História Entre o amor & a vingança - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Anahí, Cristiano Ronaldo, Gareth Bale, James Rodríguez, Marcelo Vieira
Personagens Cristiano Ronaldo
Tags Ação, Álcool, Anahi Portilla, Cr7, Cristiano Ronaldo, Drama, Suspense, Tiro
Visualizações 111
Palavras 2.669
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Famí­lia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei😁😁

Capítulo 7 - Dívidida


Fanfic / Fanfiction Entre o amor & a vingança - Capítulo 7 - Dívidida

Pov. Cristiano Ronaldo


Tomo um banho rápido e visto a minha calça moletom, deito na cama e começo a ler o livro orgulho e preconceito. Eu preciso tirar da mente aquela caipira, aposto que nunca teve uma foda boa.  Garota mas estranha, estávamos curtindo um ao outro, e de repente ela vem ter uma crise de consciência.


Meu celular toca me trazendo de volta a realidade, era ligação do meu pai. Eu ia rejeitar a sua chamada, mas poderia ser algo importante.


Ligação on


_ Alô! _ falo tranquilo.


_ Que merda que tu vez Cristiano? _ questiona severo.


_ Do que o senhor está falando? _ indago impaciente.


_ Tem fotos em todos os sites de você agredindo um rapaz na boate _ sua voz estava alterada _ Você é um irresponsável! É assim que pretende ser o novo presidente da empresa? 


_ Não admito que o senhor fale assim comigo. _ revido irritado me sentando na cama _ Eu só salvei uma garota que estava sendo assediada na boate por um drogado. Qual o problema?


_ Que deixasse ela morrendo lá! Eu não quero o nome da minha empresa jogado na lama por causa da sua negligência _ meu pai Carlos fala enfurecido. _  Preserve a sua imagem, você é filho de um grande executivo e não de um zelador de prédio.


Odeio meu pai e as suas cobranças em querer me tornar um filho perfeito.


_ Eu não iria deixar a garota lá, e sinceramente faria tudo de novo. Mesmo que o senhor me ache fraco e irresponsável _  retruco furioso.  _ Tenha uma boa noite.


_ Cristiano você não....


Desligo na cara dele, não suporto essa obsessão exagerada em ser o melhor executivo do mundo.


  Ligação off


Ainda estou sem acreditar que a caipira chata e petulante está em meu apartamento. A vida é mesmo surpreendente nós se odeia, mas o destino sempre arruma um jeito de nos atormentar. Volto a lê o meu livro para ver se paro de pensar na minha quase transa com Anahí. Já era 2:30 da manhã quando o meu celular toca avisando que tem uma notificação de mensagem no whatsapp.


" Cristiano, você poderia me passar o endereço da casa do Marcelo? A Any até agora não voltou para casa _ Maitê" 


Digito a mensagem e envio a resposta:


" Não vai ser necessário,  Any está comigo. Amanhã ela te explica tudo". 


Sorri ao ler a resposta dela:


"  Ok! Juízo vocês dois, hein! Até amanhã . Ah! Não esqueça de usar a camisinha.  - Maitê "


Eu estou quase pegando no sono quando ouço um grito desesperado vindo na direção do quarto da Anahí.


_ NÃO! POR FAVOR NÃO FAÇA ISSO COMIGO _ ela grita angustiada.


Corro para o seu quarto que fica do lado ao meu, abrio a porta rapidamente e entro. Esta tudo escuro e ela grita desesperada:


_ ME DEIXA EM PAZ!


Acendo a luz do quarto, Anahí se debatia na cama, estar com o rosto suado e chorando de medo. Ela esta tendo um pesadelo ruim, me sento na cama e seguro firme os seus  braços.


_ Anahí! Acorda é só um pesadelo! _ falo sério. 


Ela acorda assustada sem saber direito o que tinha acontecido. Os seus olhos azuis estão amedrontados, e a feição muito pálida.


_ Foi horrível! _ ela me abraça chorando. _ Eu sonhei com aquele bandido da boate.


_ Foi só um pesadelo, não é real _ respondo mais calmo ao sentir o seu corpo relaxando.


_ Mas parecia tão real, ele me dizia que ia me matar após abusar de mim _ conta aflita.


_ Ninguém vai te fazer mal _ falo sério segurando o seu rosto com minhas mãos. _ Eu vou cuidar de você.


Any estar tão frágil que aperta o meu coração, encaro aqueles olhos azuis sem vida, sem brilho e sem cor. E a culpa é daquele desgraçado. Eu deveria ter matado aquele infeliz.


