História Entre o amor e o desejo - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha Kanketsu-hen
Exibições 27
Palavras 1.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 23 - Capitulo 23- conselhos de Sogra.


Capitulo 23- conselhos de Sogra.

 

Rin tomou um banho, vestiu um kimono lindo e foi de encontro com a sua futura sogra na biblioteca do castelo.

Rin – Satori-sama – vez uma breve reverencia e Satori lhe indicou a cadeira para sentar.

Satori – menina você sabe a historia do nosso clã?

Rin – um pouco.

Satori – então vai aprender tudo sobre os antepassados de seu noivo.

E assim foi, a tarde inteira ouvindo historias sobre os inuyoukais ancestrais de Sesshoumaru, quase dormiu diversas vezes, mas Satori fazia questão de lhe acordar com alguns cascudos na cabeça da humana.

A noite chegou, e ela ainda tava escutando a historia do clã, só foi liberta quando Sesshoumaru ordenou que as chamasse para o jantar.

Na mesa de jantar estava Sesshoumaru e seus lordes, e é claro Jaken também. Satori e Rin se juntaram aos machos.

Tekai – o que foi Hime-sama, está com uma aparência péssima?

Rin – passei o dia trancada na biblioteca, estou com um pouco de dor de cabeça.

Tekai – Satori-sama está pegando muito pesado com você menina?

Satori – hoje foi apenas o primeiro dia, e só contei historias de nosso clã, o pesado será amanha.

Tekai – cuidado Satori-sama, vai acabar fazendo a noiva do vosso filho desistir do casamento – foi a primeira vez que Sesshoumaru mostrou-se interessado no assunto, lançando um olhar para a humana.

Rin – não se preocupe Tekai-sama, humanos são teimosos não desistem fácil.

Satori – ela não vai desistir, essa menina suporta o péssimo humor de Sesshoumaru, pode suportar qualquer coisa.

Sesshoumaru – vocês falam como se este Sesshoumaru não tivesse ouvindo – todos se calaram e passaram o resto do jantar em silencio.

#-#

Rin estava em seu quarto, já vestida com um kimono leve de dormir, quando Satori entrou sem bater.

Satori – menina, está pronta para mais uma aula?

Rin – mas senhora, está na hora de dormir!!

Satori – mas essa aula é a mais importante de todas – sorriso malicioso.

Rin – e qual seria?

Satori – como satisfazer um macho em seu leito.

Rin – OOO QUE?! – gritou corada.

Satori – isso mesmo, você é muito novinha, tem muito o que aprender sobre acasalamento – sentou na cama da menina – primeiro me diga ate onde Sesshoumaru foi com você?

Rin – senhora... – extremamente corada – acho que ontem a noite foi o mais longe que...que...ai a senhora sabe.

Satori – sim, sei – sorriu friamente – criança preste bem atenção no que lhe vou dizer. Uma fêmea tem que parecer submissa ao macho, mas o grande segredo é saber dominar sem que ele perceba. Isso tudo é uma arte, um jogo de sedução. Na frente dos servos, ele sempre tem que ter a ultima palavra, mas em quatros paredes a fêmea tem que lhe convencer a fazer tudo que ela quer.

Rin – e como se faz isso? ? ?

Satori – você não pode ceder para ele antes do casamento, assim ele vai ficar cada vez mais ansioso, não troque carinhos, beijos e nem toques, seja a mais fria o possível com ele. Sesshoumaru desejará te possuir cada vez mais a cada recusa tua.

Rin – isso é quase impossível...Sesshoumaru é tão... tão... irresistível – suspirou.

Satori – eu sei disso...o pai dele também era.

Rin – o que mais devo fazer?

Satori – depois da união, na noite que ele for lhe possuir pela primeira vez, você deixará ele te conduzir. Inuyoukais adoram dominar, com o tempo você saberá como usar o sexo ao seu favor.

Rin – e o que devo fazer para agrada-lo? – corada.

Satori – uma dica... fique de quatro... ele enlouquecerá – disse isso e saiu do quarto, deixando rin pensativa sobre o que ela disse.

Rin – mais o que é ficar de quatro? – falava sozinha – o que é que significa?

#-#                                           

Mais um dia amanheceu com um lindo sol. Rin despertava tranquilamente, então Jaken entrou em seu quarto.

Rin – ah...bom dia Jaken-sama – disse como sempre, com um enorme sorriso.

Jaken – bom dia menina, vim só lhe avisa que Sesshoumaru-sama não poderá compartilhar da mesa com você essa manha.

Rin – hum...que pena, tinha uma pergunta para ele.

Jaken – nosso mestre está dando uma volta pelo vilarejo para garantir que está tudo em ordem.

Rin – entendo...Jaken-sama, posso lhe fazer uma pergunta?

Jaken – já fez ne... – rodou os olhos –diga logo de uma vez menina.

Rin – o que é ficar de quatro? – o pequeno youkai verde ficou amarelo.

Jaken – como assim menina?

Rin – Satori-sama disse que eu tenho que ficar de quatro para o Sesshoumaru-sama.

Jaken – mas...isso é lá coisa que se diga menina, quando desrespeito – saiu do quarto bufando.

Rin – Jaken-sama! ? – não entendeu a reação do servo de Sesshoumaru.

#-#

A humana desceu para o desjejum a qual só teria a companhia de sua futura sogra.

Rin – bom dia Satori-sama! – disse alegremente.

