História Entre o Agora e o Nunca (um conto sasusaku) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Drama, Revelaçoes, Sasusaku
Visualizações 375
Palavras 2.997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ohayo, leitores-chan. Ate que enfim cap novo, não e mesmo?! Eu sei que demorei mais que o normal, mas como minhas aulas voltaram n vou ter mt tempo livre. Mas, enfim, vamos para mais um cap, Hai?

Boa leitura ^^on

Capítulo 9 - Vem comigo?!


Fanfic / Fanfiction Entre o Agora e o Nunca (um conto sasusaku) - Capítulo 9 - Vem comigo?!

AGORA LEMBREI O OUTRO motivo de eu não gostar de refrigerante: me da vontade de fazer xixi. A ideia de ficar presa naquele onibus só com um banheirinho do tamanho de uma caixa de fosforos nos fundos me força a seguir direto para o toalete da rodoviaria. No caminho, jogo no lixo a lata de refrigerante pela metade

Passando reto pelas três primeiras cabines, que estão nojentas, me fecho na quarta e penduro minha bolsa e a mala no gancho da porta azul. Espalho uma boa camada de papel higienico sobre a privada para não pegar nenhuma doença; faço o que tenho que fazer rapidinho, e aí vem a parte estrategica. Com um pe apoiado na privada para evitar que ela dê descarga sozinha por causa do sensor, fecho de qualquer jeito o botão do shorts, alcanço a bagagem pendurada no gancho e abro a porta, tudo isso com o pé ainda desajeitadamente levantado atras de mim

E aí pulo rapido para fora da cabine antes que a privada dê descarga

A culpa e dos Myth Busters; fiquei arrasada por meses depois de ver o espisodio que eles provam que a privada realmente borrifa germes invisiveis pra todo lado quando você dá a descarga

As lampadas fluorecentes do banheiro sãp mais fracas que as de fora. Uma delas pisca acima de mim. Duas aranhas estão escondidas em teias cheias de bichos mortos no canto da parede

Fede aqui dentro. Paro diante de um espelho, procuro um lugar seco no balcão da pia para apoiar as bagagens e lavo as mãos. Maravilha, não tem toalhas de papel. O unico jeito de secar as mãos e com aquele soprador nojento pendurado na parede, que nunca seca nada, so espalha a agua pra todo o lado. Começo a esfregar as mão no shorts, mas aperto o botão prateado do secador e ele desperta com um rugido. Eu me enconlho. Odeio aquele barulho

Enquanto finjo que estou secando as mão (porque sei que no final vou enxugar no shorts mesmo), uma sombra se move atras de mim e chama minha atenção nos espelhos. Eu me viro e ao mesmo tempo o secador se desliga, enchendo o banheiro de silencio novamente

Um homem esta na porta do banheiro, olhando para mim

Meu coração dispara e minha garganta seca

- Aqui é o banheiro feminino

Olho para as minhas bagagens no balcão. Tenho alguma arma? Sim, eu trouxe pelo menos um canivete, mas ele não vai me ajudar muito a alguns metros de mim, fechado dentro de um saquinho

- Desculpa, achei que fosse o masculino

Tá, desculpas aceitas, agora cai fora daqui, onegai

O homem, usando tenis sujos e velhos e um jeans desbotado com manchas de tinta, fica parado ali. Isso não é bom. Se ele tivesse mesmo entrado aqui por engano, com certeza ia parecer mais constrangido e ja teria botado o rabo entre as pernas e saido

Marcho ate minhas coisas no balcão e noto com o canto do olho que ele dá mais alguns passos na minha direção

- Eu... não queria te assustar - ele diz

Abro minha mala e procuro o canivete, enquanto tento ao mesmo tempo ficar de olho nele

- Eu te vi no onibus - ele fala, e continua a se aproximar - Meu nome é Sora

Eu me viro para encara-lo

- Olha, você não deveria estar aqui. Não e bem o lugar certo para conversar; sugiro que você saia. Agora - Finalmente sinto o cabo do canivete e o empunho, mantendo a mão escondida dentro da mala. Meu dedo aperta a pecinha de metal que abre a lamina. Eu a ouço abri e travar no lugar

O homem para a uns 2 metros de mim e sorri. Seu cabelo preto azulado é seboso e penteado para tras. Sim, agora lembrei; ele veio nos mesmo onibus que eu desde o Vale das Nuvens e dos Relampagos

Meu Kami, ele estava me olhando esse tempo todo?

