História Entre o desejo e o amor - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Criminal Minds
Personagens Aaron Hotchner, Chefe de Seção Erin Strauss, David "Dave" Rossi, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Emily Prentiss, Jennifer "JJ" Jareau, Penelope Garcia
Tags Drama, Família, Misterios, Policial, Romance, Sexo
Exibições 67
Palavras 2.085
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite pessoal!!

Dessa vez não demorei muito né?!! Me empolguei um pouco um #hotchana, confesso. Sei que tá meio lento, mas eu tô amando essa trama. Quando começo a escrever, minha imaginação flui..... Me empolgo.

Como de costume, queria agradecer a todos que favoritaram e curtem a fic. Fiquei muto feliz com os elogios relacionados ao meu jeito de escrever... tô me achando!!! Acho que foi por isso que me empolguei!!!
OBS: O capitulo ficou muito grande aí tive que dividir... O outro já ta quase pronto...

Bju grande, espero que gostem e comentem!! Nos vemos nas notas finais

Capítulo 12 - Caminho sem volta!!!


Fanfic / Fanfiction Entre o desejo e o amor - Capítulo 12 - Caminho sem volta!!!

Ana quase não acreditava no que estava vendo. O que ele queria dessa vez? Não bastava a confusão em que ela se metera por causa dele ainda teria que lidar com a sua presença em sua casa.

- O que faz aqui, como encontrou minha casa?

- Ana, precisamos conversar, posso entrar?

- Não temos nada pra falar agente, pode, por favor, ir embora? Estou muito ocupada e definitivamente não te quero por perto.

Não era uma boa ideia ele estar ali. Ana estava confusa, chateada e muito vulnerável, mas ao mesmo tempo ela queria ouvir o que ele tinha pra dizer.

Ignorando seu pedido, Hotch entrou, sem cerimônia. Ele estava mesmo disposto a falar com ela de qualquer jeito. Quando ele passou do lado de Ana, aquela familiar eletricidade que sentiam quando estava no mesmo ambiente apareceu, eles não podiam evitar. Ana trancou a porta e se virou novamente para ele que se encaminhava em direção ao sofá.

- Pode entrar. Disse ela ironicamente.

- Tenho meus recursos para encontrar as pessoas... Vai viajar Ana? Perguntou ele observando as malas que estavam espalhadas na sala.

- Recursos? Ficou bisbilhotando minha vida do mesmo jeito que faz com os bandidos, agente? Eu não sou uma serial killer, que você precisa caçar. Enfim, creio que não foi para ficar especulando sobre a minha vida que veio aqui, não é mesmo?! Diga logo o que tem pra dizer, não tenho muito tempo, disse Ana na defensiva, não podia se deixar levar por ele.

Ficaram frente a frente. O ambiente estava carregado, a tensão e o desejo que sentiam um pelo outro era palpável, não dava para disfarçar.

- Ana, eu vim aqui para te dizer que eu sinto muito, por tudo. Sei que você foi muito prejudicada no seu trabalho, e tenho uma grande parcela de culpa nisso. Não era a minha intenção, não dessa forma. Quando te conheci alguma coisa dentro de mim mudou, achei que era só raiva e frustação, pois não estou acostumado com pessoas me enfrentando da maneira que você fez. O problema é que cada vez que eu te encontrava alguma coisa acontecia comigo, e por mais que eu não quisesse admitir, estava atraído por você. Achei que você merecia mesmo uma punição, primeiro pela sua atitude que foi errada, mesmo que pelos motivos certos, segundo por seu atrevimento e arrogância, típicas de cirurgiões Quando eu fiquei sabendo que você e Reid estavam juntos, fiquei perdido, achando que que não tinha mais como te dizer como eu me sentia, mas quando você foi à BAU e eu te vi novamente senti que deveria ao menos tentar... Já não me preocupava com mais nada, eu precisava fazer alguma coisa. Fiquei realmente aflito com as coisas que você me disse, e pela primeira vez em muito tempo, me arrependi de uma coisa que eu fiz, mesmo não estando diretamente envolvido com aquele processo... Ana, eu vim aqui porque eu preciso saber se sente o mesmo. Estou colocando em risco a minha equipe, e tudo o que construímos juntos. Meu carinho e admiração por Reid, em troca de uma loucura, que me faz sentir vivo, como há muito tempo não me sentir... O que me diz Ana? Eu fico ou vou embora?

POVS ANA

Droga... Eu sabia que no fundo sentia o mesmo. Será que era possível gostar de duas pessoas ao mesmo tempo? O que eu sentia por Spencer representava uma sensação de controle e serenidade, já por Hotch era uma turbulência que me deixava completamente sem folego...

