História Entre o Céu e o Inferno - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO, Girls' Generation, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Lu Han
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Taeyeon, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol, Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Kristao
Visualizações 55
Palavras 3.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oyeeeeeeee, tudo bom? Espero que sim
Voltei com mais um capítulo maravilhoso de EOCEOI!!!!!
Eu ia postar na sexta, mas fiquei sem tempo pois tinha que estudar.
Bom, QUERO AGRADECER A ESSES FUCKIN 34 FAVORITOS!!!!! ISSO É UM CHOQUE PRA MIM!!!!!
Espero que gostem do capítulo.
Sem mais delongas, boa leitura e me desculpem por qualquer erro.

Capítulo 2 - Capítulo 1 - Primeiro Encontro


Entre o Céu e o Inferno

Capítulo 1 – Primeiro Encontro

 

 

Eu tinha acabado de voltar ao Paraíso após ter concluído uma missão na Terra, e já tinha que voltar novamente para lá. Engraçado que eles não conseguem mandar tudo de uma vez, não. Eles gostam mesmo de me ver subindo aos céu igual a um desesperado querendo a minha cama ou apenas um pouco de descanso, para me mandar realizar outro dever.

Mas como esse é o meu trabalho, eu apenas peguei as informações do que teria que fazer e fui novamente para a Terra com o intuito de realizar a tarefa o mais rápido que eu conseguisse.

 

Nas ruas de Seoul, diversas pessoas caminhavam apressadas, umas falando em seus celulares e outras vigiando seus relógios prevendo um provável atraso. Eles pareciam tão presos em seus próprios mundos, em seus próprios interesses que não se preocupavam com as coisas que poderiam estar acontecendo fora de suas vistas. E que, ironicamente ou não, era o que estava acontecendo há muitos séculos.

Anjos e demônios andavam entre os humanos todos os dias e estes nem sequer imaginavam isso. E entre todos eles, estava eu, o ser que não tinha lugar.

O anjo Gabriel era o que regia as missões na Terra desde os milagres até o extermínio de alguns demônios e era por causa dele que eu estava quase sendo atropelado por uma manada de gente apressada. E sim, é aquele famoso anjo Gabriel das passagens da Bíblia Sagrada.

Minha missão era de um certo ponto de vista, simples e fácil. Eu tinha que achar um demônio que matou algum anjo e fazer o de sempre, matá-lo. A parte que mais retardava a minha volta ao Paraíso era achar o dito cujo. Mesmo que nós sejamos postos em uma posição tecnicamente próxima a do demônio, era difícil achar dentre diversos outros.

Era quase como uma regra, eu não deveria abater outros demônios, apenas o que eu fui ordenado, o que era bom e ruim ao mesmo tempo.  Bom porque eu voltaria logo para o meu querido quarto. Ruim porque às vezes o demônio que eu tinha que matar, estava acompanhado e este demônio extra tentava me matar. O que podia acontecer era de eu concluir o meu serviço rapidamente sem o outro perceber, o que dava muito mais trabalho, ou então a peste tentava me matar e acabava morrendo também, sendo que na última alternativa havia uma burocracia desgraçada que me fazia ficar quase três horas pra resolver o abatimento a mais. Por isso que na maioria das vezes eu matava o demônio que tinha que matar e sumia antes do companheiro aparecer ou perceber, mesmo que isso me desgastasse bastante por conta da grande energia que eu precisava utilizar.

Ah, claro. Eu poderia sim apenas sair voando com as longas e ágeis asas, se minhas asas já estivessem surgido. Meus amigos vivem dizendo que minhas asas vão sim aparecer, mas eu não tenho tanta certeza assim.

Meus devaneios se quebraram quando eu senti que o demônio de minha missão estava próximo. Olhei em volta e percebi que eu estava em uma área mal frequentada da cidade e em frente ade um beco escuro e extenso que mal se conseguia ver o final dele.

Desembainhei a minha espada, entrei no beco e depois de andar um pouco, achei o tal demônio que estava no chão e drasticamente ferido. Era a primeira vez que eu encontrava um demônio naquele estado.

