chegamos. Kookie, se me permite, por que sorriu tanto hoje? Aconteceu alguma coisa boa?”

Aconteceu você, Jimin.

“Nada não, Jiminie. Só o fato de que você é muito fofo”.

“Você que sorri igual um coelhinho e eu que sou fofo?”.

Dito isso ele se ergueu na pontinha dos pés e me deu um beijinho de esquimó, que me deixou todo sem jeito, dizendo um breve “Até amanhã” e descendo a rua até sua casa.

Ah Park Jimin, você ainda me mata desse jeito.


Notas Finais


Tchatcharaam
ALGUÉM ME DA UM JIMIN


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