História Entre o amor e o desejo - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha Kanketsu-hen
Exibições 48
Palavras 1.045
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


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Capítulo 12 - Capitulo 12 Jornada


Capitulo 12 – Jornada

 

Sesshoumaru não sabia onde devia procurar, ate uma ideia lhe vim a cabeça, procurar Bokusenou, uma arvore youkai de mais de 2.000 anos de vida, com certeza em toda a sua existência deve ter ouvido falar sobre a Crisântemo da vida eterna e da pedra Safira que tendo precisava para quebrar o selo da Bakusaiga. Bokusenou foi um antigo amigo de InuTaishou, vivia na parte mais profunda de uma floresta. Então Sesshoumaru pode ouvir uma voz ecoar em meio às arvores.

Bokusenou – Sesshoumaru, o que desejas de mim dessa vez? – disse youaki arvore, sergindo com sua face no tronco.

Sesshoumaru – Bokesenou ... quero saber sobre a Crisântemo da vida eterna e de uma pedra chamada safira, você sabe onde elas se encontram?

Bokesenou – a pedra Safira a muitos anos esta perdida – fez uma breve pausa – mas a flor que você procura brota no galho mais alto de meu tronco – viu Sesshoumaru erguer a cabeça mirando o céu na tentativa de ver o fim daquela arvore, mas não fora possível de tão alta que era – Sesshoumaru você já é um youkai que viverá durante centenas de anos, e ainda assim quer ter o poder de uma vida eterna?

Sesshoumaru – não lhe diz respeito o que pretendo fazer com ela – ainda fitando o céu.

Bokesenou – humpf...esta certo, mas antes de ir ate lá busca lá, devo lhe informar que ela tem muitas defesas, a lenda dela é famosa entre os humanos, e já vi muitos deles morrerem atrás dela.

Sesshoumaru – como se eu fosse um humano inútil – respondeu asperamente e voou para a copa da arvora.

O Daiyoukai estava certo que não teria nenhuma dificuldade para colher a flor, alias ele era o temido lorde das terras do Oeste, não havia youkai na terra que compares se a sua força. Mas de fato, a flor era arredia, tinha seus truques, quando mais Sesshoumaru se aproximava da flor, mais galhos iam lha acertando, não que isso fosse um grande problema, mas esses galhos iam soltando grandes quantidades de veneno, que Sesshoumaru acabará inalando, sua vista escurecia, imagens lhe confundia a cabeça. Descansou seus pés num galho da gigantesca arvore, a respiração estava levemente alterada, olhava fixamente um ponto qualquer a sua frente, não havia nada alem de arvores, plantas e flores. Mas o veneno dos galhos lhe fez com que Sesshoumaru delirasse.

O youkai nunca havia experimentado semelhante sensação, sua cabeça girava, e do nada lhe passou momentos de sua longa vida. Imagens de quando era apenas um filhote em treinamento, sempre soube que seria o grande herdeiro do clã Inuyoukai, e sempre fora preparado para isso. Dia e noite de constantes combates para aperfeiçoar seu poderio, as marcas pelo corpo que sumiam rapidamente, a cobrança de todos, ele jamais poderia ser fraco, não poderia falhar, tinha o dever de ser um poderoso Daiyoukai, assim como seu pai era. A imagem do pai se materializou a sua frente, todos lhe respeitavam, seus inimigos lhe temiam, era de enorme poder, mas acabou como um ser fraco, morto por causa de uma humana e um hanyou, seu causará humilhação ao clã. Lá estava Sesshoumaru, vendo mais uma vez seu pai lhe abandonar, era só frito de sua imaginação, causada pelo veneno, mas sim ainda tal lembrança lhe atormentava, seu pai o Daiyoukai mais poderoso do Japão, abandonando aquele que foi gerado e treinado para ser seu sucessor pra proteger um bastardo e sua mãe. Sesshhoumaru deixou escapar de sua garganta um rosnado de fúria, cortou o ar com suas garras como se realmente estivesse algum inimigo a sua frente, e a única coisa que foi cortada foi a sua alucinação. Subiu a arvore tentando chegar ao seu fim com mais fúria. Uma fúria só percebia apenas por uma leve alteração nos olhos, seu rosto ainda demonstrará a mesma tranquilidade de sempre, mas sim, seu coração estava queimando de fúria.

Enfim chegou ao ultimo galho, em sua volta podia ver as outras arvores mais abaixo de si, de fato Bokusenou era de fato a arvore mais alta de toda aquela flores, e no fim dela havia uma singela flor de cor amarela igual ao sol, parecia tão frágil e pequenina, que qualquer um diria que não possuía tal poder que era comentado por ai. Mas uma vez uma borrifada de veneno lhe acertou, cambaleou minimamente, e logo voltou a sua postura, e outra alucinação lhe invadiu a cabeça. Nela havia uma moça de logos cabelos negros, deitada em uma cama com a barriga para baixo, estava rodeada de sangue, era impossível ver seu rosto, Sesshoumaru caminhava lentamente em direção a cama, afim de descobrir quem era aquela jovem, quando mais chegava perto, mais seu coração doía, uma dor que nunca sentiu, uma dor que não saberia explicar. Chegou perto da moça, ao ponto de lhe tocar nos cabelos com uma das mãos, sentiu a macia dos fios negros, e sem mais conseguir espera, virou o rosto da desfalecida na cama, a surpresa lhe tomou de conta quando finalmente viu o rosto da morta. Era ela... sua peuqena Rin, com uma expressão triste em sua face, a dor lhe invadiu o peito mais uma vez, agora mais forte do que nunca, virou o corpo da moça por completo na cama, e pode ver um buraco no peito da menina, analisou o ferimento, foi quando então sentiu algo pulsar em sua mão, seus olhos caíram em direção ao seu membro direito, e lá estava a causa da morte de Rin, o coração dela que antes batia em seu corpo, agora estava ditando o ritmo na mão de Sesshoumaru.

Mas uma lapada de um galho pode ser sentia em seu rosto, graças a esse baque havia acordada de tal macabra alucinação. Vários outros galhos lhe acertavam com voracidade, Sesshoumaru se recompondo, cortou-lhe todos eles com suas garras, assim causando calmaria nas plantas vivas.

Aproximou-se mais da flor, e a colheu, pensou se realmente aquele pequeno ser lhe ajudaria. Pulou majestosamente da copa da arvore, alcançando o chão rapidamente, guardou a flor em uma pequena bolsa escondida em seu kimono, e nem se preocupou em dizer palavras de despedidas para Bokusenou, apenas lhe lançou um breve olhar, que para bons entendedores aquilo já era suficiente. Partirá agora em busca da Safira.

 

Continua...


Notas Finais


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