História Entre metaleiros e mauricios - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Fruits Basket
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Palavras 987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo VII - Um bom vocal para uma boa banda de metal


Capítulo VII – Um bom vocal para uma boa banda de metal

- Hã... Cantar na sua banda? – Yuki perguntava perplexo.

- É! É sim! – o tom que Machi usava chegava a ser desesperador.

- Mas não é uma banda de metal? Como eu vou cantar se eles apenas gritam?

- Yuki, é uma banda de new metal, você não precisa gritar... muito.
Yuki sorriu. A cara de desespero atroz de Machi o impedia de recusar o convite. Ainda um pouco desconfiado, Yuki resolveu perguntar:

- Mas e quanto ao Kakeru? Ele não é o vocal da sua banda?

- A gente tá atrás de outro porque o Kakeru não canta muito bem. Com ele no vocal, a gente com certeza perderia para a “Akihabara Dreamers”...

“Akihabara Dreamers” era a banda favorita ao primeiro lugar do festival. Era uma banda que misturava jrock e psy de uma maneira incrivelmente inacreditável. Seus integrantes se chamavam Lucy, Akira, Tracy e Isuzu, e todos eram do segundo colegial. (((Será que alguém vai reconhecer esses nomes? A Mih, talvez...)))

Lucy era a vocal fodástica – tinha uns timbres estranhos e, na maioria das vezes, destorcia a voz sem auxilio de um teclado ou sintetizador, o que deixava os fãs da banda completamente malucos. Vale lembrar que ela também era “gostosinha”.

Akira, namorado de Lucy, era o guitarrista da banda. Sempre comparado a Hiroshi Nakano, ele fazia solos extremamente potentes, o que combinava com o estilo que tocavam. E, apesar de comprometido, era o garoto mais disputado do colégio (talvez até mais que Yuki).

Isuzu – não é a enfermeira – era a baterista da banda. Responsável pelas batidas mais frenéticas, não era tão habilidosa e coordenada quanto Uotani, coisa que sempre a deixava irritada.

Tracy, a tecladista, era habilidosa, mas não tanto quanto Naohito. Talvez fosse porque ela quase não fazia nada de útil na banda. O que a mantinha lá era o fato de ser a única letrista que eles tinham.

Comentários à parte, a banda era a favorita e merecia esse posto.

- Hum... Tudo bem, tudo bem, eu aceito.

Os olhinhos castanhos de Machi brilharam e numa reação motora impensada, ela agarrou Yuki com todas as forças que encontrava, o que deixou o garoto muito vermelho. Machi só percebeu seu ato impensado depois de alguns segundos agarrada ao garoto. Ela também ruborizou, mas, mesmo assim, não soltou Yuki, pois o abraço dele era muito gostoso. Não se sabe quanto tempo ficaram abraçados ali, no meio da sorveteria, mas quando se separaram, ambos ficaram furiosamente vermelhos: todos os clientes da sorveteria estavam olhando para eles. Yuki resolveu pagar a conta e ir embora com Machi; aquele episódio fora embaraçoso demais.

Chegando em casa, Machi apresentou o mais novo vocalista da “Hyaku Monogatari” para Kakeru, que, apesar das caras e bocas, aceitou de bom grado.

uma semana depois

- Dentro de dez minutos começaremos o festival. Bandas apressem-se.

- Vamos, gente! DEZ MINUTOS, SABEM O QUE É ISSO? – um furioso Naohito berrava na quadra do colégio.

- Eu ainda não decorei a letra... – um desanimado Yuki tentava se explicar. Era uma letra muito significativa, não dava para decorar tão rápido.

- Que tal a gente só tocar covers? Pelo menos isso o Yuki deve ter decorado – Uotani sugeria num tom de preocupação. Em dez minutos não dava para decorar a letra. Por que Kakeru resolveu escrever algo tão... Complexo?

- Se a gente só tocar covers, a gente já era. – Naohito dizia de forma óbvia. Nem o tão esperado “Akihabara Dreamers” iria tocar uma música própria. Eles iriam fazer covers de Bodyrox e Infected Mushroom – talvez esse fosse o motivo pelo qual eles não iriam tocar suas próprias composições. Talvez se eles tocassem músicas próprias, o “Hyaku Monogatari” tivesse uma chance.

- Muito boa tarde, senhores! – era a voz fina e a silhueta cheia de babados de Tohru – Apenas vim lhes dizer que serão os penúltimos a se apresentar. Portanto, preparem-se, sim?

- Ah, sim, muito obrigado Honda-san! – Naohito tentava sorrir para não demonstrar a preocupação e o nervosismo, o que só deixou esses dois elementos mais iminentes na face do garoto.

- Valeu, Tohru! – Uotani agradecia sorridente ao montinho de renda que se afastava deles.

- DEZ MINUTOS!

- Naohito... – Yuki interrompia o discurso do tecladista – na verdade temos uma hora e meia para ensaiar. Sabe, Naohito, se há 35 bandas e nós somos a 34ª a tocar, vai demorar um pouquinho, não acha?

Naohito fechou a cara, mas logo se animou. Começaram a ensaiar a nova música; não era muito comprida, mas era completamente em inglês e cheia de frases de duplo sentido tradutório.

- Tá, a primeira parte eu já decorei. Qual é mesmo a segunda?

- “I’m crazy because the life don’t give me reasons for to be normal. And I’m different ‘cause you’re all the same… Originality. Individuality. That is the ways that I follow…” – Kakeru passava a letra da música para Yuki. Falava sobre sua personalidade e como as pessoas a consideravam. – “Dirty soul. Delinquent boy. But this is me, yeah? The life is mine, right? So, take care from your life that I stay on my way!”

O tempo foi passando e finalmente yuki havia conseguido decorar a letra – e havia gostado muito dela – embora mal sabia ele que Kakeru havia escrito aquela música especialmente para ele.

Até que chegou a tão esperada hora em que eles iriam tocar. Quando chegaram ao palco, ninguém acreditava no que via: por qual insanidade Kakeru e Yuki estariam tocando na mesma banda?

Faltava pouco para eles começarem a tocar, ninguém entendia como aqueles dois tocavam juntos e Naohito estava mais nervoso que o estreante Yuki. A música TINHA que dar certo. Se não, o prêmio já era...



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Malz a demora e a sumida.
Mas agora tah aqui

;*


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