Puxo o canivete de dentro da mala e o seguro erguido, pronta para usa-lo e mostrar para ele que não vou hesitar

Ele apenas sorri. Isso me assusta tambem

Meu coração esta ricocheteando nas costelas

- Sai de perto de mim - aviso, cerrando os dentes - Juro por Kami que vou te sangrar feito um porco

- Não cou te machucar - ele responde, se aproximando ainda mais - Eu vou te pagar uma grana preta pra você chupar meu pau. So quero isso. Você vai sair desse banheiro uns quinhetos dolares mais rica, e eu vou tirar essa ideia da minha cabeça. Nos dois vamos sair ganhando

Antes que eu tenha tempo para reagir, ele segura o meu pulso e tira o canivete de minha mão, jogando-o longe. Ele segura minha cintura e começa tentar tirar meu shorts. Começo a gritar a plenos pulmões, quando de repente outra sombra escira me chama a atenção. Sasuke pula em cima do homem, jogando o corpo dele uns dois metros longe de mim. As costas do homem batem num dos espelhos. O vidro se parte e estilhaços chovem para todo lado. Eu salto para tras e dou um gritinho, esbarrando no secador e acordando-o novamente. Vejo o canivete no chão a mais ou menos um metro de distancia, mas agora estou apavorada demais para me mexer e pega-lo

Sangue pinga do que sobrou do espelho quando Sasuke levanta o homem de cima do balcão, puxando-o pela camisa. Ele põe a outra mão para tras e enterra o punho no rosto do homem. Ouço o barulho nojento de cartiagem esmigalhando e o sangue jorra do nariz dele. Mais e mais uma vez, Sasuke faz chover socos na cabeça dele, um golpe sangrento apos o outro, ate que o homem não consegue mais mante-la erguida e ela começa a dançar feito bebada pelos seus ombros. Mas Sasuke não para, segurando o homem pelos ombros com as duas mãos, tirando seus pes do chão e batendo suas costas duas vezes na parede azulegada

Ele o nocauteia completamente

Sasuke solta o corpo do homem, que desaaba no chão.  ouço a cabeça dele bater no piso. Sasuke fica de pe perto dele, talvez esperando para ver se ele vai se levantar de novo, mas há algo pertubadoramente indomado na sua postura e na expressão enfurecida com que olha o homem desacordado

Mal posso respirar, mas consigo dizer:

- Sasuke? Você ta bem?

- Que? - Sasuke balança a cabeça e seus olhos se estreitam sobre rugas incredulas. Ele se aproxima - Se eu to bem? Que pergunta e essa - Ele aperta meus antebraços e me olha intensamente nos olhos - Você ta bem?

Tento virar a cabeça, porque a intensidade do seu olhar e avassaladora, mas ele segue meu movimentos e me sacode uma vez para me forçar a olha-lo

- Tô... tô bem - digo finalmente -, graças a você

Sasuke me puxa para seu peito rijo como pedra e aperta os braços nas minhas costas, praticamente me matando esmagada. Quando ele me afasta da um leve beijo em minha testa

- A gente precisa chamar a policia - ele diz, se afastando

Balanço a caebça e ele me puxa pela mão para fora do banheiro e pelo corredor cinza e sombrio

Quando a policia chega, o homem ja desapareceu

Sasuke e eu concluimos que ele deve ter saido de fininho depois que fomos embora. Deve ter fugido pelos fundos enquando Sasuke estava ao telefone. Nos o descrevemos para os policiais e damos nossos depoimentos. Eles parabenizam Sasuke - sem muito entusiasmo - por intervir, mas ele parece querer parar logo de falar com eles

Meu novo onibus para o País da Geada partiu há dez minutos, portando, estou presa em Hacho de novo

- Pensei que você ia para Konoha - Sasuke diz

Deixei escapar que meu "onibus pro País da Geada" foi embora sem mim

Mordo de leve a parte de dentro do labio inferior e cruzo as pernas. Estamos sentados perto da entrada, dentro da rodoviaria, olhando pelas vidraças altas o vaivem dos passageiros

- Bom, agora to indo pro Paiś da Geada - é tudo que digo, mesmo sabendo que fui "pega no flagra" e tendo a sensação de que muito em breve vou acabar contando parte da verdade - Você não foi embora de taxi? - digo, tentando fugir do assunto

- Fui - ele diz -, mas não começa a falar de mim, Sakura. Por que você não ta mais indo para Konoha?

Eu suspiro. Sei que ele não vai parar de perguntar ate me fazer falar, poi isso jogo a toalha

- Na verdade, não tenho irmã em Konoha - admito - So to viajando. Nada alem disso, serio

Eu o ouço soltar um suspiro irritado

- Sempre tem alguma coisa a mais... Você ta fugindo de casa?