Fiquei ali parada só olhando para aquele homem incrivelmente sedutor que estava na minha casa. O jeito dele me fascinava. Acabei baixando a guarda, também tinha algumas coisas para dizer.

- Agente Hotchner, eu me sinto perdida também, e você tem uma grande parcela de culpa. Deixei muita coisa para trás... Você não me conhece. Não sabe de onde eu vim, nem o que passei para chegar até aqui. Foi muito cruel e egoísta comigo, mas fez o que achava que era certo, não te culpo por isso, afinal eu também agi assim... Tive ódio de você, de ter conhecido todos vocês, mas agora que eu vou partir, sinceramente, nada mais importa.

- Partir? Como assim Ana? Vai fugir? Se for pelo o que fiz, vou dar um jeito. Consertar tudo... Sei que isso não vai mudar muita coisa nesse momento, mas espero que um dia me entenda e possa me perdoar.

- Não há o que perdoar. Tenho na minha consciência que fiz o deveria ter feito, e estou disposta a arcar com as consequências disso, vou sobreviver. O problema é que não estou acostumada a lidar com a metade dos problemas que eu me meti, preciso de um tempo para assimilar tudo... Eu não vou mais negar que você mexe comigo agente, que quando eu te vejo sinto um frio na barriga e que minhas pernas tremem. No início também achei que era raiva, mas depois percebi que era muito mais do que isso... Eu já havia sonhado com aquele beijo. Ele me mostrou que eu estou mais envolvida do que pensei, mas também me mostrou que eu não posso seguir com isso. Eu me importo com o Spencer, sabe lá Deus por que. Ele é especial e não merece sofrer, gosto dele de verdade, e sei que você também se sente assim, senão não teria vindo aqui me perguntar se deveria ficar ou partir. Não creio que você esteja mesmo pronto para arriscar tudo o que construiu até agora, apesar de dizer que está.  Então, se quer uma resposta agora sobre ficar ou partir, eu prefiro que vá!!

Essas últimas palavras saíram apertadas, como se minha garganta tivesse dado um nó. Eu não estava nenhum pouco satisfeita com o que acabei de dizer, mas me pareceu o mais sensato, visto que nenhum de nós estava disposto a magoar ninguém.

Ele me olhou, como se tivesse sido derrotado. Apenas esboçou um leve sorriso e se levantou dizendo:

- Acho que você tem razão Ana. Temos que ser racionais nesse momento, e pessoa mais racional do que eu, não conheço. Apesar de estar realmente disposto a tentar, eu não posso obriga-la e se é mesmo o que quer, estou de saída e te deixarei livre para resolver sua vida e quem sabe até procura-lo. Nada vai mudar, fique tranquila.

Ele se levantou da cadeira e deu um passo na minha direção, me pegou pela mão.

- Foi muito bom te conhecer Ana. Quero que saiba que você fez mesmo o que era certo... Obrigado por salvar meu amigo! Disse ele me dando um gentil beijo no rosto, que me fez arrepiar.

Ele caminhou em direção à porta, não tive qualquer reação. Sem questionar, sem argumentar... Ele se foi. 

Fiquei muito emocionada com o que ele acabou de me dizer. Porque eu estava sentindo um vazio? Achei que ficaria aliviada, mas não... Nem sei quanto tempo fiquei ali parada no meio da sala apenas aproveitando a sensação do beijo dele no meu rosto.

Como se tivesse saído de um transe e corri em direção a porta batendo a mesma atrás de mim depois de sair.  Foi tudo automático, minha mente estava vazia, fui guiada apenas pelo desejo de sentir aquela boca na minha e aquelas mãos tocando. Queria saber o que ele tinha para me oferecer, que mistérios aquele semblante sério escondia.

Desci as escadas correndo, na esperança ainda encontra-lo. Não sei quanto tempo perdi parada na sala, mas me lancei numa corrida contra o tempo para alcança-lo. Aqueles três andares de escada pareciam não acabar nunca até que finalmente alcancei o portão. Dei uma olhada envolta, e o avistei caminhando em direção ao carro no fim da rua. Apertei o passo, ainda ofegante da corrida na escada, mas ele andava mais rápido. Quando me dei conta que não o alcançaria, tive medo de perdê-lo, pois sabia que se isso acontecesse, eu não teria coragem de procura-lo. Num ato de desespero parei no meio da rua e chamei por ele o mais alto que consegui. HOTCH....

Ele se virou para a minha direção esperando que eu chagasse até ele. Meus passos eram firmes, decididos, apesar de achar tudo aquilo uma loucura sem tamanho eu estava disposta a ir até o fim. Finalmente cheguei perto dele e pude vê-lo, pela primeira vez, sorrir de verdade.