_ Cristiano...


_ Me chame de Cris _ sorri de canto enxugando as suas lágrimas _ Não quero te vê chorando por causa daquele filho da puta.


_ Eu tenho medo dele tentar outra vez _ ela diz medrosa.


_ Ei, Any! Não pense bobagens _ falo sério acariciando o seu rosto. _ Ninguém vai te machucar, eu prometo.


Eu não queria ver aqueles olhos azuis tristes, cheios de medo e pavor. 


_ Me sinto tão sozinha _ Any me fita intensamente.


Estávamos muito próximos, Anahí pode até ser marrenta, petulante e entre outras coisas. Mas também, tem um lado frágil e sensível. E essa outra Anahí me dá vontade de cuidar, de beijar e até mesmo de me apaixonar.


Minha mão esquerda ainda acaricia o seu rosto, e a cada segundo vou diminuindo a distância das nossas bocas. Toquei levemente os seus lábios com os meus, ela acaricia os meus braços quando peço passagem com a língua. Any retribui o beijo sem reclamar, seu  beijo calmo e cheio de carinho me faz suspira de desejo. Eu só queria apagar da sua memória as lembranças ruins, exploro cada pedacinho da sua boca, sentindo o seu gosto doce e inebriante. Abraço a sua cintura fina, eu necessitava sentir o seu calor quente em minha pele. Any timidamente acaricia as minhas costas, deito o meu corpo sobre o dela e aprofundo o nosso beijo sentindo o prazer nos dominar nessa atração forte.


Com muita relutância da minha parte tive que me afastar do seu corpo, antes que eu a fizesse minha ali mesmo em sua cama. A garota estar traumatizada, eu não quero assustá-la e nem me aproveitar desse momento dr fragilidade para seduzi-lá. Talvez seja esse o motivo dela ter me parado na cozinha.


Paro de beijar os seus lábios carnudos, e encaro os seus olhos confusos.  A minha testa estar colada na sua, e o meu corpo sobre o seu. Era tão bom sentir as suas mãos delicadas me tocando.


_ Você está bem? _ pergunto atencioso.


_ Estou! _ responde mais calma.


_ Ótimo! Eu vou para o meu quarto. _ falo tranquilo me levantando.


_ Cris! Fica aqui comigo _ Any me puxa de volta pra cama _ Eu não quero ficar sozinha nessa cama.


_ Tem certeza? _ indago confuso.


_ Tenho! _ diz calma.


Me deito de barriga pra cima no colchão e puxo o seu corpo para perto do meu. Ela encosta a sua cabeça em meu peito, faço um cafuné em seus cabelos loiros.


_ Sua mão está melhor? _ pergunto preocupado.


_ Está! Já não me incomoda mais _ fala meio sonolenta. 


Depois de alguns minutos Any dorme em meus braços e em seguida acabo dormindo também.


         (...)


Eu não estou acostumado a dormir na mesma cama de uma mulher à muito tempo. Normalmente depois da transa cada um segue o seu caminho. Odeio fazer joguinhos de sedução, só bem objetivo e direto se quero apenas uma noite de sexo é isso que direi. Se a mulher aceitar perfeito, senão fazer o que? Nem tudo que queremos a vida nos dá.


Me levanto com muito cuidado para não acordá-la, não sei como, mas dormimos de conchinha. E mais uma vez eu pensei em sexo, eu já ostentava uma ereção matinal e Anahí com essa bunda empinada bem próximo de mim, deixou a minha imaginação pervertida fluindo. Cubro o seu corpo com o edredom e saio do quarto dela, entro no meu vou para  a minha hidromassagem  relaxar um pouco. Os meus pensamentos estão bagunçados uma hora eu quero matá-la e outra eu tenho vontade de beijá-la. Mas essa caipira não vai me dominar, eu vou me afastar dessa garota que tem o dom de perturbar a minha paz.


Pov. Maitê Perroni.


William para o seu carro na porta do meu apartamento, passamos a noite juntos  e foi tudo perfeito. Ele é meigo, gentil e educado, a cada dia que se passa mais apaixonada estou por esse homem gentil, educado e romântico.


_ Está  entregue _ William sorrir alegremente pra mim.


_ A noite foi incrível, obrigada por tudo _ digo meio tímida.


_ Teremos mas noites incríveis como essa, May!  _ diz carinhoso.