- O que aconteceu com você? – Perguntei.

- Olha só se não é o famoso Anjo Assassino. – O demônio debochou.

- Responda a minha pergunta, demônio! O que aconteceu com você? – Voltei a perguntar.

- O Arcanjo que matei era bem forte. Diga a quem está treinando vocês que está fazendo um ótimo trabalho. Bom, por ele ser forte acabou por me deixar fraco e vulnerável para qualquer outro anjo me atacar, o que realmente aconteceu. – Riu fraco e voltou a falar. – Então eu decidi me esconder nesse beco escuro onde nenhum anjo me acharia, exceto aquele que foi criado por trevas e luz. Aquele que não teme a escuridão como seres celestes. Eu apenas precisava saber quem era.

- Então foi por isso que me reconheceu? – Indaguei.

- Sim. Você é o único que luta por Deus que possui a audácia de um demônio. Mas eu reconheci a espada que carrega. Eu, na verdade, já a conhecia antes mesmo dela ser sua.

- Você conheceu  minha mãe? – Perguntei um pouco receoso.

- Sim. Nós éramos amigos bem próximos. Até ela ter a brilhante ideia de se revoltar contra Lúcifer e fugir do inferno e trair tudo e a todos da pior forma possível. Dando a luz à você, ela jogou toda nossa amizade de séculos fora. – Riu novamente, mas ele já parecia cansado de falar, contudo, voltou a falar. – Mas fique tranquilo, criança. Eu não carrego nenhum rancor de ti e nem irei carregar quando sua espada ceifadora ultrapassar meu corpo me transformando apenas em um amontoado de cinzas.

- Eu não sou uma criança. – Eu disse emburrado.

- Em comparação à minha idade, eu posso muito bem te chamar de bebê. 

- De qualquer  forma, já enrolei demais para concluir o que vim fazer aqui. – Falei tentando ignorar que eu estava prestes a matar alguém que conhecia a minha mãe e que poderia me contar mais quem ela foi. – Últimas palavras?

Posso ser considerado um anjo assassino pelos demônios e até mesmo por outros anjos, contudo, eu acredito que todos os seres merecem ter suas últimas palavras. Normalmente não há nada mais valioso do que sua palavra, e quando são as últimas, devemos escutá-las como se fosse a mais bela sinfonia que existe. Mesmo que seja apenas um aglomerado de palavrões e diversos xingamentos.

As últimas palavras sempre carregam algum significado e ensinamento. Sempre é mais do que apenas palavras.

- Posso saber o seu nome? – O outro perguntou.

- Baekhyun. – Eu disse.

- Tenha cuidado, Baekhyun. Os céus não sabem, mas o inferno não está em tamanha desvantagem como pensam. – Ele disse calmo, mas sério. – E quem irá pagar pela ignorância dos céus, será você. Peço-lhe que quando o encontrar, mate-o imediatamente e só assim, você viverá.

- Está me dizendo que há alguém que fora criado para me matar?

- Estou dizendo que criaram alguém capaz de te matar e de ser, ou sua salvação, ou maldição. Não deixe que sua ingenuidade, sua grosseria e seu desconhecimento falem mais altos que a sua razão e juízo. Quando o momento chegar, seja compreensível, lúcido e tenha bom senso. Você é alguém que não pode deixar as coisas subirem a cabeça. Tenha prudência, Baekhyun. Pondere antes de levantar a espada para alguém tão poderoso quanto você.  – Suspirou. – É só isso que tenho para dizer a você e foi por isso que fiz o que fiz. Matei aquele anjo apenas para lhe encontrar e receber o meu devido descanso. De qualquer forma, minha dívida está paga.

- Espero que a viagem seja agradável e, seja lá o que estiver te esperando após sua morte, que seja bom.

- Só você para falar isso a um demônio.

- Não consigo os odiar por completo. Talvez porque eu seja metade um. – Eu ri e levantei minha espada. – Adeus.

