História Entre Nós - Capítulo 1


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Categorias Agents of S.H.I.E.L.D., Arrow, Capitão América, Deadpool, Demolidor (Daredevil), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), The Flash
Personagens Anthony "Tony" Stark, Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Claire Temple, Clint Barton, Detetive Joe West, Dr. Bruce Banner (Hulk), Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Felicity Smoak, Grant Ward, James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Janet Van Dyne (Vespa), Jessica Jones (Safira), John Diggle, Laurel Lance, Leo Fitz, Loki, Maria Hill, Matt Murdock, Melinda May, Natasha Romanoff, Nick Fury, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Peter Parker, Phillip Coulson, Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Sara Lance, Scott Lang, Skye, Steve Rogers, Thor, Visão, Wade Willson (Deadpool)
Tags Crossover, Poderes, Revelaçoes, Romance
Exibições 147
Palavras 1.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Super Power, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que vocês gostem dessa história. A ideia simplesmente veio e eu decidi fazer hehe.
PS.: O Peter Parker dessa história é o mais recente, interpretado pelo Tom Holland.
PS².: Os capítulos vão ser maiores, prometo!
Enjoy!

Capítulo 1 - Acordo de Sokovia


Estava em mais um dia normal de aula quando ouvi a explosão. A poeira voou nos meus olhos e nos olhos de todos que estavam perto de mim. Tive sorte por não ser atingida por um dos destroços que caíam. Minha amiga me puxou para baixo, fazendo com que eu me escondesse embaixo da mesa junto com ela. De lá, pude ver o Homem-Aranha lutar com um cara grande.

A luta era violenta e tudo o que eu queria era sair dali, mas estava fascinada pelo modo como ele lutava contra aquele lagarto gigante. Sara me puxou para o lado, me fazendo acordar do transe. Havia um jeito de escapar da sala antes que fôssemos atingidas. Agachadas, fomos até a porta da sala. Houve outra explosão e notei que o lagarto estava caído no chão e que o Homem-Aranha havia sumido. Sem olhar para trás, corri com Sara até o lado de fora da escola.

Lá, finalmente encontramos nosso amigo Peter, que estava com um pouco de sujeira no rosto e alguns machucados. Sara começou a gritar com ele por ele ter desaparecido do nada, mas tudo o que eu pude pensar era em como ele havia conseguido aqueles machucados. Se ele não estava lá dentro, aonde ele estava?

— Tudo bem? — Perguntei, quando Sara parou de brigar com ele. — Você nos assustou, Parker.

— Desculpe — ele olhou para o chão, envergonhado. — Achei que se matasse aula, conseguiria terminar o dever.

— Se o trabalho no Clarim Diário está exigindo tanto de você, talvez você devesse considerar parar — disse, colocando seu cabelo atrás de sua orelha.

As sirenes ao nosso redor estavam nos incomodando, então nós começamos a andar para longe da escola, já que não precisávamos de atendimento médico.

— Sabe que eu não posso — ele suspirou. — Se meu tio estivesse vivo...

Toquei em seu ombro, lhe dando um abraço. Peter Parker era a pessoa mais forte que eu já havia conhecido. Mesmo após a morte dos pais e do tio, ele continuou a viver. E se matava todos os dias para conseguir sustentar a tia e ainda tirar boas notas.

— Vai dar tudo certo, Peter, você vai ver. Pessoas boas sempre recebem coisas boas — disse em seu ouvido, enquanto estávamos abraçados.

[...]

Quando cheguei em casa, tomei meu banho, para tirar toda a sujeira. Minha mãe só iria chegar do plantão amanhã, então a casa era minha para limpar. Assim que o fiz, liguei a televisão para não me sentir sozinha enquanto fazia o dever.

Uma escola foi atacada esta manhã por um lagarto gigante que lutava contra o herói conhecido como Homem-Aranha. Não houve morte, mas três pessoas ficaram gravemente feridas. Mesmo após o Acordo de Sokovia, esses ataques contínuos estão fazendo a ONU reconsiderar o registro — a repórter falava.

Nunca havia entendido o Acordo. Por que registrar super-heróis em um governo totalmente corrupto seria uma boa ideia? Estava na cara desde o começo que as coisas não dariam certo. Nova York estava tão mudada. Com vigilantes em Hell's Kitchen e no Harlem. Super-heróis no Queens. Alienígenas em Manhattan. E os Inumanos em todo o mundo... SHIELD, HIDRA... Nada daquilo realmente fazia sentido.

Tentamos contatar Tony Stark, o Homem de Ferro, para nos dizer sua opinião sobre o resultado do Acordo, mas ele não quis se pronunciar... — desliguei a televisão.

Nunca havia entendido como Tony Stark havia traído seus amigos daquele jeito, os entregando para as autoridades, os transformando em fugitivos... Na verdade, eu não entendia nada que se passava na mente dos super-heróis. De nenhum deles.

