História Entre Linhas - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Kid!jimin, Kid!jungkook
Exibições 49
Palavras 2.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Segura as pontas que provavelmente essa vai ser a maior nota inicial que já fiz! Σ(▼□▼メ)
Aos preguiçosos, pulem, mas recomendo que ao menos leiam o tópico DOIS! para entender a história. Eu sei que posso parecer abusada, mas é só amor demais ♡^▽^♡
EU JURO QUE É AMOR DEMAIS!

Pessoas! Tia Gohan voltou e adivinhem para quê? A flopadinha do social spirt resolveu atacar novamente, mas, dessa vez, tenho que ser um tantinho egoísta, pois vou dedicá-la a duas pessoas em especial. Uma da qual eu não conheço e só conversei com este ser por comentários de fanfic. E olhem só! Este ser é o ponto do meu primeiro tópico. \(^▽^*)☆ミ

1° - AGRADECIMENTOS
@Seoyoon (Vulgo Yoonnie) e @Kaahcete (Vulgo Ca, Ca de Caralho, Se me ataca vou te atacar). Essa fanfic é inteiramente dedicada a vocês, essas duas ariranhas que fizeram meu cérebro bugar no dia de ontem (17/10). ☆ミ
RÁ! ESTÁ AI A VOADORA QUE TANTO VENHO PROMETENDO!
A vingança nunca é plena,
Mata alma e a envenena.
E diante dessa verso
Vou lhes dar uma lição:
Nunca mexa com libriana,
Ascendente em escorpião.

Mas brincadeiras à parte (E vinganças também) vocês me elogiaram como nunca, vocês me fizeram rir com os comentários, me fizeram chorar, me fizeram querer matar as duas, mas principalmente me inspiraram e de certo modo fez eu querer escrever isso, ainda mais com milhões e milhões de ataques sobre "SHIPPA JIKOOK, EU NUNCA TE PEDI NADA."
Por mais que eu não tenha confiança no que eu escrevo, essa foi a maneira que arranjei de agradecer: Com as minhas palavras. Espero que goste pois estou a produzindo com muito amor e carinho, mas eu já acho bom avisar que eu NÃO SEI ESCREVER JIKOOK! BEIJOS, TCHAU E BENÇA! VOCÊ ACHO QUE IA SER NAMJIN PORQUE EU VIVO ESCREVENDO NAMJINS?! RÁ RÁ! ERRO FEIO, ERRO RUDE.
To’ meio alterada, desculpa (シ_ _)シ

Obrigado também a minha amiga Alle (@Moonart, A MELHOR SERUMANINHA DO MUNDO QUE É UMA ESTRELA QUE BRILHA E BRILHA!) Valeu por me dar um apoio que não cabem em suas mente o quanto me ajuda! Sempre devo a você por tudo! ♡ ♡ ♡

2° - A FANFIC
Okay, pessoas maravilhosas, vamos começar. Esse primeiro cap vai ser provavelmente o maior, porque pretendo fazer capítulos curtinhos, ou aumentar o tamanho e diminuir o número dos capítulos. Uma amiga minha me deu uma ideia, e cada capítulo vai se passar com uma idade diferente dos protagonistas (antes de começar o cap eu devo colocar com quantos anos cada um deles estão, okay?), então eles vão começar como belas e kawaii criancinhas.

3°- Minhas considerações
Gente, eu espero de coração que todos aqui gostem! Eu desejo a todos uma boa leitura e espero que vocês se divirtam – e entendam! – essa história. É a minha primeira Jikook e eu não sei o que ficaria melhor!
MUITO OBRIGADO! ʕ ♡ ˙ ᴥ ˙ ♡ ʔ Espero que gostem!
Beijos da Tia Gohan :3

Idade: 6 e 8 anos.

Capítulo 1 - Os dois meninos, o rio e a cidade que nunca parava.


Fanfic / Fanfiction Entre Linhas - Capítulo 1 - Os dois meninos, o rio e a cidade que nunca parava.

Era uma vez um menino, que assim que chorou pela vida, ainda pequeno, saindo do ventre materno quentinho e respirando o áspero oxigênio que lhe machucava os pulmões, lhe foi concedido o nome de Jeongguk.

Jeongguk?

É. Jeongguk.

Talvez o nome lhes aparecesse estranho, mas combinaria com sua personalidade forte, assim como o choro que dera quando nasceu, mostrando toda a vontade que aquele pequenino ser, tinha de viver. No fundo, no fundo, não importava totalmente o seu nome, pois todos o conheciam apenas por Kook. Primeiro foram os seus pais, os seres humanos com qual o menino recém-nascido tivera contato, mais tarde com o restante da família, com os vizinhos, com as pessoas do bairro e em consequência o restante da cidade, todos, todos sem uma mísera exceção, lhe conheciam como Kook e o menino era feliz assim. Na verdade, o menino sempre foi muito feliz, isso desde que nasceu.