Terminei de falar e logo depois desferi um golpe um golpe, enterrando minha espada aonde ficaria o coração do demônio e ali esperei até a espada mudar de cor de um prata para um vermelho. Era assim que a espada funcionava, quando perto de um demônio, ela possuía uma cor azulada e quando com sangue infernal, ela fica um tom vermelho parecido com lava.

Olhei uma última vez para o demônio que já estava virando cinzas e saí do beco. Quando eu estava recitando um encanto para voltar para o Paraíso, me toquei de que eu não havia perguntado seu nome.

E como eu estava arrependido de não ter perguntado o nome daquele demônio.

 

Estava caminhando pelo grande pátio que tinha no palácio dos Anjos Guerreiros, quando escuto alguém chamando meu nome.

- Baekhyun!

Me virei e vi que era Luhan gritando por mim.

- O que foi, meu querido amigo? Novidades para mim? – Indaguei sorrindo. – Vou tirar uma folga?

- Ei! Aqui no Paraíso não temos folga! – Ele riu. – Na verdade, o Gabriel está te chamado.

- De novo? – Perguntei incrédulo.

- Sim, e pediu que eu viesse rápido. – Luhan disse virando o meu corpo e me arrastando para bem longe da querida e desejada porta do palácio.

- O que será desta vez? - Perguntei para mim mesmo  recebendo um riso de meu amigo.

 

- Baekhyun, tenho mais uma missão para você. Coisa fácil e rápida. – o Anjo Gabriel disse assim que pus meus pés em sua sala. – Obrigado, Luhan. Já pode ir, está dispensado pelo resto do dia.

Luhan ao escutar que estava de folga durante o resto do dia, reverenciou seu superior e saiu, literalmente, correndo da sala.

- Aonde precisa que eu vá?

- Nova Iorque, centro. – Ele disse simplista e eu só consegui arregalar os olhos para aquele anjo cruel que acha que o centro de Nova Iorque é pequeno. Quando ele viu meu rosto, sorriu e voltou a falar. – Fique tranquilo que iremos te deixar bem perto do demônio.

- É o que sempre me dizem e ai, boom! Tenho que andar cinco quarteirões inteiros. – Falei e logo depois recebi  um olhar duro do anjo à minha frente.

- Bom, você deve achar e mata-lo, como de costume de suas missões. Depois dessa, você estará livre durante o dia.

- Graças a Deus! – Falei em alivio.

- Até uma segunda ordem. – O anjo falou em tom duro, mas seu rosto transmitindo uma brincadeira.

- Você adora fazer isso comigo, né? – Perguntei.

- Sim, eu nunca irei me cansar de ver o seu rosto de desacreditado. Parece que eu peguei um doce da sua mão e comi na sua frente. – O anjo desatou a rir.

- Me dá as informações logo! – Pedi. – Não estou com muita paciência hoje.

- Okay. – O outro assentiu e me entregou alguns papéis com informações e um pequeno mapa de onde  ele estaria. – Boa sorte, Baekhyun.

E por fim, fiz todo o processo, extremamente cansativo devo ressaltar, de descer dos Céus e ir para a Terra.

E pode parecer um milagre, mas o Anjo Gabriel tinha razão, desta vez eu estava realmente perto do meu objetivo e não tardei a cumpri-lo.

O demônio estava perto da Times Square, o que foi inteligente, já que eu poderia demorar bastante tempo até chegar a ele, mas como eu estava com pressa, usei um truque que só botava em prática quando era importante, ou quando eu estava louco por um descanso. O único problema desse truque é que fico extremamente vulnerável para os poderes infernais, então se algum demônio passasse por mim e tentasse algo para me fazer ficar possesso pelo inferno, ele iria conseguir sem muito esforço. Como eu sei disso? Fiz um teste no Paraíso com o meu treinador, e o resultado foi muito doloroso e molhado de água benta.

Depois de por em prática o truque, achei o demônio que estava de costas para mim e encostado na parede de um prédio. Coloquei a mão em seu ombro e sem esperar, nos levei até o terraço de uns daqueles grandes prédios. Quando chegamos ao terraço, o empurrei para o chão no momento exato quando encostei meus pés no chão, desembainhei minha espada e apontei para o demônio no chão.

