História Entre o amor e o desejo - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha Kanketsu-hen
Exibições 22
Palavras 1.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 19 - Capitulo 19- youkais x humanos


Capitulo 19- youkais x humanos

Rin e Megumi estavam numa carruagem, escoltadas por cinco guardas e mais o general Kuzuo, a caminho de um vilarejo Humano perto das Terras de Sesshoumaru. O Vilarejo era muito prospero, muitos que viviam ali andavam bem arrumados, com as mais puras sedas. As mulheres usavam maquiagem no rosto.

Ao ser avistada a carruagem, muitos humanos fizeram alarde, youkais se aproximavam, os guerreiros se preparam para o ataque. Não era muito comum ataque de youkais no vilarejo, mas o medo logo se manifestou em todos. O líder do povo e dos guerreiros foi chamado.

A carruagem parou na entrada do vilarejo, Kuzuo se colocou na frente, com seu porte altivo e serio. O líder ficou em posição de ataque e falou.

Líder – vão embora youkais.

Kuzuo – cale a boca humano – disse serio – não viemos para lutar.

Líder – quem você pensa que é youkai para falar assim comigo? – perguntou com ira nos olhos.

Kuzuo – sou general do Lorde Sesshoumaru, imperador das terras do Oeste, ordeno que nossa hime faça compras em suas vendas e se não causarem nenhum problema serão muito bem pagos.

Líder – não queremos seu pagamento e muito menos sua hime aqui.

Rin – general... – a garota saia da carruagem – deixe que eu resolvo isso.

Kuzuo – hime-sama é perigoso.

Rin – quero comprar kimonos e outras coisas, não viemos para ver sangue escorrer.

Kuzuo – tudo será pago – um dos guardas se aproximou e deixou na frente do líder dos humanos um grande saco cheio de moedas de ouro.

(soldado humano) – mais isso é muito ouro – admirado.

Líder – acha que vamos cair nessa? Assim que abaixamos nossa guarda vocês irão nos atacar.

Kuzuo – nos derrotaríamos vocês humanos facilmente – com um sorriso nos lábios.

Rin – por favor, eu jamais deixaria que atacassem humanos sem motivo.

Líder – você é humana?

Rin – sim, sou. Apenas desejos comprar algumas coisas.

Líder – tudo bem, você pode ir, mas os youkais não passaram da entrada do vilarejo.

Kuzuo – nem pensar,não deixarei Rin-sama sozinha.

Rin – general, acalme-se – dizia serena e calma – entrarei apenas eu e minha serva pessoal.

Líder – tudo bem, pode entrar – Rin e Megumi entraram na vila, sob olhar atento de todos os humanos. Rin era de graça e beleza, usava um kimono amarelo com finas folhas bordadas em verde, cabelos longos escuros que dançavam lentamente com o vento.

Kuzuo e os guardas youkais ficaram fora do vilarejo, provavelmente Sesshoumaru mataria-os se soubesse que deixaram Rin entrar no vilarejo sem a devida proteção. O general era o mais preocupado, ele nutria um sentimento especial pela menina, e não suportaria que ela se machucasse mais uma vez sob sua cautela.

Rin entrou num venda de tecidos, era grande e bem luxuosa, com tecidos finos e com requintes de detalhes. As humanas dentro da venda olhavam assustada para aquela garota acompanhada de uma youkai.

Mulher – o que deseja? – perguntou a mulher com evidente descaso.

Rin – quero o mais bonito e elegante kimono que tens a disposição – disse a menina com um sorriso.

Mulher – para qual ocasião?

Rin – um baile de noivado – disse animadamente.

Megumi – terás que ser digno de uma rainha – interviu a serva.

Mulher – temos os mais lindos kimonos da região, creio que encontraras o que deseja – ignorando Megumi e se dirigindo somente a Rin.

Rin – ótimo – sorrido – quero esta bonita para Sesshoumaru-sama, não quero que ela sinta vergonha, ou que seus súditos chamem sua futura esposa de desleixada, ou feia.

Megumi – Rin você pode ser tudo menos feia ou não teria conquistado o youkai mais frio e mais desejado de todo Japão – o rosto da menina tornou-se rubro com o comentário da serva.

Mulher – você casará com um youkai? – perguntou com espanto.

Rin – sim – disse feliz.

Mulher – você é uma traidora de sua raça, preferindo um youkai nojento a um humano.