O garotinho também tinha a sua sorte, dada como uma benção quando nasceu. O primeiro foi a beleza. Seus cabelos lisinhos de um castanho, sua pele branquinha com levíssimos rosadinhos na bochecha, seus olhinhos atentos, pronto para desbravar o mundo e a língua, que ninguém ainda sabia por Kook ser um bebê, mas logo descobririam que ela era a mais afiada e faladeira de toda a cidade.

Sua segunda benção talvez tenha sido sua família. A família de Kook não era rica, mais também não era pobre. Tinha uma condição bem mais do que instável e de certo modo sempre podiam gabar-se de conseguir comprar boas coisas, mas não o faziam, pois, o que talvez venha a ser a terceira benção foi a de Kook viver em uma família de estrema bondade, onde o amor imperava e se encontrava acima de tudo naquela casa.

Sem sombra de dúvidas ele era um menininho de muita sorte.

Existia também outra pessoa. Jimin.

Esse nome lhes parecem menos complicado? Mais simples? Talvez o nome então lhe caísse bem, pois simplicidade se encaixava em seu perfil. Assim como Kook, o menino era feliz, que vivia com uma família que a maior parte do tempo era feliz, só não tendo tamanhas regalias quanto a que o outro garoto tinha. Ele também havia sido concebido com a beleza, tendo seus cabelos lisinhos, a pele ainda um pouco mais avermelhada, umas bochechas grandinhas que sua mãe tinha de lutar para que os outros não lhe parassem na rua apenas para apertar seu filho, os olhinhos brilhantes e também os mais doces, que mais tarde acompanhariam um sorriso igualmente belo e acalentador.

Jimin vinha de uma família um tanto mais pobre. Não eram classificados como paupérrimos, ou miseráveis. Eles nem chegavam perto disso! Eles só eram um tantinho desorganizados e não sabia direito como dividir o dinheiro, só isso.

Os dois meninos ainda tinham pouquinhas coisas em comum. Até a idade era diferente, já que Jimin era dois anos mais velho, porém, um ponto exatamente comum era aonde moravam. Era a mesma cidade, tanto que suas casas até ficam próximas umas das outras, isso, claro, se você ignorasse o enorme rio que dividia o lugar em dois.

O grande sustento da cidade vinha daquele rio.

As casas da cidade eram todas próximas a suas margens, e elas, as margens, tinham o solo muito fértil, extremamente bom para plantar e tal atividade era o grande lucro de lá, seguido da pescaria. Do rio, além de se poder ver toda a prosperidade que trazia, também dava mais uma coisinha: Energia.

Aquele rio era tudo para região: sua morada, seu sustento, seu lazer, contudo, era necessário saber que o rio tinha fama de traiçoeiro, com forte correntezas. Quando chovia todos saiam de perto pois a força em que a água chegava era tão absurda que muitas vezes arrastava árvores e casas. Por isso também que nenhuma mãe em sã consciência deixa a seus filhos brincarem no rio, ou perto dele.

Mas essa regra não se aplicava a todos

Jimin tinha seus oito aninhos. Frequentava o colégio local, mas sempre quando saia da escola ia para perto das margens do rio, sem que ninguém do colégio o visse. O garoto, metodicamente, jogava sua mochila para o lado e se ajoelhava para perto da água, somente para ver seu reflexo, mesmo que ele saísse totalmente torto, pois além da correnteza ali também haviam muitas pedras.

-“Oi, Jimin!” Acenou para o seu reflexo “Você não sabe o que a professora fez hoje!” Colocou as mãos envolta de sua boca, como se estivesse sussurrando um segredo “Ela disse que não gosta de água! Vê se pode? Os adultos são tão estranhos! Sempre acham um negócio para odiar...”

O menino se alongou, deitando-se na grama verde e um tantinho espinhuda, colocando apenas as pontinhas do dedo na água. Sua mãe não ligava que ele fosse ao rio, contanto que jamais brincasse nele.

Jimin era puro demais, tanto quanto inocente e obediente. Ele só ia ao rio para conversar, como se o seu reflexo fosse o seu melhor amigo, assim como a grande árvore, a grama, as nuvens, os pássaros. Todos falavam com Jimin e eles sempre os respondiam.

O mundo onde Jimin “vivia” era incrível.

E foi perdido nesse seu mundo que algo o despertou. Algo que vinha ao longe. Quase que uma surpresa.

Era um menininho, tão mirradinho quanto si. Baixinho, pequenininho e bonitinho. Tantas as coisas em inho, que notou que ele havia um ão que destoava toda aquela aparência. Um vozeirão!

