História Entre médicos e monstros - Capítulo 4


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Categorias 2PM, Bangtan Boys (BTS), DAY6, EXO, NU'EST, VIXX
Tags 2pm, Exo, Fantasia, Harem, Hetero, Misto, Poligamia, Romance, Sobrenatural, Susoo, Trigêmeos, Vixx, Yaoi
Exibições 171
Palavras 1.310
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite!
Boa leitura :D!

Capítulo 4 - Almas feridas


Fanfic / Fanfiction Entre médicos e monstros - Capítulo 4 - Almas feridas

 

   Ela corria desesperada, tropeçava em seus próprios pés e se levantava de novo, ainda era muito nova, não sabia quem era, o que era e do que era capaz...

  Com o medo e adrenalina ela deixava rastros para trás, fosse o que fosse a imagem daquelas coisas não iam abandonar sua mente tão cedo. Ela correu e correu até chegar na praia que naquele ponto estava vazia, olhou para trás sem saber direito o que fazer, tentou abrir mais uma vez a caixinha em mãos, mas deixou ela cair de tanto que tremia, com raiva de sua própria covardia ela se abaixou para pegar o objeto e ao se levantar, seu instinto ainda destreinado, contudo correto, lhe disse que não estava mais sozinha.

— Natasha.

  A voz da sua mãe a fez estremecer, um misto de euforia, assombro e alivio quase a derrubou. Ergueu os olhos se virando e abriu a boca.

  Aquela não era sua mãe, não a mulher que conheceu a vida toda, não podia ser... Sua mãe era uma pacata e simples dona de casa que vivia da pensão do seu pai morto, não aquela mulher sensual dentro daquele minúsculo vestido vermelho.

— Eu sei que parece estranho, mas essa sou eu, a verdadeira eu, Natasha... Tive que me passar por uma humana camponesa por muitos anos da minha vida, mas agora acabou - Ela sorriu sinistra e Nat deu um passo para trás, aquilo só poderia ser um pesadelo. A mulher alargou o sorriso – Nunca estranhou não nos tocarmos?

  Nat arregalou os olhos e ergueu os seus para sua mãe agora tão mudada...

— Seu pai me prometeu que se eu mantivesse você escondida por alguns anos ele me tornaria a Lady Craiova, sua esposa, mas ele mentiu e agora eu cancelo nosso acordo. Você vale um bom preço assim ainda que eu tenha brincado de mamãe humana com você por esses cinco anos, não sairei muito prejudicada. Seu pai não está morto, apenas servindo ao rei dele. Foi um sonho criança, e acaba de acabar! Seu dono espera por você.

  Sua mãe a pegou pelo braço e a arrastou pela areia até uma sombra na encosta da montanha que margeava aquela praia. A sombra tomou forma em um homem alto e assustador, todo coberto de negro com apenas os olhos negros de fora.

— Por que demorou tanto?

— Imprevistos, nada demais...

— Espero que nada a tenha tocado.

  O tom cortante de aviso naquela voz grave congelou a espinha dela, sua mãe recentemente malvada riu e ela quis chorar, porque ela estava fazendo isso!? Quem era aquele homem? Como assim seu pai estava vivo?

— Não, Natasha é uma boa criança. E o sangue Craiova nela é muito latente. Vai ser muito útil para você.

— Ótimo, passe a para mim.

  A mão coberta por luva estendeu para sua mãe, ele a abriu e uma pedra cristalina do tamanho de uma ameixa brilhou na escuridão, sua mãe suspirou extasiada e então ela entendeu a situação assustadora, estava sendo vendida. Sua vida por uma pedra gigante. O horror só não foi maior porque ela já estava sob um medo absurdo, o que não deixou muito espaço para se exaltar mais... Por que sua mãe...?

— É toda sua.

  Sua mãe empurrou seu corpo e pegou a pedra. O homem agarrou seu braço e a puxou para ele, aprisionando-a em seus braços de ferro. Nat queria gritar, mas tudo o que conseguiu foi arregalar mais os olhos quando sua mãe sorriu e desta vez dois caninos longos surgiram em seus dentes sempre normais, sua mãe era um monstro?

— Não!

  Sussurrou. Sua mãe piscou.

— Surpresa, tanto tempo me escondendo que mal acredito que posso ser eu novamente. Você me deu trabalho Nat, mas valeu a pena.

