História Entre o amor e o desejo - Capítulo 13


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Categorias Inuyasha Kanketsu-hen
Exibições 24
Palavras 1.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 13 - Capitulo 13 pressentimento, traidor.


 Capitulo 13 – pressentimento, traidor.

 

Num pacato vilarejo do Japão feudal, onde humanos, youkais e hanyos levavam agora uma vida tranquila. Ainda tinha as guerras humanas, youkais que atacavam humanos, mas efim, para eles já era uma vida boa, após a derrota do vilão tenebroso chamado Naraku.

Realmente a coisa mais agita que tinha eram as constantes brigas de dois determinados casais. Sango, a ex-esterminadora de youkais, e um certo monge pevertido, a miko Kagome e o hanyou Inuyasha.

Kagome estava no quinto mês de gravidez, ela e Inuyasha ainda discordavam sobre o nome da criança, mas estavam muito felizes. Num dia frio de inferno, a miko sentiu algo ruim nascer em seu coração, um pressentimento de uma tragédia talvez, não sabia ao certo, mas sabia que necessitava descobrir. Ela estava sozinha em sua casa quando tal sensação lhe percorreu corpo. Sua vista escureceu, e apenas a imagem de uma pessoa lhe veio na mente. Tentou se recuperar do mal momentâneo que tivera, saiu em direção ao lado de fora da casa. Encontrou com Shippou brincando com as crianças do vilarejo com a neve que começará a cair, o youkai raposa já era um rapaz crescido, mas ainda adora brincar com as crianças.

Kagome – Shippou-kun, onegai chame Inuyasha depresa – gritando da porta de sua casa nitidamente com a respiração ofegante.

Shippou – o que aconteceu Kagome ? – correu em direção a miko – é alguma coisa com o bebe?.

Kagome – não Shippou, mas vai depressa chamar Inuyasha, depois eu explico – terminou de falar, voltando para dentro da casa enquanto a raposa corria a procura do hanyon.

 

Ele estava treinando com a Tesaiga sozinho no meio da floresta, quando não tinha youkais atacando os vilarejos ele fazia isso para não perder a forma, o hanyon de longos cabelos prateados, olhos âmbar e orelhas de cachorro no topo da cabeça, logo sentiu o cheiro do amigo raposa se aproximando. E logo a voz pode ser ouvida.

Shippou – InuYasha...InuYasha... cadê você ? – gritava entre as arvores.

InuYasha – aqui Shippou – indicando o lugar para que o raposa pudesse encontrar pelo som.

Assim Shippou encontrou InuYasha o mais rápido que pode, apoiou um dos braços numa arvore, tentando recuperar o fôlego para poder falar.

Shippou – Inu...Inu... a...a... ta... ta.... cham.... – não terminava uma única palavra.

InuYsha – fala logo de uma vez seu pirralho – já perdendo a paciência.

Shippou – a... a... Kagome... – não precisou nem continuar a falar, o hanyon assim que ouvir o nome da esposa saiu em disparada ao vilarejo.

Passou como um furacão entre as arvores, parecia que não parava nem para respirar, rapidamente chegou ao seu destino, adentrou como se fosse um príncipe afim de resgatar uma princesa de uma prisão.

Inuyasha – KAGOME..... – gritava – aconteceu alguma coisa? – ajoelhou perto da esposa que estava sentando em seu futon.

Kagome – calma Inuyasha, não é nada comigo ou com o bebe – tentava tranquilizar o marido – mas eu senti alguma coisa, algo de ruim vai acontecer com alguém de quem gostamos muito.

Inuyahsa – quem Kagome – com a face seria – diga logo.

Kagome – a Rin Inuyasha... ela corre perigo – viu o marido adotar uma cara de espanto.

 

#-#

Num reino distante, mais precisamente nas terras do Leste, o youkais Tigre, senhor de toda aquela terra, estava no escritório de seu castelo, tipicamente japonês, com portas de correr, tons em madeira, sentados sobre futons, estava reunidos com mais um youkai, que por sua vez era seu informante de todas as atividades de seu pior inimigo. O nome do imperador das terras do Leste era Takafumi. Era de estupenda beleza de um puro tigre branco.

Takafumi – então quer dizer que Sesshoumaru se ausentou do seu castelo ? – perguntava o imperador a um youkai escondido nas sombras do ambiente.

Youkai – sim senhor, creio que essa é a oportunidade perfeita de atacar o reino – disse o youkai misterioso – mesmo que Sesshoumaru volte, não poderá nos enfrentar, pois não possui o poder de sua katana.

Takafumi – ora..ora... o grande Sesshoumaru deixou que uma fêmea selasse sua katana, mais que patético – soou uma risada maléfica pelo recinto – reúna os saldados, atacaremos amanha, ao anoitecer.

#-#

No castelo das terras do Oeste tudo parecia tranquilo, servas e soldados faziam suas obrigações diárias, Jaken dava ordens como se fosse o imperador, e Rin tinha aulas das mais variadas coisas, se torna uma Hime era de fato difícil. Na verdade suas únicas distrações alem dos estudos, era ler os livros da grande biblioteca do castelo e cuidar do jardim. A humana tinha poucas pessoas para conversar, ou melhor, youkais, e também adorava brincar com os filhotes de An-hu, que já começavam a fazer suas peraltices.