O pequenininho veio correndo, sem nem olhar para frente, gritando estridente como se um monstro lhe perseguisse. Jimin levantou em um pulo, vendo o caminho que ele seguia.

-“Cuidado garoto!” Gritou assustado, quando notou que o menino se aproximava do rio “Garotinho!”

Faltava pouco para ele chegar a margem e como todos os outros dias, o rio estava bravo. Bravíssimo! Jimin, apesar de novinho, sabia a má fama e os perigos do rio. O irmão de seu pai, quando era mais novo, morreu afogado porque resolveu brincar por ali.

O medo de Jimin foi tão grande que ele não pensou duas vezes. Deu alguns passinhos para trás e pulou, caindo em cima de uma pedra. Se não conseguisse se segurar era certo que a correnteza o levaria.

O garoto pulou mais uma vez e essa foi a conta de tempo certa para ele chegar na outra margem e segurar o menininho pelos pulsos, o fazendo evitar de cair dentro do rio, mas não no chão, ao lado de Jimin, embaixo da sombra de uma grande árvore.

-“Garotinho! Viu o que aconteceu! Seu appa e sua omma nunca te falaram que é perigoso? Sua omma ia te matar se você caísse no rio!”

Jimin começou sua bronca, igual aquelas que sua mãe lhe dava, se sentindo um adulto por estar fazendo aquele ato, porém, ao ver o rosto do menininho, os seus olhos brilhantes totalmente marejados, seu enorme bico naqueles lábios totalmente vermelhos, aquela carinha tão fofa e inocente, naquele semblante tão infantil... Ele não conseguiu continuar seu momento de gente grande.

-“Ah, tadinho do bebê” Segurou o menininho e o abraçou, recebendo em troca o mesmo abraço, só que desesperado, nervoso, como se estivesse morrendo de medo “Calma, calma... já passou, já passou garotinho” Lhe fazia um carinho na cabeça, assim como sua mãe fazia quando sentia medo “Você não vai cair, eu te segurei.”

-“Obrigado” Falou naquela voz, que agora tinha voltado a categoria inha. Docinha, calminha e baixinha.

Mal sabiam eles que aquele era o começo para um historião!

Jimin continuou a lhe fazer um carinho nos cabelos, até que o pequeno se afastasse, ajoelhando, agora com os olhinhos brilhando por curiosidade.

-“Você me salvou! Você é um herói? Um anjo? Diz que é, diz que é!” Falava animadamente. Crianças sempre tinham esse poder de, em uma hora estarem chorando como nunca e em segundos parecerem ter se esquecido de suas dores e temores.

-“Ah, impressão sua!” Jimin encheu os peitos, imaginando-se por alguns segundos como um soldado recebendo uma medalha de ouro no peito “É só o meu trabalho.”

-“Uooou!” O menininho ficava cada vez mais impressionado, aproximando-se de Jimin, os olhos com um brilho fervoroso “Então é mesmo um herói?”

-“Nhé... bem... eu não sou um herói, mas minha omma disse que eu a ajudo bastante!” Ainda comemorava por dentro por estar sendo tão admirado, como se realmente fosse um herói. Um desses de botas brilhantes, colã apertado e uma enorme capa vermelha – embora não soubesse porque todo herói precisava de capa. “Ei, garotinho, porque é que corria? Você quase caiu no rio!”

A animação do menino foi morrendo aos poucos, como se o sol que tinha em seu olhar houvesse perdido a força, ou como se a voz animada que fazia ganhasse agora um tom triste e desapontado. O garotinho voltou a fazer um bico. Um bico fofinho, mas carregado de tristeza, como se fosse voltar a chorar com força total.

-“Por que eu vou morrer!” O menininho, desesperado, abriu novamente o berreiro, se jogando em Jimin e lhe abraçando com força.

E o mais velho, Jimin, acabou ficando sem reação. “Morrer?” Pensou o garoto consigo “Esse pobre garotinho, mais novo do que eu vai morrer?” Jimin não sabia muitas coisas sobre a morte, mas já havia tido grande contato com ela nesses 8 anos que viveu: Um tio, irmão de sua mãe, um vizinho que já estava bem velhinho e mal ouvia direito e também o avô, pai de seu pai, que havia lhe ensinado a fazer um estilingue apenas com galho e elástico trançado.

O garotinho realmente não sabia muito, mas sabia o suficiente para ter certeza de que não era uma coisa boa.

-“E por que vai morrer?” Perguntou curioso, o pequeno ainda aninhado em sua cintura, lhe apertando firme e lhe molhando toda a blusa de uniforme.

-“Meu avô disse!” Dizia desesperado “Ele disse que todo mundo morre e que comigo não vai ser diferente! Ele disse que eu vou ficar feio e molenga, pior que ele!” O menininho continuava em um desespero só.