William me beija carinhosamente sinto os seus lábios roçando nos meus. Paramos o beijo quando o ar nos faltou, respiro fundo tentando recuperar o fôlego.


_ Eu vou ter que ir. _ diz frustado _ O trabalho me espera.


_ Vou morrer de saudades  _ fiz cara de carente.


_ Eu também sentirei a sua falta _ diz carinhoso.


_ Se comporte Dr. William, estou de olho em você viu? _ falo enciumada e ele gargalha.


Já percebo olhares descarados das suas funcionárias  cobiçando o meu namorado.


_ Eu só tenho olhos pra você minha morena ciumenta. _ William me beija rápido e depois de nos despedimos, eu entro no meu apartamento.


Estou radiante e feliz, até ver a Cibele no sofá me olhando de cara feia.


_ Anahí não dormiu aqui _ fala de mau humor.


_ Sério! Que você está aí sentada esperando por ela? _ gargalho alto. 


_ Era para ela vim contigo, por que não veio? _ questiona curiosa.


_ Eu diria que não é da sua conta, mas já que você quer saber ela está com o Cristiano Ronaldo _ faleii maliciosa vendo a sua cara enfurecida.


_ Quê? Aquela vagabunda está com o meu Cristiano? _ fala furiosa.


_ Em primeiro lugar ele nunca foi seu, então menos Cibele, porque você não está com essa moral toda. _ falo debochada _ Agora me dá licença que eu vou dormir.


_ Droga! Eu vou matar a Anahí _ ela resmunga irritada.


Coitada! Pelo pouco que sei do Cristiano, ele odeia mulheres pegajosas em seu pé. E óbvio, que estou torcendo para a Anahi e ele ficarem juntos.


Pov. Anahí Portila



Me levanto sentindo falta do calor quente do Cristiano, fico triste por ter acordado sem ele na minha cama. O que está acontecendo comigo? Eu não posso me apaixonar por esse idiota! Eu preciso me infiltrar na empresa do Carlos Aveiro, e pensando bem: talvez usar o seu filho como escada não será nada mal.


Como eu não pensei nisso antes?


Cristiano Ronaldo é a chave para me aproximar de toda a sua família e descobrir os segredos do seu pai.Vou ao banheiro faço as minhas higienes matinais e volto ao quarto. Alguém bate na porta.


_ Posso entrar? _ Cristiano pergunta antes de invadir o meu quarto.


_ Pode!


Ele me fita dos pés a cabeça, eu tinha acabado de tomar banho e estava só de toalha. Pelo visto não vai ser difícil conquistá-lo, os seus olhos castanhos estão fixos em minhas coxas.


_ São para mim? _ perguntei ao ver uma bolsa da Chanel nas suas mãos.


_ Ah!  sim _ ele fala com a sua voz naturalmente rouca.


Cristiano me entrega sacola os nossos dedos se tocam, sinto um choque elétrico percorrendo por todo o meu corpo.


_ Mandei comprar uma roupa para você, já que as suas viraram trapo. _ diz meio nervoso. _ Espero que você goste.


Ele esta elegante como sempre, mas dessa vez estar trajando um terno social preto, que caia perfeitamente em seu corpo. Abro a sacola e retiro de dentro um vestido branco lindo, composto na frente mas tinha um x atrás que destacaria um pedaço da minha pele. E por fim uma lingerie preta bem sexy, toda rendada.


_ Obrigada! _ sorrir simpática.


_ Agradeça a Estefânia. Foi ela que comprou, eu só entreguei o dinheiro. _ responde sério.


Droga! Pensei que ele tinha escolhido pra mim. E quem é essa tal de Estefânia?


_ Ok!


Percebo que o Cris estar mais distante, por que será? Ele precisa se apaixonar por mim, isso é essencial para os meus planos.


_ Bom, eu vou ter que ir a empresa, mas você pode ficar a vontade. _ diz tranquilo _ Depois que você tomar café, o meu motorista vai te levar em casa.


Maldito! Eu pensei que iria me levar para casa, não vai ser fácil conquistar esse ogro. Vesti a roupa que ele comprou e descir para a sala, Cristiano conversa com alguém pelo telefone. E confesso que ele estar bastante alterado.


_ Eu pago o tratamento dela, não se preocupe... vai dá tudo certo.  _ ele suspira pesadamente antes de desligar o celular.


_ Problemas? _ fingir estar preocupada.


Cris me fita rapidamente e diz:


_ Não é da sua conta.


_ A sua mãe não ensinou a ser educado, não? _ falo irada querendo enforcar esse cretino irresistível.