Certo dia estava sentada no jardim, observando a belezas das flores, quando sentiu alguém chegando perto dela.

Kuzuo – bom dia Hime-sama – o general de vestes negras aproximava-se da garota com a expressão seria.

Rin – ah... bom dia general – sorrindo, apesar do youkai lhe causar certo temor – eu raramente vejo o senhor por aqui, fiquei surpresa.

Kusuo – é realmente eu não sou muito de apreciar flores, e alias minha obrigação é lá dentro nas masmorras e não aqui fora – disse o youkai fitando a humana.

Rin – a muitos prisioneiros? – perguntou curiosa.

Kuzuo – não muitos... mas sempre tenho que esta atento.

Rin – entendo... sabe ... faz quase dois meses que Sesshoumaru-sama partiu em viagem – deu uma pequena pausa e um suspiro – ele não me disse o motivo – outro suspiro – o senhor por acaso sabe?.

Kuzuo – sim.

Rin – e poderia me contar – olhos pidões.

Kuzuo – não – curto e grosso.

Rin – fehhh... essa nossa conversa ta muito interessante ne? – um leve tom de deboche.

O general deixou que um leve riso escapasse entre os lábios, fazendo com que a humana risse também.

Rin – as pessoas ficam mais bonitas quando riem – disse Rin agora olhando o horizonte.

Kuzuo – de fato... as pessoas sim, não os youkais.

Rin – não vejo diferença.

Kuzuo – hime-sama esta feliz em viver aqui com todos esses youkais e nenhum humano?

Rin – eu serei feliz aonde Sesshoumaru-sama estiver – suspiro – fiz muitos amigos no vilarejo da Kaede-sama, mas eu sou verdadeiramente feliz ao lado de meu lorde.

Kuzuo – a hime-sama se casaria com um youkai? – o general perguntou vendo a humana corar com tal questão.

Rin – se eu amar ele...sim – admirando as flores do jardim – não importa se é um youkai ou humano, o que importa se amor verdadeiro no coração.

Kuzuo – vocês humanos acreditam no amor – olhando agora para a mesma direção que Rin – muitos youkais poderosos já vieram oferecer suas filhas ao Sesshoumaru-sama, em forma de fazer aliança e ate mesmo ate proteção do lorde.

Ao ouvir tais palavras Rin sentiu o coração doer, ela sabia que Sesshoumaru não acreditava em sentimentos humanos, que ele como senhor das terras do Oeste teria muitas pretendentes, nunca ele consideraria ela como digna de esta ao seu lado como esposa.

Rin – e porque ate hoje ele não aceitou nenhuma dessas ofertas? – tentou parecer fortes.

Kuzuo – muitas dessas ofertas apareceram ainda quando Inutaisho estava vivo e Sesshoumaru-sama era muito novo, depois que o pai dele morreu o lorde só tinha uma coisa na cabeça... superar o pai e então saiu pelo pais em buscar de tal poder, passou muitos anos longe do castelo, só retornando agora... e quem sabe ele agora enfim resolva encontrar uma fêmea adequada.

Mais uma vez sentiu como um punhal fosse cravado em seu peito, o general tinha razão, provavelmente quando Sesshoumaru voltasse da viagem pesaria em arrumar uma companheira, Rin não suportaria tamanha dor se visse isso acontecer.

Rin – o motivo da viagem de Sesshoumaru-sama é muito grave? – perguntou Rin com a voz tremula.

Kuzuo – sim...mas não tenho duvida que Sesshoumaru-sama conseguirá resolver tal problema, e quando tudo terminar ele governará todo o Oeste magnificamente.

Rin – tenho toda certeza que sim – dando um tímido sorriso para o general.

Kuzuo – bom Hime-sama, tenho que voltar aos meus afazeres – o general despediu-se com uma breve reverencia, deixando uma Rin pensativa com seus sentimentos.

                #-#

No vilarejo onde Rin foi criada durante alguns anos, uma pequena discussão era formada entre seis amigos.

Kagome – ora InuYasha eu quero ir – dizia a miko um pouco exaltada.

Sango – eu também – afirmou a bela morena.

InuYasha – kagome você esta esperando um filho meu, então tem que ficar aqui e se cuidar.

Kagome – o filho também é meu sabia? – extremamente furiosa com o comentário do marido.

Miroku – InuYasha tem razão, kagome-sama e Sangozinha vocês tem que ficar e cuidar das crianças.

Sango – ora Miroku fala como se nos só servíssemos para isso – cruzando os braços revoltada.

Kohaku – esta decidido, só vai eu, InuYasha , Miroku e Kirara, shippou fica para ajudar a proteger o vilarejo.

Shippou – certo.

Inuyasha – kagome entenda, é pro bem de nosso filho – com uma voz suave.

Kagome – tudo bem Inu – suspiro – você tem razão.

Kohaku – então vamos logo antes que alguma de ruim aconteça com a Rin-chan – disse por fim o exterminador de youkais com uma expressão preocupada.

Assim então os três homens junto com Kirara partiram em direção as terras do Oeste na esperança de chegarem a tempo de salvar Rin do que pudesse vim acontecer de mal.

 

Continua...


Notas Finais


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