-“Calma!” Tentava o tranquilizar “Que vovô mal!” Cruzou os braços, mas novamente voltou-se ao garotinho, segurando os seus ombros e lhe fazendo um leve e singelo carinho “Você não vai morrer.”

-“Não vou?” O menino perguntava ainda na sua voz chorosa, secando as lágrimas com a manga da blusa.

-“Quer dizer... eu não sei...”

-“ENTÃO EU VOU MORRER?!” O pequeno se desesperou novamente, o choro pronto para voltar com força total.

-“Espera! Espera!” Colocava as mãos na frente do corpo, como se lhe fizesse um sinal, lhe implorando para parar “Eu não sei, mas isso ninguém sabe! É difícil, mas a maioria só morre velhinho, tipo o meu vizinho. Omma disse que ele foi para o céu e que está em um bom lugar. Falou que lá em cima ele não sente dor nenhuma.”

-“No céu?” Questionou “Vovô me disse que ele vai para sete palmos debaixo da terra!”

-“Eu não sei direito para onde vão, mas eu prefiro confiar no da minha omma. Os adultos são estranhos!” Emburrou-se, um enorme bico e as sobrancelhas franzidas “Uma hora, falam que estão dormindo, outra falam que estão na terra, outra hora dizem que foram viajar para longe e que não vão mais voltar...”

O menininho, que estava atento a cada uma daquelas palavras, riu. Riu uma daquelas gargalhadas profundas, umas que só se dão poucas vezes na vida. Jimin, contagiado, não resistiu a entrar nessa junto, mesmo que não houvesse nenhum motivo aparente para se rir.

-“Adultos são esquisitos mesmo!” O pequeno afirmou.

-“Sim!” Disse animado como se pela primeira fez houvesse encontrado alguém que lhe entendia “Eles tinham que aprender um pouco com a gente. Outro dia perguntei a appa o porquê do céu ser azul e ele fugiu de mim.”

-“Fugiu? Então você não ficou sabendo por que o céu é azul?”

-“Uma hora ele desistiu, mas até lá...”

-“E por que o céu é azul?”

-“Ele disse que ‘Porque sim. Porque é assim que tem que ser’.”

-“Adultos são mesmo estranhos... Vou perguntar para minha omma, talvez ela saiba.”

Jimin assentiu, olhando para o outro lado do rio, vendo a sua mochila jogada na margem do lugar. Esperava que ninguém de sua casa estivesse muito preocupado com a sua demora.

-“Acho que tenho que ir, garotinho” Disse se levantando “Vou ter que pular o rio de novo.”

-“Você vai conseguir. Você é meu herói!”

Jimin riu, agora um tanto sem graça. O pequeno realmente estava com medo de atravessar o rio, mas o incentivo do outro garoto lhe enchia de determinação. Respirou fundo, murmurou baixinho um “Por favor, por favor”, deu alguns passos para trás e correu, saltando sobre o rio, caindo na margem do outro lado. O menino comemorou como se houvesse realizado um grande feito e o baixinho do outro lado comemorou consigo.

-“Consegui!” Jogou as mãos para o ar “Muito obrigado o... Qual seu nome?”

-“Jeongguk. Mas ninguém me chama assim, a não ser minha omma quando está muito, mais muito brava comigo! Todo mundo me chama de Kook.”

-“Prazer Kook, eu sou o Jimin!”

-“Você vai estar aqui amanhã de novo, Jimin?” Perguntou curioso.

-“Eu sempre venho aqui para conversar.”

-“Com quem?”

-“Depende do dia. As vezes venho para falar com a grande árvore” Apontou para o outro lado do rio “As vezes eu falo com o céu, mas as vezes conto um segredo para o rio.”

-“E você pode vir aqui para falar comigo? O céu, o rio e a árvore não vão ficar tristes?”

-“Claro que venho! Vai ser mais legal conversar com você do que com eles!”

-“EBA!” Comemorou o garotinho “Tchau Jimin! Até amanhã.”

-“Tchau Kook! E não se esqueça de perguntar a sua omma porquê do céu ser azul!”

Os meninos se despediram uma última vez, com um singelo e animado aceno de adeus e cada um foi para o seu canto, ambos extremamente felizes com as novas descobertas que haviam feito aquele dia.

Kook perguntou a sua omma o porquê do céu ser azul, mas ela apenas respondeu que os anjos o pintaram daquela maneira. Essa resposta não convenceu o menininho, mas foi o suficiente para deixa-lo em silêncio, observando o imenso azul por alguns instantes.

 

ᘟ❖ᘟ


Notas Finais


EU NÃO SEI ESCREVER JIKOOK! DESCULPA! PERDÕES! VOU ALI ME MATAR E JÁ TO VOLTANDO!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...