Satori – ... – não se deu o trabalho de responder.

Rin – satori-sama...eu... – não terminou de falar pois viu sua serva Megumi entrando na sala – Bom dia Megumi, por que você não foi me ajudar no banho hoje?

Megumi – ah desculpe Hime-sama, tive alguns afazeres e não pude lhe ajudar.

Rin – tudo bem, depois quero falar com você – o desjejum entre a menina e a inuyoukai em silencio. A humana desistiu de perguntar o que queria saber.

#-#

A humana estava no jardim, aliviada de ter fugido de Satori, enquanto a futura sogra dava ordens aos servos. Rin estava sentada num banco, olhando as flores quando Megumi apareceu.

Megumi - Rin?... queria falar comigo? – a serva sentou do lado da menina no banco.

Rin – ah oi Megumi... por que você me tratou tão formalmente hoje cedo?

Megumi – ora Rin, não posso ter tratar como amiga na frente da mãe do lorde, ouvir dizer que ela pode ser ate mais cruel do que ele.

Rin – ate que ela ta sendo legal comigo, achei que fosse ser pior.

Megumi – é por que ser o lorde decidiu uma coisa nem ela seria capaz de fazer ele mudar de ideia.

Rin – eu queria te perguntar outra coisa, Satori-sama me contou sobre alguns truques para utilizar com Sesshoumaru-sama, mas não entendi um... o que é... – foi interrompida pela presença de dois generais.

Tekai – senhoritas – cumprimentou as duas – posso falar com você Megumi?

Megumi – claro general... – a serva e o general saíram deixando Rin a sós com Kuzuo.

Rin – mas... – protestou – esse general, sempre sendo inconveniente.

Kuzuo – eles estão meio que namorando – disse o outro sentando ao lado da humana.

Rin - serio?! – arregalou os olhos – o general Tekai sempre tão arrogante namorando uma serva?

Kuzuo – ela não nasceu serva, os pais dela foram mortos por traição, ela era muito pequena e InuTaisho teve compaixão pela menina, o pai dela era um grande general do exercito dos inuyoukais.

Rin – entendo... bom, como ela foi embora e não pude esclarecer minha duvida, será que você poderia me responder?

Kuzuo – se for de meu conhecimento, seria um prazer.

Rin – o que é ficar de quatro para um macho? – perguntou tranquilamente, mas não esperava a reação do general, que foi cair do banco, totalmente incrédulo.

Kuzuo – desculpe-me, não esperava uma pergunta dessas.

Rin – o que tem demais? Só quero saber...

Kuzuo – quer mesmo? – ela confirmou com a cabeça – tudo bem então – ele sentou novamente ao lado dela.

Rin – finalmente.

Ele se aproximou do rosto dela, os lábios dele ficaram bem perto da orelha dela, e com um sussurro ele lhe disse. O rosto dela então corou violentamente, e dessa vez foi ela que quase caiu do banco quando ouviu seu nome.

Sesshoumaru – RIN! ? – ele estava na frente dos dois.

Rin – Sesssse...ssseee...sssesshoumaru?! – não sabia se tinha vergonha da pergunta que tinha feito ao general, ou se tinha medo da reação de seu noivo.

Sesshoumaru – vá para seu quarto agora.

Rin – Sesshoumaru-sama foi culpa minha...eu – foi interrompida.

Sesshoumaru – agora Rin! – ela não disse mais nada, apenas saiu correndo.

Kuzuo – Sesshoumaru-sama devias ver quem é que está falando umas coisas estranhas para sua noiva – não falou mais nada, o general foi pego pelo pescoço. As unhas de seu mestre estavam gravadas em sua carne.

Sesshoumaru – eu não lhe disse para ficar longe dela?

Kuzuo – eu apenas lhe respondi uma pergunta, o senhor devia era ta matando quem anda falando certas coisas impróprias para ela que é tão inocente.

Sesshoumaru – o que ela te perguntou?

Kuzuo – o que era ficar de quatro para um macho – sesshoumaru se espantou quando ouviu a questão.

O senhor das terras do oeste largou seu general no chão e entrou depressa para o castelo.

#-#

Sesshoumaru – JAKEN! – entrou no salão.

Jaken – sin senhor?

Sesshoumaru – mande Satori e Rin ao meu escritório agora – passou pisando em seu servo.

Jaken – ai... – falou com a cara amassada no chão.

#-#

Sesshoumaru estava em pé, de costas para a porta, olhando para o horizonte através da janela, quando as duas a quem ele chamou entraram no escritório.

Satori – o que foi Sesshoumaru? Interrompeu meu chá.

Sesshoumaru – quero que organize o casamento para amanha.

Rin - amanha? ?

Satori – meu filho por que tão rápido assim?

Sesshoumaru – por que Satori você fica falando coisas inapropriadas para Rin, antes que todo reino comente sobre esse assunto quero que essa união aconteça logo, antes que eu mude de ideia – a humana sentiu uma dor no peito, estaria ele arrependido do casamento?

Satori – se é assim que quer, então organizarei tudo para o final da tarde de amanha.

Rin – eu... – mais uma vez interrompida.

Sesshoumaru – estão dispensadas – disse friamente.

#-#

Rin foi para o seu quarto triste, ser inocente demais lhe metia em algumas confusões, mas por outro lado estava ansiosa pelo casamento.

 

Continua...


Notas Finais


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