História Entre o amor e o desejo - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha Kanketsu-hen
Exibições 24
Palavras 2.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


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Capítulo 18 - Capitulo 18 - Família


Capitulo 18 - Família

O sol nasceu, Rin passeava no jardim com a filha de Inuyasha e Kagome, a menina era linda, com finos cabelos  negros, pele branca e olhos dourados como os do pai. Inuyasha não saia do lado de Kagome, então Rin quem cuidava da recém nascida enquanto a mãe não acordava. Estava distraída com as flores quando alguém se aproximou.

Sesshoumaru – serás uma ótima mãe – disse calmo.

Rin – não tenho muita certeza sobre isso – respondeu sorrindo.

Sesshoumaru - por quê?

Rin – as mulheres do vilarejo sempre diziam que eu era moleca demais, desastrada demais e distraída, elas achavam que eu seria uma péssima esposa e péssima mãe.

Sesshoumaru – você que ter uma família?

Rin – eu já tenho uma família – olhando para o bebe em seu colo – tenho Inuyasha, Kagome, essa linda menininha – beijou a testa da criança – ah claro tenho o senhor Jaken e Sesshoumaru-sama.

Sesshoumaru – não quer ter crias?

Rin – o senhor estar muito curioso hoje.

Sesshoumaru – os humanos já foram?

Rin – sim, Kohaku e Miroku voltaram com Kirara para o vilarejo.

Sesshoumaru – e a humana de Inuyasha como estar?

Rin – estar melhor.

Sesshoumaru – você estar diferente.

Rin – também me sinto diferente – encarando o seu senhor – me sinto mais segura, mais forte.

Sesshoumaru tocou nos lábios de Rin com os dedos delicadamente, ela apenas olhava surpresa, queria se entregar a boca dele, queria pertencer a ele, e dizer que ela teria filhos apenas com uma pessoa, ou melhor youkai, Sesshoumaru, era o único para quem ela desejaria se entregar. O momento deles foi interrompido pelo choro da pequena nos braços de Rin.

Rin – acho que estar com fome – voltando-se para criança – vou alimenta-la.

Sesshoumaru - ... – apenas confirmou com a cabeça e viu ela se afastar.

#-#

Inuyasha estava ao lado da esposa, olhando cada detalhe dela, vigiando a respiração, ouvindo o coração bater. Fazia carinho no rosto e sempre lhe beijava nos lábios cariosamente.

Para a sua alegria, viu Kagome abrir os olhos lentamente, se acostumando com a claridade do ambiente. Ao olhar para o marido abriu um grande sorriso e sussurrou.

Kagome – Inuyasha!.

Inuyasha – Kagome, que bom que acordou – o sorriso sumiu quando Kagome passou a mão pelo frente.

Kagome – nosso filho, onde estar? Ele ta bem? – perguntou preocupada.

Inuaysha – é nossa filha, e ela estar bem sim, estar com Rin – disse sorrindo.

Kagome – uma menina? – voltando a sorrir.

Inuyasha – sim, e é tão linda quanto você.

Kagome – quero vê-la.

Inuyasha – calma, primeiro você tem que se alimentar.

Inuyasha saiu, e quando voltou trouxe uma serva trazendo uma bandeja com alguns alimentos e em seu braço sua pequena filha.

Inuyasha – olha quem eu trouxe para a mamãe conhecer.

Kagome – minha filha! – estendendo o braço para pegar.

Inuyasha – nada disso, primeiro se alimente por quer ela precisa de uma mãe forte e saudável.

Kagome – inuyasha que maldade, quero pegar minha filha.

Inuyasha – nossa filha, e você terá muito tempo para isso, vamos coma – a serva deixou a bandeja no colo de Kagome para se alimentar e se retirou do quarto.

Kagome – já escolheu o nome? – comendo um pêssego.

Inuyasha – ainda não, estava esperando você acordar – respondeu brincando com a filha nos braços.

Kagome – o que você acha de Izayoi? – tomando um pouco de chá.

Inuyasha – o nome de minha mãe? – olhando para a esposa surpreso.

Kagome – sim, é um belo nome não acha?

Inuyasha apenas confirmou com a cabeça, ergue a filha, olhando-a nos olhos, a pequena sorria docemente para o pai – minha pequena Izayoi.

#-#

Sesshoumaru estava numa sala do castelo onde seu clã guardava armas historias, katanas legendarias, que ajudaram em grandes batalhes, juntos as armas havia também quadros com os lideres passados dos Inuyoukais. Parou no enorme quadro que retratava seu pai, Toga, InuTaisho antepassado.

Sesshoumaru – meu pai perdeu a vida por uma humana – olhava atentamente a figura do pai – e este Sesshoumaru perdeu sua poderosa arma pela vida de uma humana – tirou a katana da cintura, caminhou poucos passos para direita onde havia um quadro em branco e logo abaixo um suporte para armas. Depositou ali sua Katana junto com a banhinha e olhou mais uma vez para o retrato do pai – este é o castigo dos homens dessa família, se perderem por fêmeas humanas.