- Você me chamou de Hotch?

- É assim que as pessoas te chamam, não é?

- Só as mais próximas...

- Fiz errado em te chamar assim?

- Jamais...

- Sabe que tudo isso é uma insanidade, não sabe? Perguntei olhando fixamente para seus olhos.

- Sei sim, estou mesmo completamente louco, fora de mim. Ele tocou o meu rosto com carinho ele me continuou:

- Porque mudou de ideia Ana?

- Eu menti...

- Mentiu?! Como assim?!

- Eu menti quando disse que queria que você fosse embora. Não é isso que eu quero, quero saber por que você mexe comigo.

- E o que você está disposta a fazer agora, Ana? Perguntou ele, me analisando.

- Tudo o que eu puder...

....

O Agente Hotchner quase não acreditou quando ouviu a voz de Ana chamando por ele, e quando levantou os olhos teve a visão mais perfeita que um homem poderia ter, nesse momento teve certeza de que alguma coisa que havia mexido com ela.

Sentiu sua respiração ofegante... Ela lhe deu um beijo doce no rosto e parou para olha-lo enquanto passava, vagarosamente, a língua em seus lábios. Aquele gesto deixou Hotch completamente fascinado. Seus lábios se encontraram num beijo demorado, intenso, saboroso...

Ana pode sentir as mãos daquele homem explorando seu corpo enquanto, sua língua acariciava os lábios dela suavemente, como se esperasse por isso há muito tempo. Ana era o tipo de mulher fazia qualquer homem, até o mais centrado de todos, perder completamente o juízo. Desde que se conheceram, Aaron não era mais o mesmo.

Ele a agarrou pela a cintura dela puxando para bem perto... Ela exalava sensualidade pelos poros. Ele a queria de qualquer maneira...

Quando finalmente seus lábios se separaram, Hotch percebeu que ela estava pronta, suas angustias se dissiparam dando lugar ao mais primitivo sentimento de desejo, quase que animal. Estavam sedentos de vontade um do outro.

- Vamos subir, ele sussurrou em seu ouvido percebendo sua respiração falhando.

- Não, lá não. Ana disse hesitante, por um momento a cena dela e de Spencer entrelaçados entre os lençóis povoou seus pensamentos. Se subisse com Aaron, com certeza desistiria. A presença de Reid ainda estava viva em sua memória, estava chateada com ele, mas não a ponto de esquecê-lo.

Hotchner não entendeu exatamente o porquê daquela reação forte e repentina quando mencionou o apartamento dela, mas não ia força-la a dizer o motivo. No fundo, ele tinha certeza que envolvia o Reid e tudo o que não queria era pensar nele agora.

- Tudo bem, vem comigo então. Falou estendendo-lhe a mão.

Ana nem titubeou, pegou sua mão e entrou no carro. Ela ficou em silencio por todo o caminho. Ficaram uns 15 minutos dirigindo sem saber pra onde, enquanto isso ela não foi capaz de dizer uma só palavra, estava nervosa demais, com medo de estar tomando um rumo errado, mas determinada a ir adiante com isso. Finalmente avistaram um lugar com muitos chalés e eles se olharam profundamente, entendendo perfeitamente onde deveriam ir.

Hotch estacionou o carro e se encaminhou até recepção, onde um rapaz lhe entregou as chaves e lhe deu um sorriso maroto ao ver que aquela linda mulher o aguardava do lado de fora da recepção.

A cada passo em direção ao chalé, a tensão entre eles aumentava. A vontade de ter Ana em seus braços ficava cada vez maior, ele estava tão excitado que chegava a doer, seu peito palpitava... Parecia um adolescente em sua primeira vez. Finalmente Ana seria dele, e Hotch prometeu a si mesmo naquele momento que daria a ela todo o prazer que pudesse...

- Tem certeza de que quer isso Ana? Sei que está apreensiva e nervosa... Pode desistir a hora que quiser... Perguntou Hotch preocupado com o silêncio dela.

Ana pegou a mão dele e o puxou para um abraço apertado, como se precisasse de proteção.

- Tenho sim, quero estar aqui contigo. Estou pronta para descobrir com você, o que é isso que estamos sentindo. Ela falou calmamente ainda dentro do abraço quente e aconchegante do agente Hotchner. Ali ela estava segura...

Era mesmo um caminho sem volta...


Notas Finais


Bom pessoal, é isso por enquanto. Como eu falei lá em cima, o outro capitulo continuação dessa tá quase pronto... Logo logo eu posto.
Gostaria de pedir um favorzinho... comentemmmmmm preciso saber se estão gostando, opinião, essas coisas. Como já disse antes, os comentários animam e movem a gente que escreve a continuar...


Bjjuuuuuuu


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