- Quer dizer algo antes de morrer? – Perguntei sem paciência, mas respeitando esse direito de falar pela última vez.

- Quem é você? – O demônio perguntou.

- Você já sabe quem sou eu, mas irei me apresentar, já que é o que deseja. – Comecei.- Bom, tenho 22 anos, meu nome é Baekhyun, mas sou mais conhecido como Anjo Assassino. Então, já que me apresentei você gostaria de se apresentar? – Perguntei calmo e recebi uma negação. – Tudo bem, sem problemas. Quer dizer suas últimas palavras?

- Na verdade não tenho nada para dizer. Fiz o que fiz e não me arrependo só porque acabei por me encontrar com você.

- Sendo assim, boa viagem. – E assim repeti o golpe de mais cedo. 

Estava livre! Poderia finalmente tirar o meu tão almejado descanso.

Quando eu estava prestes a voltar para o Paraíso, senti algo estranho, como se me chamasse vindo do topo de algum prédio e como essa não era a primeira vez que sentia algo assim, eu decidi adiar um pouco mais o meu descanso e ir ver o que era.

Um dos pontos positivos do poder infernal: você não precisava de asas já que se pode usar um meio de “teletransporte”. Era assim que eu batia a linda plumagem, ou fugia se assim quiser dizer, de forma rápida para longe de outros demônios que queriam a minha cabeça pendurada em uma estaca como um troféu.

Me concentrei e logo depois as trevas me engoliram e quando pisquei já estava no terraço do Empire State.

Lá estava um anjo do tipo Potência, anjo que protege as leis do mundo físico e moral, jogado no chão ferido com um outro ser alado a sua frente. Sem nem ao menos pensar gritei chamando o individuo que estava de pé.

- Ei! O que pensa que está fazendo?

O anjo que estava ao chão, me olhou em um misto de medo e alívio. Eu já havia o encontrado algumas vezes no Paraíso, mas nunca cheguei a conversar com ele.

- Estava esperando por você. – o desconhecido disse levantando sua espada e em ato de desespero, direcionei minhas mãos ao anjo e girando-as e as levantando ao céus, transportei o ser celestial ao Paraíso. – Já esperava isso de você também. – finalizou abaixando e guardando sua espada.

- Que é você? – Perguntei. – Vire-se, agora! – Rugi colocando minha mão no cabo da espada, me preparando para um possível ataque.

Então aquele anjo se virou. Seus olhos amarelados como os de um lince ou de um tigre. Ele era alto, suas orelhas eram grandes de uma forma engraçada, pernas longas e um pouco tortas, mas o que me chama mais atenção são seus olhos e seu rosto. O seu semblante transmitia calmaria, mas seus olhos berravam em aviso de perigo o que me encantou, contudo, me fez ficar alerta. Em toda sua tormenta provocante e ameaça, era um ser belo.

Dizem que os olhos são o portão da alma. E se a alma dele dizia perigo, eu não iria desafiá-la e nem duvidar.

Pela primeira vez em minha vida, o meu coração deu uma batida a mais em um compasso que não me pertencia e mesmo tentando entender, eu não sabia o que significava aquilo.

- Não estou aqui para machucar você. – Eu voltei a falar. – Bom, pelo menos não por agora.

- Quem você pensa que é para me ameaçar? – Riu em escarnio.

- Alguém que pode destruir você. – Respondi em tom desafiador.

- Claro, claro. Pelo que eu saiba, só existem três seres que podem me derrotar e eu posso lhe garantir que você não faz parte desses três. Mas diga-me, se você é um anjo, porque não tem asas? – Ele perguntou em tom curioso.

- Minhas asas não são importantes agora. O que importa é o que você estava fazendo com aquele anjo.

- Ah, aquilo? – Ele apontou para trás, onde jazia o corpo do anjo ferido. – Apenas fazendo  o que me fora ordenado.

- Quem ordenou que fizesse isso?

- Bom, o meu superior. – Ele disse simplista como se aquela fosse exatamente à resposta que eu queria escutar e como se eu soubesse quem é o superior dele.