Finalmente olho para ele

- Não, não to fugindo, ao menos não no sentido de fugir ilegalmente

- Em que sentido, então?

Dou de ombros

- Eu só precisava sair de casa por uns tempos

- Então fugiu de casa?

Expiro bruscamente e olho em seus olhos negros e intensos, que parecem penetrar o fundo da minha alma em busca de respostas

- Não fugi de casa, so precisava sair de casa

- E ai você tomou um onibus sozinha?

- É - Estou ficando irritada com o interrogatorio

- Vai precisar me contar mais do que isso - ele afirma, resoluto

- Olha, to mais agradecida do que você pode imaginar pelo o que você fez. Mas acho que me salvar não te da o direito de saber da minha vida

Um leve ar de insulto toma sutilmente o sue semblante

Me sinto culpada na hora, mas é verdade: não sou obrigada a contar nada para ele

Ele desiste e olha para a frente, apoiando um tornozelo sobre o joelho

- Vi aquele pedaço de merda olhando para você desde que subi no onibus em Shimo - ele revela, obtendo toda a minha atenção - Você não viu, mas eu vi, por isso comecei a vigiar o cara - Ele aindaa não me encarou de novo, mas estou olhando fixamente o seu perfil enquanto ele explica - Vi o sujeito pegar um taxi e ir embra antes de mim, e so entaão achei que podia deixar vpcê aqui sozinha. Mas a caminho do hospital, tive um mau pressentimento. Falei pro taxista me deixar num restaurante e fui comer. Mas não consegui tirar aquilo da cabeça

- Perai - interrompi -, você não foi pro hospital?

Ele olha para mim

- Não, eu sabia que se fosse para lá... - ele desvia o olhar novamente -... não ia conseguir prestar atenção no mau pressentimento que eu tava tendo enquanto meu visse meu pai morrendo

Eu entendo e não digo nada

- Então fui pra casa do meu pai, peguei o carro dele, dei umas voltas, e quando não consegui aguentar mais, voltei pra ca. Estacionei do outro lado da rua, esperei um pouco e não deu outra, um taxi parou e deixou o cara aqui de novo

- Por que você não entrou, em vez de ficar esperando no carro?

Ele olha para baixo

- Não quis te assustar

- Por que isso ia me assustar? - Percebo que estou sorrindo um pouco

Sasuke me olha nos olhos e vejo aquela expressão bricalhona e metida a esperta começando a tomar conta do seu rosto novamente

Ele vira as duas mão de palmas para cima

- Hum, um desconhecido que você conheceu no onibus volta horas depois pra ficar sentado do teu lado? - Suas sobrancelhas se enrugam na testa - Quase tão sinistro quando o sr. Chupa-meu-pau-por-quinhetos-dolares, não acha?

Eu rio

- Não, acho que é bem diferente

Ele tenta disfarçar o sorriso, mas desiste

- O que você vai fazer, Sakura? - Seu rosto fica serio de novo e eu tambem para de sorrir

Balanço a cabeça

- Não sei; acho que vou esperar aqui ate o proximo onibus pro País da Geada chegar, e ai eu vou pro País da Geada

- Por que o País da Geada?

- Por que não?

- Dá pra falar serio?

Eu bato as mãos nas minhas coxas

- Porque eu não vou voltar para casa ainda!

O fato de eu gritar com ele não o abala

- Por que ainda não quer voltar pra casa? - ele pergunta calma e metodicamente - Melhor desembuchar de uma vez, porque eu não cou te deixar sozinha nesta rodoviaria, especialmente depois do que aconteceu

Cruzo os braços com força no peito e fico olhando para a frente

- Bom, então acho que você vai ficar sentado ai bastante tempo, ate eu tomar o onibus

- Não. Isso inscluo não deixar você tomar mais nenhum onibus sozinha pra canto nenhum. País da Geada, Konoha ou o caralho que o parta. Lugar nehum. E perigoso e posso ver que você é inteligente, então nos vamos fazer o seguinte...

Pisco algumas vezes, atordoada por sua repentina arrogancia autoritaria

Ele continua:

- Vou esperar com você aqui ate amanha de manha. Isso vai te dar bastante tempo para decidir se prefere me deixar pagar sua passagem de avião pra casa ou pedir para alguem tomar um avião pra ca e vir te buscar. Você escolhe

Eu o olho como se ele fosse louco

SEus olhos me respondem: Sim, nunca falei tão serio

- Eu não vou voltar pra Kumo

Sasuke se levanta vruscamente e fica de pe na minha frente

- Ta, então eu vou com você

Eu pisco, olhando para seus olhois onix intensos; suas maçãs dos rosto perfeitamente esculpidas parecem mais pronunciadas, vistas por esse angulo. o que deixa seu olhar ainda mais feroz. Sinto um calafrio correr pela minha bariga

- Isso é loucura - Rio, mas sei que ele esta falando serio, e digo com severidade: - E o seu pai?

