História Entre Mundos - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Tags Chara, Dimensões, Frisk
Exibições 1
Palavras 813
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 2 - Além das ruas, há apenas ruínas


Fanfic / Fanfiction Entre Mundos - Capítulo 2 - Além das ruas, há apenas ruínas

Toriel emitia uma certa sede de sangue, sem contar que seus ataques estavam mais precisos como nunca. Ela não hesitava e o seu único objetivo era matar.

Chara sentiu-se ansiosa junto com Frisk, para elas, desviar daqueles ataques não eram fáceis, vários deles acertaram suas pernas e braços, mas haviam um padrão neles que se fossem descobertos, daria para achar o ponto fraco da Toriel e mata-la...

*Agir/ Conversar.

"Ah, claro, claro... O que eu tava esperando mesmo?"

- Por que você está me atacando? Mãe, você não é assim!

A defesa e o ataque da Toriel cairam, aparentemente, Frisk acertou uma ferida incurável, que (provavelmente) está presente em todas as dimensões.

- Não. Me. Chame. Assim.

*Agir/Conversar.

- Por quê? Eu pensei que éramos uma família... - não era mais uma estratégia fazer a Toriel voltar a sua sanidade,  era um dever

Por um breve momento, Toriel conseguiu pensar em Asriel e em seguida um ódio foi tomado pelo seu corpo. Estava bem ali, um filhote de humano, sua raça matou Asriel, aquela raça maldita tirou a liberdade dos monstros de ver o céu estrelado, respirar o ar fresco e, acima de tudo, nos tirou a possibilidade de  viver.

Um silêncio foi tomado, logo após uns segundos, os ataques retornaram, só que desta vez, Frisk não se desviou de nenhum, aceitou todos de uma vez, até que sua barra de vida estava apenas  |01/20|.

*Poupar.

"Oh.. merda, essa menina é MUITO burra! Se ela apenas me ouvisse!"

Os ataques de Toriel já estavam prontos e mirados exatamente onde estava Frisk, todos estavam tensos demais para respirar direito mas, mesmo assim, a criança sorriu e rapidamente, todos os ataques incontáveis, que iriam acerta-la desviaram descaradamente.

A batalha foi finalizada.

- A sua alma deve ser fraca demais, não conseguiria nem matar um Froggit... - suspirou.

"Você que pensa, a fracote aí matou todos até a chegada do Sans, então ela resetou..."

- Por que as runas estão assim? - perguntou seguindo-a até sua casa.

- Elas sempre foram assim... mas as flores já foram mais vivas... - ela riu.

Imediatamente, Frisk se lembrou de Flowey, ficou triste por um momento mas tentou esquece-lo.
A casa de Toriel também havia mudado, os móveis estavam com tonalidades escuras e as flores foram substituídas por lanças super afiadas, os espelhos estavam quebrados e a cozinha... continuava a mesma.

- Criança, quero que saiba que você me seguiu porque quis... Não cuidarei de você um segundo sequer.

Frisk mostrou que entendeu com um gesto com a cabeça.

- Mas você... come torta de minhocas?

No começo ela não comia, mas quando foi pega desprevenida passou a gostar.

- Sim!

Toriel foi fazer a torta, mas antes mostrou o quarto que Frisk dormiria. Ele estava cheio de brinquedos perigosos (como uma  mini guilhotina de brinquedo) e o desenho do cobertor da cama eram caveiras pretas com um fundo branco. Foi aí que veio a possibilidade de esse não ser seu verdadeiro lar.

- Então... hum.. parece que você conseguiu passar por ela.. - Flowey falou meio baixo por trás de Frisk.

Ela se virou surpresa, mas teve que confirmar uma coisa.

- Você sabe... quem eu sou?

Ele não entendeu de primeira, porém tirou sua própria decisão.
- Bem.. eu não costumo ajudar os humanos... só que eu queria tentar salvar apenas um. Eu não te conheço, mas podemos ser amigos a partir de agora?

Ela fechou os olhos - para o desespero de Flowey, que achou que não seria perdoado - e suspirou... ela sabia, não pertencia aquele lugar... aqueles não eram seus amigos verdadeiros.

- Podemos sim! Por favor, me ajude a retornar, herói!

Flowey sorriu, um sorriso que até mesmo Chara havia esquecido.

"Merda..."

- O.K! Agora a gente precisa fugir daquela... assassina...

- Quem?

- Ele vem e me chama assim nas horas vagas só porque as amiguinhas dele não aguentaram meu L.O.V.E - confessou Toriel em tom irônico.

Flowey se enrolou em torno de Frisk para se proteger.

- Você vem e vão... como se... a gente.. - ela parou por um tempo - Se você quer ver sua família, desça as escadas, eu não garanto que vai ficar tudo bem... porque não vai.

Frisk,  Flowey e Chara desceram a escada com um aviso bastante interessante: "Você foi a primeira humana que não odiou a torta de minhocas"

Lá fora estava um congelante, Flowey não parava de tremer. Frisk não estava com tanto frio, já que sempre visitou Papyrus e  Sans na casa deles e ficou várias horas lá. Quando estava prestes a atravessar a ponto, esperava ver a versão que apareceria do Sans ou se ele seria apenas o mesmo preguiçoso de sempre.

- Hey, humano!

Frisk se virou esperando a piada boba de sempre, até porque, era impossível alguém mudar tanto assim.

- Você está pronta para ter um momento ruim?


Notas Finais


Obrigado por ler até o final!


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