#-#

Rin estava na cozinha se alimentando de algumas frutas, olhava pela janela o pouco trabalho que ainda restava na recuperação do castelo.

Kuzuo – distraída hime? – disse se aproximando por trás.

Rin – sempre distraída  você quer dizer – respondeu com um sorriso – onde estar Jaken-sama? Faz algum tempo que não o vejo.

Kuzuo – estar no vilarejo, há muito trabalho por lá também com as fêmeas ajudando na guarda, alguém precisa administra as terras.

Rin – esta fazendo o que sempre quis ter um papel importante no império de Sesshoumaru-sama.

Kuzuo – aquele sapo é chato, mas se preocupa muito com você, ficou muito nervoso com você de cama.

Rin – ele só tem medo do Sesshoumaru-sama , alias me explica o que fizeram para me recuperar?

Kuzuo – acho que isso quem tem que lhe explicar é nosso lorde – pegando uma maça para comer – tenho que voltar ao trabalho, antes que Takashi venha me buscar pelo pescoço.

Rin – general!!! – o chamou antes dele partir – não imaginava que o senhor seria tão bom amigo comigo.

Kuzuo – vou lhe dizer o mesmo que disse para Sesshoumaru-sama – se aproximou da garota e lhe pegou uma das mãos – se seu coração já não tivesse dono, eu me colocaria a sua disposição para ser seu macho.

Rin – general, eu... – piscou corada.

Kuzuo – não precisa dizer nada, ele é merecedor de seu coração, se não fosse eu mesmo o mataria. Tenha uma boa tarde minha hime – soltou a mão dela e saiu da cozinha.

#-#

Jaken voltava das inspeções pelo vilarejo de inuyoukais quando encontrou Inuyasha por um dos corredores do castelo.

Inuyasha – iai pequeno sapo, ainda puxando saco do meu irmão?

Jaken – olha seu moleque, mais respeito, seu um importante ministro do império de Sesshoumaru-sama – dizia orgulhoso.

Inuyasha – sei – revirando os olhos – como eu estou muito feliz pelo nascimento de minha filha, irei deixar você conhece-lá.

Jaken – você e aquela humana sujaram o imaculado  quarto de meu lorde, dando a luz a uma aberração, que não é nem youkais, nem humano e nem ao menos hanyon – antes mesmo de Inuyasha acertar o pequeno youkais verde com um soco, Jaken já havia recebido um jarro de flores na cabeça – Ai – caiu com um calo enorme.

Sesshoumaru – Jaken, levantasse e limpe esses cacos – ordenou serio.

Jaken – sim Sesshoumaru-sama, agora mesmo – levantado-se rapidamente o juntando os cacos.

Inuyasha – não se preocupe Sesshoumaru, eu também não fico contente em estar em sua casa.

Sesshoumaru nada disse, apenas deu à costa e saiu.

#-#

Dois dias se passaram, com Kagome já recuperada e a pequena Izayoi bem, Inuyasha decidiu partir.  Com a insistência de Rin, Sesshoumaru ofereceu uma carruagem para melhor viagem da cunhada e da sobrinha.

#-#

Alguns dias haviam passado, o castelo havia sido reconstruído. Sesshoumaru passava horas reunido com seus generais bolando estratégias para atacar o Inimigo.

Kuzuo – você ainda não contou para Hime-sama o que o senhor fez por ela – perguntou o general num tom calmo.

Sesshoumaru – não lhe devo satisfação general, mas ainda não tive oportunidade para isso – também calmo.

Tekai – foi um erro sacrificar a katana pela vida de uma humana – disse com nojo.

Sesshoumaru – não me interessa o que você pensa.

Takashi – meu lorde, o povo merece uma explicação sobre tudo que estar acontecendo.

Sesshoumaru – General Kuzuo qual é sua sugestão ?

Kuzuo – um baile – respondeu prontamente.

Sesshoumaru – um baile?

Kuzuo – sim, para comemorar o vitoria sobre o inimigo.

Tekai – que vitoria? – debochando – eles massacraram nossas tropas, destruíram nosso castelo, se não fosse o bastado Hanyon todos estariam mortos.

Kuzuo – mas estamos aqui ainda, de pé – respondeu com um sorriso – e também apresentar Rin-sama como senhora do Oeste.

Tekai – Senhora do Oeste?

Sesshoumaru – Kuzuo você não acha que estar se adiantando em meus assuntos.

Kuzuo – só to sugerindo o obvio.

Sesshoumaru – pois bem, que fazemos um baile.

Tekai – meu lorde, não pretende mesmo tornar aquela humana como senhora do Oeste?

Sesshoumaru – general, eu exigiu mais respeito com minha futura fêmea – serio.

Os generais nada mais disseram, saíram em silencio. Jaken foi encarregado de organizar o baile, porem ninguém sabia o motivo do baile.

#-#

Rin estava na biblioteca com Megumi lendo alguns livros.