- E este superior seria? – Indaguei novamente já perdendo a paciência.

- Você é muito curioso, chega a ser chato e engraçado ao mesmo tempo. – Ele riu. – Eu bem que poderia fazer o meu papel como um demônio bom, mas vou ser mau com você e só irei contar quando eu souber até que ponto você iria pela vontade de saber e conhecer algo que não deve ou que não te interessa.

Eu já estava sem paciência alguma para aquele ser irritantemente desprezível que com um movimento com as mãos, fiz com que os sais saíssem de trás do meu braço. Fui em sua direção e empurrei até o parapeito do prédio e apontei um dos sais em seu pescoço e outro em sua barriga.

- Eu já estou cheio dessas  suas palhaçada. Eu o seguiria até o inferno para matar você e seu mandante. – Disse em um rugido. – Então para de me testar a paciência e diga quem está dando as ordens!

- Bom, antes e atacar, veja se o outro também não está apontando algo para você. – Ele disse com um sorriso de canto e sarcástico, enquanto encostava a ponta de seu punhal  em minha barriga.

- Me responde! – Ordenei em um quase latido.

- Nesse caso, eu fui ordenado pelo meu chefinho e popularmente conhecido como Lúcifer.

- Espera, você é um demônio? – Perguntei.

O que? Ele era um demônio?

- Qual parte do “eu bem que poderia fazer o meu papel como um demônio bom” que eu disse a um tempo atrás você não entendeu? Sim, eu sou um demônio. Ou quase isso, mas vivo no inferno.

Fechando os olhos e virando um pouco a cabeça para o lado esquerdo desacreditado, me afastei.

Um demônio com asas de anjo? Alguma coisa estava muito errada. As asas dos demônios não possuem pena como as de um anjo, são feitas para aguentar altas temperaturas e se assemelham muita com a de um  morcego, contudo bem maiores.

- Ué, você não estava todo animadinho para me matar, anjo sem asas? O que aconteceu com tal entusiasmo? Evaporou com o medo, foi?

- Mesmo que eu queira muito enfiar uma faca goela abaixo em você, eu não posso e sinceramente, não acho que você seja digno de algum esforço meu. Eu só quero ir pra casa e dormir pelo resto do dia. Vim aqui apenas por curiosidade.

- A sua curiosidade pode acabar te matando. – Ele disse.

- Ou matando quem a incentivar. – Pisquei um olho e dei um sorriso irônico. Aquilo sim, poderia ser considerado uma ameaça. - Fica a dica.

Eu estava quase pulando daquele prédio alto quando escuto o demônio voltando a falar:

- Isso tudo é porque está com medo, baixinho?

Me virei com o mesmo sorriso sarcástico e, apenas com uma mão virei um de meus sais e mirando em sua barriga, a lancei sorrindo ainda mais quando escutei um urro carregado de dor.

- Filho da puta!

- Onde mirei não vai te matar, é só não mexer demais. Considere isso como um presente e um aviso. Eu não tenho medo de morrer, tampouco de atacar. – Fiquei sério novamente. – Adeus, demônio. – E assim me soltei do prédio e deixei com que o meu corpo caísse do Empire State, pegando o impulso necessário para a minha viagem, com um pouco de concentração, consegui ir para o Paraíso e a última coisa que vi foi o rosto do demônio olhando para baixo. 

E mais uma vez não perguntei o nome do demônio, mas não me importei muito com isso. Algo me dizia que iria encontrá-lo muitas vezes.

 


Notas Finais


E ai? O que acharam? Bom, ruim... Péssimo?
O capítulo ficou bem grandinho, graças a Deus, porque meus dedos estão doendo em cãibra de tanto escrever hehe
Eu estou dando tudo de mim para esse estória e espero que gostem Ela vai ser séria, mas eu não consigo escrever algo sem ter um pouco de comédia no meio, mas o enredo vai ser sério, confiem em mim hehe
Bom, por enquanto é só, vejo vocês quando eu voltar de viajem <3
Beijinhos da Tia Júpiter~~


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