Olhei pela janela. Os carros e pessoas andavam pelas calçadas, com um certo medo. Não era para menos, afinal estávamos no Queens. Um dos lugares mais perigosos de NY. Ao longe, pude ver o Homem-Aranha se jogar de um prédio para o outro. Ele sim era um mistério. Uma incógnita. Um quebra-cabeça.

J. J. Jameson Jr., o jornalista do Clarim Diário, o odiava e aquilo estava claro. Mas como alguém podia odiar um símbolo de bondade e pureza. A esperança que ele transpassava era tão grande quanto a do próprio Capitão América. Outro que nunca consegui entender o porquê de o perseguirem. Já havia visto sua estátua com Peter no Brooklyn. Era enorme e majestosa. Inspirava patriotismo. Como alguém como ele poderia ser considerado um criminoso?

[...]

Não havia aula por causa da luta, então Peter e eu aproveitamos o dia para passear um pouco e procurar empregos. Ele já estava de saco cheio do Jameson e eu precisava de dinheiro. Então, como uma boa dupla de melhores amigos, nós dois fomos para a Ilha de Manhattan para distribuir currículos. Eu gostava de passar o dia com Peter. Ele era meu melhor amigo desde a quarta série, então nós nos dávamos bem.

— E como vai a paixão pela Mary Jane? — Perguntei, cutucando ele.

— Ela namora com o Flash Thompson e eu sou tímido demais para puxar uma conversa — ele deu de ombros, colocando café na boca.

— Aquele Thompson é mesmo um idiota de mão cheia — suspirei.

— É, ele é — ele olhou para o chão e então para cima. — Chegamos.

Olhei para o prédio ao qual ele se referia e quase caí para trás. Nem ferrando eu iria entrar naquela droga. Expressei isso para ele e ele deu risada.

— Só vamos entregar currículos, não precisamos trabalhar aí — ele disse começando a entrar. — Além do mais, se algo acontecer, eu te protejo.

— Com esses bracinhos? — Ri, mas me vi obrigada a entrar com ele na Torre dos Vingadores.

O saguão era grande, mas mesmo assim tentamos mostrar confiança. Fomos até a recepção e, após muita resistência, a recepcionista recebeu nossos currículos. Agradeci mentalmente, enquanto voltavamos para a rua, por aquilo ter acabado logo. Foi quando Tony Stark entrou no saguão, seguido de vários repórteres e seguranças. Ele estava tentando se livrar deles quando olhou para nós.

— Garoto! — Ele abriu os braços para Peter, que se retraiu no mesmo instante. — Como vai a sua tia?

Fiquei olhando para Peter, extasiada, enquanto Tony Stark o abraçava. Stark o arrastou até seu elevador particular, me deixando sozinha. Fiquei pensando no que diabos tinha acontecido ali e como meu melhor amigo, Peter Parker, conhecia Tony Stark, o Homem de Ferro.

[...]

Esperei por seis horas. Seis. Horas. Mas Peter não saía de lá. Fiquei estressada quando começou a esfriar. O inverno à noite em Manhattan era rigoroso e a noite estava chegando. Estava com tanto ódio de Peter que podia gritar para todo mundo que ele ainda dormia com um bichinho de pelúcia.

Então, quando a noite caiu, eu fui embora. Não esperaria mais por ele, principalmente porque ele não atendia minhas ligações e não respondia minhas mensagens. Quando cheguei em casa, lá pelas nove da noite, estava morta de cansaço. Então, quando ele finalmente me ligou, lá pelas uma da manhã, eu simplesmente ignorei o telefonema porque não era obrigada a fingir simpatia para alguém que havia simplesmente me abandonado.

[...]

No dia seguinte, assim que me viu, Peter correu para falar comigo. Eu, como uma boa amiga, o ignorei. Ainda estava com muita raiva. Eu não deveria ter passado pelo que havia passado só porque ele precisava falar com o famoso Tony Stark. Tudo bem que o cara era uma lenda, mas mesmo assim, não se abandona melhores amigos daquele jeito.

— Eu sinto muito mesmo — ele disse pela trigésima vez.

— Quer saber, Peter? Algo mudou em você. Sei que a morte de seu tio não tem sido fácil, mas nós costumávamos contar tudo um ao outro e agora você está cheio de segredos — fechei o armário com força. — Desde quando você conhece o Tony Stark?

Eu comecei a andar, mas ele pediu que eu parasse e o acompanhasse. Relutante, o segui até o nosso local secreto na escola. Um lugar tão escondido que quase ninguém sabia da existência. Cruzei os braços, irritada quando ele ficou em silêncio. Abriu sua mochila, pegou algo de dentro e me mostrou.

— Puta merda... — exclamei.

— É, eu sou o Homem-Aranha.


Notas Finais


E então?


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