Rin – com todo respeito senhora, apenas vim comprar um kimono para mim e minha serva e não pedir conselhos matrimoniais – a mulher fez cara de ofendida com a resposta de Rin.

Mulher – pos bem, lhe mostrarei os kimonos – saiu para o fundo da venda para buscar os kimono.

Megumi – nossa Rin, como você mudou.

Rin – cansei de ser uma menininha e ouvir calada ofensas.

#-#                          

No lado de fora a venda, os guerreiros humanos estava reunidos.

Soldado 1 – o que faremos senhor? – perguntava para o líder.

Líder – atacaremos os youkais, e eu tomarei a humana como uma de minhas concubinas.

Soldado 2 – ela é muito bonita senhor, mas já deve ter sido possuída por um youkai.

Líder – não me importarei, eu quero a humana para mim, e irei consegui.

#-#

Mulher – essas são os mais caros e mais bonitos da venda – mostrando para Rin vários Kimonos.

Megumi – olha esse Rin é lindo – pegando um kimono rosa com detalhes em branco.

Rin – não...  quero algo mais maduro, algo que me deixe com uma aparência mais velha. não quero parecer uma criança.

Mulher – eu tenho um perfeito para você – pegou um embrulho e tirou de la um kimino – muitas das mulheres do vilarejo não teriam coragem de usar algo assim, mas como você é diferente delas, e ira casar com um youkai, talvez possa usa-lo.

Rin – é perfeito – disse pegando o kimono.

Megumi – não acho uma boa ideia Rin.

Rin – ele é lindo, com certeza Sesshoumaru-sama ira adora – guardou de volta ao embrulho e entregou para a serva – leve-o para a carruagem, irei fazer mais algumas compras.

Megumi – você não pode ir sozinha.

Rin – nada ira acontecer comigo, fique tranquila – entregou para a humana da venda um saco de moedas e ouro e saiu para outra venda.

#-#

Líder – vá atrás da humana e a leva para um lugar seguro – falando com um de seus soldados.

Soldado – sim senhor – saiu a procura de Rin.

Líder – vamos atacar agora – ele e seu exercito de mais de 50 homens partiram para atacar os poucos youkais que estavam na entrada do vilarejo.

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Youkai – senhor um grande numero de humanos se aproxima.

Kuzuo – fiquem em posição – se espantou ao ver Megumi se aproximando sozinha – onde estar Rin-sama.

Megumi – ela pediu para trazer as compras para carruagem e foi da mais uma olhada nos produtos do vilarejo.

Kuzuo – entre na carruagem e não saia de lá, eu vou atrás de Rin – ele saiu depreca atrás da humana.

#-#

Rin termina de pagar aquilo que havia comprado numa venda pequena no lado sul do vilarejo quando o soldado humanos chega perto dela.

Soldado – senhorita – pegando no braço da menina – venha comigo.

Rin – não vou a lugar nenhum com você – tentando se livrar seu braço.

Soldado – vamos liberta-la de seu cativeiro onde é mantida por esses youkais – arrastando ela pelo vilarejo.

Rin – eu não sou mantida em cativeiro, é de meu desejo viver com esses youkais.

Soldado – ora sua imunda, ficará no vilarejo por bem ou por mal – colocou-a em seus ombros e entrou com ela numa grande residência – você ficará aqui e servirá ao nosso líder.

Rin – eu não vou ficar – tentava fugir – socorro...socorro – gritava.

Soldado – cale a boca – deu um tapa em Rin – lhe castigarei, antes de você ser de nosso líder serás minha – o coração de Rin gelou ao ouvir aquilo, sua virgindade era destinada  Sesshoumaru, não poderia ser tocada por outro.

O homem pegou Rin pelos cabelos, puxando-a para um cômodo com um futon, jogou ela no chão e se deitou em cima dela. Rin gritava com toda a força em seus pulmões por ajuda, quando sentiu um liquido correr por todo o seu corpo, abriu os olhos e viu o corpo do homem ainda em cima dela, mais sem a cabeça. O sangue dele jorrava manchando toda a sua pele alva. Em pé ao seu lado estava o general Kuzuo, seu salvado.

Kuzuo – sinto muito pelo sangue – ajudando a se levantar.

Rin – obrigada – o abraços para a surpresa do youkais e retribuiu o abraço.