  E ela acariciou a joia com mais amor do que alguma vez demonstrou para ela. Nat sentiu vontade de gritar, chorar e brigar com aquela mulher fria, mas não pode fazer nada disso porque o homem, agora seu dono, a envolveu com uma capa que cheirava a flores estranhas que a levou para a inconsciência em segundos.

 

  Nat acordou em súbito pânico. Seu celular tocou um segundo depois. Era seu pai.

  Respirou fundo e acalmou seus nervos, aquilo era apenas um passado longínquo, só isso...

— Amor, o rei pediu para vê-la, você poderia voltar para casa agora? O helicóptero já está sendo preparado. Acho que é algo com a princesa...

  Natasha estreitou os olhos. Era Soo claro, ele a queria longe, aquele maldito! E a ordem do rei ela não poderia nunca negar.

— Claro pai, eu estou indo.

  Desligou e se voltou para a porta da área privativa.

— Eu tenho o cheiro dele seu idiota, eu voltarei e o rastrearei até o inferno, me aguarde!

  E com isso saiu do hospital rápida.

 

♣♥♣♥♣

 

   Leo atacou com leveza enquanto Hongbin se defendia com a mesma graça. Estavam esgrimindo a mais de uma hora, Leo precisava daquilo para colocar sua mente e seu corpo em ordem e sabia que seu irmão também... Afinal a morte de Ravi ainda era muito recente e a dor ainda queimava.

  Ainda estava irritado consigo mesmo. Seu irmão era o mais gentil deles... O destino era uma cadela! Todos foram pegos de guarda baixa, ninguém estava preparado para a tragédia e ainda tinha seu cunhado que era mantido naquele hospital para não tentar se matar também... De novo!

  Frustração o devorava...

— Ei Leo, vai acabar arrancando os braços do seu melhor irmão!

   Ken entrou no salão de treino sorrindo despojado e ele olhou para Hongbin que estava atento, concentrado. Cada um deles lidavam com o luto de forma diferente, Hongbin era no silêncio, no extremo silêncio enquanto ele era através da agressividade.

  Já Ken era em sexo. E ironias, claro.

  Leo respirou fundo e parou de atacar o irmão se curvando e dando sinal  de fim. Ambos se olharam e então se cumprimentaram encerando a cessão. Ken se aproximou da arena jogando toalhas para os dois que lutavam só de calças e transpiravam muito, como todo centauro fazia. Era sua herança de puro sangue.

— Relaxa Leo, treinar até a exaustão não vai mudar nada, o que houve não pode ser mudado assim respirem e venham comigo, os dois, tio Bardo convocou uma reunião.

— Ok.

  Responderam juntos saindo da arena e seguindo Ken pela mansão em que estavam naquela semana, do tio deles. Ninguém conseguia voltar para casa, a casa matriz da família, pois era como se Ravi ainda estive lá... Era doloroso. Insuportável.

— Você sabe do que se trata a reunião?

  Perguntou ao irmão mais novo, ele negou.

— Desta vez não, vamos todos saber juntos.

 Hongbin franziu o cenho um pouco preocupado, mas não disse nada. Guardou silêncio como sempre.

—Talvez seja só para retomar as medidas de segurança, tio Bardo deve estar preocupado com as fronteiras, como sempre, só isso - Tentou amenizar a tensão dos mais novos embora não acreditava muito em suas próprias palavras, seu tio raramente convocava reuniões de madrugada sem um bom motivo. E ter eles ali era um trunfo sempre, eram os mais fortes dos parentes, provavelmente de toda a raça e não seria de bom tom como hóspedes, recusar um pedido do dono da casa. Estreitou os olhos – Acho que é hora de partirmos,  rapazes.

— Eu pensei o mesmo Leo, eu pensei o mesmo. N está chegando amanhã cedo, acho que devíamos voltar para o hospital dos Do e tentar de novo ver nosso cunhado e ficarmos por lá até ele parar de resistir, não confio nele sozinho lá, Leo, não mesmo! Agora com Ravi morto ele é nossa responsabilidade e já ficou tempo demais naquele lugar! Devemos ir buscar o Dowoon.

— Eu concordo com isso, vamos partir amanhã cedo!

  Hongbin disse sério. Ele assentiu, estava decidido.

— Liguem para o Hyuk e diga que estamos voltando para a Transilvânia.

  E sem mais nenhuma palavra entraram no escritório do tio centenário.

 

 

 


Notas Finais


E é isso amores!
Beijinhos!!!


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