Megumi – Rin, o que irá vestir no baile? – perguntou calmamente.

Rin – que baile? – sem tirar os olhos do livro que estava lendo.

Megumi – Jaken-sama estar organizando um baile no castelo.

Rin – não tenho falado muito ultimamente com Jaken, e nem com Sesshoumaru-sama – repousou o livro nas pernas – eles andam muito ocupados, nem o General Kuzuo veio falar comigo esses dias.

Megumi – a anos que não temos um baile no castelo, há boatos que é para Sesshoumaru-sama vai escolher uma noiva.

Rin - NOIVA? – arregalou os olhos – você tem certeza disso?

Megumi – eu falei que são boatos – disse calma – mas as fêmeas do vilarejo dizem que é a oportunidade perfeita para mostrar suas filhas ao lorde, pois ele observará todas e escolherá uma fêmea para tomar para si.

Rin – eu nem sabia desse baile – com lagrimas nos olhos – provavelmente ele não quer minha presença neste evento.

Megumi – me desculpe Rin, eu não sabia.

Rin – tudo bem Megumi – levantou, guardou o livro na prateleira – eu vou para meu quarto – andou rapidamente pelos corredores chorando, não queria encontrar ninguém, não queria dar explicação sobre suas lagrimas.

#-#

Sesshoumaru estava em seu escritório analisando alguns documentos quando sentiu o cheiro das lagrimas de Rin. Largou os pergaminhos em cima da mesa e seguiu o rastro de lagrimas ate o quarto da menina.

#-#

Rin chorava em sua cama compulsivamente, não podia acreditar que Sesshoumaru escolheria uma noiva, e que pior, era teria vergonha dela, pois qual seria outro motivo de todos saberem do baile menos ela?

A porta do quarto dela foi aberta, ele não se preocupou em bater na porta e pedir autorização para entrar, afinal ele era Sesshoumaru, não pedia permissão a ninguém. O youkai sabia que ela chorava em sua cama, sabia que estava vestida que não teria problema em entrar, ele só queria saber o motivo de sua Hime estar chorando.

Sesshoumaru – Rin, o que houve? – perguntou com seu costumeiro tom autoritário.

Rin – nada – respondeu sem emoção na voz, escondia o rosto no travesseiro, ganhando tempo para as lagrimas secarem.

Sesshoumaru – não minta para este Sesshoumaru.

Rin – o senhor passa dias sem falar comigo, não me da atenção, me deixa só na companhia de servos, e ainda exige que eu lhe der satisfação de meus sentimentos?

Sesshoumaru – não me afronte Rin – sem alterar o tom de voz – olhe para mim.

Ela nada disse e nem olhou para ela, continuou parada na cama.

Sesshoumaru – eu já disse para olhar para mim Rin – demonstrando toda sua irritação.

Ela então sentou na cama, olhou para ele com os olhos vermelhos e inchados, com o rosto molhado de lagrimas.

Rin – o senhor tem vergonha de mim ?

Sesshoumaru – quem lhe disse isso?

Rin – ninguém, mas terá um baile... e todos sabiam menos eu... imaginei que o senhor não quisesse minha presença no baile.

Sesshoumaru – ordenei que ninguém lhe avisasse – disse serio e viu a menina ficar mais triste – eu mesmo iria fazer isso.

Rin – o que o senhor quer dizer?

Sesshoumaru – quer ir ao baile comigo?

Rin – sim – disse num sorriso tímido.

Sesshoumaru – como minha noiva? – aquelas palavras entraram no ouvido de Rin como um choque, ela não acreditou no que ele disse.

Rin – no...i...noi...va... ? – tremeu ao disser essa palavra.

Sesshoumaru – só se você quiser – ela nada disse apenas se jogou nos braços dele e lhe beijou – Rin, se contenha, não é apropriado ficarmos a sós em seu quarto.

Rin – mas porque?

Sesshoumaru – não quero que fiquem falando mal de minha noiva – disse sem alterar a face – se não fosse seu cheiro de pureza, todos diriam que já lhe possui e que apenas lhe trouxe para o castelo para ser minha concubina.

Rin – eu estou tão feliz, tão alegre. Ai kami o que vou vestir? Como vou arrumar meu cabelo. Eu não sei como me comportar num baile. Nunca fui a um – ela falava sem parar.

Sesshoumaru – Rin, acalme-se – segurou o rosto dela delicadamente – vá ate o vilarejo humano mais rico da região, leve Megumi com você e escolha os mais finos Kimonos. Mandarei alguns guardas para garantir sua segurança.

Rin – sim senhor – disse com um sorriso meigo – posso te pedir mais uma coisa – ele apenas acenou com a cabeça positivamente – me beije? – pediu com um rosto inocente.

Ele deu sorriso de canto de boca, colocou a mão direita na nuca dela e a puxou para perto de si, e lhe beijou ferozmente. O beijo logo se cessou, Rin estava ofegante, e Sesshoumaru saiu do quarto sem mais nada dizer.

Continua ...


Notas Finais


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