Kuzuo – é melhor irmos, antes que Sesshoumaru aparece e destrua toda a vila.

Rin – vamos – ele a pegou nos braços e voou ate a entrada do vilarejo onde os youkais haviam matado quase todos os humanos, sobrando poucos feridos.

Kuzuo – vamos embora, se eu fosse vocês humanos iria preparando seus tumulo, pois a ira do lorde Sesshoumaru não será contida – partiram com uma Rin ainda em choque e com medo do que Sesshoumaru poderia fazer a aqueles humanos.

#-#

No castelo, Sesshoumaru pode sentir o cheiro de Rin misturado ao sangue humano se aproximando, sem esperar ele foi para a entrada do castelo. Ela saiu da carruagem de cabeça baixa, não queria que seu senhor destruísse humanos inocentes que Viviam no vilarejo.

Sesshoumaru – general, por que Rin esta coberta de sangue?

Kuzuo – senhor a culpa é minha – se ajoelhou na frente de Sesshoumaru – aceito minha punição.

Rin – não por favor – ele interviu, ficando entre o general e Sesshoumaru – a culpa foi minha, eu que quis ir sozinha, não o machuque Sesshoumaru-sama.

Sesshoumaru – Rin, vá se lavar – disse serio – quem decide o que ira acontecer com esse imprestável é este Sesshoumaru.

Rin – mas... – foi interrompida.

Sesshoumaru – sem mas – disse sem olhar para ela – Megumi, leve Rin e prepare um banho.

Megumi – sim senhor – de cabeça baixa levanto Rin para dentro do castelo.

Sesshoumaru – general diga-me o que aconteceu.

Kuzuo – os humanos não permitiram nossa entrada no vilarejo, e Rin-sama quis ir sozinha para fazer as compras.

Sesshoumaru – esta colocando a culpa nela?

Kuzuo- não – continuava de joelhos no chão e de cabeça baixa – os humanos nos atacaram, nossos guardas conseguiram vencer, eu fui atrás de Hime-sama, e um humano queria possuir ela e eu o matei, arranquei-lhe a cabeça por isso o sangue em seu corpo.

Sesshoumaru – você deixou um humano lhe tocar? – pegando o general pelo pescoço.

Kuzuo – senhor eu cheguei a tempo de ele concretizar o ato – tentava falar.

Sessnhoumaru – se você fosse eficiente ela não estaria coberta de sangue, teria o matado antes mesmo de ele pensar em fazer isso com minha Rin.

Kuzuo – eu aceito meu castigo senhor.

Sesshoumaru – general me diga – aproximou a corpo do general ao seu e encarou os olhos do general – porque o cheiro dela estar em você?

Kuzuo – ela me abraçou em forma de agradecimento senhor, nada mais. Eu já lhe disse que não me colocaria como seu rival pelo coração de Rin-sama, e eu cumpro com minha palavra.

Sesshoumaru – você é um covarde – largou o corpo do general no chão – lhe pouparei a vida, mas da próxima vez seja mais eficiente.

Kuzuo – o que o senhor ira fazer com o vilarejo?

Sesshoumaru – reúna os outros para minhas ordens – deu as costa para o general e entrou no castelo.

#-#

Rin terminava de se arrumar, estava com a expressão triste, megumi lhe penteava os cabelos. Nenhuma das duas ousava a falar alguma coisa. Sesshoumaru entrou no quarto com sua postura altiva.

Sesshoumaru – nos deixe as sós – ordenou a serva que saiu imediatamente.

Rin – Sesshoumaru-sama o senhor matou o general? – perguntou com lagrimas nos olhos.

Sesshoumaru – não – viu a menina soltar um suspiro de alivio – Rin, o que você sente pelo general Kuzuo?

Rin – eu... ? – a pergunta lhe pegou de surpresa – sinto amizade, ele é um bom amigo, e se preocupa comigo, e temos boas conversas – respondeu inocentemente – por que a pergunta ?

Sesshoumaru – porque da próxima vez que ele toca em você eu o mato – respondeu sem alterar a face – só queria lhe comunicar isso para depois não ficar chorando pelos cantos.

Rin – Sesshoumaru... eu – de novo foi interrompida.

Sesshoumaru – por ora, mandei chamar seus amigos do vilarejo para o baile – ela sorriu.

Rin – obrigada.

Continua...


Notas Finais


...


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