Sasuke cerra os dentes e a intensidade dos seus olhos se trona mais desesperada

Ele começa desciar o olhar, mas uma ideia o taz de volta

- Então vem comigo

Que? Sem chance...

Ele parec mais esperançoso do que determinado, agora. Volta a se sentar do meu lado no banco de platico azul

- Vamos ficar aqui mesmo ate amanha de manha - ele continua - Porque é claro que você não vai sair da rodoviaria com um estranho despois de escurecer. Certo? 

Ele vira o queixo, me olha de lado interrogativamente

- Não, não vou - digo, embora sinta que posso realmente confiar nele; ele me salvou de ser estrupada, meu Kami! E nada nele me da os mesmo medos que senti quando Sai fez praticamente a mesma coisa. Não, Sai tinha algo mais sombrio nos olhos quando me olhava, naquela noite no teto do galpão. Nos olhos de Sasuke, so vejo preocupação

Mesmo assim, não vou sair da rodoviaria com ele agora

- Boa resposta - ele diz, aparentementre contentepor eu ser tão "inteligente" quanto ele esperava - Vamos esperar amanhecer. e so pra você ficar mais tranquila, vou chamar um taxi pra levar a gente pro hospital, em vez de esperar que você entre no meu carro

Balanço a cabeça, feliz por ele ter pensado nisso. Não vou dizer que eu ainda não tinha pllanejado essa parte. Tipo, ja confio nele, mas e como se ele quisesse ter certeza que não confio, como se estivesse me ensinando uma lição de forma discreta e indireta

Fico ate envergonhada em admitir que ele precisa "me ensinar" essas coisas

- E depois do hospital, vamos voltar de taxi pra ca, e pra onde você quiser ir, eu vou com você

Ele estende a mão

- Combinado?

Penso um momento em tudo, confusa, mas ao mesmo tempo completamente fascinada com ele. Balanço a cabeça, relutante primeiro, depois de novo, com mais segurança

- Combinado - digo, e aperto a mão dele

Sinceramente, não sei se concordo com tudo. Por que ele esta fazendo isso? Não tem que cuidar da propria vida? Com certeza ele não dever ter tantos problemas em casa quanto eu

Isso e loucura! Quem e esse cara?

Ficamos sentados juntos por varias horas ali mesmo na rodoviaria, falando de coisas nada importantes, mas eu adoro cada segundo das nossas conversas. Sobre como eu cedi e tomei um refrigerante, e como foi por causa do refrigerante que acabei indo parar no banheiro com o cara - ele ri e diz que eu tenho bexiga fraca, so isso. Fofocamos discretamente sobre os passageiros que vem e vão; os esquisitos e aqueles que estão com cara de mortos, como se estivessem viajando de onibus ha uma semana sem conseguir dormir. E falamos mais um pouco sobre rock classico, mas a discussão continua no memso impasse de quando tocamos no assunto pela primeira vez no onibus

Ele praticamente morreu quando falei que prefiro ouvir Pink em vez de Rolling Stones, sempre. Tipo, acho que literalmente o feri. Ele pos aquela mão enorme no coração, jogou a cabeça para tras, arrasado, e tudo o mais. Foi muito dramatico. E engraçado. Tentei não rir, mas era dificil me segurar, com ele fazendo aquela expressão endurecida, exagerada e preticamente sorrindo tambem

E quando iamos sair, depois que amanheceu, parei para olha-lo um momento. Uma brisa leve agitava o seu cabelo negro e um pouco longo. Ele inclinou a cabeça para o lado, sorrindo para mim e me chamando para o taxi

- Você vem comigo, não vem?

Sorri calorosamente paar ele e fiz que sim com a cabeça

- Claro - Segurei sua mão e me sentei com ele no banco de tras

Enquanto olhava Sasuke, eu percebi que não sorria nem ria tanto assim desde a morte do Sasori. Nem mesmo Ino conseguia me deixar genuinamente alegre, e ela se esforçava muito. Minha amiga fazia de tudo para me ajudar a sair da depressão, mas nenhuma das tentativas dela chegou perto dos resultados que Sasuke alcançou em tão pouco tempo, e sem querer.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado
Comentem!

Mata Kondo ^^


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