_ Olha! Eu não estou com paciência para as suas discussões infantis _ fals rústico e eu fico boquiaberta ao vê-lo pegar a sua pasta e ir embora.


Não acredito que ele me chamou de criança. Tomo o meu café na cozinha mesmo, junto a D. Estefânia que descobrir que é a empregada do Cristiano e não a sua amante. Ela é uma senhora de meia idade, é gordinha e tem os cabelos curtos.


_ É impressão minha, ou a senhorita ficou tristinha, porque o Cristiano não ficou aqui contigo? _ indaga curiosa. 


Quê? Eu chateada por causa daquele imbecil, nunca.


_ Não!  _ Falo séria e ela sorri de lado, cortando um pedaço de bolo pra mim.


_ Cristiano é um rapaz muito ocupado, está sempre querendo mostrar para o pai que  está pronto para assumir o seu lugar na presidência. _ ressalta pensativa.


_ Os dois tem uma boa relação? _ pergunto interessada em saber mais sobre essa família.


_ Não! O pai dele é muito rigoroso e sua vida gira em torno do trabalho. Cristiano sempre sofreu com a ausência da figura paterna em casa. _ Estefânia suspira triste _ O pai dele nunca estar por perto quando ele precisa.


Ps: Claro que não estar se ele é um assassino perigoso.


_ Então ele odeia o pai? _ questiono confusa.


_ Não, nada verdade ele é contra certas atitudes dele. _ responde séria _ Ele é mais próximo do seu tio Roger, que aliás não sou muito fã.


_ Por quê? _ indago confusa.


_ Não sei lhe explicar, mas ele me causa calafrios._ ela fala apreensiva. _ Acho ele muito sonso.


Roger? Vou investigar esse cara também.


             (....)


O motorista do Cris me deixa em casa, assim que chego no meu quarto May e Sabrina fazem um bombardeio de perguntas para mim.


_ E aí! Como foi a sua transa com o Cristiano? _ May interpela empolgada.


Me sento ao lado da Sabrina e respondo:


_ Não houve nada _ falo evasiva.


_ Nada? Nenhum beijo? _ Sabrina questiona desapontada.


_ Fala alguma coisa, Any! Não venha me dizer que vocês dois só dormiram, porque eu não acredito _ May diz séria.


Eu não queria falar sobre esse assunto, mas é melhor dizer alguma coisa antes que elas me matem.


_ Nos beijamos na boate. _ falo calma e elas sorriram contente.


_ Por isso aquela Amélia queria te matar _ May gargalha.


_ O que mais aconteceu? Como você foi parar na casa dele? _ Sabrina indaga animada.


_ É Any, porque fiquei sabendo que depois que eu fui embora roubaram a boate e três pessoas morreram. _ May fala séria.


Merda! Eu não quero dizer sobre o meu quase estupro.


_ Quando eles invadiram a boate, eu e o Cristiano já tínhamos ido embora. _ mentir.


_ Hum... já estava apressados, né _ Sabrina sorri. _ Espertinhos.


_ Até roupa nova ela ganhou. _ May diz maliciosa.


_ Vocês são duas devassas. _ sorrir de canto _ Não rolou nada demais, só uns beijos.


_ Vai me dizer que ele não tentou te levar para cama? _ May arquea as sobrancelhas.


_ Bom.... A gente quase transou na cozinha. _ falo pensativa.


_ Por isso está com a mão cortada! _ Sabrina gargalha. _ Vocês estavam fazendo o que, Anahí?


_ Não seja malvada, eu cortei porque o copo escorregou da minha mão....


_ Aí, ele resolveu te ajudar e depois te agarrou.  _ May completa risonha.


_ Foi, só que quando as coisas começaram a esquentar, eu parei.  _ suspiro derrotada.


_ Por quê? Você não estava gostando? _ Sabrina pergunta confusa.


_ Não! Quer dizer eu estava adorando _ falo confusa.


_ Não vai me dizer que você é virgem? _ May interpela confusa.


_ Não! Eu parei a nossa transa, porque ele transou com a Camila na boate. _ resmungo irritada.


_ Eu tinha esquecido desse detalhe. _ May franziu a testa.


_ Então, você vez bem amiga. _ Sabrina me apoia _ Não deixe ele pensar que você é uma qualquer.


_ E quanto a Camila, não se preocupe só mais você. _ May diz simpática.


E assim ficamos conversando de tudo um pouco, antes de irmos para a Universidade.





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